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             1º Centenário do assassinato de Delmiro. 1917 / 2017.

 
   Delmiro Gouveia nasceu a cinco de junho de 1863, na Fazenda Boa Vista, município de Ipu, Ceará, mas na área eclesiástica, pertencia então a Capela da Barra do Macaco. Faleceu assassinado a 10 de outubro de 1917, Pedra,  atual município de Delmiro Gouveia, Alagoas. Delmiro, filho de Delmiro Porfírio de Farias, o Belo, casado, e da pernambucana Leonila Flora da Cruz Gouveia, solteira. Sobrinho paterno do também ipuense Jesuíno Porfírio de Farias, casado que foi com Isabel Francisca da Conceição, pais de Francisco nascido a quatro de janeiro de 1863.
 
   Delmiro Porfírio de Farias, O Belo - era casado com Francisca Carolina de Mesquita, e pais de sete filhos, entre eles, Manoel e José. José nasceu a vinte e três de junho de 1863, dezoito dias após o nascimento do seu irmão por parte de pai Delmiro Gouveia.
 
  Termo de batismo de José e Manoel, irmãos consanguíneos de Delmiro Gouveia.
 
 José, Branco, nasceu a vinte e três de junho de 1863, e a seis de março do ano de 64, (1864), foi por mim batizado solenemente e com os Santos Óleos, nesta Matriz (Santa Quitéria): foram padrinhos Luís Pinto de Mesquita e Ilena Cassiana de Mesquita, do que para constar fiz este assento que assino. O Vigário, Francisco Manoel de Lima e Albuquerque."
 
Manoel, filho legítimo de Delmiro Porfírio Faria e de Francisca Porfírio Faria nasceu a dezoito de dezembro de 1848, e a sete de janeiro de 1849, foi por mim solenemente batizado em Santa Quitéria, sendo padrinhos, Manoel Alves dos Santos e Clemência Pinto de Mesquita, casados, e moradores nesta Freguesia. E para constar faço este assento e assino. O Vigário Antônio de Sousa Neves."
 
      Termo de batismo de Delmiro Gouveia.
 
Delmiro, Branco, filho natural de Leonilla Flora da Cruz Gouveia, nasceu a cinco de junho e a trinta do mesmo mês e ano de 1863 foi batizado solenemente com os Santos Óleos, em desobriga, de licença minha, pelo Reverendo Coadjutor Bernardino de Oliveira Memória: foram padrinhos, o Capitão Elmiro de Sousa e Oliveira e D. Ana Rodrigues Veras. Do que para constar fiz este termo que assino. O Vigário, Francisco Manoel de Lima e Albuquerque. Obs.: Não foi batizado na cidade do Ipu, e sim em desobriga, na Fazenda Boa Vista, sufragânea da Barra do Macaco, Macaraú.
 
  Termo de batismo de Maria Augusta, irmã germana de Delmiro Gouveia.
 
Maria, Branca, filha natural de Leonila da Cruz Gouveia, nasceu a dois de dezembro do ano de 1861, e a seis de janeiro do ano de 1862, foi por mim batizada solenemente com Santos Óleos, nesta Matriz: foram padrinhos, Manoel Rodrigues Veras e Teresa Francelina de Almeida. Do que para constar fiz este assento que assino. O Vigário Francisco Manoel de Lima e Albuquerque. Obs.: O termo de batismo de Maria Augusta, esclarece em definitivo a naturalidade cearense de Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, até então, posta em dúvida por alguns autores pernambucanos.
Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica, Fortaleza. 2016. Quatro Volumes. 2.300 p. Francisco Augusto, Fortaleza, 31.03.2017 genealogia@familiascearenses.com.br
 
 
                 

               Igreja Matriz do Corpo Santo, Recife, demolida no ano de 1914. Fonte Gravura: cafehistoria.ning.com.