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                                                         Igreja Matriz de Sobral, Ceará. Fonte foto: Blog Sobral na História.                                                            

                                                                                         

 

   Por Francisco Augusto de Araújo Lima, Fortaleza, 02 de setembro de 2018. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima, Famílias Cearenses Zero - Soares e Araújos no Vale do Acaraú, 2ª Edição. Ed. Expressão Gráfica, Fortaleza. 2011. 388 p.  genealogia@familiascearenses.com.br  

 

   Gonçalo Ferreira da Ponte Sênior, por alcunha 'o Cachaço', natural da Freguesia da Boa Vista, Recife, Pernambuco, sapateiro, fabricante de sola vermelha em seu Curtume chamado de São Gonçalo.

   Gonçalo Sênior filho de Francisco Ferreira {da Ponte}, sapateiro, batizado a 26 de maio de 1639, em Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, e de Isabel Nunes, n. Ipojuca, Pernambuco. Francisco Ferreira {da Ponte} casou-se a 19.12.1666, com D. Isabel Nunes, moradores na Ponte, nas Cinco Pontes, Rua da Senhora da Penha de França, Recife. 

  Neto paterno de Felipe Fernandes, sapateiro, casado a 04 de junho de 1628, {filho de um tosador, Sebastião Fernandes c.c. Maria Jorge}, e de Apolônia Ferreira, {filha de um serralheiro, Domingos Ferreira c.c. Maria Rodrigues}. 

 Neto materno de Mateus Esteves, português. e de Ana Nunes, índia.

                            Irmãos anotados de Francisco Ferreira da Ponte.

  1. Joana, batizada a 08 de março de 1630. Padrinhos, Amaro Lopes e Bárbara Gonçalves, mulher de Belchior Fernandes. 
  2. Maria batizada a 29 de agosto de 1632. Padrinhos, Custódio Vieira Bocarro e Isabel Coelho, mulher de Manoel André.  
  3. Antônio, batizado a 11 de novembro de 1633, filho de Felipe Fernandes, sapateiro e de Apolônia Ferreira. Padrinhos, Diogo Muniz, o Moço, e Maria de Almeida, mulher de Manoel Fernandes. Obs.: Diogo Muniz, o Moço, Fidalgo da Casa de Sua Majestade, c.c. Dona Ana Margarida. 
  4. Vitória batizada a 1º de novembro de 1635, filha de Phelipe Fernandes, sapateiro e de Apolônia Ferreira. Padrinhos, Henrique N.?. e D. Francisca Francisco, mulher de Amaro Fernandes. 
  5. Domingos, batizado a 12 de julho de 1637, filho de Phelipe Fernandes e de Apolônia Ferreira. Padrinhos, Francisco de P.?. desta Freg. e Josefa Francisca. 
  6. Francisco Ferreira da Ponte, batizado a 26 de maio de 1639, filho de Phelippe Fernandes e de Apolônia Ferreira. Padrinhos: Pedro Francisco Fernandes e Maria Jo.?.? mulher de Sebastião Fernandes. Cf. Livro de Batismos, Angra do Heroísmo. Tombo. 

 

 O Coronel Gonçalo Ferreira da Ponte  casou-se  duas vezes. A primeira a 20 de abril de 1697, com Maria de Barros Coutinho, Maria de Barros Catanho nasceu em Recife, Pernambuco, filha do Sargento Mor Manoel da Silva Vieira e de Gracia de Barros Rego, Gracia de Barros Catanho, n. na cidade de Olinda, Pernambuco.

   Gonçalo Sênior casou-se segundo a 25 de setembro de 1711, na Capela de São Gonçalo da Boa Vista, Recife, com Maria da Conceição {do Monte e Silva}, natural da Ilha da Madeira, batizada a 13 de dezembro de 1697, filha de Mateus Rodrigues da Costa (batizado a 09 de abril de 1674), e de sua mulher Maria Lopes de Abreu, moradores na Boa Vista do Recife, Pernambuco, casados a 21 de abril de 1692. Neta paterna de Antônio Gonçalves Correia e de Águeda Rodrigues. Neta materna de Pedro Lopes e de Maria Esteves. 

 Aos 25 de setembro de 1711, com minha licença, recebeu Reverendo Padre Antônio da Costa Carneiro, na forma do Sagrado Concílio Tridentino, em São Gonçalo da Boa Vista, a Gonçalo Ferreira da Ponte, viúvo que ficou de dona Maria de Barros Coutinho, com Maria da Conceição, filha do Capitão Mateus Rodrigues (da Costa) e de sua mulher Maria Lopes (Abreu), moradores nesta freguesia,foram testemunhas Dámaso Saraiva de Araújo. Jerônimo Álvares Saldanha. Francisco da Fonseca Rego. Cf. Livro 1º dos Recebimentos, Recife 1654/1715. folhas 138.

                                                                                                      

 O Capitão Gonçalo Ferreira da Ponte Neto filho de Joana de Barros Coutinho, batizada a 02.07.1703, na Igreja Paroquial de N. Senhora da Apresentação, Natal, Rio Grande do Norte.  D. Joana foi a segunda esposa de Cosme de Freitas Pereira, n. Recife, Pernambuco. Neto paterno de Rodrigo da Costa Pereira e de Marusa de Freitas, ambos naturais de Recife, Pernambuco. Neto materno do Coronel Gonçalo Ferreira da Ponte e de Maria de Barros Coutinho, Maria de Barros Catanho nasceu em Recife, Pernambuco, (casados a 20.04.1697).

    Gonçalo Ferreira da Ponte Neto casou-se com Rosaura do Ó Mendonça n. em Goiana, Pernambuco, filha de Francisco Xerez Furna, n. Ipojuca, e de Inês de Vasconcelos Uchoa, da cidade de Olinda. O Capitão Gonçalo Ferreira da Ponte Neto faleceu no dia 23 de junho de 1762, no Sítio Santa Úrsula, Meruoca, Ceará, sendo sepultado na Igreja Matriz da Caiçara, Sobral, das Grades para Cima. Sem sucessão.   

   

  Manoel Carneiro Rios batizado a 07 de outubro de 1726, na Igreja Matriz dos Santos Cosme e Damião. Genro do Gonçalo Ferreira da Ponte Sênior. Dono de curtume e sapateiro, em Recife. Sargento Mor, Escrivão da Vara Eclesiástica da Freguesia da Caiçara. Notícia a seguir.

  João Machado Portela. Notícia a seguir.

 Fonte: Fábio Arruda de Lima & Francisco Augusto de Araújo Lima. Habilitações do Santo Ofício. Tombo. FAL & FAAL.

A. J. V. Borges da Fonseca. Nobiliarchia Pernambucana. Ed. Biblioteca Nacional. RJ. 1935. Vol. I. p. 96, 343,352,392. Vol. II. p. 104,106.

Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo. Cronologia Sobralense. Ed. Cearense. Fortaleza. 1974. Vol. I. p. 33,36,46,73,117,160,163,185,202,208,214,215,220,299. Vol. II. p. 72, 85,257.

Livro de Óbitos, Matriz, Sobral.  Livro de Matrimônios, Matriz, Sobral. familysearch.org.

Francisco Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses Zero - Soares e Araújos no Vale do Acaraú. 2ª Edição. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza. 2011. p. 125,175,178.

Francisco Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses Treze. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza. 2016. Vol. I p. 379. Vol. II. p. 621,661,704, 735, 976.  Vol. III. 1237.Vol. IV. p. 1767,1893,2066.

Fco. Augusto, FAAL, 02 de setembro de 2018.  genealogia@familiascearenses.com.br  

 

 Gonçalo Ferreira da Ponte.

 

Gonçalo Ferreira da Ponte Sênior, filho de Francisco Ferreira da Ponte, n. Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, e de Isabel Nunes, n. Ipojuca, Pernambuco, casados a 19.12. 1666. Neto paterno de Felipe Fernandes, filho de um tosador, e de Apolônia Ferreira, filha de um serralheiro,{Felipe e Apolônia, casados a 04.06.1628}. Neto materno de Mateus Esteves e de Ana Nunes. (Dona Ana Nunes filha de Damiana Martins e de Gaspar Nunes).

O Coronel Gonçalo Ferreira da Ponte, por alcunha 'o Cachaço', natural da Freguesia da Boa Vista do Recife, Pernambuco, fabricante de sola vermelha em seu Curtume chamado de São Gonçalo, casou-se (1) com Maria de Barros Coutinho, Maria de Barros Catanho nasceu em Recife, Pernambuco, (casados a 20.04.1697),  filha do Sargento Mor Manoel da Silva Vieira e de Grácia de Barros Rego, Grácia de Barros Catanho, n. na cidade de Olinda, Pernambuco

O Coronel Gonçalo casou-se (2) com Maria da Conceição, natural da Ilha da Madeira, batizada a 13.12.1697, filha de Mateus Rodrigues da Costa (bat. a 09.04.1674), e de sua mulher Maria Lopes de Abreu, moradores na Boa Vista do Recife, Pernambuco, casados a 21.04.1692. Mateus natural do Concelho de Funchal, que tem uma Freguesia do Monte.

Termo do segundo casamento Gonçalo Ferreira da Ponte Sênior.

Aos 25 de setembro de 1711, com minha licença, recebeu Reverendo Padre Antônio da Costa Carneiro, na forma do Sagrado Concílio Tridentino, em São Gonçalo da Boa Vista, a Gonçalo Ferreira da Ponte, viúvo que ficou de dona Maria de Barros Coutinho, com Maria da Conceição, filha do Capitão Mateus Rodrigues (da Costa) e de sua mulher Maria Lopes (Abreu), moradores nesta freguesia,foram testemunhas Dámaso Saraiva de Araújo. Jerônimo Álvares Saldanha. Francisco da Fonseca Rego. Cf. Livro 1º dos Recebimentos, Recife. 

O Capitão Mor Manoel José do Monte = (do) Monte, Freguesia do Concelho de Funchal, Ilha da Madeira. O Capitão Mor pai de um José Ferreira da Costa, (bisavô da minha bisavó, Maria Umbelina Soares), nome por inteiro, em homenagem a seu irmão germano, Padre José Ferreira da Costa, que morou na Freguesia de N. Senhora da Expectação do Icó. 

Francisco Ferreira da Ponte, natural das Ilhas e morador em Ipojuca, no Engenho Salgado, ​ e sua mulher Isabel Nunes, natural do Engenho Salgado de Ipojuca, PE.

Ao terceiro disse ele testemunha que conhece a Francisco Ferreira da Ponte e sua mulher Isabel Nunes, moradores que são, hoje, nas cinco pontes, na Rua da Senhora da Penha de França, e o foram muitos anos ao entrar da ponte deste Recife, da banda de Santo Antônio, e sabe que o dito Francisco Ferreira é natural da Ilha Terceira, e a dita Isabel Nunes da Freguesia de Ipojuca, do lugar Salgado, e que são pais legítimos da dita Luzia Nunes; e o ofício que a princípio usou o dito Francisco Ferreira da Ponte foi de sapateiro, e, hoje, vive de curtumes, que tudo sabe pelo ver e tratar, e ser seu vizinho.(...)

E somente ouviu, ele testemunha, dizer que a dita Isabel Nunes, mãe da dita Luzia Nunes, tinha parte do gentio da terra. 

Ao quarto artigo, disse conheceu muito bem a Mateus Esteves e a sua mulher Ana Nunes, os quais são pais legítimos da dita Isabel Nunes e avós maternos da dita Luzia Nunes Ferreira; e que o dito Mateus Esteves era natural do Reino de Portugal e se dizia ser da cidade de Braga, e que neste Salgado casou com a dita Ana Nunes, a qual Ela, Testemunha, conhece muito bem, por ser filha de Damiana Martins e de Gaspar Nunes, natural de Portugal, mas não sabe a terra, os quais casou a avó dela Testemunha, dona Mécia de Moura, por ser a dita Damiana Martins de sua casa; e o dito Mateus Esteves e sua mulher viveram de lavrar canas neste mesmo Engenho do Salgado; e a razão que tem deste conhecimento é como tem dito serem as ditas mulheres da casa de seus avós e bisavós.

FRANCISCO FERREIRA DA PONTE, natural da cidade de Angra na Ilha Terceira, c.c. Isabel Nunes, natural do Engenho Salgado da Freguesia de Ipojuca, PE, moradores na Boa Vista do Recife, Pernambuco, pais de:

    1.1) LUZIA NUNES FERREIRA c.c Gaspar Lopes da Madeira, com a sucessão. Gaspar Lopes Madeira batizado a 04 de setembro de 1651, natural da Freguesia de Pinhanços, Concelho de Seia, Distrito da Guarda, filho de Vicente Lopes e de sua mulher Maria Madeira, naturais do lugar dos Pinhanços. Foi Escrivão da Câmara do Eclesiástico da Capitania de Pernambuco e nela Tenente de Infantaria. Casou-se com Luzia Nunes Ferreira, natural da Freguesia de São Pedro Gonçalves na Vila do Recife, Pernambuco, filha de Francisco Ferreira da Ponte, natural da cidade de Angra na Ilha Terceira, e de sua mulher Isabel Nunes, natural da freguesia de Ipojuca, PE, segundo o Autor da Nobiliarquia “descendentes de duas distintas e antigas famílias, onde possuiu muitos bens”. Cf. Livro de Batismos, Guarda, familysearch.org. 

   1.2) GONÇALO FERREIRA DA PONTE, Coronel, por alcunha “o Cachaço”, natural da Freguesia da Boa Vista do Recife, PE, foi fabricante de sola vermelha em seu Curtume chamado de “São Gonçalo”, c.c Maria da Conceição, natural da Ilha da Madeira, filha de Mateus Rodrigues da Costa e de sua mulher Maria Lopes de Abreu, moradores na Boa Vista do Recife, Pernambuco.

     Termo de casamento de Francisco Ferreira da Ponte.

Em 19 de dezembro de 1666, recebeu o Reverendo Vigário, o Licenciado Antônio da Silva, juxta sacra, Concílio Tridentino com minha licença, recebeu Reverendo Padre Antônio da Costa Carneiro, na forma do Sagrado Concílio Tridentino, foram a Isabel Nunes, natural de Ipojuca, filha de Mateus da Silva, digo, Esteves, já defunto, e de sua mulher Ana Nunes, moradores na dita freguesia, com Francisco Ferreira [da Ponte], filho de Felipe Fernandes e de sua mulher Apolônia Ferreira, natural da Ilha Terceira, pondo-lhe a pena da constituição; foram testemunhas Domingos Monteiro de Oliveira, Domingos Ferreira, Andreza Carneiro, Maria Nunes, Manoel Soares. Cf. Livro 1º dos Recebimentos da freguesia do Recife.

    Termo de casamento dos pais de Francisco Ferreira da Ponte.

“Em os quatro dias do mês de junho de 1628, a guardada em tudo a forma do Sagrado Concílio Tridentino, e por um despacho do Padre Manoel Duarte da Mota, Vigário Geral em todo este Bispado de Angra o Reverendo Antônio chama (sic) Vigário desta Igreja de Nossa Senhora da Concepção, recebeu in facie ecclesiae Philipe Fernandes, filho de Sebastião Fernandes, tosador, e de sua mulher Maria Jorge, defunta, e Apolônia Ferreira, filha de Domingos Ferreira, serralheiro, e de sua mulher Maria Rodrigues, todos fregueses desta Freguesia a cujo recebimento foram testemunhas presentes Paulo Oliveira, Diogo do Canto deca.?. Manoel André e outros muitos e assinei dia ut supra. O Vigário Luís Leitão.” Obs. Felipe Fernandes era sapateiro. Cf. Livro de Casamentos,  Angra do Heroísmo. Etombo.

              

      Irmãos anotados de Francisco Ferreira da Ponte.

  1. Joana, batizada a 08 de março de 1630. Padrinhos, Amaro Lopes e Bárbara Gonçalves, mulher de Belchior Fernandes. Cf. Livro de Batismos, Angra do Heroísmo. Etombo.
  2. Maria batizada a 29 de agosto de 1632. Padrinhos, Custódio Vieira Bocarro e Isabel Coelho, mulher de Manoel André. Cf. Livro de Batismos, Angra do Heroísmo.
  3. Antônio, batizado a 11 de novembro de 1633, filho de Felipe Fernandes, sapateiro e de Apolônia Ferreira. Padrinhos, Diogo Muniz, o Moço, e Maria de Almeida, mulher de Manoel Fernandes. Obs.: Diogo Muniz, o Moço, Fidalgo da Casa de Sua Majestade, c.c. Dona Ana Margarida. Cf. Livro de Batismos, Angra do Heroísmo. Tombo. 
  4. Vitória, batizada a 1º de novembro de 1635, filha de Phelipe Fernandes, sapateiro e de Apolônia Ferreira. Padrinhos, Henrique N.?. e D. Francisca Francisco, mulher de Amaro Fernandes. Cf. Livro de Batismos, Angra do Heroísmo. Tombo.
  5. Domingos, batizado a 12 de julho de 1637, filho de Phelipe Fernandes e de Apolônia Ferreira. Padrinhos, Francisco de P.?. desta Freguesia e Josefa Francisca. Cf. Livro de Batismos, Angra do Heroísmo. Tombo.
  6. Francisco, batizado a 26 de maio de 1639, filho de Phelippe Fernandes e de Apolônia Ferreira. Padrinhos: Pedro Francisco Fernandes e Maria Jo.?.? mulher de Sebastião Fernandes. Cf. Livro de Batismos, Angra do Heroísmo. Tombo. 

     Termo 2º casamento Gonçalo Ferreira da Ponte. Aos 25 de setembro de 1711, com minha licença, recebeu Reverendo Padre Antônio da Costa Carneiro, na forma do Sagrado Concílio Tridentino, em São Gonçalo da Boa Vista, a Gonçalo Ferreira da Ponte, viúvo que ficou de dona Maria de Barros Coutinho, com Maria da Conceição, filha do Capitão Mateus Rodrigues (da Costa) e de sua mulher Maria Lopes (Abreu), moradores nesta Freguesia, foram testemunhas Damaso Saraiva de Araújo. Jerônimo Álvares Saldanha. Francisco da Fonseca Rego. Cf. Livro 1º dos Recebimentos, Recife. Deste casamento nasceram o Padre José Ferreira da Costa, Cura do Icó, Ceará, e o Capitão Mor da Ribeira do Acaraú Manoel José do Monte. Do Monte de origem toponímica, da Freguesia do Monte, Funchal, Ilha da Madeira, nada de parentesco, com os 'de Monte' da Freguesia de Nossa Senhora da Expectação do Icó. Cf. Fco. Augusto. Monte & Montes. 2006.

    Termo de batismo da Maria da Conceição.

Em os treze dias do mês de dezembro de mil seiscentos e noventa e sete anos, nesta Igreja de Santa Maria Madalena, batizei e pus os Santos Óleos, a Maria, filha de Mateus Rodrigues da Costa e sua mulher Maria Lopes Rodrigues [de Abreu], meus fregueses; foi padrinho Domingos de Abreu, lavrador, que comigo assinou este, e madrinha sua filha do dito nome Maricota, que assistiu, dia e era ut supra. Vigário Antônio de Freitas Teixeira. Domingos de Abreu uma cruz. 

    Termo de batismo de Mateus Rodrigues da Costa.

Em os nove dias do mês de abril de [mil] seiscentos e setenta e quatro, batizei Mateus, filho de Antônio Gonçalves Correia e de Águeda Rodrigues. Foram padrinhos Pedro Rodrigues Correia e Águeda Rodrigues, mulher do Domingos Rodrigues Correia; fiz e assinei em era, mês e ano ut supra. Manoel da Silva.
O qual termo tirei por ordem do mesmo Reverendo Doutor Ouvidor Comissário e consta de um dos livros da Matriz na Ilha do Faial. Maria Lopes Rodrigues de Abreu filha de Pedro Lopes e de Maria Esteves. 

   Termo de casamento de Mateus Rodrigues da Costa.

Em vinte e um dias do mês de abril de mil seiscentos e noventa e dois anos, [expressão em latim] e não achando impedimento algum recebi, em face desta Igreja de Santa Maria Madalena a Mateus Rodrigues da Costa, filho de Antônio Gonçalves e sua mulher Águeda Rodrigues, natural da Ilha do Faial, com Maria Lopes Rodrigues Abreu, filha de Pedro Lopes e sua mulher Maria Esteves, meus fregueses, perante muitas testemunhas, inquirindo-se o mútuo consentimento; das quais assinaram comigo José Barbosa Correia e João Rodrigues da Silva, como manda o Sagrado Concílio Tridentino, e lhes dei as bênçãos, era ut supra. Vigário Antônio de Freitas Teixeira.

André Lopes de Abreu Tio materno da Maria da Conceição 2ª esposa de Gonçalo Ferreira da Ponte. Natural da freguesia de Santa Maria Madalena do Mar, morador no Funchal, filho de Pedro Lopes e de Maria Esteves, naturais da mesma freguesia; neto paterno de Manuel Lopes e de Madalena Delgada, naturais da Freguesia de Nossa Senhora da Piedade dos Canhas; e materno de Manuel Rodrigues Contente, natural da freguesia do Espírito Santo da Calheta, e de Isabel Fernandes, natural da Madalena do Mar. Recusado por mulatice. Ver Ferreira da Ponte. Habilitação 1703.  

André Lopes de Abreu irmão de Maria Lopes de Abreu casou-se com Mateus Rodrigues da Costa. André e Maria Lopes de Abreu filhos de Pedro Lopes n. na Freguesia de Santa Maria Madalena do Mar, e nela batizado, e de Maria Esteves, natural e batizada na dita Freguesia. Netos paternos de Manoel Lopes e de sua mulher Madalena Delgado, naturais e batizados na Freguesia de Nossa Senhora da Piedade de Canhas, Concelho de Ponta do Sol, Região Autônoma da Ilha da Madeira. Netos maternos de Manoel Rodrigues Contente, natural e batizado na Freguesia do Espírito Santo da Calheta, Ilha da Madeira e de sua mulher Isabel Fernandes, natural e batizada na Freguesia Santa Maria Madalena do Mar.  

 

O Capitão Gonçalo Ferreira da Ponte Neto filho de Joana de Barros Coutinho, batizada a 02 de julho de 1703, na Freguesia de Nossa Senhora da Apresentação, Natal, Rio Grande do Norte. D. Joana foi a segunda esposa de Cosme de Freitas Pereira, n. Recife, Pernambuco. O Capitão Gonçalo Ferreira da Ponte Neto neto paterno de Rodrigo da Costa Pereira e de Marusa de Freitas, ambos naturais de Recife, Pernambuco e neto materno do Coronel Gonçalo Ferreira da Ponte e de Maria de Barros Coutinho, Maria de Barros Catanho nasceu em Recife, Pernambuco, (casados a 20.04.1697).

  O Capitão Gonçalo Ferreira da Ponte Neto casou-se com Rosaura do Ó Mendonça n. em Goiana, Pernambuco, filha de Francisco Xerez Furna, n. Ipojuca, e de Inês de Vasconcelos Uchoa, da cidade de Olinda. O Capitão Gonçalo Ferreira da Ponte Neto faleceu no dia 23 de junho de 1762, na Freguesia de Sobral, Ceará.

  Aos vinte e três dias do mês de junho de mil setecentos e sessenta e dois, faleceu da vida presente de morte repentina, solenemente, com o sacramento da penitência por não dar lugar a mais, o Capitão Gonçalo Ferreira da Ponte (Neto), homem branco, freguês deste Curato, morador na Serra do [Cherneca], casado com dona Rosaura do Ó de Mendonça, por carta de ametade, fez seu solene testamento, em o qual deixa por seus testamenteiros o Capitão Manoel Carneiro Rios, Antônio Coelho de Albuquerque, o Reverendo Padre José Ignácio Gonçalves da Silva, todos fregueses deste Curato.
      TESTAMENTO
Disse que seu corpo seja sepultado nesta Igreja Matriz ou na Capela mais vizinha, não podendo eleger a Matriz; e quando oram em um estrado com uma cruz na cova; e que seus (...) de humano se trasladem em primeiro a sua Matriz.
Disse que seu corpo seja envolto em hábito franciscano ou outro qualquer, e, na falta, em mortalha branca, e acompanharam o corpo a sepultura os sacerdotes que estiverem presentes ao tempo do seu falecimento; e se lhes dar a esmola costumada.
Item - que se diga por sua alma vinte e cinco missas de corpo presente, com a esmola de trezentos e vinte réis cada uma; e que não havendo sacerdotes, que os digam no mesmo dia de seu falecimento ou se digam nos seguintes outros dias.
Item - manda que se digam, por sua alma, dez capelas de missas; ao santo do seu nome, uma capela; pela alma de seu pai, mãe e avós, duas capelas; a Nossa Senhora da Conceição, uma capela; pelas almas do purgatório, quatro capelas; as quais dezoito capelas de missas se pagaram dezesseis mil réis cada capela.

Item - que se faça um ofício de corpo presente fora da paroquial. Item - declara ser filho legítimo e de legítimo matrimônio de Cosme de Freitas Pereira de dona Joana de Barros Coutinho, já defuntos, e que como não tem herdeiros forçados, institui por sua herdeira a Nossa Senhora da Conceição desta Matriz; e ultimamente, deixa de esmola cem mil réis aos santos lugares.
Foi envolto em hábito Franciscano, sepultado nesta Matriz, das grades para cima, em que me assino. Manoel da Fonseca Jaime - Cura do Acaraú.  Cf. Livro de Óbitos Ceará. familysearch.org. 

Rosaura do Ó de Mendonça n. em Goiana, Pernambuco, filha de Francisco Xerez Furna, n. Ipojuca, e de Inês de Vasconcelos Uchoa, da cidade de Olinda. D. Rosaura, casou-se (2) a 27 de novembro de 1762, “pelas oito horas da noite,” com André José Moreira da Costa Cavalcante, n. na Freguesia da Sé de Olinda, Pernambuco, filho de João da Costa Moreira e de Brásia de Oliveira Cavalcante, ambos da Vila de Igarassu. Neto paterno de Pascoal Moreira da Costa e de Maria do Vasconcelos, naturais da Freguesia do Cabo de Santo Agostinho. Neto materno de Félix José de Oliveira e de Joana Úrsula Maria Cavalcante, naturais de Igarassu, Pernambuco. Sem geração. Cf. Livro de Matrimônios, Ceará. familysearch.org.   

Rosaura faleceu a 20 de setembro de 1797. Viúva havia casado (2) a 27 de novembro de 1762, “pelas oito horas da noite,” com André José Moreira da Costa Cavalcante, n. na Freguesia da Sé de Olinda, Pernambuco, Capitão, Escrivão da Câmara de Sobral, filho de João da Costa Moreira e de Brásia de Oliveira Cavalcante, ambos da Vila de Igarassu. Neto paterno de Pascoal Moreira da Costa e de Maria do Vale, naturais da Freguesia do Cabo de Santo Agostinho. Neto materno de Félix José de Oliveira e de Joana Úrsula Maria Cavalcante, naturais de Igarassu, Pernambuco. Sem geração. 

 

Manoel Carneiro Rios - genro do Gonçalo Ferreira da Ponte Sênior. Notícia a seguir.

João Machado Portela. Notícia a seguir.

 

   

Fonte:

Fábio Arruda de Lima & Francisco Augusto de Araújo Lima.

Habilitações do Santo Ofício. Etombo. FAL & FAAL.

  1. J. V. Borges da Fonseca. Nobiliarchia Pernambucana. Ed. Biblioteca Nacional. RJ. 1935. Vol. I. p. 96, 343,352,392. Vol. II. p. 104,106.

Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo. Cronologia Sobralense. Ed. Cearense. Fortaleza. 1974. Vol. I. p. 33,3ª6,46,73,117,160,163,185,202,208,214,215,220,299. Vol. II. p. 72, 85,257.

Francisco Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses Zero – Soares e Araújos no Vale do Acaraú. 1ª Edição, 1989. 2ª Edição. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza. 2011. p. 125,175,178.

Francisco Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses Treze – Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza. 2016. Vol. I p. 379. Vol. II. p. 621,661,704, 735, 976.  Vol. III. 1237.Vol. IV. p. 1767,1893,2066.

 

    

   

  Manoel Carneiro Reis, Rios.

Filho de Vitorino Carneiro, Victoriano Carneiro Rios e de sua mulher Maria da Assumpção. Neto paterno de Salvador Carneiro Rios e de Úrsula Gonçalves de Matos, naturais ele, da cidade de Olinda e ela de Igarassu. Neto materno de Manoel Fernandes Barbosa e de Maria da Assunção, naturais, ele, da Freguesia de São Martinho, Arrifana de Souza, Bispado do Porto, atual Freguesia de São Martinho, Penafiel, Distrito do Porto, e ela, da Vila de Igarassu, Pernambuco. 

Batismo de Manoel Carneiro Rios.

Em sete de outubro de 1726, nesta Igreja Matriz dos Santos Cosme e Damião, batizei e pus os Santos Óleos a Manoel, filho de Vitorino Carneiro e de sua mulher Maria da Assumpção; foram padrinhos Manoel Fernandes Barbosa e sua mulher Antônia da Assumpção, avós do batizado, moradores nesta Vila. Lino Gomes Correia – Vigário Encomendado.

Termo de casamento dos pais de Manoel Carneiro Rios

Aos 22 dias do mês de outubro de 1725 anos, na Matriz dos Santos Cosme e Damião desta vila, pelas quatro horas da tarde, corrido os banhos, na minha presença, receberam-se por palavras de presente, in face ecclesia, por marido e mulher, Victoriano Carneiro Rios, filho legítimo de Salvador Carneiro Rios e de sua mulher Úrsula Gonçalves de Matos, e Maria da Assumpção, filha legítima de Manoel Fernandes Barbosa e de sua mulher Antônia da Assumpção, todos naturais e moradores desta freguesia; e logo receberam as bênçãos, sendo testemunhas o Capitão Amaro Lopes Madeira e João Soares de Albuquerque; de que fiz este assento. Simão Rodrigues Pinto – Vigário de Igarassu. 

Termo de casamento dos avós maternos de Manoel Carneiro Rios.

Aos 5 dias do mês de maio de [1704-?], pelas três horas da tarde, pouco mais ou menos, nesta Matriz dos Gloriosos Mártires Santos Cosme e Damião de Igarassu, estando presentes as testemunhas o Licenciado Jerônimo de Passos e Francisco Fernandes Barbosa, fregueses desta Matriz e da Santa Sé do Salvador de Olinda, receberam-se com palavras de presente, Manoel Fernandes Barbosa, filho de Manoel Fernandes da Costa e de Maria Tomé, ele nubente natural de Arrifana de Sousa do Porto, julgado por solteiro por sentença do Reverendo Mestre-Escola e Vigário Geral, o Doutor Baltazar de Faria Miranda, com Antônia da Assumpção, filha legítima de João Lopes da Silva e de sua mulher Inês de Abreu Malheiro, já defuntos, moradores deste bispado e freguesia, corrido os banhos, corridos os banhos da terra nesta Matriz, com todas as solenidades necessárias, na forma do Sagrado Concílio Tridentino, tudo feito em presença do Reverendo Vigário da dita Matriz, o Licenciado Gonçalo Pereira, que os recebeu e assinou com as demais testemunhas; e comigo, o Licenciado Francisco Dias Leite, que este escrevi por mandado do dito Reverendo Vigário. O Padre Vigário Gonçalo Pereira. 

Termo de casamento de Manoel Carneiro Rios.

Aos 24 do mês de fevereiro de 1749, às oito horas da noite, de licença do Reverendo Doutor Provisor, em a Igreja de Nossa Senhora do Livramento, sendo dispensados nos banhos pelo Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Bispo, como consta do Despacho que em meu poder ficam, em presença do Reverendo Padre Felipe Ribeiro [Brito], de licença do Reverendo Doutor Manoel Freire de Andrade, sendo presentes por testemunhas o Reverendo Padre Manoel Correia da Silva e o Reverendo Padre Antônio Paes Maciel, pessoas conhecidas, casaram-se, solenemente, por palavras de presente, Manoel Carneiro Rios, filho de Victorino Carneiro Rios e de sua mulher Maria da Assumpção, natural da vila de Igarassu e morador na Boa Vista, com Maria do Livramento, filha do Coronel Gonçalo Ferreira da Ponte, já defunto, e de sua mulher Maria da Conceição, natural da Boa Vista, freguesia da Santa Sé, e moradora nesta freguesia; e logo lhes dei as bênçãos por licença do Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Bispo; do que tudo fiz este assento que por verdade assinei. Félix Machado Freire. 

Manoel Carneiro Reis, Rios casou-se com Maria do Livramento, n. na Freguesia da Sé, da cidade de Olinda, filha de Gonçalo Ferreira da Ponte e de Maria da Conceição, naturais ele, da Vila do Recife, e ela, da Freguesia de Santa Maria Madalena, Bispado de Funchal. Neta paterna de Francisco Ferreira da Ponte e de Isabel Nunes, naturais, ele da Ilha de São Miguel ou da Terceira, Bispado de Angra, e ela, do Bispado de Pernambuco. Neta materna de Mateus Rodrigues da Costa e de Maria Lopes de Abreu, ele da Ilha de Faial, e ela, do Funchal, Freguesia de Santa Maria Madalena.

A Igreja de Santa Maria Madalena, construída no século XVI e aumentada no século XVIII, fica localizada na freguesia da Madalena do Mar, no Concelho da Ponta do Sol, Ilha da Madeira. Está classificada como Monumento de Interesse Municipal.

Gaspar da Cunha Araújo nasceu na cidade de Rio Grande do Norte, Natal. Casou-se a 10 de outubro de 1768, de tarde, na Igreja Matriz de N. Senhora da Conceição da Caiçara, Sobral, com Ana Teodora do Sacramento, filha de Manoel Carneiro Rios, n. Igarassu, e de Maria do Livramento, n. Boa Vista, PE. Neta paterna de Vitoriano Carneiro Rios e de Maria da Assunção do Reino, ambos de Igarassu, PE. Neta materna de Gonçalo Ferreira da Ponte e de sua segunda mulher Maria da Conceição do Monte e Silva. O Reverendo Cura da Amontada, Padre Inácio Gonçalves da Silva realizou o casamento, e foram testemunhas, o Sargento Mor João Pinto de Mesquita, viúvo, Francisco Lourenço Gomes e Manoel José do Monte, casados.  

 

583- Fernão Coutinho de Azevedo nasceu em Celerico de Basto, Braga. Fidalgo da Casa Real, Comendador de Soto, filho de Antônio Coutinho de Azevedo.

Casou-se com Isabel de Noronha Sarnache, n. em Portugal. Pais de:

  1. Margarida Coutinho, n. Lisboa, Portugal, sobrinha do Frei Ângelo Abade dos Monges Beneditinos.

Casou-se com Manoel da Costa Moura, n. Sedielos, Peso da Régua, Vila Real, de onde veio criança a Pernambuco. 1641: era Secretário de Órfãos. Filho de Pedro da Costa Moura, n. Lamego, Viseu, Comendador da Ordem de Cristo, Senhor da Ilha Graciosa, e de Catarina da Costa, n. Vila do Conde, Porto. Neto paterno de Francisco de Moura, n. Sedielos, filho de Pedro Annes. Neto materno de Sebastião Pires e de Guiomar Fernandes naturais da Vila do Conde, Porto. Pais de:

1.1. Custódia Coutinho nasceu em Pernambuco. Casou-se com Lázaro de Barros Catanho, n. em Pernambuco e viveu na Paraíba, onde foi Proprietário dos Ofícios de Escrivão da Alfandega da Paraíba e Juiz do Peso do Pau Brasil, irmão Águeda de Barros Catanho, e filho de Manoel Francisco de Barros, n. Pico de Regalados,  Vila Verde, Braga, e de Isabel Gomes Catanho.  Pais de:

1.1.1. Grácia de Barros Catanho, n. na Paraíba. Casou-se com o Sargento Mor Manoel da Silva Vieira, n. em Funchal, Ilha da Madeira, filho de Sebastião Nunes e de Beatriz Vieira da Silva, naturais da Freguesia da Câmara de Lobos,  Região Autônoma da Ilha da Madeira.

Pais de:

1.1.1.1. Maria de Barros Coutinho, Maria de Barros Catanho, n. Recife, primeira mulher de Gonçalo Ferreira da Ponte, nasceu na Freguesia da Boa Vista, Recife, Pernambuco, filho de Cosme de Freitas Pereira, n. Recife, e de sua segunda mulher Joana de Barros do Rego Coutinho. Ver Maria da Conceição do Monte e Silva.

Pais de:

1.1.1.1.1. Francisco Ferreira da Ponte e Silva nasceu no ano de 1697, e foi batizado a 18 de outubro de 1697, na Freguesia de N. Senhora da Apresentação, Natal, Rio Grande do Norte. Por padrinhos Damázio Saraiva e D. Gracia do Rego. Fonte: Livro RN DSC031.

Coronel do Regimento de Cavalaria Ribeira do Acaraú, casou-se a 20 de setembro de 1738, com Maria Madalena de Sá, filha de Manuel Vaz Carrasco e de Madalena de Sá. Fixou residência na Fazenda Curral Grande, onde faleceu a 1º de novembro de 1758, com 61 anos de idade.

1.1.1.1.2. Josefa de Barros Coutinho, n. no ano de 1699 e foi batizada a 24 de maio de 1699, na Igreja Paroquial de N. Senhora da Apresentação, Natal, Rio Grande do Norte, por Padrinhos o Capitão Mayor José Barbosa Leal e D. Gracia de Barros Rego. Casou-se com Sebastião de Arruda Coelho, residentes em Pernambuco. Fonte: Livro RN DSC0 3161. 

1.1.1.1.3. Joana nasceu no ano de 1703, e foi batizada 02 de julho de 1703, na Igreja Paroquial de N. Senhora da Apresentação, Natal, Rio Grande do Norte. Padrinhos: o Sargento Mayor Manoel da Silva Vieira, avô da batizanda e sua filha, D. Joana de Barros Coutinho, mulher de Manoel Rodrigues Taborda. Fonte: Livro RN DSC03180

 

     

 

  Portela.

   João Machado Portela filho de Domingos Gonçalves, carpinteiro de casa, e de sua mulher Maria Machado, casados a 26.06.1715, naturais da Freguesia de São Martinho de Escariz, Concelho de Vila Verde, Braga. João Machado Portela casou-se com Francisca Rodrigues Xavier, natural de Santo Amaro de Jaboatão, filha de Izidoro Rodrigues Correia, natural de Viana, PE, e de sua mulher Maria de Barros, natural de Santo Amaro de Jaboatão, PE, moradores na Freguesia da Boa Vista no Recife, PE.

  Termo de casamento. “Aos vinte e seis de junho de 1715, recebi na forma do sagrado Concílio Tridentino, nesta Igreja Matriz a João Machado Portela filho de Domingos Gonçalves e de sua mulher Maria Machado Portela naturais da Freguesia de São Martinho de Quariz (sic), Arcebispado de Braga, com Francisca Rodrigues Xavier, filha de Isidoro Correia Rodrigues e de Maria de Barros, naturais deste Bispado, moradores nesta Vila do Recife; testemunhas o Coronel Manoel Cosme Gomes e o Sargento Mor Manoel de Souza Teixeira, Máxima de Miranda mulher de Domingos Afonso, Maria Martins mulher de Manoel Tinoco e Francisco da Fonseca ego de que fiz este assento.” Cf. Livro de Matrimônios, Pernambuco. João e Francisca, pais de:

  1. Padre João Rodrigues Machado Portela.
  2. Manoel Rodrigues Machado Portela batizado a 18 de abril de 1728, Escrivão da Câmara Eclesiástica, Familiar do Santo Ofício, Capitão-Mor, Senhor do Engenho São José da Aldeia em Sirinhaém, PE, Casou-se aos 10 de janeiro de 1763, com Francisca Maria do Carmo Machado Freire, batizada a 03 de agosto de 1740, filha de Francisco Machado Freire e de sua mulher Isabel Barbosa Rodrigues, pais de:

2.1. Ana Joaquina Machado Portela casou-se com Francisco Carneiro do Rosário, batizado a 15 de setembro de 1760, filho de Manoel Carneiro Rios, batizado a 07.10.1726, natural de Igarassu, e de sua mulher Maria do Livramento, [casados a 24.02.1749. Neto materno do Coronel Gonçalo Ferreira da Ponte Sênior e de sua mulher Maria da Conceição, pais de:

 2.1.1. Manoel Carneiro Machado Rios batizado a 18 de janeiro de 1791, na Igreja Matriz de Santo Antônio do Recife, por padrinho Domingos Afonso Ferreira. Manoel falecido em abril de 1844, parece que em Porto Calvo. Proprietário do Engenho da Castanha em 1844. Em 1797, com sete anos foi mandado para estudar na escola de Letras, em Lisboa. Em 1807 pedia passaporte para retornar a Pernambuco.

2.1.2. Ana Carneiro Machado Rios nasceu a 12 de fevereiro de 1794 e foi batizada a 12 de março seguinte, na Igreja Matriz do Sacramento do Bairro de Santo Antônio do Recife.

2.1.3. Antônio Carneiro Machado Rios, residente na Rua da Matriz da Boa Vista, em 1860. Administrador do Consulado Provincial de Pernambuco em 1860. Em 1861 residia na Rua da Matriz da Freguesia da Boa Vista.  Atestado como Tenente Coronel entre 1844 - 1869. Juiz de Paz do 1º Distrito da Freguesia da Boa Vista, atestado entre 1844 e 1862. Por portaria do Presidente da Província, de Outubro de 1875, foi nomeado para o cargo de Administrador do Consulado Provincial. Data de 1835, o batismo de sua escrava de Úrsula, 1834.
2.1.4. Joaquim Carneiro Machado Rios, possuía um escravo Geraldo, que foi batizado a 18.01.1829, com três meses. Ainda vivia em 1842, em São José do Manguinho. Proprietário. Com geração do seu casamento, por volta de 1827, com Vicência Maximina Pereira Gomes, filha de Vicente Ferreira Gomes, casado, morador em Santo Antônio do Recife em 1829.

2.1.5. Francisco Carneiro Machado Rios nasceu cerca de 1806, e faleceu em 1877, com inventário. Tenente-Coronel da Guarda Nacional. Eleito suplente de Vereador no Recife, com 4.629 votos, segundo as Eleições em Recife, a 07 de Setembro de 1844. Casou-se com Cândida Teresa Vilela - moradora na Freguesia do Sacramento.  Com geração. São avós do romancista, novelista, poeta, dramaturgo, caricaturista, paisagista, cenógrafo, Joaquim Maria Carneiro Vilela, nascido a 09.04.1846, no Bairro de São José,  Recife, Pernambuco, e falecido a 01.07.1913, no Sítio Piranga, na Rua São Miguel, no Bairro de Afogados, em decorrência de um acidente vascular cerebral.

  1. Padre Antônio Machado Portela batizado a 08 de julho de 1739, e faleceu antes de 18.10.1803. Familiar do Santo Ofício, professor durante 25 anos (1774-1799) de Gramática Latina no Seminário do Recife, PE; Irmão germano do Familiar Manoel Rodrigues Machado Portela f. de João Machado Portela e de Francisca Rodrigues Xavier, natural de Santo Amaro de Jaboatão. Termo de batismo. “Aos oito de julho de 1739, nesta Igreja Matriz da Vila de Recife, com licença do Reverendíssimo Vigário Doutor Manoel Freire de Andrade, batizou e pós os Santos Óleos o Padre José Dantas, em Antônio, filho de João Machado Portela e de sua mulher Francisca Rodrigues Xavier: Foram padrinhos Manoel Álvares Ferreira e sua mulher Feliciana de Freitas Bacelar todos moradores nesta Vila do Recife, de que mandei fazer este assento. Manoel Freire de Andrade.” Cf. Livro de Batismos, Pernambuco.
  2. Inácio Machado Portela casou-se a 24 de maio de 1752, com Ana, batizada a 03 de agosto de 1738, filha do Tenente Coronel João Vieira Passos e de Maria de Jesus, n. Recife, Pernambuco, casados a 20 de abril de 1730. Neta paterna de João Vieira e de Joana Pereira. Neta materna do Capitão Luís da Fonseca Milanez e de Margarida Rabelo, solteira. Dona Ana casou-se a 24 de maio de 1752.
  3. Domingos Machado Portela, natural da Freguesia de São Pedro Gonçalves da Vila do Recife, casou-se a 17 de janeiro de 1752, na Fazenda do Cunhãoassu, Freguesia de Sobral, com Ana Maria da Paz, filha de 1744- Manoel Rodrigues de Aguiar nasceu em Lisboa, e de Josefa Marreiros, Josefa Martins Viana, natural no Rio Grande do Norte. Cf. Livro de Matrimônios, Ceará. familysearch.org. Cf. Habilitação Santo Ofício e colaboração Fábio de Arruda Lima.

    Cf. Livro de Matrimônios, Sobral. 1741/1769. 67,93,113. Cf. Fco. Augusto. Siará Grande. Op. cit.

    Cf. Livro de Batismos, Sobral. 1791/1796. 231.

    Cf. Livro de Matrimônios, Sobral. 1769/1782. familysearch.org. 20,206.

    Cf. Livro de Óbitos, Nossa Senhora da Conceição, Sobral. 1752/1774. 41,79.

    Cf. Livro de Óbitos, Nossa Senhora da Conceição, Sobral. 1774/1798. familysearch.org. 116,118.

    Cf. Fragmentos Livro RN DSCO3161.

    Cf. A. J. V. Borges da Fonseca. Nobiliarchia Pernambucana. Ed. Biblioteca Nacional. RJ. 1935. Vol. I. 96.

    Vol II. p. 336.

    Atualizado, 21.06.2020. 21.10.2020. Fco. Augusto genealogia@familiascearenses.com.br