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   Por Fco. Augusto de Araújo Lima – Tupancy, Eusébio, Ceará, 20 junho de 1997. Editado a 11 de março de 2019. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.   

   Padre Francisco Rosa nasceu no município de Tamboril, Ceará, no dia oito de setembro de 1885, filho de Joaquim Gonçalves de Oliveira Rosa e de Antônia Maria de Jesus. Irmão do Padre Joaquim Rosa, n. 12.08.1878, cujo termo de batismo não foi encontrado.

   Termo de batismo:“Aos vinte de setembro de 1885, nesta Matriz, (de Santo Anastácio de Tamboril), batizei solenemente a Francisco, que nasceu a oito do dito mês e ano, filho legítimo de Joaquim Gonçalves de Oliveira Rosa e de Antônia Maria de Jesus e foram padrinhos, o Doutor Victalino Cordeiro Lins e D. Maria América Giratões Lins. E para constar mandei lançar este assento em que me assinei. Padre Francisco de Holanda Cavalcante, Pároco Encomendado.” Cf. Livro de Batismos, Tamboril.  familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 51,302.

     

   Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo nasceu na cidade de Sobral no dia dezessete de dezembro de 1931, filho de Galdino Orlando de Araújo e de Rita Albuquerque de Araújo. Neto paterno de Antônio Nabuco de Araújo, n. 30.08.1855, e de Teresa de Jesus da Frota, casados a 27.01.1883.(D. Teresa de Jesus Frota, filha de Galdino Gomes da Frota e de sua segunda mulher Maria do Livramento Vasconcelos). Neto materno de Bruno Ferreira de Albuquerque e de Amália Amélia de Albuquerque.

   O Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo ordenado Sacerdote a 25 de fevereiro de 1956, Roma. Monsenhor, Bacharel e Licenciado em Ciências Teológicas pela Universidade Gregoriana de Roma, Itália. Membro do Conselho Estadual de Educação e do Instituto do Ceará. Reitor fundador da Universidade Vale do Acaraú. Criador da Fundação Padre Ibiapina. Historiador e Escritor. Antes de tudo SACERDOTE.

    O Monsenhor Sadoc, com a publicação dos seus valiosos trabalhos, amizade e solicitude, incentivou uma legião de seguidores [onde o Autor se inclui] para a benfazeja troca:  mundanismo - - amor a Genealogia pura e a História.

   Termo de batismo:Francisco, filho legítimo de Galdino Araújo e de Rita de Albuquerque de Araújo, nascido aos dezessete de dezembro de 1931, foi por mim solenemente batizado na Igreja Catedral (de Sobral) aos quatorze de abril de 1932. Foram padrinhos, Alberto Chaves e Adalgiza Chaves. Para constar lavrou-se este termo que assino. O Vigário Padre José Gerardo ferreira Gomes.” Cf. Livro de Batismos, Sobral. 1932/1933. familysearch.org. 32. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima, Famílias Cearenses Zero - Soares e Araújos no Vale do Acaraú, 2ª Edição. Ed. Expressão Gráfica, Fortaleza. 2011. p. 30.  Francisco Augusto. Fortaleza, 28.09.2017.   Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

     

   Dom Gerardo Andrade Ponte nasceu a 1º de dezembro de 1924, filho de Frederico Ferreira da Ponte e de Maria Lehena Andrade.  Bispo de Petrolina, 1979/1984. Bispo de Patos, Paraíba, 26 de fevereiro de 1984. Neto paterno de João Germano Ferreira da Ponte e de Maria Madalena Bezerra. Irmão de:

   Dom Paulo Eduardo Andrade Ponte nasceu a 24 de junho de 1931 e faleceu a 15 de março de .2009, em São Luís, Maranhão. Primeiro Bispo de Itapipoca,  25.06.1971 / 20.03.1984. L Bat SJ Catedral 1930/1931, Ver Sadoc João Germano Ferreira da Ponte, Vol III, 106,156,333 Vol. IV, 31,265

“Aos trinta e um de maio de 1883, feitas as diligências de estilo, sem haver impedimento, na Fazenda da Passagem da Onça, em minha presença e das testemunhas, Miguel Ferreira da Ponte e Lauriano Ferreira da Ponte, se receberam em matrimônio por palavras de presente João Germano Ferreira da Ponte e Maria Madalena Bezerra esta filha legítima de Vicente Bezerra de Araújo e de Manoela Ferreira de Araújo, e aquele filho legítimo de Francisco Ferreira da Ponte e de Rosa Ximenes de Maria, e logo lhes dei as bênçãos nupciais, os nubentes são naturais e moradores nesta Freguesia e foram dispensados (não diz do que). Para constar fiz este assento que assino. O Vigário Vicente Jorge de Souza.” Cf. Livro de Matrimônios, Sobral. 

   João Germano Ferreira da Ponte f. de Francisco Ferreira da Ponte e de Rosa Ximenes Aragão, casou-se a 31.05.1883, com Maria Madalena de Araújo, filha de Vicente Bezerra de Araújo e de Manoela Ferreira de Araújo, casados a 26.12.1850. NP de Joaquim Bezerra de Araújo e de Teresa Maria de Jesus. NM de José Ferreira da Ponte e de Joaquina Bezerra de Araújo. 

     

   Padre Gonçalo Inácio de Loyola Albuquerque e Melo Mororó nasceu a 24 de julho  de 1774, Groaíras, então chamada de Riacho do Guimarães, Ceará, filho de Félix José de Souza e Oliveira e de Teodósia Maria de Jesus Madeira. Avós paternos: Francisco de Sousa Oliveira Catunda e Tecla Rodrigues; Avós maternos: Manuel Madeira de Matos e Francisca de Albuquerque e Melo. 

   Gonçalo Ignácio de Loyola Albuquerque e Mello Mororó, Padre, Mártir da Confederação do Equador. Aos 47 anos de idade, foi executado a 30 de abril de 1825, no Passeio Público, (Praça dos Mártires), Fortaleza. A condenação determinava o seu enforcamento, mas por não haver quem quisesse servir de algoz, a pena foi comutada para tiro de arcabuz, uma antiga arma de fogo portátil, inferior ao mosquete e que substitui a espingarda.

   Termo de Batismo.Gonçalo, filho legítimo de Félix José de Souza natural do Rio Grande e de Dona Teodósia Maria de Jesus natural desta Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Vila de Sobral e nela moradores, neto paterno de Francisco de Souza Oliveira e de Paula Rodrigues Pinheiro naturais do Rio Grande, neto materno do Tenente Manoel madeira de Matos, natural de Coimbra e de sua mulher Dona Francisca de Albuquerque e Melo natural de Serinhaém, nasceu a vinte e quatro de julho de 1778, e foi batizado com os Santos Óleos a quinze de setembro do dito ano, na Capela de Nossa Senhora do Rosário do Guimarães, filial desta Matriz (de Sobral) pelo Reverendo Padre Domingos Francisco Braga de minha licença: foram padrinhos, Inácio Aranha de Vasconcelos por procuração que mostrou Antônio Madeira de Matos, e Dona Maria Madeira moradores desta Freguesia, de que eu Cura João |Ribeiro Pessoa, mandei fazer este termo para constar e assinei. João Ribeiro Pessoa, Cura e Vigário de Sobral.”  Cf. Livro de Batismo, Sobral.  familysearch.org. 

     

   Dom Helder Pessoa Câmara nasceu a 07 de fevereiro de 1909, Fortaleza, e foi batizado a 31 de março de 1909, na Capela da Santa Casa de Misericórdia, pelo Monsenhor José Leorne Menescal, e tendo por madrinha de apresentação sua irmã Maria (Maroquinha) e padrinhos, Maurício Gracho Cardoso e Dona Diva Pamplona esposa de Carlos Torres Câmara. Dom Helder décimo primeiro filho de João Eduardo Torres Câmara Filho, n. 09 de dezembro de 1872, jornalista, crítico teatral e funcionário de uma firma comercial e da professora primária Adelaide Rodrigues Pessoa nasceu a 09 de janeiro de 1874, em São João do Príncipe dos Inhamuns, Tauá, casada a 20 de junho de 1896. Filha de João Rodrigues e de Adelaide Bela Gentil Pessoa, que foram pais de sete filhos: Deolinda, Francisca Rodrigues Pessoa c.c. Raimundo de Paula Lima, Norvinda, José, Olindina, Rosa e Adelaide Rodrigues Pessoa, supra.   Dona Adelaide Rodrigues Pessoa cursou por dois anos, 1889/1890, a Escola Normal, em prédio a Rua Liberato Barroso esquina com a Rua 24 de maio, onde depois funcionou a Faculdade de Medicina e em seguida a Faculdade de Odontologia. Hoje (2019) serve de sede ao IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico.  

   Termo de casamento dos pais de Dom Helder Câmara.“Aos vinte dias do mês de junho de 1896, as sete e meia horas da noite, em casa de residência de Raimundo de Paula Lima, a Rua General Sampaio, nesta Cidade da Fortaleza, em presença do Reverendo Carlos Antônio Barreto, competentemente autorizado, compareceram os nubentes João Câmara Filho e Adelaide Rodrigues Pessoa, em tudo habilitados segundo o direito e sem impedimento algum os quis contraentes se receberam por marido e mulher com  palavras de presente e lhes foram dadas as bênçãos nupciais segundo o Rito da Santa Igreja Católica – O nubente é natural desta Capital e a nubente dos Inhamuns, moradores ele nesta Freguesia e ela em Aracoiaba, Baturité. Foram testemunhas presentes João Correia de Souza e Carlos Rodrigues Pessoa. E para constar lavrei este termo que assinei. O Vigário João Dantas Ferreira Lima.” Obs.: Raimundo de Paula Lima por engano anotado como Raimundo Pereira Lima é cunhado da nubente. Cf. Livro de Matrimônios, Fortaleza, 

   Termo de batismo de D. Adelaide mãe de Dom Helder.“Aos vinte de janeiro de 1874, em desobriga, batizei solenemente a Adelaide, branca filha legítima de João Rodrigues e de Adelaide Bela Gentil Pessoa, nascida aos oito do dito mês e ano. Foram padrinhos, Raimundo de Paula Lima e Vicência de Paula, casados; e para constar mandei fazer este e assinei. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares." Obs.: O pai da criança batizada, Adelaide,  é João Rodrigues e não João Pereira Pessoa e a mãe é Adelaide Bela Gentil Pessoa e não como por engano tem sido divulgado Adelaide Rodrigues Gentil Pessoa. Cf. Livro de Batismos, Tauá. 

  Termo de casamento dos avós maternos de Dom Helder.“Aos sete de janeiro de 1855, pelas seis horas do dia, nesta Matriz de São João do Príncipe, (Tauá), depois de feitas as diligências de estilo e presentes por testemunhas, Domingos Alves Ferreira e José Rodrigues do Nascimento, casados, casei e dei as bênçãos matrimoniais a José João Rodrigues Pereira e Adelaide Bela Gentil Pessoa, aquele filho legítimo de José Rodrigues de Matos Pereira e de  Isabel Diniz Maciel, e esta filha legítima de Joaquim José Pessoa e de Rosa Helena Pessoa, todos naturais e moradores nesta Freguesia de São João do Príncipe. E para constar mandei fazer este em que me assinei. O Vigário, João Felipe Pereira.” Cf. Livro de Matrimônios, Tauá.  

   Esclarecendo: o avô materno de Dom Helder, Capitão José João Rodrigues de Matos Pereira nasceu a 21 de abril, batizado a primeiro de junho, na Fazenda do Trici, Tauá, então  Freguesia de Arneiroz, filho legítimo de José Rodrigues de Matos, natural do Itamaracá, Pernambuco, e de Maria José de Oliveira, natural da Paraíba. Dona Isabel Diniz Maciel, De Niz, natural da Freguesia de Nossa Senhora do Carmo (Jucás); com seu marido pais de vários filhos anotados, e filha de José Diniz Maciel, De Niz, natural da Freguesia de Caicó, Rio Grande do Norte, e de Mariana Vieira de Faria, natural da Paraíba. O Capitão José João Rodrigues de Matos Pereira, teve uma filha natural, de nome Rita Rodrigues da Conceição que se casou a 21 de novembro de 1793, na Capela do Tauá, com Manoel Pinto Batista, natural da Freguesia de Nossa Senhora do Carmo, Jucás, filho de Manoel Pinto Correia e de Paula Maria da Conceição.  La1-89 La3-39v La04-44v   La5-88 B°  La6-76,84  La7-19v,66v,71.

   O jovem Helder Câmara desde cedo manifestou sua vocação para o sacerdócio. Neto paterno de João Eduardo Torres Câmara (nasceu a 12 de outubro de 1842 e foi batizado a seis de novembro seguinte, na Igreja Matriz de Aquiraz, pelo Padre Lourenço Correia de Sá, sendo Vigário Padre Norberto Madeira de Barros), e de Maria Sussuarana, casados a 16 de julho de 1866 sendo ela filha de Maria Isabel e de José Rufino Sussuarana, e neta materna de João Batista de Medeiros e de Joana Francisca. Cf. Dic. Barão de Studart. Vol. I, p. 455. Cf. Livro de Batismos, São José do Ribamar, Aquiraz. Cf. Livros Eclesiais da Freguesia de Russas. LR14-19v,54,69,77,96. Nelson Pilleti, Walter Praxedes. Dom Helder Câmara o profeta da paz. 3ª Edição, São Paulo. |Contexto. 2010. Cf. Raimundo Torcápio Ferreira, Algumas Linhagens de Famílias do (Litoral) Sul do Ceará. RIC. 1924. p. 249,256. Cf. RIC, 1924, p. 256, op. cit.

     

   Monsenhor Horácio Teixeira nasceu na Fazenda Recanto, Umari, Ceará, Freguesia do Icó, no dia quinze de abril de 1880, filho de José Alexandre Teixeira e de Maria das Mercês, casados a a 16 de julho, no Sítio do Capim Pubo, Freguesia do Icó.

 Monsenhor Horácio Teixeira foi aluno dos Seminários do Crato, Ceará, da Paraíba e do Maranhão. Ordenado Padre no Maranhão a 30 de novembro de 1904. Primeira Missa em Umari, 19 de dezembro de 1904. Vigário de Turiaçu, Maranhão, 1905. Vigário de Umari, 1907/1909. Vigário de Missão Velha, 1909/1916. Monsenhor a doze de novembro de 1936. Novamente Vigário de Missão Velha, 1917/1941. Faleceu a 22 de novembro de 1946, na cidade da Fortaleza, Ceará.

   Termo de batismo:“Aos dezoito de agosto de 1880, de minha licença, o Padre Antônio Joaquim dos Santos, batizou e pôs os Santos Óleos a Horácio, Oracio, nascido a quinze de abril do dito ano, (na Freguesia do Icó) filho legítimo de João Alexandre Teixeira e Maria das Mercês; foram padrinhos, Antônio Maria Magalhães e Ana Ferreira Antero, por seus procuradores, José Horácio e Ana Delfina, e para constar mandei lançar este e assino. O Vigário Interino Manoel Francisco da Frota.” Cf. Livro de Batismos, Icó L43. 30. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 148.

     

   Padre Jacinto Fernandes Pereira nasceu na Rua Conselheiro Januário, Freguesia de São Vitor, Braga, no dia vinte de maio de 1882, filho legítimo e póstumo de João Fernandes Pereira, de profissão carpinteiro e de Teresa de Jesus. Neto paterno de Domingos Fernandes Pereira e de Maria Josefa, neto materno de Antônio Bernardo e Ana Joaquina.

   O Padre Jacinto Fernandes Pereira faleceu a 09 de agosto de 1912, de idade trinta anos, em Palma, atual Coreaú, quando secretariava o Bispo Auxiliar do Ceará Dom Manoel  da Silva Gomes, em sua primeira visita pastoral. Termo de batismo: “Aos vinte e seis de dias do mês de maio do ano de 1882, nesta Igreja Paroquial de São Vitor da cidade, Concelho e Diocese de Braga, batizei solenemente um indivíduo do sexo masculino, a quem dei o nome de Jacinto, que nasceu nesta Freguesia pelas seis horas da manhã do dia vinte do mês e ano corrente, filho legítimo e póstumo de João Fernandes Pereira, de profissão carpinteiro e de Teresa de Jesus, naturais, recebidos e paroquianos nesta Freguesia, moradores na Rua Conselheiro Januário, Neto paterno de Domingos Fernandes Pereira e de Maria  Josefa, neto materno de Antônio Bernardo e Ana Joaquina, todos desta mesma Freguesia. Foram padrinhos que sei serem os próprios Jacinto Fernandes Pereira, solteiro, negociante na cidade do Porto,  representado por Antônio Bernardo, avô materno do batizado, e Nossa Senhora da Angústia e tocou com o diadema o Reverendo batizante. E para constar mandei lavrar em duplicata este assento que depois de lido e conferido perante o padrinho representante vai por mim assinado por ele não saber escrever. Era ut retro. O Encomendado Pedro José da Costa.” Cf. Livro de Batismo, Braga. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 175,221.

     

   Monsenhor João Alboíno Pequeno nasceu na cidade do Crato, Cariri cearenses, no dia três do mês de maio do ano de 1889, filho de José Moreira Pequeno e  Leonor Bezerra Pequeno, naturais e batizados nesta Freguesia do Crato, Ceará. Ordenado Padre a 30 de novembro de 1914, na cidade da Fortaleza. Vigário de Brejo Santo, 1916/1918. Vigário de Jardim, 1918/1924.  Capelão da Aeronáutica na cidade do Rio de Janeiro, onde faleceu no ano de 1948, no Hospital da dita instituição.

   Termo de batismo:“Aos dezoito dias do mês de maio do ano de 1889, nesta Igreja Paroquial da cidade do Crato, deste Bispado do Ceará, batizei solenemente ao párvulo João, nascido aos três do mesmo mês e ano, filho legítimo de José Moreira Pequeno e  Leonor Bezerra Pequeno, naturais e batizados nesta Freguesia do Crato. Foram padrinhos, Manoel Moreira Pequeno e Joana Moreira Pequeno, casados, os quais conheço pelos próprios. E para constar mandei lavrar este assento que assinei. O Vigário Antônio Fernandes da Silva.” Obs. Sem o Távora, somente Antônio Fernandes da Silva. Cf. Livro de Batismos, Crato. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 195.

     

   Dom Frei João da Purificação Marques Perdigão Religioso Agostiniano, 17º Bispo de Olinda, 29.10.1833/30.04.1864. No ano de 1839 visitou a Província do Ceará, e ao longo dos trinta e um anos do seu Episcopado ordenou padre um grande número de cearenses.  

   Termo de batismo."João, filho legítimo de João Marques Perdigam e Catarina Mar digo, Catarina Rosa Marques, moradores na Rua de Santiago e fregueses desta Igreja Colegiada da Matriz da vila de Viana, neto paterno de Francisco Marques Perdigão e Joana Maria, naturais da cidade de Coimbra e freguesia de Santa Cruz e materno de Maria Josefa, solteira, desta vila. Nasceu aos quatro dias do mês de Março do ano de mil setecentos e setenta e nove e aos doze do mesmo mês e ano, nesta Igreja e por mim o Padre Jerônimo Martins, coadjutor dela, foi baptizado e dos santos óleos administrado: Foram seus padrinhos João Gaspar Rego e Josefa Teresa e para constar fiz este assento, que assinei. Viana, ut supra. o Padre Jerônimo Martins." Cf. Livro Batismos, Viana do Castelo. Etombo. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 221.

     

   Padre João Saraiva Leão. "João, filho legítimo de Joaquim Saraiva da Silva e  Inês Carolina Saraiva de Vasconcelos; nasceu a dezesseis de maio de 1879, e foi batizado (na Sé Catedral de Fortaleza) a dezenove de agosto do mesmo ano, pelo Padre José Gurgel do Amaral Barbosa; sendo padrinhos Antônio Pinto Nogueira Accioly e Dona Maria Antônia; e para constar se fez este assento em que me assim. O Coadjutor, Padre Liberato Dionísio da Costa. Cf. Livro de Batismos, Fortaleza.

     

   Padre João Scaligero Augusto Maravalho"João, filho legítimo de Rufino Alves Maravalho e de Francisca Rufina Pessoa, nasceu a vinte e três de junho de 1845, e foi batizado com Santos Óleos nesta Matriz (de Sobral) pelo Reverendo Francisco Antônio de Melo de minha licença a treze de julho do dito ano. Padrinhos, o Padre José Sabino Lopes de Alcântara e Ana Lauriana Minervina, casada. E para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário José da Costa Barros.” Cf. Livro de Batismos,  Sobral.

   Questão de Canudos, Bahia, Antônio Conselheiro. "O Apóstolo - periódico religioso, moral e doutrinário consagrado aos interesses da religião e da sociedade (guardado na Biblioteca Nacional,) foi publicado entre 1866 – 1901. Entre os anos 1866 e 1873 o jornal publicava-se uma vez por semana todos os domingos, e no ano de 1874 passa a ser publicado duas vezes por semana aos domingos e quartas-feiras. Durante todo o período analisado o redator é o Cônego José Gonçalves Ferreira e os proprietários redatores são: os Padres João Scaligero Augusto Maravalho e José Alves Martins de Loreto. Em sua grande maioria os artigos não são assinados, mas há também a utilização de pseudônimos”.  Cf. http://www.ichs.ufop.br/ ner/images /stories/Renata_Batista_Brotto.pdf

   O Padre João Scaligero Augusto Maravalho, cearense de Sobral, foi Diretor do jornal monarquista Apóstolo. Razão tem o Barão de Studart, ao indicar o Jornal o Apóstolo, Rio de Janeiro, como local onde se encontrava o manuscrito do Monsenhor Távora.  Op. cit. Vol. 1º. p. 87, 513.

   A 7 de março de 1897, o Jornal o Apóstolo, “foi empastelado”, por jacobinos, após a notícia da morte do Coronel Antônio Moreira César, em Canudos, Bahia. Na ocasião o Padre Scaligero, refugiou-se na Europa. Ainda empastelados os jornais monarquistas, Liberdade e Gazeta da Tarde, Rio de Janeiro.

   “Já era tarde e a excitação do povo aumentava na proporção de sua massa sempre crescente; assim, nesta indignação, lembraram-se dos jornais monarquistas, e todos por um, em um ímpeto de desabafo, foram às redações e tipografias dos jornais Gazeta da Tarde, Liberdade e Apóstolo e, apesar de ter a polícia corrido para evitar qualquer assalto a esses jornais, não chegou a tempo de evitá-lo pois a multidão aos gritos de viva a República e à memória de Floriano Peixoto invadiu aqueles estabelecimentos e destruiu-os por completo, queimando tudo. Então começaram a quebrar e inutilizar tudo quanto encontraram atirando depois os objetos, livros, papéis, quadros, móveis, utensílios, tabuletas, divisões, etc..., para a rua de onde foram logo conduzidos para o Largo de S. Francisco de Paula onde formaram uma grande fogueira, ficando outros em montes de destroços na mesma rua do Ouvidor.” Apud Euclides da Cunha, Os Sertões, ED. Círculo do Livro, 1954. p. 30.

     

   Dom Joaquim Ferreira de Melo, 2º Bispo de Pelotas, RS. Termo de batismo.Joaquim, filho legítimo de Francisco Ferreira de Melo, e de Maria Isabel de Oliveira nasceu a trinta e um de agosto de 1873; e foi batizado com os Santos Óleos na Capela do Juazeiro (do Norte) pelo Padre Cícero Romão Batista, no sete de setembro do mesmo ano; foram padrinhos, José Esmeraldo da Silva, e Ana Teodora; do que para constar fiz este assento no qual me assino. O Pároco Manoel Joaquim Aires do Nascimento.” Obs.: O nome da Senhora mãe de Dom Joaquim, por engano é divulgado como Ana de Aguiar Melo e não como consta no seu batistério.  Cf. Livro de Batismos, Crato. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira.    Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004.  Vol. 85.

     

Dom Joaquim Rufino do Rego. Primeiro Bispo de Quixadá. 20.08.1971/1986. Quixadá 1º Bispo Dom Joaquim Rufino do Rego n. 14.01.1926, Picos, PI e faleceu a 10 de agosto de 2013, em Teresina, Piauí.

Data de Nascimento: 14/01/1926
Ordenação Presbiteral: 05/10/1952
Nomeação Episcopal: 21/04/1971
Ordenação Episcopal: 04/07/1971
Posse na Diocese de Quixadá: 20/08/1971
Transferido para a Diocese de Parnaíba-PI: 25/03/1986
Renúncia: 21/02/2001
Falecido em Parnaíba-PI aos 10/08/2013.

     

   Padre Joaquim Teixeira SJ nasceu às quatro horas da manhã do dia vinte e quatro de novembro de 1892, no lugar da Igreja, Freguesia de Santa Maria do Distrito do Porto, Portugal, filho de Manoel Teixeira, natural da Freguesia de São João da Várzea, Amarante, e de Maria Mendes de Andrade, lavradores. Neto paterno de Bento Teixeira e de Ana Joaquina. Neto materno de José Teixeira e de Joaquina Ribeiro.

   O Padre Joaquim Teixeira foi Lente da Escola Apostólica de Baturité. Vigário Interino de Mulungu, Serra de Baturité, 1939. Vigário Efetivo de Mulungu, 1940. Prefeito Espiritual da Casa de Cristo Rei, antigo Outeiro, Aldeota, Fortaleza, onde faleceu a 20 de agosto de 1965.

   Termo de batismo: “Aos vinte e cinco dias do mês de novembro do ano de 1892, nesta Igreja Paroquial de Santa Maria, Diocese do Porto, batizei solenemente um indivíduo do sexo masculino a quem dei o nome de - Joaquim - que nasceu nesta Freguesia às quatro horas da manhã do dia vinte e quatro do referido mês e ano, filho legítimo de Manoel Teixeira, natural da Freguesia de São João de Várzea, Concelho e Diocese referido, e de Maria Mendes de Andrade, desta natural e nela recebidos e paroquianos, lavradores .?., e moradores no lugar da Igreja; neto paterno de Bento Teixeira e Ana Joaquina, e materno de José Teixeira e Joaquina Ribeiro. Foram padrinhos, Joaquim Ribeiro, solteiro, lavrador, e Ana Lopes, casada, lavradora, os quais todos conheço por serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado este assento, que depois de lido e conferido perante os padrinhos assinaram, não eles por não saberem. Era ut supra. O Pároco Antônio Teixeira Ribeiro.” Anotações à margem: 1923 e outra do falecimento em Fortaleza, 1965. Cf. Livro de Batismos, Santa Maria. Etombo.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 305. III, 1278.

      

   Monsenhor José Alves de Lima. “Aos dezenove dias do mês de maio do ano de 1889, nesta Igreja Paroquial da cidade do Crato, deste Bispado do Ceará, batizei solenemente o párvulo José, nascido aos cinco do mesmo mês e ano, filho legítimo de Vicente Alves Lima e de Alcina Diógenes (da Silva) naturais e batizados nesta Freguesia do Crato; padrinhos o Padre Manoel Félix de Moura e Nossa Senhora da Penha, solteiros, (sic) os quais conheço pelos próprios. E para constar mandei lavrar este assento que assino. O Vigário Antônio Fernandes da Silva” Obs. À margem, EXTRAÍDO. Antônio Fernandes da Silva sem o Távora. Cf. Livro de Batismos,  Crato.  familysearch.org. 

     

   Padre José Antônio de Maria Pereira Ibiapina Bacharel em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Olinda, Padre. Nasceu na Fazenda Olho d’Água, Jaibara, Sobral, a 05 de agosto de 1806 e batizado a vinte e cinco do dito mês e ano, pelo Padre Antônio Mendes de Mesquita. Faleceu a 19 de fevereiro de 1883 em Santa Fé, Bananeiras, Paraíba. O Apóstolo do Nordeste. Servo de Deus, 1992. Em curso no Vaticano, o processo de Beatificação e Canonização.  Filho de Francisco Miguel Pereira Ibiapina nasceu a 03 de junho de 1774 e de Teresa Maria de Jesus, batizada a 28 de abril de 1785, na Igreja Matriz de Sobral, casados a 29 de outubro de 1803, de manhã, na citada Igreja Matriz de Sobral. Neto paterno de Manoel Pereira de Sousa e de Teresa Maria da Anunciação. Neto materno do Capitão Antônio Pereira de Azevedo (Bisneto) nasceu em Santa Cruz do Aracati, Ceará, onde foi batizado a 06 de junho de 1761, na Capela de N. Senhora do Rosário, e de Maria Furtado de Mendonça, n. na Freguesia de Sobral, casados a 10 de fevereiro de 1782, às oito horas da noite, na Igreja Matriz de N. Senhora da Conceição da Vila de Sobral.

Cf. LA2-27v,45,124 - LA3- 21v,28v - LR1-42v,43. Cf. Fco. Augusto de Araújo Lima, Famílias Cearenses 7 - IPUEIRAS dos TARGINOS, Ed. Artes Digitais, Fortaleza, 2006, 420 p.  Cf. Livro de Matrimônios, Sobral. familysearch.org.  Cf. Livro de Batismos, Sobral.  familysearch.org.  Cf. RIC.1914, p. 72.   Cf. Livro de Batismos, Santa Maria dos Anjos, Ponte de Lima.  Cf. Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo, Cronologia Sobralense, IU. UVA. Sobral, 1979. Vol. II. p. 25. Cf. Barão de Studart. Dicionário Bio - Bibliográfico Cearense. Typo-Litografia, Fortaleza. 1910. Vol. I. p. 428.Op. cit. Siará Grande.

     

   Padre José Aparício da Silva SJ nasceu às seis horas da tarde do dia quatorze de janeiro do ano de 1879, no lugar Abrunheiro Grande, Freguesia de Santa Margarida de Fundada, Concelho de Vila de Rei, Distrito de Castelo Branco, filho de Joaquim Aparício da Silva, natural de Brunheiro Grande, agricultor, e de Ludovina da Silva, governanta da sua casa, natural do lugar de Estevais, Freguesia de Vila de Rei. Neto paterno de José da Silva, agricultor, e de Maria Aparecida. Neto materno de Antônio Alves e de Helena da Silva.

   José Aparício da Silva SJ  foi ordenado Padre na cidade de Múrcia, Espanha, a primeiro de julho de 1912. Diretor Espiritual da Irmã Maria Lúcia Azevedo, uma das videntes de Fátima, 1926/1938. Reitor da Escola Apostólica de Baturité, 1839/1844.

   Termo de batismo: Aos vinte e quatro do mês de fevereiro do ano de 1879, nesta Igreja Paroquial, Concelho de Vila de Rei, Diocese de Castelo Branco, batizei solenemente a um indivíduo do sexo masculino a quem dei o nome de José, e que nasceu no lugar de Brunheiro Grande (Abrunheiro Grande), desta Freguesia, às seis horas da tarde do dia quatorze do dito mês e ano, filho legítimo de Joaquim Aparício da Silva, natural de Brunheiro Grande, agricultor, e de Ludovina da Silva, governanta da sua casa, natural do lugar de Estevais, Freguesia de Vila de Rei, recebidos nesta Freguesia, e da mesma são paroquianos, e moradores no dito lugar de Brunheiro Grande; neto paterno de José da Silva e de Maria Aparecida, e materno de Antônio Alves e de Helena da Silva. Foi padrinho, José da Silva, agricultor, viúvo, e madrinha Josefa Aparecida, solteira, representante de Ana .?., moradores o dito lugar de Brunheiro Grande, os quais todos sei serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado este assento que depois de lido e conferido, perante os padrinhos, o assinei somente fosse o padrinho ela madrinha não saber escrever. O Pároco Encarregado Sebastião de Oliveira Xavier da Silva Brás” Cf. Livro de Batismos, Fundada, familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 336.

     

   Padre José Barbosa de Jesus nasceu no dia 07 de setembro de 1854, em Pacoti, Serra de Baturité, filho de José Barbosa Lima e de Francelina Rosa de Lima. Termo de batismo:José filho legítimo de José Barbosa Lima e de Francelina Rosa de Lima, nasceu a sete de setembro de 1854, e foi batizado solenemente a quinze de outubro do mesmo ano, pelo Reverendo Jerônimo Pereira de Menezes e foram Padrinhos, João Barbosa Lima Júnior e Maria Freire do Prado moradores todos nesta Freguesia (de Baturité) e para constar fiz este assento que assinei. O Vigário Raimundo Francisco Ribeiro.”  O Padre José foi ordenado a 29 de novembro de 1885, em Fortaleza. Coadjutor da Sé da citada Fortaleza onde faleceu a 25 de junho de 1945. BCf. Livro de Batismos Baturité. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 341.

     

   Padre José Batista da Conceição SJ nasceu às quatro horas da manhã do dia nove de janeiro do ano de 1899, no bairro do Outeiro, Freguesia de Santa Maria, Distrito de Castelo Branco, filho de Antônio Batista, operário, natural da Freguesia de Freineda,  Concelho de Almeida, Guarda, e de Ana Júlia,  de ocupação doméstica, natural da citada Freguesia de Santa Maria. Neto paterno de João Batista e de Ana Roque. Neto materno de Manoel Bicho de Almeida e de Ana da Ascensão.

   José Batista da Conceição  SJ ordenado sacerdote a 24 de agosto de 1931, na cidade de Louvain, Bélgica. No ano de 1936 já estava na Escola Apostólica de Baturité, onde faleceu a 29 de janeiro de 1958.

Termo de batismo:“Aos dois dias do mês de fevereiro de 1899, nesta Igreja Paroquial de Santa Maria, Diocese da Guarda, batizei  solenemente um indivíduo do sexo masculino a quem dei o nome de José, e que nasceu nesta Freguesia às quatro horas da manhã do dia nove de janeiro do dito ano, filho legítimo de Antônio Batista, operário, natural da Freguesia de Freineda,  Concelho de Almeida, desta Diocese, e de Ana Júlia, de ocupação doméstica, natural desta Freguesia de Santa Maria onde foram recebidos e são paroquianos e moradores no bairro do Outeiro; neto paterno de João Batista e de Ana Roque, e materno de Manoel Bicho de Almeida e de Ana da Ascensão. Foram padrinhos, José Bicho de Almeida, operário, e Rosalina de Jesus Bicho, ambos solteiros, tios maternos do batizado, moradores nesta Freguesia, e os quais todos sei serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado este assento que depois de lido e conferido perante os padrinhos, não assinaram comigo por não saberem escrever. Declaro que o batizado é o segundo com este nome. Era ut supra. O Prior José da Costa Tavares. Cf. Livro de Batismos, Santa Maria. Etombo. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 202,343.

     

   Padre José Beviláqua Ver nesta página Genealogia – Beviláqua e Gaspar de Oliveira

     

   Padre José Bezerra da Costa. Viveu com a índia Páscoa Ferreira, na Casa do Umbuzeiro, Aiuaba, Ceará, pais de entre outros:

- Clara Alves Bezerra que se casou com Félix Isidoro de Azevedo.

- Manoel Álvares de Medeiros casou-se com Maria Nogueira f. nat. Manoel Nogueira de Sá e Josefa – índia.

Nos idos de 1733/1777, o Padre José oficiou em Icó, Arneiroz e Aiuaba. Cf. LSM1-03. Cf. Fco. Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses, 1. Ed. Premius. Fortaleza. 2001. 450 p.

     

   Padre José Celestino Balazeiro SJ nasceu às onze horas da manhã do dia dezessete de janeiro do ano de 1874, no lugar do Seixo, Freguesia de São Cristóvão, Distrito do Porto, Portugal, filho de Manoel Lopes Balazeiro Júnior, lavrador, natural de Rio Mau, e de Maria Rosa de Jesus, lavradora, natural da Freguesia de Santa Eulália de Beiriz, Concelho de Póvoa do Varzim, Porto. Neto paterno de Manoel Lopes Balazeiro e de Ana Joaquina. Neto materno de Manoel Francisco Calves e de Custódia Rosa de Jesus.

   José Celestino Balazeiro foi ordenado Padre na cidade de Braga, a 26 de julho de 1896 e veio deportado para o Brasil logo em seguida aos jesuítas, Bento José Rodrigues e Antônio Freitas da Silva Coutinho, e na companhia dos sacerdotes Guilherme Villas-boas, Júlio do Rosário, João Arraiano e Alexandre de Azeredo Coutinho Cardoso Castelo, bisneto do Conde de Oeiras, Marquês de Pombal, Sebastião José de Carvalho e Melo, que os expulsara, em 1759, de Portugal e do Brasil e fechara o primeiro colégio dos jesuítas em território brasileiro, o Colégio dos Meninos de Jesus, fundado pelo Padre Manoel da Nóbrega em Salvador. Caberia ao Padre Castello, em 1911, ser o primeiro diretor do novo colégio, fundado na mesma cidade.  

   O Padre José Celestino Balazeiro chegou ao Ceará no mês de junho de 1925 e a 15 de agosto de 1927, inaugurou a Escola Apostólica de Baturité, iniciada no ano de 1922. Superior Geral da Missão dos Jesuítas no Norte do Brasil, 1929/1934. Vigário de Baturité, 1942. Faleceu na cidade de Baturité, Ceará a 21 de julho de 1956.

Termo de batismo:“Aos dezenove dias do mês de janeiro do ano de 1874, nesta Igreja Paroquial de São Cristóvão, Diocese de Braga Primaz: eu Presbítero Antônio Domingues Ferreira de comissão do Reverendo Pároco Manoel Joaquim da Silva Vieira, batizei solenemente com a imposição dos Santos Óleos, um indivíduo do sexo masculino, a quem dei o nome de José Celestino, o qual nasceu nesta Freguesia às onze horas da manhã do dia dezessete do dito mês e ano; filho legítimo de Manoel Lopes Balazeiro Júnior, lavrador, natural desta Freguesia, e de Maria Rosa de Jesus, lavradora, natural da Freguesia de Santa Eulália de Beiriz, Concelho de Póvoa do Varzim, desta Diocese; nesta Freguesia de Beiriz recebidos, e paroquianos nesta, (Rio Mau), moradores no lugar do Seixo; neto paterno de Manoel Lopes Balazeiro e de Ana Joaquina, e materno de Manoel Francisco Calves e de Custódia Rosa de Jesus. Foram padrinhos, José Lopes Balazeiro e sua mulher Teresa de Jesus Pedroso, lavradores, os quais todos sei serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado este assento que depois de lido e conferido perante os padrinhos, só com o Reverendo Pároco assino, por eles não saberem escrever. Era ut supra. O Presbítero Antônio Domingues Ferreira. O Reitor Manoel Joaquim da Silva Vieira.”   

   Termo de casamento dos pais de José Celestino Balazeiro.“Aos vinte e seis dias do mês de setembro do ano de 1860, pelas dez horas da manhã, na Igreja Paroquial de Santa Eulália de Beiriz, Concelho de Póvoa de Varzum, Distrito Eclesiástico da Vila do Conde, Arcebispado de Braga, perante mim o Presbítero Antônio Manoel Afonso, Encomendado na dita Freguesia, compareceram os nubentes Manoel Lopes e Maria Rosa de Jesus, aos quais conheço e dou fé serem os próprios com licença do Juiz dos Casamentos desta Diocese, para casamento dos mesmos nubentes; ele de idade de vinte e oito anos (escreveram acima: 33), solteiro, batizado na Freguesia de São Cristóvão de Rio - Mau, filho legítimo de Manoel Lopes Balazeiro e de Ana Joaquina, da mesma Freguesia, lavradores e moradores no lugar do Seixo da dita Freguesia, neto paterno de outro Manoel Lopes e de Teresa Maria e materno de Manoel Fernandes e de Maria Joaquina; e ela (a nubente) de idade de vinte e dois anos, solteira, batizada na Freguesia de Santa Eulália de Beiriz, filha legítima de Manoel Francisco de Calvos, lavrador, e de Custódia Rosa, do lugar de Calvos, desta mesma Freguesia; neta paterna de Domingos Francisco e Josefa Maria, e materna de Manoel Francisco de Almeida e Rosa Joaquina; aos quais interroguei solenemente, e havendo seu mútuo consentimento por palavras de presente, se receberam por marido e mulher e os uni em matrimônio, e seguidamente lhes lhei as bênçãos nupciais; procedendo em todo instante conforme o rito da Santa Madre Igreja Católica Romana, sendo testemunhas presentes que reconheço por serem os próprios, José Francisco de Paula e Manoel José Gonçalves, ambos casados, lavradores, da Freguesia de Argivai (Póvoa do Varzim). E para constar fiz e lavrei o presente assento de casamento, que depois de lido e conferido perante os cônjuges e testemunhas com todos assinei. Era ut supra. O Presbítero Antônio Manoel Afonso, Encomendado. O nubente Manoel Lopes Balazeiro, a nubente a rogo,  as testemunhas, José Francisco Paula e Manoel José Gonçalves.”  Cf. Livro de Batismos, Matrimônios e Óbitos, Vila do Conde.  familysearch.org. Cf. Livro de Matrimônios, Beiriz. Etombo. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 356. João Hipólito Campos de Oliveira. Datas e Fatos Para a História do Ceará. RIC, 1990. Edilece Souza Couto. O Retorno dos Jesuítas ao Brasil e a Fundação do Colégio Antônio Vieira na Bahia. Microsoft Word - Couto – o retorno dos jesuistas ao Brasil e a fundação do colégio Antonio vieira na Bahia.

     

Padre José Coelho da Rocha nasceu em Penafiel, Porto, no dia 30 de janeiro de 1859, filho de Joaquim Coelho de Jesus e de Miquelina Rosa de Jesus. ÑE. Cf. Ungidos do Senhor, Vol. II p.356.

     

   Padre José da Costa Barros nasceu na Vila do Aracati. Padre. Primeiro Vigário de Monte-Mor-o- Velho, Pacajús, Ceará. No ano de 1824 quando participou do Movimento da Confederação do Equador, com o apelido nativista - patriótico de Jaguaribe, indo de encontro ao seu irmão Pedro José da Costa Barros Júnior. Signatário da Ata de 26 de agosto de 1824, na qual ficou instituído o regime republicano no Ceará, de tão pouca duração.

   Pró – Pároco da Vila da Fortaleza, 1831. Primeiro Vigário de Cascavel, 1832/1834. Vigário de Sobral, julho de 1842 / julho de 1845. Faleceu no mês de novembro de 1845. Pouco antes havia sido eleito Deputado à Câmara Geral, não chegando a tomar posse, sendo substituído pelo suplente mais votado, o Padre Tomás Pompeu de Souza Brasil. No ano de 1839 concorreu a Senatória, com Antônio Ribeiro e Miguel Calmon, sendo eleito Miguel Calmon.

   A nove de março de 1829, o Padre José da Costa Barros, batizou a José Martiniano de Alencar Jr., José de Alencar, o renomado romancista cearense. Cf. Hugo Victor Guimarães e Silva. Deputados Provinciais e Estaduais do Ceará, 1835 - 1947. Ed. Jurídica. Fortaleza. 1952. p. 349.

      

   Padre José Dantas Rothéia citado por engano como José Dantas Rocha nasceu no ano de 1760. Faleceu a 28 de julho de 1796, em Missão Velha, Ceará. Termo de óbito.“Aos vinte e oito de julho de 1795 faleceu o Reverendo Padre José Dantas Rothéia de idade de trinta e cinco anos recebeu o sacramento da penitência e Unção e foi amortalhado nos paramentos sacerdotais e sepultado na Capela Mor desta Matriz (de Missão Velha) encomendado pelo Vigário do que para constar fiz este assento no qual me assinei. O Cura André da Silva Brandão.” Cf. Livro de Óbitos, Missão Velha. 

     

     

   Dom José Doth de Oliveira 2º Bispo de Iguatu. Filho de Francisco Doth do Nascimento e Sá e de Minervina de Oliveira Doth.

Nascimento: 01/03/1938 Local: Pedra Branca. Batizado a 19 de março.

Falecimento: 26/11/2017 Local: Pedra Branca

Sepultado: 29/11/2017 Local: Sé Catedral de São José – Iguatu

Ordenações: Presbiteral: 13/12/1964  Local: Pedra Branca, Ceará,

Nomeação: 23/12/1989, Episcopal: 13/05/1990  Local: Iguatu. Renúncia: 07/01/2009.

     

   Padre José Francisco Correia nasceu a 24 de março de 1880, Areias, Aracati, e batizado a 04 de abril seguinte, pelo Padre José de Sena Martins. Ordenado Padre a 11 de abril de 1903, em Roma, Itália. Monsenhor, Doutor em Filosofia e Teologia. Genealogista. Filho de  Manoel Francisco Correia e de Ana Francisca Rebouças. Neto paterno de José Correia de Oliveira e Maria Rebouças. Neto materno de André Francisco Rebouças e de Tomásia Maria. Cf. Siará Grande, op. cit.

     

   Padre José Furtado de Lacerda nasceu a 21 de novembro de 1875, e foi batizado a 26 de dezembro pelo Padre Manoel Mariano de Albuquerque, de licença do Padre Joaquim Manoel de Sampaio, Vigário, de Milagres, Cariri cearense. Filho do Coronel Nazário Furtado de Maria Lacerda e de Maria Furtado dos Anjos. Neto paterno de Joaquim Furtado Leite e de Maria Furtado leite, ambos nascidos no Coité, Mauriti. Neto materno de Faustino José do Anjos e de Ana Furtado Leite dos Anjos. Ordenado padre em Fortaleza, a 30 de dezembro de 1901. Vigário de Saboeiro, 1902/1903. Vigário de Santa Quitéria, 1906/1907, Coadjutor de Mombaça, 1907/1908. Faleceu no Sítio Coité, Mauriti, a 28 de janeiro de 1939. Cf. Fco. Augusto de Araújo Lima, Famílias Cearenses 1, Ed. Premius, Fortaleza, 2001. p. 184. Cf. Livro Batismos, Milagres. familysearch.org.

     

   José Ítalo Augusto Coelho, Padre. Primogênito do casal Elias Pereira Coelho e Ana Augusto de Araújo Lima, 1º - dos 57 netos de Augusto Leite de Araújo Lima e Maria Carolina Dantas Cartaxo, 1º - dos 110 bisnetos de Antônio Augusto de Araújo Lima e Argina Juscelina Leite de Morais. Um dos mais ilustres filhos do Município de Mauriti, Ceará. Sobrinho materno do Monsenhor Raimundo Augusto de Araújo Lima.

   Termo de batismo José Ítalo Augusto Coelho.“Aos dois dias do mês de maio de 1924, na Capela do Mauriti, freguesia de Milagres, Bispado do Crato, o Reverendo Padre Luiz Furtado Maranhão baptizou solenemente a José, nascido na referida freguesia a seis de Fevereiro do mesmo ano, filho legitimo de Elias Coelho e Ana Augusto Coelho. Foram padrinhos Augusto Leite de Araújo Lima e Teresa Aleixo Coelho. E para constar, lavrei este assento que assino.                                                   Vigário Padre Manoel Duarte de Queiroz”. Obs. Anotado à Margem: “Requerido para efeito de Instituição religiosa: Rem. Pacuty 1942 e 2ª via em 21.11.1947. Pe. Alves”.  Cf. Livro de Batismos de Milagres.  familysearch.org.

   O Padre Ítalo foi alfabetizado pela Professora particular Senhora Clarice. Continuou seus estudos com seu pai Elias Coelho e concluiu o primário no Colégio São José de Pacoti, Serra de Baturité, para onde a família havia se transferido, pelos idos de 1929. Em Pacoti o tio Elias, inteligente, culto e sempre a frente do seu tempo, comprou em parceria, o primeiro rádio receptor da cidade, e fundou a primeira farmácia, estabelecimento que durante décadas esteve em mãos de pessoas da família Cartaxo, de sua mulher.

   Ítalo prestou o Exame de Admissão ao Ginásio, no Colégio Cearense do Sagrado Coração de Jesus, dos Irmãos Maristas, Av. Duque de Caxias, 101, Fortaleza. Ingressou no Seminário Menor do Crato, demorando três anos aproximadamente. No ano de 1937, acompanhou a sua família a Sobral, ingressando no Seminário Diocesano de Sobral, concluindo o curso ginasial. Por intermédio do Bispo D. José Tubynambá da Frota, conseguiu bolsa no Seminário de São Leopoldo, Rio Grande do Sul, para estudar Filosofia e Teologia. Por bolsa conseguida a 20 de março de 1947, pela 1ª Dama da Argentina, Senhora Eva Perón, foi concluir os seus estudos eclesiásticos no Seminário Pontifício de Buenos Aires, ocasião que se especializou em “Ação Católica”.

   Ordenado Sacerdote a oito de dezembro de 1948, em Sobral, por D. José Tubynambá da Frota. Celebrou sua Primeira Missa a seis de janeiro de 1949 em Mauriti, terra maior dos seus avoengos, na Igreja Matriz de N. Senhora da Imaculada Conceição, edificada por seu bisavô Capitão Miguel Gonçalves Dantas de Quental, e onde Ítalo havia sido batizado. Depois de Ordenado, retornou a Buenos Aires, para especialização em Ação Social. Residindo em Fortaleza, aceitou o convite de Dom Hélder Câmara, e foi exercer seu ministério sacerdotal na cidade Rio de Janeiro. Assistente eclesiástico pioneiro, conjugava o atendimento à Ação Católica, com a função de Coadjutor da Paróquia de São Cristóvão, Bairro operário do Rio de Janeiro. Assistente Eclesiástico da JEFC, da JEC, da JOC, e da JOFC.

    No ano de 1960 foi convidado pelo Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara, para visitar uma Igreja em construção em Copacabana. Inusitado templo no Shopping Center Cidade de Copacabana, na Rua Siqueira Campos, 143 - 3º Andar. Aceitou ser Pároco de Santa Cruz de Copacabana, e logo a Igreja estava aberta aos moradores do Bairro na pré-inauguração do Natal, e inaugurada ainda em construção aos três dias do mês de maio do ano de 1961, em ato presidido pelo Excelentíssimo Senhor Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara. Como Pároco de Santa Cruz de Copacabana, soube conviver com seus paroquianos da elite, com militares, e com os pobres, demonstrando equilíbrio na difícil convivência e pregação a rebanho tão heterogêneo, unindo o “asfalto ao Morro”.

   No início do ano de 1966, em menos de 24 horas, choveu na cidade do Rio de Janeiro, 245 mm, causando deslizamento de terras nas favelas e a morte de mais de 140 pessoas. O Padre Ítalo, em gesto de solidariedade e coragem, forçou a abertura do Shopping, para abrigar nos seus corredores, ainda em construção, mais de 4.000 pessoas que haviam perdido suas casas na tempestade. Esta ação repercutiu amplamente, e foi um marco na sua vida de Sacerdote voltado para a pobreza.

  1980: quando da primeira visita do Papa João Paulo II ao Brasil, vive a emoção de ver no Morro do Vidigal, Zona Sul do Rio, Sua Santidade retirar do dedo nada menos que seu anel pontifício, com 21 gramas de ouro, e lhe incumbir de uma importante missão, ao fazer a doação com uma breve dedicatória: "Para o Pároco do Vidigal". A escolha do religioso cearense, Padre Ítalo, que integrava a comitiva oficial, não foi à toa. Ele tinha mais de vinte anos de trabalho social dedicado aos Morros cariocas e foi um dos fundadores da Pastoral das Favelas na década 1971/80. Em vista de ouro em ambiente tão pobre, concluiu-se com excessiva pressa que se tratava simplesmente de uma esmola aos favelados. Mas a doação não foi uma esmola - em primeiro lugar, porque o anel não iria ser vendido. O valor desta joia - e desta doação do Papa - é bem outro. Karol Wojtyla, recebera esse anel das mãos de Paulo VI, ao ser sagrado Cardeal em 1967. A inscrição que ele ostenta - "In Nomine Domine", ou "Em Nome do Senhor" - resume o vínculo do Bispo com sua Igreja. Por isso não faltaram vaticanistas, no comboio do Papa, para concluir que ele acabara de conferir à modestíssima Capela de São Francisco do Vidigal, erguida pelos próprios favelados especialmente para a visita, o status pontifício - ou seja, a Capela se tornaria uma das Paróquias do Papa, em sua condição de Bispo de Roma. João Paulo II, assim, prestou a maior homenagem possível ao trabalho pastoral junto à pobreza. O destino do anel foi discutido pelas autoridades e decidiu que ficaria exposto no Museu de Arte Sacra. Anos depois foi roubado e nunca mais recuperado. Quando visitou o Brasil pela segunda vez, no ano de 1997, o Papa deu uma nova réplica do anel que  ficaria guardado em um cofre e só é exposto em ocasiões especiais.

       Por ato do Senhor Deputado Carlos Fayal, Resolução da Assembléia Legislativa do RJ, Nº 515, de 26 de junho de 1986, é agraciado com o Título de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro, em reconhecimento ao seu relevante trabalho em prol das comunidades carentes. Faleceu a 13 de julho de 1991, na cidade do Rio de Janeiro, onde foi sepultado.

Cf. Revista VEJA, 09 de julho de 1980. Cf. Marcelo Monteiro, Igreja Social Club, 27.05.2004. Cf. Paróquia de Santa Cruz de Copacabana, Histórico. http://www.paroquiasantacruz.kit.net/ com depoimento da Senhora Dalva Magalhães, que sempre acompanhou o meritório trabalho do Padre Ítalo. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 433. Cf. Livro de Matrimônios, Jardim. 1816/1835. familysearch.org. 03. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses Treze. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. Vol. I. p. 86.

     

   José Jacinto Borges Bezerra de Menezes nasceu no ano de 1823, em Frade, Jaguaretama. Padre. Filho do Sargento Mor José Bezerra de Menezes e de Ana Bezerra de Menezes. Neto paterno de José Bezerra de Menezes, n. na Caatinga do Góis, Jaguaruana, e de Maria Borges do Sacramento, n. no Rio Grande do Norte, citada como da família Borges da Fonseca. Neto materno de Antônio Bezerra de Souza Menezes nasceu a 23 de março de 1758, e batizado a 13 de abril seguinte, na Capela de Santa Ana, Caatinga do Góis, Jaguaruana, e de Ana Maria da Costa natural do Riacho do Sangue, Jaguaretama, Ceará, casados a 08 de janeiro de 1778, na Igreja Matriz de Quixeramobim, ‘pelas oito horas da manhã’.

   O Padre José Jacinto faleceu a 11 de dezembro de 1874, em Quixeramobim. Termo de óbito.“Aos onze de dezembro de 1874, pela manhã, faleceu da vida presente, tendo recebido todos os Sacramentos da Igreja, o Reverendo Padre José Jacinto Borges Bezerra de Menezes com cinquenta e um anos de idade, e no mesmo dia foi sepultado no Cemitério Público desta cidade, em sepultura rasa, revestido dos paramentos sacerdotais: sendo antes solenemente encomendado pelo Reverendo Coadjutor Salviano Pinto Brandão. E para constar mandei fazer este assento em que me assino. O Vigário Antônio Elias Saraiva Leão.” Cf. Livro de Óbitos, Quixeramobim.  Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses Treze – Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza. 2016. Vol. I p. 553.

     

   Padre José Leite Sampaio nasceu no dia vinte e três de setembro de 1918, em Abaiara, Ceará, filho de Licínio Leite Sampaio e de Júlia Leite de Medeiros. Padre. Termo de batismo.José filho legítimo de Licínio Leite Sampaio e de Júlia Leite de Medeiros, nascido aos vinte e três de setembro de 1918, foi por mim solenemente batizado a seis de outubro de 1918. Foram padrinhos, Jo.?.tro Leite de Medeiros e Emília Leite de Medeiros. E para constar lavrei este assento que assino. O Vigário, Padre Plácido Alves de Oliveira.” Cf. Livro de Batismos, Milagres. Pesquisa FAAL.

     

   Monsenhor, Doutor José Leorne Menescal  nasceu a 13 de novembro de 1845, e batizado no dia 23 do mesmo mês e ano, na Capela da Meruoca. Filho de José Ferreira Gomes, JOSÉ MENESCAL ZÓZIMO DA COSTA, José Ferreira Menescal, e de Maria do Carmo Araújo, casados às l8 horas do dia 24 de junho de 1829, na Capela de São José, Sobral. Neto paterno de Francisco Ferreira Gomes e de Maria José de Andrade. Neto materno de Francisco de Araújo Costa e de Rita Madeira de Vasconcelos. 

   Ordenou-se Sacerdote a 19 de dezembro de 1874. Monsenhor, (1900), Bacharel em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana, Roma. Faleceu a 23 de janeiro de 1921. Vigário de Guaramiranga por 19 anos, 1878/1897, construiu Capelas e Igrejas, na Serra de Baturité. Ao tempo do Monsenhor Leorne, também residiu, em Guaramiranga, o Padre José Raimundo Batista, Capelão do Distrito de Pernambuquinho, primo do Padre Cícero Romão Batista, que n. em São Mateus, Jucás, Ceará a 31 de agosto de 1882. Ordenado Sacerdote a 08 de maio de 1859, Pernambuco e falecido a 14 de março de 1918. Cf. Aureliano Diamantino Silveira, Ungidos do Senhor, Ed. Premius, Fortaleza, 2004, Vol. 2º, p. 449, 491. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima, Famílias Cearenses Zero - Soares e Araújos no Vale do Acaraú, 2ª Edição. Ed. Expressão Gráfica, Fortaleza. 2011. p. 86.

     

   Padre José Lopes Lima nasceu em Recife, Pernambuco, filho Belchior Lopes Lima Sênior, sapateiro, e de Clara Tavares Benevides, ambos naturais de Recife. Vigário de Aracati, 1750/?, e exerceu suas funções em Missão Velha, 1767. A repentina saída do Padre José Lopes Lima da Vila de Aracati, tem haver com o imbróglio do seu irmão Francisco Lopes Lima, ordenado Padre já sendo casado. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses Treze – Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza. 2016. Vol. I p. 2141.

     

   Dom  José Mauro Ramalho de Alarcón e Santiago. 1º Bispo de Iguatu.

Nascimento: 14/05/1925 Local: Russas, Ceará. Filho de filho do farmacêutico José Ramalho de Alarcón Santiago, então prefeito de Russas, e de Maria Ramalho de Alarcón Santiago. Bisneto do Professor Régio Cláudio Pereira de Oliveira Filho, (batizado a 10 de novembro de 1790, no lugar Jiqui pelo Padre Frei José de São Sebastião. Padrinhos, Constantino da Costa Pereira e Caetana Maria) e de Francisca Maria. Cf. CD2 aracati 217.

 Ordenações:
Presbiteral:05/12/1948 Local: Russas.
Nomeação:13/10/1961
Episcopal:06/01/1962 Local: Aracati.

Renúncia:26/07/2000.

     

    Dom José Tupynambá da Frota nasceu a 10 de setembro de 1882. Filho de Manuel Artur da Frota e de Raimunda Artemísia Rodrigues Lima, que depois de casados foram residir na antiga rua da Aurora, hoje rua Domingos Olímpio, 231. Neto paterno de Isabel Genuína da Frota, casada a 31 de outubro de 1848, e de Francisco Ferreira da Ponte (n. 1826 e faleceu 1901, filho de Vicente Ferreira da Ponte Neto e  de Ana Florência da Silva). Estudou em Sobral com o Professor Henrique Pinto Ferreira Gomes e na Escola do Professor Vicente Ferreira de Arruda. Matriculou-se no Seminário da Bahia, onde permaneceu de agosto de 1897 a abril de 1899, partindo então, do porto de Salvador para Roma, com o fim de estudar Filosofia e Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana. Seus esforços foram coroados de êxito com a láurea de Doutor em Filosofia obtida a 19 de junho de 1902 e em Teologia no dia 13 de junho de 1906. Recebeu o presbiterado a 29 de outubro de 1905 na Capela do Colégio Germânico, em Roma, Itália. Sagrado Bispo a 29 de junho de 1916. Neto materno de José Rodrigues Lima, (filho de João Rodrigues Lima e de Josefa Joaquina da Conceição, casados a 16 de agosto de 1828), e de Úrsula Balbino de Souza  Lima, (filha de Diogo José de Souza e de Constância Maria do Carmo, casados a a 27 de maio de 1813, na Igreja Matriz de Sobral. Cf. Op. cit. Cronologia Sobralense. Vol. II.  Pág. 68,104, 123, 228, 342, 343.

   Dom José o maior benfeitor da cidade de Sobral, no dizer de Domingos Olympio “a cidade intelectual, rica e populosa, empório do comércio do Norte da Província” deixou sua marca não somente no campo religioso, mas em todas as áreas sócio - econômicas da sua Diocese. Cf. Domingos Olympio Braga Cavalcanti, LUZIA HOMEM, Ed. Três, 1973, RJ, p. 203. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses - Zero. SOARES e ARAÚJOS no VALE do ACARAÚ. 2ª Edição. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza. 2011. p. 142.   

   Manoel Artur da Frota nasceu a 25 e julho de 1852, em Santana do Acaraú, e foi batizado no mesmo dia, pelo Padre Francisco Xavier Nigueira, Vigário Colado, na Igreja Matriz de Santana do Acaraú. Padrinhos, José Florêncio Ribeiro da Silva e D. Rosa Francisca da Ponte. In Dom José Tupinambá da Frota, Traços Biográficos de Manoel Artur da Frota, apud Padre José da Frota Gentil. OS FROTAS. Ed. Gráfica Barbero. RJ. 1967. p. 255.

   Termo de casamento dos pais de Dom José Tupinambá da Frota.“Aos dezessete de janeiro de 1880, feitas as diligência do estilo, e sem resultar impedimento, na Matriz (de Sobral) em presença do Reverendo Diogo José de Souza Lima, de minha licença, sendo testemunhas, Joaquim da Frota e Vasconcelos e João Felipe da Frota, se receberam em matrimônio por palavras de presente Manoel Arthur da Frota e Raimunda Artemísia Rodrigues Lima, esta filha legítima de José Rodrigues Lima e Úrsula Balbino de Souza Lima, e aquele filho legítimo de Francisco Ferreira de Maria da Ponte e D. Isabel Jenuína da Purificação, (Isabel Genuína da Frota), e logo lhes dei as bênçãos nupciais, o Nubente é natural de Sant’Ana (do Acaraú) e a Nubente de Sobral, onde são moradores e foram dispensados. Para constar fiz este assento e assinei. O Vigário Vicente Jorge de Souza.” Cf. Livro de Matrimônios, Sobral. . familysearch.org. 

  Termo de batismo Dom José.José, branco, filho legítimo de Manoel Arthur da Frota e de D. Raimunda Artermisia da Frota, nasceu a dez de setembro de 1882, e foi batizado solenemente pelo Vigário da Meruoca, o Reverendo Diogo José de Souza Lima, na Capela do Rosário, (Sobral), a quatorze de outubro de dito ano. Padrinhos, João Felipe da Frota e D. Teresa A. da Frota. Para constar fiz este assento que assinei. O Vigário Vicente Jorge de Souza.” Cf. Livro de Batismos, Sobral. familysearch.org. 

  “Um dado curioso sobre dom José, foi à outorga do Título Palatino de Conde Romano da Santa Sé, que lhe teria sido agraciado por Pio XII. Esse título causa muita confusão entre os não informados, pensando-se tratar-se de uma outra designação de bispo e de forma geral diz-se de forma equivocada Bispo-Conde de Sobral. A Santa Sé outorgava títulos de nobreza a bispos e pessoas que lhe prestavam relevantes serviços, resquícios da Monarquia Papal e dos Estados Pontifícios, abolidos no Século XIX, de forma que no Ceará foram agraciadas somente duas pessoas com títulos nobiliárquicos pontifícios, sejam, dom José, como Conde e Guilherme Studart, como Barão por Leão XIII em 20.01.1900. No Brasil 13 bispos receberam títulos nobiliárquicos de condes, como também outras personalidades leigas receberam títulos diversos, computando-se 61 titulares. Fato é que a elite sobralense via-se com esse título, outorgado a dom José, de certa forma enobrecida também. Ele um teocrata como o foi, aristocrático e vaidoso é elevado a patamares superiores e pode sobrepor-se sobre os seus pares e conterrâneos e tratar com as autoridades políticas brasileiras como um superior: Ele é mais que um simples bispo diocesano é um nobre!” http://www.cbg.org.br/arquivos_genealogicos_t_01.htm  http:// sobralnahistoria.blogspot.com.br/2011/05/dom-jose-tupinamba-da-frota.html     

     

   Padre José Veloso SJ nasceu às sete horas da manhã, do dia quatro de novembro de 1876, na Rua da Portela, Freguesia e Concelho de São Bartolomeu de Vila Flor, Distrito de Bragança, Portugal, filho de Abílio Augusto e de Gracinda de Jesus, jornaleiros. Neto paterno de avô incógnito e de Ana Benedita. Neto materno de José Pinto Veloso e de Maria dos Santos.    

 José Veloso ordenado Padre a 30 de julho de 1907. Cooperador na antiga Coité, Santos Dumont, atual Aratuba, Serra de Baturité, 1930. Faleceu na cidade de Baturité a 10 de novembro de 1947.  Crescentia cujete.                   

   Termo de batismo: “Aos dez dias do mês de setembro do ano de 1876, nesta Igreja Paroquial de São Bartolomeu, Concelho da mesma, Diocese de Braga, eu abaixo assinado batizei solenemente um indivíduo do sexo masculino a quem dei o nome de José Benedito, que nasceu nesta Freguesia no dia quatro do corrente mês, às sete horas da manhã na Rua da Portela desta Vila, filho legítimo de Abílio Augusto e Gracinda de Jesus, recebidos, paroquianos e moradores nesta Freguesia, jornaleiros; neto paterno de avô incógnito e Ana Benedita e materno de José Pinto Veloso e Maria dos Santos desta Freguesia. Foram padrinhos, José Pinto Veloso e Ana Benedita avós do batizado, proprietários, os quais sei serem os próprios. E para constar mandei lavrar em duplicado este termo que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos comigo não assinaram por não saberem escrever. Era ut supra. O Reitor Daniel José de Moraes.”  Cf. Livro de Batismos, Vila. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 12.

     

   Padre Doutor Justino Domingues da Silva nasceu a 28 de janeiro de 1823, Sobral e faleceu a 08 de julho de 1907, Fortaleza. Padre e Bacharel em Direito, pela Academia de Olinda, 1849. Deputado Geral, 1868. Filho do Alferes e comerciante Joaquim Domingues da Silva nasceu aos quinze dias do mês de agosto de 1777, no lugar das Regadas, Distrito Porto, e de Florência Maria de Jesus, natural da Freguesia de Sobral. Neto paterno de Luís Domingues e de Josefa Francisca. Neto materno do Capitão Inácio Gomes Parente, n. no Bispado de Lamego, Viseu, e de Francisca de Araújo Costa. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima, Famílias Cearenses Zero - Soares e Araújos no Vale do Acaraú, 2ª Edição. Ed. Expressão Gráfica, Fortaleza. 2011. p. 211.

     

   Padre Justino Furtado de Mendonça nasceu em Granja, Ceará, filho de Antônio Furtado do Espírito Santo  e de Antônia de Souza Oliveira, Ana Antônia de Souza, casados a 22 de setembro de 1791, na Igreja Matriz de N. Senhora da Conceição da Vila de Sobral. Neto paterno de Antônio Furtado dos Santos nasceu aos quatorze dias do mês de junho de 1729, na Ilha de São Miguel, Região Autônoma dos Açores, e de Ana Maria da Conceição Barbosa, casados a 14 de julho de 1753, na Capela da Caiçara, Sobral. Neto materno de Manoel Rodrigues Coelho Filho e de Inês Barbosa Pimentel, natural do Rio Grande do Norte. Cf. Siará Grande op. cit. Título 177- Antônio Furtado dos Santos.