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    Por Fco. Augusto de Araújo Lima – Tupancy, Eusébio, Ceará, 20 junho de 1997. Editado a 08 de março de 2019. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

   Monsenhor Afonso de Ligório Antero Pequeno nasceu na cidade do Icó a 24 de julho de 1871, filho do Coronel Antônio Teixeira Pequeno e de Maria Antero Pequeno, casados a 18 de setembro de 1869. Neto paterno de Manoel Teixeira Pequeno e de Sabina Nobre. Neto materno de Antônio Ferreira Antero, Antônio Herrera Antello nasceu no ano de 1812, na Freguesia da  Penha, Província de Corunha Arcebispado de Santiago de Compostela, Região Autônoma da Galiza, Espanha, e de Ana Joaquina do Espírito Santo, casados a 19 de setembro de 1850, na Freguesia do Icó.

Termo de batismo:“Aos dez de agosto de 1871, na (Igreja) Matriz do Icó, presente o Reverendo Coadjutor Padre João Evangelista Batista Carneiro batizou e pós os Santos Óleos a Afonso, nascido a vinte e quatro de julho do dito ano, filho legítimo de Antônio Teixeira Pequeno e de Maria Ferreira (Antero) Pequeno, sendo padrinhos o Coronel Antônio Luís Alves Pequeno por procurador Joaquim de Souza Lima Júnior e Ana Teixeira, e para constar mandei lançar este assento em que me assino. O Vigário Interino Manoel Francisco da Frota.” Cf. Livro de Batismos do Icó. 

     

   Padre Agostinho Heleno de Moura nasceu no dia dez de setembro de 1891, em Fortaleza, Ceará, filho de Heleno Ferreira de Moura e de Maria Rodrigues de Moura. Ordenou-se Padre a 23 de maio de 1915. Faleceu em Itabuna, Bahia, a primeiro de março de 1924.  

Termo de batismo:“Aos quatro dias do mês de outubro do ano de 1891, nesta Igreja Catedral e Matriz de São José da cidade da Fortaleza, Bispado do Ceará, batizei solenemente o párvulo Agostinho, nascido a dez de setembro do mesmo ano, filho legítimo de Heleno Ferreira de Moura e Maria Rodrigues de Moura; foram padrinhos, o Doutor Virgílio Augusto de Moraes e Cândida Felícia de Moraes. E para constar mandei lavrar este termo que assino. Cura e Monsenhor José Teixeira da Graça.” Cf. Livro de Batismos, Fortaleza. 1891/1892. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 49.

     

   Padre Agostinho José de Santiago Lima nasceu a 19 de abril de 1859 na Freguesia das Russas, filho do Tenente Felipe José de Santiago e de Maria de Santa Ana. Termo de óbito de Felipe José de Santiago.“Felipe José de Santiago, casado, adulto, com 68 anos de idade, casado que foi com Maria de Santa Ana faleceu da vida presente de uma tísica, envolto em pano branco foi sepultado nesta Matriz, no ano de 1899.” Termo incompleto. Cf. CD8-Russas L3Ób. 25.

     

      Padre Alberto (José) Gonçalves Ferreira nasceu no Coité, Várzea Alegre, Ceará, no dia 29 de junho de 1910, filho de Joaquim Gonçalves Ferreira e de Vitória Gonçalves Ferreira. Termo de batismo:“Aos seis de julho de 1910, no ‘Coité’ desta Paróquia (Várzea Alegre), Bispado do Ceará, batizei solenemente o párvulo José, filho legítimo de Joaquim Gonçalves Ferreira e Vitória Gonçalves Ferreira, nascido a vinte e nove de junho deste ano; padrinhos: José Raimundo Nonato de Morais e Isabel Alves de Lima. Do que fiz este termo que assino.O Vigário José Gonçalves Ferreira.” Cf. Livro de Batismos, Várzea Alegre. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 54.

    

      Alexandre Francisco Cerberon Verdeixa. O Canoa Doida. Faleceu a 18 de outubro de 1872. “ALEXANDRE, filho natural de Feliciana Maria da Conceição, natural da Villa de Goiana; neto materno do Alferes João Mendes Monteiro, natural da Villa de Goiana e de D. Maria dos Milagres dos Anjos, natural da mesma Villa de Goiana. Nasceu a 3 de janeiro de 1803 e foi baptizado a 14 do mesmo mêz e anno, por mim, Cura abaixo assignado, recebendo os Sanctos Oleos, nesta Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha da Villa Real do Crato. Foram padrinhos o Tenente Antonio Pereira Pinto e sua tia materna Anna Rita da Luz, do que, para constar mandei fazer este assentamento, em que me assigno: Miguel Carlos Saldanha, Párocho.”  Fonte  Bat Crato  1803.

     

    Alexandre Leite de Oliveira nasceu aos dez dias do mês de setembro de 1747, no lugar Rezende, São Pedro de Raimonda,  Distrito do Porto, nono filho de Francisco Leite de Oliveira e de Senhorinha da  Costa Couceiro, naturais de Raimonda. Neto paterno de Manoel Vaz de Oliveira, Manoel da Silva Vaz, n. Raimonda, lavrador, e de Catarina Leite Oliveira, n. no lugar de Eiriz, São Miguel de Serzedo, Guimarães, Braga. Neto materno de Manoel Couceiro e de Maria da Costa e Cruz, lavradores, naturais do lugar Cachopadre, Freguesia de São Salvador de Freamunde, Paços de Ferreira, Porto. Nunca foi Padre. Ver Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica. Fortaleza. 2016. Vol. I. p. 37.

     

      Padre Alexandrino Monteiro SJ nasceu às 22 horas, do dia  vinte e oito do mês de maio do ano de 1876, no lugar do Eirado, Distrito do Porto, filho de Antônio José da Costa Monteiro, negociante, e de Delfina Maria de Azevedo, de profissão lavadeira, naturais de Canidelo. Neto paterno de Constantino José da Costa e de Maria Rosa. Neto  materno de Francisco José Dias e de Bernardina Maria de Azevedo. 

   Alexandrino Monteiro ordenado padre a 24 de setembro de 1908. No Ceará residiu em Sobral, a convite de Dom José Tupinambá da Frota. Na velhice foi residir na casa de Cristo Rei, dos Padre Jesuítas, no antigo Outeiro, atual Aldeota, Fortaleza, onde faleceu a 09 de novembro de 1961. 

Termo de batismo:“Aos quatro dias do mês de junho do ano de 1876, nesta Igreja Paroquial de São Pedro, Diocese do Porto, batizei solenemente um indivíduo do sexo masculino a quem dei o nome de  Alexandrino, e que nasceu nesta Freguesia pelas dez horas da noite do dia vinte e oito do mês de maio do ano de 1876; filho legítimo de Antônio José da Costa Monteiro, de profissão negociante, e de Delfina Maria de Azevedo, de profissão lavadeira, ambos naturais desta Freguesia, e também nela recebidos e paroquianos, moradores no lugar do Eirado, da mesma Freguesia; neto paterno de Constantino José da Costa, e de Maria Rosa, e materno de Francisco José Dias e de Bernardina Maria de Azevedo. Foi padrinho Antônio Domingues da Silva Maia, casado, de profissão lavrador, e madrinha o Santíssimo Coração de Maria, com a Coroa de sua Imagem, 4 da Costa, solteira, de profissão tecedeira  os quais todos sei serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado este assento, que depois de ser lido e conferido perante o padrinho e a pessoa que tocou o batizando com a Coroa da Senhora, comigo o assinaram, o padrinho e não a pessoa que tocou com a Coroa por não saber escrever. Era ut supra. O Pároco Encomendado José João Ramos.” Cf. Livro de Batismos, Porto. 1876. Etombo. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 63

     

      Padre Alfir Barreto Araújo nasceu a 05 de abril de 1918, filho de Francisco das Chagas Araújo e de Alzira Barreto Araújo. O Monsenhor Alzir foi batizado como Dephir, e no crisma trocou o prenome.“Dephir, (Alfir) filho legítimo de Francisco das Chagas Araújo e de Alzira Barreto Araújo nascido a cinco de abril de 1918, foi pelo Reverendo Padre Linhares solenemente batizado aos vinte e seis de abril de 1920; foram padrinhos, Alcebíades Dracon Barreto e Domitila Rodrigues Araújo. E para constar lavrei este assento que assino. O Vigário Eurico de Melo Magalhães.” Cf. Livro de Batismos, Sobral.

        

   Padre Aloísio Ferreira Lima nasceu em Pacoti, Serra de Baturité, no dia primeiro de maio de 1910, e foi batizado a onze de maio do dito ano, na Fazenda Manoel Vaz, Freguesia de Pacoti, pelo Vigário Padre Antônio Tabosa Braga. Faleceu vítima de atropelamento, na cidade do Rio de Janeiro, no dia oito de janeiro de 1971. Filho de de André Epifânio Ferreira Lima e de Maria Claudina Landim. Neto paterno do Doutor Temóteo Ferreira Lima, n. 22.10.1845, Baturité,  e de Maria de Souza Bezerra. Neto materno de francisco Rodrigues Pinheiro Landim e de  Josefa Dina. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 70,439. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica, Fortaleza. 2016. Vol. II. p. 778  

     

      Padre  Aloísio Furtado SJ, Aires de Montalbo nasceu a 29 de março de 1915, em Baturité, Ceará, filho de Vasco Furtado e Alexandrina Cordeiro. Termo de batismo:“Aos quatro de abril de 1915, na Matriz de (Nossa Senhora da Palna) Baturité, batizei solenemente a Aluízio, nascido a vinte e nove de março do dito ano, filho legítimo de Vasco Furtado e Alexandrina Cordeiro Furtado. Padrinhos, Hermenegildo Furtado e Carlota Cordeiro Lemos. Mandei fazer este  este termo. O Vigário Manoel Cândido dos Santos.”  Cf. Livro de Batismos, Baturité.familysearch.org. 94. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 73 .

     

      Padre Aloísio Mosca de Carvalho SJ. Nasceu no dia sete de abril de 1913, na cidade de Fortaleza, filho de João Paulo de Carvalho, falecido a 13.01.1932, e de Bianca Mosca de Carvalho. O Padre Aloísio faleceu a 14 de dezembro de 1983, em Recife, Pernambuco. Termo de batismo:“No dia quatro de maio de 1913, o Reverendo Frei Silvério, batizou solenemente na Igreja do Coração de Jesus, a Aloízio, nascido a 08 (oito) de abril do dito ano; filho legítimo de João Paulo de Carvalho e Bianca Mosca de Carvalho, sendo pp Luiz Mosca Italiano e Carolina Mosca. Do que lavrei este termo que assino. O Cura, Padre João Alfredo Furtado.” Anotado à margem: Recebeu o Subdiaconato no dia três de agosto de 1943, no Seminário São Leopoldo, RS. O Cura Monsenhor Luís de Carvalho Rocha. Cf. Livro de Batismos, São José da Catedral, Fortaleza. 1912/1913. familysearch.org. 387. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 74,354.

     

         Frei Ambrózio Bezerra Lobo, Frei Agantagelo de Crato nasceu a 31 de maio de 1928, filho de Cícero Bezerra Lobo e de Maria Rodrigues Bezerra. Termo de batismo:“Aos quatorze de junho de 1928, nesta Igreja Catedral de Nossa Senhora da Penha (do Crato) batizei solenemente a Ambrózio, nascido a trinta e um de maio deste ano, filho legítimo de Cícero Bezerra Lobo e Maria Rodrigues Bezerra. Foram padrinhos, o Doutor Otacílio Macedo e sua mulher Maria Rocha Macedo. Para constar fez-se este assento que assino. O Vigário Monsenhor Francisco de Assis Feitosa.” Cf. Livro de Batismos, Crato. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 82.

     

        Padre Ambrósio Rodrigues Machado nasceu a 07 de dezembro de 1792, em Quixeramobim, filho do Capitão Mor Manoel Antônio Rodrigues Machado nasceu aos quatro dias do mês de janeiro de 1757, no lugar de Fontes, Distrito de Vila Real, e de D. Luzia Maria Pessoa, batizada a 02 de janeiro de 1764, na Capela de N. Senhora da Conceição da Barra Sitiá, Banabuiú. Ordenou-se a 08 de setembro de 1815, em Salvador, Bahia. Vigário de Campo Maior, Piauí. Deputado Provincial, 1835/1837. Faleceu a 31 de outubro de 1837, na Barra do Figueiredo.

     

       Monsenhor André Viana Camurça nasceu a 11 de abril de 1913, e foi batizada na Igreja do Coração de Jesus, no dia três de maio de 1914, pelo Frei Mansueto. Filho de José de Araújo Camurça e de Lídia Viana Camurça. Cf. Livro de batismos, Fortaleza. Catedral.

Anotado: André Camurça de Araújo, f. de André Nogueira Pinto Camurça e de  Maria Rosenda da Conceição (?) casou-se a 1º de setembro de 1887, no Sítio M.?. Freg. de Canindé, com Isabel Paulino de Araújo, n. Baturité, f. de José Estarquilino de Araújo e de Carolina Paulino de Araújo.  Cf. LMat. Canindé. Francisco Camurça de Araújo f. de André Nogueira Pinto Camurça e de Maria Camurça de Araújo, casou-se a 27.11.1883, na Fazenda Umari, Freguesia do Canindé, com Francisca Paulimo de Araújo, filha de José Estarquilino de Araújo e de Carolina Paulono de Araújo.   Cf. LMat. Canindé. Luís Camurça de Araújo f. de André Nogueira Pinto Camurça e de Maria Camurça de Araújo, casou-se a 21 de junho de 1886, Frge. Canindé, com Maria Paulino de Araújo, filha de José Estarquilino de Araújo e de Carolina Paulono de Araújo.  Cf. LMat. Canindé.   Marcelo Ayres Camurça Lima   Joaquim Camurça de Araújo n. Canindé, 22 anos, f. de ñ diz, casou-se a 29 de junho de 1890, na Capela da Caiçarinha, filial da Ig. Paroquial da Vila de Canindé, com Paulina Maria de Araújo, f. de ñ diz,  21 anos natural e batizada na Freg. de Canindé.  Cf. LMat. Canindé.

Marcos de Araújo Camurça f. de João de Araújo Camurça e de Vicência Maria Bar.?,, casou-se a 28.07.1886, Freg. Canindé, com Maria Sant’Ana de Jesus, filha de José Gonçalves .?. e de Bernarda Maria de Jesus.  Cf. LMat. Canindé.

Raimundo de Arruda Câmara c.c. Maria Ribeiro Câmara, pais de Deusdedit Câmara n. Aracoiaba, 20 anos, casou-se a 17.06.1944, na Ig. Navegantes, com Maria da Conceição Campos, n. Aracoiaba, 16 anos, filha de Augusto Campos de Barros e de Artrícia Ftriere da Silva. Cf. L Mat Navegantes. 

     

   Monsenhor Antero José de Lima nasceu a na Fazenda Estreito, Arneiroz, Inhamuns, no dia 31 de dezembro de 1845, filho de Gabriel José Pequeno Ibiapina e de Antônia Cândida de Lima. Livro de Batismos, Arneiroz. La79.

     

   Monsenhor Antônio Alexandrino de Alencar nasceu a 25 de novembro de 1843, em Assaré, Ceará, filho de Alexandre da Silva Pereira e de Alexandrina Benigna de Alencar. Termo de batismo.Antônio, filho legítimo de Alexandre da Silva Pereira e de Alexandrina Benigna de Alencar, nasceu a vinte e cinco de novembro e 1843 e foi batizado no dia oito de dezembro no mesmo ano pelo Reverendo Antônio Pereira de Oliveira e Alencar e sendo padrinhos o mesmo Padre Antônio Pereira de Oliveira e Alencar e Maria Isabel da Penha. E para constar mandei lançar este termo por assinado. O Vigário, José Tavares Teixeira.” Cf. Livro de Batismo de Assaré. 

     

   Padre Antônio Alves de Carvalho nasceu a 28 de outubro de 1873, em Sobral, filho de Antônio Alves de Carvalho e de Francisca Cândida de Carvalho, segunda esposa, casada a 16 de maio de 1864. Neto paterno de João da Rocha Carvalho e de Bernardina Francisca de Menezes. Neto materno de José Vitorino de Menezes e de Maria Sabina do Livramento. Termo de batismo.Antônio filho legítimo de Antônio Alves de Carvalho e de Francisca Cândida de Carvalho e de Dona Francisca Cândida de Carvalho nasceu a vinte e cinco de outubro de 1873 e foi batizado solenemente por mim na Capela do Rosário a quatro de janeiro de 1974: Padrinhos o Major Francisco Alves de Carvalho representado pelo Tenente Coronel José Antônio Moreira da Rocha e Dona Irene Ermelinda de Lima. E para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário, Vicente Jorge de Souza". Cf. Livro de Batismos, Sobral. 

     

    Padre Antônio Alves de Miranda Varejão nasceu no ano de 1797 na Vila do Icó.

Na tarde do dia 30 do presente mês pretendo entoar o hino Te Deum Laudamus nessa filial Capela de Nossa Senhora dos Prazeres na presença do Senhor Sacramentado em ação de graças pela salvação de tantas almas que escaparam da mão da tirania, e pela felicidade que o céu nos tem oferecido pelo Governo Provisório; e como seja bem comum em benefício da Pátria espero que Vossas Mercês me acompanhem com a sua honrosa assistência em tão piedoso ato para maior >] desses povos. Deus guarde as pessoas de Vossas Mercês. De Vossas Mercês Amigo, Criado e Capelão (a.) O Cônego Vigário Antônio Alves de Miranda Varejão Senhor Juiz Ordinário, e mais Camaristas da Vila de Massaió. Reconheço o sinal supra ser do Vigário Antônio Alves de Miranda Varejão por ter visto do dito sinais semelhantes. Vila das Alagoas, 3 de janeiro de 1818. (Sinal Público) Em testemunho de verdade o Tabelião (a.) João de Deus do Amaral, Cf. Ministério da Educação e Cultura. Documentos Históricos. Revolução de 1817. Vol. CIV. Biblioteca Nacional. RJ. 1954.

   Um Antônio Alves de Miranda Varejão em doze de novembro de 1794 foi nomeado para o cargo de mestre de primeiras letras em Aracati, com ordenado de cem mil réis anuais.  Fonte:Revista Instituto do Ceará. 2010.

   Antônio Alves de Miranda Varejão c.c. Francisca Ermelinda de Souza pais de Inácio. Termo de batismo de Inácio. “Inácio filho de Antônio Alves de Miranda Varejão, Católico Romano da profissão  Guarda Cívica e de Francisca Ermelinda de Souza da seita Evangelista, casados 'protestantemente' nasceu a quinze de outubro de 1887 e foi por mim solenemente batizado nesta Catedral (de Fortaleza) aos dez de abril de 1888, sendo padrinhos Manoel Francisco de Souza e Idalina Maria da Conceição. E para constar mandei fazer este assento que assinei. O Vigário, José Teixeira da Graça.” Livro de Batismos, Fortaleza. 

   João Álvares de Miranda Varejão, solteiro, no dia três de dezembro de 1777, Igreja Matriz de N. Senhora da Assunção da Vila da Fortaleza, é padrinho de Félix, filho de  Bernardina da Silva, natural da Freguesia de N. Senhora da Assunção, Fortaleza, e de Félix de Oliveira Ledo, natural do Cariri de Fora, Paraíba, filho de Félix de Oliveira Ledo, do Cariri de Fora, Paraíba, e de Maria do Ó de Freitas, de Goiana, Pernambuco. Moradores no Porangabussu, atual Bairro Rodolfo Teófilo, Fortaleza.

   O Escrivão João Alves de Miranda Varejão e sua mulher D. Isabel Vieira de Melo a  três de maio de 1779, na Igreja Matriz de Fortaleza, são padrinhos de Isabel, filha de Joaquim Tavares da Luz nasceu na Freguesia de Santo Antônio do Recife, Pernambuco, e de Ana Maria da Assunção, n. Fortaleza. ... Que foi juiz parcial demonstra-o a parte saliente por ele tomada no processo de responsabilidade instaurado contra o escrivão da Provedoria, o pernambucano Antônio de Castro Viana, por denúncia de João Alves de Miranda Varejão, processo que tantos desgostos acarretou a André Ferreira Guimarães e ao próprio Varejão, que viu-se forçado a fugir para a Bahia e depois para Lisboa; que era ávido de dinheiro provam o referido processo e a questão das propinas por lutos oficiais e luminárias, que agitou no seu tempo as Câmaras da Capitania. Cf. Barão de Studart. Notas para a História do Ceará. 

     

   Padre e Licenciado Antônio Barbosa Gerez nasceu no ano de 1708, em Recife, Pernambuco. Vigário da Vila do Icó, Ceará cujo mandato termina a 24.12.1734, assumindo a vara do Icó, o Padre Valério Gomes de Castro. Padre Gerez Gerês, Geroez. Gerês sobrenome original da Freguesia de Campo do Gerês, Terras de Bouro, Braga anotado no Ceará do ano de 1726/1756.

     

     Dom Antônio Batista Fragoso nasceu no dia dez de dezembro de 1920, no Sítio Riacho Verde, Freguesia de Santa Maria Madalena de Teixeira, Paraíba, filho de José Fragoso da Costa e de Maria José da Purificação Batista.

   Dom Fragoso foi o primeiro Bispo de Crateús, Ceará. Faleceu em João Pessoa, a 12 de agosto de 2006. Tomou posse como Bispo de Crateús, a 28 de abril, logo em seguida ao golpe militar de 1964, e tendo por vizinho próximo o 40º Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro, sediado em Crateús. Apesar de tudo foi atuante em defesa dos perseguidos, e manteve forte ligação com os participantes da JEC, JOC e JUC, Juventude Universitária Católica, Fortaleza, e seu braço político a Ação Popular, AP, onde foi ouvido e estimado. Dom Fragoso não adotou a imponência de Bispo, era simples. Usava calça e camisa, com a cruz na lapela, sentava no chão com os jovens - a falta de cadeira, reuniões clandestinas, - e marcou e orientou aqueles que tiveram o privilégio de com ele conviverem. “Não havia estratégias  com armas, havia mais 'idealismos’ e discursos”. Destacou-se na defesa dos direitos humanos e políticos no Brasil, principalmente no período mais opressor da Ditadura Militar. Com a ajuda de amigos e discípulos, colaborou e possibilitou a saída do Brasil, de inúmeras pessoas perseguidas pelo crime de ideia, via Porto do Mucuripe, que funcionou como um farol para a liberdade. O esquema era engenhoso, face aos atuantes Serviços de Inteligência da ditadura (eram ainda mal organizados), mas a ‘fuga’ necessitava de planejamento, pois qualquer falha comprometia não somente aquele que se pretendia ajudar, mas os outros participantes do processo. Então via de regra, era seguido o antigo e valioso ensinamento: um membro nunca tinha conhecimento total da operação. Cada um sabia apenas o mínimo necessário. Por exemplo, deixar um automóvel parado na Av. Beira Mar, em frente ao Bar do Anísio, às 17 horas, com a chave de ignição escondida por debaixo do tapete. Retornar às 20 horas para recolher o veículo na Av. dos Jangadeiros, Praia de Iracema, ao lado do Restaurante Lido. Nada mais lhe era passado, pois se ele caísse, não tinha como entregar os demais quando da inevitável sessão de tortura.  Inúmeros os tipos de serviços prestados na operação SAÍDA do BRASIL. Desde acolher, (esconder como se criminoso fosse), a pessoa em sua casa, a emprestar um carro, dinheiro, contactar com os tripulantes - Imediato ou Capitão de Longo Curso - do navio, ou conduzir até o navio, na etapa final, a mais difícil, por ter de transitar com ‘inocente-culpado’ e a alegria de obter êxito ao livrar alguém de injusta prisão, tortura e/ou morte. Tempo de solidariedade, fazendo o bem sem saber a quem.

  Termo de batismo “Aos doze dias do mês de dezembro do ano de 1920, nesta Matriz do Teixeira, (Paraíba), batizei solenemente a Antônio, nascido nesta Freguesia aos dez do dito mês e ano, filho legítimo de José Fragoso da Costa e Maria José Batista da Costa, moradores nesta Freguesia. Foram padrinhos, Domingos Fragoso das Neves e Minervina Batista Guedes. E para constar mandei lavrar este assentamento que assino. O Vigário Cônego Vicente Ferreira Rocha.” Anotado à margem: Antônio extraído para ser Padre no Seminário de João Pessoa, aos 03.06.1943. No dia 25 de março de 1957 foi nomeado Bispo (Auxiliar de São Luís do Maranhão).

   Termo de casamento dos pais de Dom Fragoso:“Aos treze de junho de 1919, servatis servandis na minha presença e das testemunhas José Maria Xavier da Silva e Raimundo Nonatos Batista, e não havendo impedimento, se receberam em matrimônio na Matriz de Santa Maria Madalena (do Teixeira, Paraíba), José Fragoso da Costa e Maria José da Purificação Batista. E para constar mandei fazer este assento. O Vigário Cônego Vicente Ferreira Rocha.” Cf. Livro de Matrimônios, Santa Maria Madalena, Teixeira. familysearch.org. Cf. Livro de Batismos, Santa Maria Madalena, Teixeira. familysearch.org. 80. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 110.       

Irmãos anotados de Dom Antônio Batista Fragoso. Uma irmã e cinco irmãos. Entre eles:

   Frei  (Estandislau) Domingos FragosoO. Carm. Termo de batismo:“Aos onze dias do mês de janeiro do ano de 1925, nesta Matriz do Teixeira, batizei solenemente a Estandislau, nascido nesta Freguesia aos sete do dito mês e ano, filho legítimo de José Fragoso da Costa e Maria José da Purificação, moradores nesta Freguesia. Foram padrinhos, Domingos Fragoso das Neves e Ubaldina Batista das Neves. E para constar mandei lavrar este assentamento que assino. O Vigário, Cônego Vicente Ferreira Rocha.” Cf. Livro de Batismos, Santa Maria Madalena, Teixeira. familysearch.org.

   Frei (Luís) Hugo Fragoso Batista, OFM nasceu aos 16 de julho de 1926 na cidade de Teixeira no sertão paraibano. Filho de José Fragoso e Maria José, foi o quarto de sete filhos.  De 1939 a 1941 estudou o curso ginasial no Colégio Seráfico de São Pedro Gonçalves em João Pessoa – PB, seguindo logo após, de 1942 a 1944, para o curso clássico em Lagoa seca – PB. Ingressou no noviciado em 1945, em Olinda – PE, e, por costume das Ordens Religiosas trocou o nome de batismo (Luis) para Hugo. Emitiu os primeiros votos em 1946, os votos solenes em 1949, e foi ordenado presbítero em 1951, seguindo logo depois para Roma, onde morou até 1956 e doutorou-se em História da Igreja pela Pontifícia Universidade Antoniano. Faleceu a 02.11.2016, em Salvador, Bahia. Termo de batismo:“Aos vinte e dois dias do mês de julho do ano de 1926, nesta Matriz do Teixeira, batizei solenemente a Luís, nascido nesta Freguesia a dezesseis do dito mês e ano filho legítimo de José Fragoso da Costa e Maria José Batista da Costa, moradores nesta Freguesia. Foram padrinhos, João Ferreira Campos e Teresa de Jesus Campos. E para constar mandei lavrar este assentamento que assino. O Vigário, Cônego Vicente Ferreira Rocha.” Anotado à margem: Extraído para entrar no Seminário Seráfico de Ipanarana. 11.08.1942. Cf. Livro de Batismos, Santa Maria Madalena, Teixeira. familysearch.org. 

     

   Antônio da Silva Fialho, Padre e Educador, nasceu a 24 de maio de 1811. Filho de Luís da Silva Fialho nasceu na Freguesia de N. Senhora da Conceição, Distrito de Leiria, e de Inês Maria de Jesus. Termo de casamento.Aos dezessete dias do mês de setembro de 1789 de tarde, na Igreja Matriz de Sobral, feitas as denunciações conforme o Sagrado Concílio Tridentino nesta dita Matriz donde a nubente é natural, e ambos os Nubentes moradores, sem impedimento algum como consta dos banhos que ficam em meu poder e tendo o nubente justificado a menoridade com que veio para esta Freguesia em presença do Reverendo Padre Manoel Álvares de Farias Pinto, de minha licença, em presença das testemunhas Antônio Furtado dos Santos e Manoel José Braga e mais pessoas conhecidas e moradoras nesta Freguesia, se casaram solenemente por palavras de presente em face da Igreja Luís da Silva Fialho filho legítimo de Antônio da Silva Fialho e de sua mulher Maria José de Sá, com Inês Maria de Jesus, filha legítima de Antônio Álvares de Sá e de sua mulher Isabel de Barros e logo receberam as bênçãos nupciais conforme os Ritos e Cerimônias da Santa Igreja do que para constar fiz este termo que assinei. Basílio Francisco dos Santos, Cura e Vigário de Sobral.” Cf. Livro de Matrimônios, Sobral. 

     

   Dom Antônio de Almeida Lustosa nasceu na cidade de São João Del Rei, Minas Gerais, a 11 de fevereiro de 1886, filho de João Baptista Pimentel Lustosa e D. Delfina Eugênia de Almeida. Arcebispo de Fortaleza, 1941/1963. Termo de batismo de Dom Antônio de Almeida Lustosa.“Aos oito de abril de 1886, nesta Matriz de Nossa Senhora do Pilar, batizei solenemente a Antônio, inocente, nascido aos onze de fevereiro do mesmo ano e filho do Doutor João Baptista Pimentel Lustosa e Delfina Eugênia de Almeida Lustosa; foram padrinhos João, digo o Doutor Pedro d’Alcântara d’Almeida Magalhães, representado por Joaquim de Almeida Lustosa e Laura d’Almeida Lustosa, sobre a proteção de Nossa Senhora da Conceição. E para constar lavro e asigno o presente termo. Francisco de P. da .?., Pároco". Fonte: Livro de Batismos, N. Senhora do Pilar, S. João Del Rei, MG. 

   Termo de casamento dos pais de Dom Antônio de Almeida Lustosa.

  “Aos nove dias do mês de setembro de 1869, pelas cinco horas da tarde, em Oratório particular, em casa do Tenente Coronel Sabino de Almeida Magalhães, depois de feitas as diligências conforme os canones, O Reverendo Antônio Mariano Pereira Pimentel, assistiu de licença, a se receberem em matrimônio por palavras de presente o Doutor João Baptista Pimentel Lustosa e D. Delfina Eugênia de Almeida, aquele filho legítimo de Joaquim da Silva Lustosa e esta do Tenente Coronel Sabino de Almeida Magalhães e de D. Delfina Leocádia de Magalhães: foram testemunhas o Capitão Custódio de Almeida Magalhães e Sabino, digo Francisco Sabino de Almeida Magalhães e muitas outras pessoas que assistiram. O Cônego Francisco Antônio d’A.?.” Fonte: Livro de Matrimônios, N. Senhora do Pilar, S. João Del Rei, MG.  

    Divulgaram que Dom Lustosa era primo do Doutor Tancredo de Almeida Neves, o que é um equívoco.

  Tancredo de Almeida Neves nasceu na cidade de São João Del Rei, Minas Gerais, a 04 de março de 1910, filho de  Francisco de Paula Neves e de Antonina de Almeida. Termo de batismo. “Aos quatorze de agosto de 1910, batizei solenemente a Tancredo, nascido a quatro de março último, filho legítimo de Francisco de Paula Neves e de D. Antonina de Almeida Neves. Padrinhos, o Dr. Elói dos Reis Silva e Maria da Conceição Silva. O Vigário Gustavo Ernesto Coelho.” Fonte: Livro de Batismos, N. Senhora do Pilar, S. João Del Rei, MG. 

   Termo de casamento dos pais de Tancredo de Almeida Neves.Francisco de Paula das Neves, filho legítimo do Coronel José Juvêncio das Neves e Antonina (?) Homem de Almeida, filha legítima de Antônio (?) Homem de Almeida. Testemunhas, o Doutor Fausto Neves e Virgílio da Silva. Dois de maio de 1903, o Vigário Gustavo Ernesto Coelho.”  Fonte: Livro de Matrimônios, N. Senhora do Pilar, S. João Del Rei, MG. 

     

      Padre Antônio de Oliveira Pinto, SJ nasceu no dia trinta de janeiro de 1868, na Freguesia de Santa Maria Maior da Vila de Covilhã, Castelo Branco, Portugal, filho de Antônio da Costa Oliveira e de Joana Maria José Delgado. Neto paterno de José Lourenço de Oliveira e de Bernarda da Costa. Neto materno de Manoel de C. Delgado e de Teresa Gonçalves. Termo de batismo:“Aos vinte e oito dias do mês de março do ano de 1868, nesta Igreja Paroquial de Santa Maria, Diocese da Guarda; pôs os Santos Óleos e cumpriu as mais cerimônias de batismo solenemente a um indivíduo do sexo masculino a que dei o nome de Antônio, o qual nasceu nesta Freguesia a uma hora da noite do dia trinta de janeiro do dito ano, o qual foi batizado por necessidade pelo Reverendo Prior desta Freguesia a oito de fevereiro do mesmo ano; filho legítimo e segundo do nome do matrimônio de Antônio da Costa Oliveira, proprietário, natural da Freguesia de São Silvestre, (Concelho e Distrito de Coimbra), e de Joana Maria José Delgado, proprietária, natural desta Freguesia; neto paterno de José Lourenço de Oliveira e de Bernarda da Costa, e materno de Manoel de C. Delgado e de Teresa Gonçalves. Foram testemunhas João da Costa Oliveira Pinto, estudante e sua irmã Maria do Patrocínio, irmãos do batizado; os quais conheço por serem os próprios. E para constar lavrei esta justificação que depois de conferida perante as testemunhas que comigo assinaram; era ut supra. O Vigário Manoel Inácio Dias.” Cf. Livro de Batismos,  Santa Maria, Guarda.

   O Padre Antônio de Oliveira Pinto veio para o Brasil, no ano de 1919, banido por razões políticas, pelo governo republicano português. Nomeado a três de dezembro de 1919, Superior da Missão dos Jesuítas no Norte do Brasil. Iniciador da Escola Apostólica Beato Inácio de Azevedo, encravada na encosta oriental da Serra de Baturité, cuja pedra fundamental foi lançada a três de dezembro de 1922.  Considerado o verdadeiro iniciador da Fundação Jesuítica do município de Baturité. Faleceu em Portugal no dia 17 de março de 1933. Cf. Livro de Batismos, Santa Maria, Castelo Branco. Etombo. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 132. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica. Fortaleza. 2016. Vol. I. p. 148.

     

        Padre Antônio de Souza Barros nasceu a dezoito de março de 1858, na propriedade de seus pais, Fazenda do Riacho do Meio, Santa Quitéria, Ceará, filho de Simeão de Barros Galvão e de Rufina Isabel de Souza. O Padre Antônio foi Vigário de Redenção, 1885/1911 e Deputado Provincial, 1884/1885. Faleceu a 29 de agosto de 1911, em Redenção, Ceará.

Termo de batismo:Antônio, branco, filho legítimo de Simeão de Barros Galvão e Rufina Isabel de Souza, nasceu a dezoito de março e a 02 (dois) de maio de 1858 foi por mim Padre Herculano Bernardino Ferreira Gomes batizado solenemente com os Santos Óleos, de licença do Reverendo Pároco, em desobriga, na Fazenda do Riacho do Meio: foram PP o Major Félix José de Souza e Isabel Rodrigues de Faria por procuração que apresentou D. Maria Rodrigues de Faria. Do que para constar fiz este assento em que assino o mesmo Pároco Vigário Francisco Manoel de Lima Albuquerque.”   Cf. Livro de Batismos, Santa Quitéria. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 134. 

     

   Padres Antônio de Souza Rego, Benedito de Souza Rego e José da Costa Leitão, filhos de Antônio de Souza Rego e de Nazária, Vicência Ferreira de Matos, casados a 10 de fevereiro de 1810, na Capela de Nossa Senhora do Rosário do Tauá, filial da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Paz de Arneiroz. Neto paterno de Jacinto de Moraes Rego e de Maria Álvares Feitosa. Neto materno de José de Araújo Chaves e de Eleutéria de Matos. Termo de casamento. “Aos dez de fevereiro de 1810, na Capela do Tauá de Nossa Senhora do Rosário filial desta Matriz de Arneiroz de Nossa Senhora da Paz, de minha licença em presença do Padre Manoel Antônio de Souza e das testemunhas, Capitão Mor José Álvares Feitosa e Antônio José Pinto Bandeira se receberam solenemente por palavras de presente em matrimônio Antônio de Souza Rego e Vicência Ferreira de Matos, o nubente filho legítimo do Capitão Jacinto de Moraes Rego e de Maria Álvares Feitosa, natural desta mesma Freguesia, e a nubente filha legítima do Capitão José de Araújo Chaves e de Dona Eleutéria, Quitéria de Matos Vasconcelos, natural desta mesma Freguesia e logo receberam as bênçãos na forma que manda a Santa Igreja e para constar mandei escrever este assento e me assinei. O Vigário, Manoel Vieira da Silva.” Cf. La7-63,63v.  Cf. La7-63,63v. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 136,244. Vol. II. p.362.

     

   Padre Antônio Gomes de Araújo nasceu no dia seis de janeiro de 1900, filho de José Nicodemos da Silva Basílio e de Maria Gomes de Araújo Lima. Neto paterno de Basílio Gomes da Silva. Ordenado Padre a 17 de abril de 1927, Crato. Professor e pesquisador. Faleceu no dia 26 de janeiro de 1989. Termo de batismo: “Aos vinte e dois dias do mês de janeiro do ano de 1900, nesta Igreja Paroquial da Vila de Brejo Santo, neste Bispado do Ceará, batizei solenemente ao párvulo Antônio, nascido aos seis do dito mês e ano, filho legítimo de José Nicodemos da Silva e de Maria Gomes de Araújo Lima, naturais e batizados nesta Freguesia. Foram padrinhos, José Florentino de Araújo Lima e Antônia Gomes da Silva, casados, os quais conheço pelos próprios. E para constar mandei lavrar este termo que assino. O Vigário Francisco Lopes Abath.” Cf. Livro de Batismos, Breja Santo. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 147.

     

    Padre Antônio Gomes Silvestre Pimenta de Aguiar nasceu a 31 de dezembro de 1769, e foi batizado a 1º de janeiro de 1770, na Capela da Barra do Sitiá. Padrinhos, Manoel Pereira de Souza, morador em Pernambuco, casado, e Vicência Correia de Souza, casada com João de Montes Pereira. Filho de José Pimenta de Aguiar nasceu aos dezessete dias do mês de setembro de 1731, no lugar da Parada, Distrito de Vila Real, e de Vicência Gomes Barreto, Vicência Gomes Murta, n. na Freguesia de Russas. Ordenou-se Sacerdote,e residiu em Aquiraz. Padrinho e Padre a 26 de janeiro de 1801. Cf. Ungidos do Senhor, op. cit, Vol. I. p. 150 LQb1-38 Siará Grande, op. cit.

     

   Padre Antônio Gonçalves da Cunha Linhares Antônio Gonçalves da Cunha nasceu no ano de 1738, em Natal, Rio Grande do Norte.  Proprietário na Missão do Caijuru, Rio Grande do Norte e por anos missionou na Ribeira do Acaraú, Ceará. Filho de Domingos da Cunha Linhares nasceu aos três dias do mês de abril do ano de 1700, no lugar de Vinhas, Distrito de Viana do Castelo, e de Dionísia Alves Linhares nasceu no Rio Grande do Norte onde se casou-se a 09 de janeiro de 1736, na Capela do Senhor Santo Antônio do Potigy, Potengi, Freguesia de Nossa Senhora da Apresentação, (Natal), São Gonçalo do Amarante, Rio Grande do Norte. Cf. Siará Grande, op. cit.

     

   Padre Antônio José Moreira nasceu a 05 de setembro de 1773, e batizado a 15 do dito mês e ano, na Igreja Matriz das Russas, pelo Padre Frei Estandislau de Santa Teresa, Carmelita da Reforma.  Padrinhos, João Francisco de Sam Payo, solteiro, residente no Aracati,  PP apresentada por outro João Francisco de Sam Payo, morador na Vila de Russas e casado em Portugal, tantum. Antônio José Moreira, Padre, Vigário de Fortaleza, e Político, filho do Sargento Mor José Antônio Moreira nasceu no ano de <1744> na Freguesia de São Lourenço, Leiria e de Marta Angélica da Costa Oliveira, natural da Freguesia de Russas. Neto paterno de José Moreira e de Maria Domingues de Lima. Neto materno de Amaro José da Costa, n. Lisboa, e de Josefa Maria de Oliveira, n. Sergipe Del Rey. Cf. Siará Grande e  Ungidos do Senhor, Vol. I. p. 159.

     

   Padre Antônio José Ribeiro nasceu na Freguesia do Icó, filho de Bernardino Ribeiro Campos nasceu a 30 de junho de 1778, e batizado a 06 de julho seguinte, na Igreja Matriz de N. Senhora da Expectação do Icó, pelo Padre Roque de Lima Raimundo, sendo seus padrinhos, Bernardo Duarte Brandão, solteiro e Dona Ana Gertrudes, casada. Casado o Bernardino Ribeiro Campos com Dona Gertrudes da Silva do Monte Serrate. Neto paterno de José Felipe Coelho, Alferes, nasceu a 27 de setembro de 1733, Distrito do Porto e de Joana da Silva dos Santos, também conhecida como: Joana dos Santos da Silva n. 1745, na Freguesia do Icó, batizada a 02 de junho de 1745, sendo padrinhos o Tenente João Ferreira Lima e Ângela da Silva, mulher do Comissário Francisco Pereira de Carvalho. Padre Antônio Irmão de:

 - Agostinho José Tomás de Aquino que faleceu envenenado a 10 de fevereiro de 1842. Deputado Provincial e Vice Presidente da Província do Ceará. Coronel, político de influência, no Partido Conservador. Guilherme Studart, Barão de Studart, homem ponderado, detestava a Agostinho, acusando-o de co - partícipe do misterioso assassinado do seu bisavô materno Major João Facundo de Castro Menezes, acontecido em Fortaleza a 08 de dezembro de 1841.

- Bernardino José Tomás de Aquino, Capitão nasceu na Freguesia do Icó, Ceará. Casou-se (1) com Rita Francisca de Jesus. Casou-se (2) dispensado no 2° grau, a 12 de julho de 1826, na Igreja Matriz de N. Senhora da Expectação do Icó, com Clara Claudina do Rosário, n. Icó, Ceará, filha de Frutuoso Dias Ribeiro e de Maria Teresa de Jesus. Cf. Li3-35,65 Li5-42,65.

     

   Padre Antônio Leite de Oliveira residiu no Sítio Venda, onde manteve um Oratório, administrando Sacramentos, determinando em seu torno, o surgimento de um núcleo humano, se expandido com a construção da Capela de São Benedito, edificada por Benedito José dos Santos, homem preto, e depois com a iniciativa do Coronel Francisco Xavier de Souza, erigiu-se a Capela do Senhor Menino Deus. Finalmente a Povoação da Venda, a 10 de novembro de 1883, passou a Vila d’Aurora, instalada a 30 de maio de 1885, extinta a seguir, e definitivamente emancipada a 30 de dezembro de 1938.

   O Padre Antônio Leite de Oliveira, filho de Úrsula Leite de Oliveira e de Venceslau da Costa Moreira, batizado a 20 de outubro de 1739, na Igreja Matriz das Russas, por padrinho, Manoel Simoens Homem Júnior. Neto paterno do Tenente Plácido Pereira de Freitas, n. na Freguesia da Sé de Olinda, e de Maria Manoela de Souza, n. na Vila do Recife, Pernambuco. Neto materno de Antônio Leite de Oliveira, natural do Rio Grande do Norte, casado a 30 de janeiro de 1740, na Capela de Uruaú, Beberibe, com Plácida de Souza Marinho, n. Russas, filha de Izidoro de Souza Marinho e de Maria Calado. Irmão do Padre  Reinaldo da Costa Moreira. Ungidos do Senhor. Vol. I. p. 162 e III p. 371. Ver Siará Grande, op. cit. Título Alexandre Leite de Oliveira.

 Padre Antônio Leite de Oliveira e D. Josefa Leonor da Encarnação, tronco dos LEITE de Aurora, Ceará, pais de:

1.1. Antônio Lima de Mendonça.

1.2. Venceslau Patrício.

1.3. Ana Raquel.

1.4. Antônia.

1.5. Maria Luíza.

     

   Antônio Pinto de Mendonça batizado a 04 de abril de 1803, na Igreja Matriz do Aracati. Ordenado Padre pelo Seminário de Olinda, 12 de fevereiro de 1827, Vigário de Fortaleza, 1827/1831. Visitador, Vigário Colado de Quixeramobim, 1834/1872, onde faleceu a 15 de abril de 1872. Filho de Joaquim Bernardo Mendonça Ribeiro Pinto nasceu na Freguesia de São Pedro Gonçalves, Recife, Pernambuco, e de Francisca Nunes de Bulhões, n. Aracati. Neto paterno de Antônio Ribeiro Pinto de Mendonça nasceu em Lisboa, e de Maria Joaquina de Jesus nasceu em Pernambuco. Neto materno de João Damasceno Ferreira, Doutor, (Advogado) n. Goiana, Pernambuco, e de Francisca Xavier da Assunção. D. Francisca Xavier da Assunção, n. na Freguesia do Aracati, branca, faleceu com 46 anos de idade, no dia 17 de junho de 1807, com todos os sacramentos, e foi sepultada na Igreja Matriz do Aracati, das grades acima. Aracati CD1 L3 Óbitos 270. Pai de:

  1. Antônio Pinto de Mendonça nasceu a 03 de outubro de 1839. Bacharel em Direito pela Faculdade do Recife. Magistrado, Deputado Provincial e Geral. Casou-se com Amália Barros, Amélia Mena Barreto de Barros, filha do Marechal João do Rego Barros Falcão. Pais de:

1.1. Sara faleceu com a idade de dezoito meses, de “espasmo”, a 21 de julho de 1877, na cidade de Fortaleza, e foi sepultada no cemitério da cidade referida.

1.2. Amélia, branca, nasceu a 06 de agosto de 1863, e foi batizada a 11 de novembro seguinte, no Oratório Privado do Reverendo Doutor Antônio Elias Saraiva Leão, Quixeramobim, e foram padrinhos o Reverendo Cônego Antônio Pinto de Mendonça (avô da batizanda) e Dona Isabel Maria da Rocha. Cf. Livro de Batismos, Quixeramobim. 1862/ 1865. familysearch.org. 91.

     

   Padre Antônio Tabosa Braga nasceu em Itapipoca a 19 de dezembro de 1874 e foi batizado a 02 de fevereiro de 1875, pelo Vigário Antero José de Lima. Filho de Domingos Francisco Braga e de Ana Luíza Braga. Descendente de Domingos Francisco Braga nasceu no mês de dezembro do ano de 1700, na cidade de Braga. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. Vol. II. p. 623.

     

   Padre Antônio Teodósio Nunes nasceu a 07 de fevereiro de 1931, em Arneiroz, Inhamuns, filho de Joaquim Nunes Pereira e de Maria Januária de Souza. Intelectual, poliglota, genealogista. Proprietário de excelente biblioteca.

     

   Padre Antônio Thomaz Lourenço nasceu aos quatorze do mês de setembro de 1868, na cidade de Acaraú, Ceará, filho do Professor Gil Thomaz Lourenço de Maria e de Francisca Laurinda da Frota. Neto paterno de Thomáz Lourenço de Maria e de Angélica Maria de Vasconcelos, casados a 03 de agosto de 1826. Neto materno de Alexandre de Maria Frota de Vasconcelos e de Ana do Carmo Florinda de Souza.

   Cursou aulas de latim e francês em Sobral. Estudou no Seminário da Prainha, Fortaleza, onde recebeu o presbiterado a 6 de dezembro de 1891. Vigário de Trairi, Pró-Pároco e Vigário de Acaraú quando em 1924, por motivo de saúde, deixou o múnus paroquial. Eleito Príncipe dos Poetas Cearenses, no ano de 1925, em concurso aberto por Demócrito Rocha, Diretor da Revista Ceará Ilustrado. Membro da Academia Cearense de Letras (2ª fase) sócio correspondente do Instituto do Ceará, poliglota falava bem o francês, italiano, espanhol, inglês e entusiasta do Esperanto. O Padre Poeta, passarinheiro, piedoso e humilde, detestava o plágio. Enfermo foi então residir na cidade de Santana do Acaraú, terra dos seus maiores, na casa do seu irmão Tabelião Francisco Thomáz Lourenço. Faleceu a 16 de julho de 1941. Seu sepultamento realizou-se a 17 de julho, na Igreja Matriz de Santana do Acaraú, em túmulo ao lado direito do altar-mor, por ele próprio preparado, cerca de onze anos antes. De acordo com as disposições testamentárias, foi o cadáver sepultado sem ataúde, não sendo colocado no local nenhuma lápide, nenhuma inscrição, nenhum nome, nem sequer uma data para assinalar que jazem aqui os restos mortais do Reverendo Padre Antônio Thomaz, virtuoso Sacerdote Católico e consagrado Poeta. Seu irmão Francisco Thomáz Lourenço, c.c. Maria José Farias, pais de: - Rita Magdail Thomaz c.c. Domingos Braga Barroso f. de Antônio Barroso de Souza Carneiro e de Margarida Tabosa Braga. Pais de: Marta, Engª, Simão Pedro Thomáz Barroso, Eng°. Margarida, Profª, Ângela e Lúcia Engª Agrônomas. Rita Magdail Thomáz morou em prédio na Rua Oto de Alencar, lado leste da Praça do Liceu, (Praça Gustavo Barroso), Jacarecanga, Fortaleza, Ceará. - Dinorah Thomáz Ramos c.c. João Ribeiro Ramos  f. de Francisco Ramos dos Reis e de Joaquina Ribeiro Ramos.

Termo de batismo:Antônio, branco, filho legítimo de Gil Thomaz Lourenço de Maria e de Francisca Laurinda da Frota, nasceu aos quatorze de setembro de 1868, e foi por mim solenemente batizado nesta Matriz, (de Acaraú), aos vinte e três de outubro do corrente ano, e foram padrinhos: Alexandre da Frota de Maria e Angélica Francisca de Maria Veras. E para constar fiz este assento que assinei. O Vigário, Padre Antônio Xavier de Maria Castro. Cf. Livro de Batismos, Acaraú. 1867/1869. familysearch.org. 108. Cf. Barão de Studart. Diccionario Biobliographico. Ed. Typo-Lithographya. Fortaleza. 1910. 1° Vol. p. 138. Cf. RIC, 1941. p. 253. Cf. Dinorá Tomás Ramos. Padre Antônio Tomás Príncipe dos Poetas Cearense. Tipografia Paulina Editora. Fortaleza, Ceará. 1950. p. 202 e seguinte. Cf. Cf. Padre José da Frota Gentil. OS FROTAS. Ed. Gráfica Barbero. RJ. 1967. p. 110. Cf. Hugo Vitor (Guimarães e Silva). Sonetos Cearenses. Imprensa Oficial. Fortaleza - Ceará - 1938. p. 24. Cf.  Dolor Barreira. História da Literatura Cearense. Editora “Instituto do Ceará” Limitada. 1948. lo. Tomo. P. 193 a 207. Idem - 4º  Tomo. Edições do Instituto do Ceará. 1962. p. 43 a 109. Cf. Fco. Augusto de Araújo Lima, Famílias Cearenses Zero - Soares e Araújos no Vale do Acaraú, 2ª Ed. Ed. Expressão Gráfica, Fortaleza. 2011. p. 46. Cf. Livro de Batismos, Acaraú.  familysearch.org. 

     

   Padre Antônio Tomás de Serra  primeiro Vigário do Curato de São Gonçalo da Serra dos Cocos, atual, Mororó, Ipueiras, Ceará. Vigário de Campo Maior, Paróquia de Nossa Senhora dos Prazeres, Guaraciaba do Norte. Capelão da Capela de Santa Cruz, Bela Cruz, 1778. Cf. Siará Grande, op. cit.

     

   Antônio Xisto Albano nasceu a 06 de agosto de 1859, em Fortaleza, filho de Liberalina Angélica Teófilo da Costa e Silva e de José Francisco da Silva Albano, Barão de Aratanha.

   Dom Xisto ordenado Padre no dia 30 de maio de 1885. Faleceu a 22 de fevereiro de 1917, em Fortaleza. A Igreja do Coração de Jesus, na cidade da Fortaleza foi edificada por seus pais para ele exercer o seu sacerdócio. As duas quadras irregulares, na Avenida Duque de Caxias, ao fundo da Igreja, também foram doadas pela família Albano a Igreja Católica. Nomeado Bispo do Maranhão, a 18.03. 1901. Bispo resignatário. Cf. Ungidos do Senhor, op. cit. Vol. I. p. 211.

“No  dia  da  Natividade,  08.09.1890,  pelas 5 1/2 horas  da  tarde,  na Egreja  do  S.  Coração  de  Jesus, se  benzerá  solemnemente  oito  estatuas  do  tamanho  natural,  representando S.  Joaquim,  S.  Anna, S.  João  Evangelista,  S.  Francisco  de  Assis,  S.  Antônio,  S.  Vicento  do  Paula,  S.  Luiz  de  Gonzaga e a B.  Margarida  Maria  Alacoque. Pregará  n'esta  occasião o rvd. capellao  padre  Xisto  Albano. O acto  será presidido  pelo exm. e  rvdm.  Monsenhor  Governador do  Bispado,  e  terminar-se-ha  pela bemção  solemne  do  SS.  Sacramento.” Cf. Jornal O Estado do Ceará. ANO I Nº 39 – 06.09.1890.

LUIZ  ANTÔNIO  DOS  SANTOS  -  10.04.1891.

“O padre  Antônio  Xisto  Albano, capellão da Egreja do S. Coração de Jesus, convida á todos os fieis  d'esta capital, á assistirem n'este templo ás exéquias solemnes que serão celebradas na próxima sexta  feira, 10 do corrente, ás 7 horas da manhã, 30º dia do doloroso fallecimento do Exm.º Sr. D. Luiz  Antônio dos Santos, Marquez de Monte Paschoal, primeiro Bispo do Ceará, Arcebispo resignatario da  Bahia, e titular de Chalcide, fundador e insigne bemfeitor da Egreja do S. Coração de Jesus.

  1. Exc. Revdra.º Sr. D. Joaquim José Vieira, M. D. Bispo Diocesano, assistirá particularmente á missa solemne e fará a absolvição  ao  túmulo.

Fará a oração funebre do illustre finado o distincto orador sacro Rvdm.º Conego Vicente Salazar da  Cunha. O padre Antônio Albano desde já antecipa seus sinceros agradecimentos á todas as pessoas que  dignarem solemnisar com suas presenças este acto de justa gratidão prestada ao sancto varão que tanto  amou e beneficiou nossa terra natal.” Cf. Jornal O Estado do Ceará. ANO I Nº 193 – 07.04.1891.  

Bispo do Maranhão

No  vapor "Brasil", que zarpou domingo, 29.05.1904, de nosso porto, embarcou para S. Luiz o ilustre prelado D.  Xisto Albano, que aqui demorou-se alguns dias em visita a sua família.

Seu embarque que foi concorridissimo pela assistência de todos os mais salientes membros de nosso  meio, amigos e admiradores das excelsas virtudes de s. exc., foi honrado com a presença de nosso  prelado D. Joaquim José Vieira, bispo do Ceará, e de muitos sacerdotes e pessoas do povo, que foram  testemunhar a s. exc. a amisade, admiração e respeito que os cearenses consagram ao virtuoso pastor da  Egreja  maranhense.  Cf. Jornal do Ceará. ANO I Nº 41 – 01.06.1904.

     

   Arquimedes Bruno. Termo de batismo:“Aos dezoito dias do mês de fevereiro de 1912, na Igreja de São Benedito foi solenemente batizado pelo Padre João Carlos Augusto o párvulo Archimedes, filho legítimo de Gambettá Bruno e Francisca da Silva Bruno, nascido a quinze de outubro de 1911, sendo seus padrinhos, Amâncio de Holanda Cavalcante e Francisca da Silveira Cavalcante. E para constar mandei lavrar este termo em que assinamos. O Vigário, Monsenhor João Dantas Ferreira Lima.” Cf. Livro de Batismos, Fortaleza. familysearch.org. 

- Nº 25 dos matriculados, em 1924, no Seminário de Fortaleza.
- Entrou a 11-02-1929 e ordenou-se em 30-11-1934.
- Assistente do Circulo Operários dos Trabalhadores Católicos São José, 03 de março de 1935/19 41.
- Lente do Seminário, 1934 a 1941.
- Co-Diretor "Ginásio do Fortaleza", 15 de novembro de 1939 - 1941.
- Lente do Liceu, 1938 - 1941.
- Capelão do estabelecimento de N. S. de Lourdes, março a dezembro de 1935.
- Vigário substituto de S.Terezinha (São João de Tauape), dezembro de 1934 a janeiro de 1935.
- Em curta estada no Pará, paroquiou a Catedral em 1935 (ocasião do retorno).
- Capelão da Piedade até a transferência da sede paroquial.
- Vigário substituto do Patrocínio, Morada Nova-CE.
- Capelão do Hospital Central da Polícia, 1940 - 1941.
- Secretário das Conferencias Eclesiástica.
- Secretário da União do Clero.
- Notário do Tribunal Eclesiástico, 1941.
- É o capelão de S.Jorge (Esquadrão de Cavalaria e Hospital da Polícia Militar).
- Ajudou a fundar a Sociedade de Assistência aos Cegos - SAC em 1942 - Fortaleza-Ceará.
- Primeiro Presidente da Sociedade de Assistência aos Cegos - SAC de 1942 até 1946 - Fortaleza-Ceará.
- Em 1944, participou da criação do Instituto do Câncer do Ceará. Prestava auxílio religioso e confortava os doentes com seus sermões e palavras de esperança. Arquimedes Bruno  na época da revolução (1964) exilou-se, voluntariamente na França, deixou o sacerdócio e passou a ser o Professor. Casou-se com uma francesa e faleceu no final do ano de 2002 aos 91 anos. http://www.sac.org.br/instituto/Hisarq01.htm

     

   Padre Artur Redondo SJ nasceu na Rua do Hospital, Freguesia de Nossa Senhora do Pranto, Guarda, Portugal, filho de José Antônio de Andrade de Azevedo Redondo,  natural da Freguesia de Santa Maria, Concelho de Trancoso, Bispado de Pinhel, Guarda, Escrivão de Direito, e de  Josefa Carolina Ferreira Lima. Neto paterno de Antônio José Redondo, e de Teresa de Jesus Azevedo. Neto  materno de José Joaquim de Carvalho Júnior e de Inácia Ferreira de Lima.

   Artur Redondo ordenado Padre na cidade de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, a 08 de dezembro de 1895. Chegou ao Ceará no mês de março de 1926, Escola Apostólica de Baturité, onde foi Lente. Cooperador da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Palma de Baturité, 1929/1933. Vigário de Baturité, 1937/1942. Diretor Espiritual do Seminário do Crato.

Termo de batismo:“Aos sete dias do mês de agosto do ano de 1873: nesta Igreja Paroquial de N. Senhora do Pranto, Concelho do mesmo nome Diocese de Lamego, batizei solenemente um indivíduo do sexo masculino a quem dei o nome de Artur Emílio, que nasceu nesta Freguesia às três horas da manhã do dia vinte e sete do mês de junho deste ano; filho legítimo de José Antônio de Andrade de Azevedo Redondo, Escrivão do Direito desta Comarca, natural da Freguesia de Santa Maria de Trancoso, Concelho do mesmo nome, Bispado de Pinhel, e de Dona Josefa Carolina Ferreira Lima, natural desta Freguesia e são paroquianos e moradores na Rua do Hospital, foram recebidos na Freguesia e Concelho de Trancoso, deste mesmo Bispado: Neto paterno de Antônio José Redondo, e de Teresa de Jesus Azevedo, e materno de José Joaquim de Carvalho Júnior e de Inácia Ferreira de Lima. Foi padrinho, Joaquim Daniel de Araújo, casado, Escrivão de Direito desta Comarca, e madrinha sua mulher Emília Dulce de Albuquerque da Silveira Souza e Castro os quais todos sei serem os próprios. E para constar mandei lavrar em duplicado este assento que conferi, li e assinei na presença dos padrinhos que também assinaram comigo. Era ut supra.  O Abade Caetano Esteves de Matos.” Cf. Livro de Batismos, N. Senhora do Pranto. 17. familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 225.

     

             Aureliano Diamantino Silveira nasceu em Bela Cruz, então da Freguesia do Acaraú, no dia dois de abril de 1929, filho de Diogo Lopes de Freitas e de Francisca Alzira da Rocha, a mesma Francisca Assis da Rocha. |Neto materno de Aureliano Meireles da Rocha. O Padre a 08 de dezembro de 1996, na Catedral de Sobral, Ceará, e Doutor, em Filosofia e Teologia, Seminário da Prainha, Fortaleza, e História na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras, Santa Úrsula, Mestre em Filosofia Universidade Gama Filho e Bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Aureliano Diamantino Silveira pediu dispensa do Mistério e recebeu e o Rescrito da Santa Fé no ano de 1971. Casou-se no religioso a 19 de fevereiro de 1972, com Maria Helena Silveira, pais de Lúcia Helena Silveira. Aureliano faleceu no dia vinte e dois de novembro de 2008, na cidade do Rio de Janeiro. Levou doze anos pesquisando e anotando informações necessárias para publicar o seu notável Ungidos do Senhor na Evangelização do Ceará, Editora Premius, Fortaleza, 2004, Três Volumes. Termo de batismo:Aureliano, nascido aos dois dias do mês de abril do ano de 1929, filho legítimo de Diogo Lopes de Freitas e Francisca Alzira da Rocha, moradores na Freguesia do Acaraú; foi solenemente batizado aos sete dias do mês de julho do mesmo ano, na Capela da Cruz (Bela Cruz) pelo Padre José Arteiro Soares. Foram Padrinhos: João Lopes Sobrinho e Antônia Romana da Silveira, por procuração (apresentada por) Rafael Pinto da Silveira e Leocádia da Silveira.” Cf. Livro de Batismos, Acaraú. milysearch.org. 

     

    Dom Aureliano Matos nasceu no dia dezessete  de junho de 1889 na Vila de São Francisco da Uruburetama, São Francisco de Itapajé, Itapajé, Ceará, filho de Joaquim Alexandre de Matos e Josefa Rodrigues de Matos. Termo de batismo. “Aos vinte e oito dias do mês de julho de 1889, na Igreja Paroquial da Vila de São Francisco (de Itapajé), Bispado do Ceará, batizei solenemente o párvulo Aureliano, nascido a dezessete  de junho do mesmo ano, filho legítimo de Joaquim Alexandre de Matos e Josefa Rodrigues de Matos, assistentes nesta Freguesia. Foram padrinhos, o Major Luís Antônio Cordeiro e Maria Cordeiro. E para constar lavrei este assento que assinei. O Vigário, Padre Filomeno do Monte Coelho  Morreu no dia 19 de agosto de 1967, com 78 anos.    

   Dom Aureliano Matos foi o 1º Bispo Diocesano de Limoeiro do Norte, Ceará. “Ingressou no Seminário Arquidiocesano de Fortaleza em 1906, 11 de março, foi sempre um aluno dedicado aos estudos e voltado para a oração, já tinha 17 anos. Em 30 de novembro de 1911, recebeu a tonsura; as ordens menores, em 03 de novembro de 1912; o subdiaconato em 30 de novembro do ano seguinte; o diaconato, em 17 de maio de 1914; e, finalmente a ordenação presbiteral aos 30 de novembro do corrente ano, de 1914, na igreja da Prainha, em Fortaleza. Sua missa solene se deu aos 08 de dezembro de 1914, na Igreja Matriz de Itapajé, onde fora outrora batizado. A 05 de março de 1915, Padre Aureliano Matos foi nomeado Vigário de Pentecoste, onde permaneceu até 15 de dezembro de 1916.

   Em seguida, Vigário de Uruburetama, de 1917 a 1926; foi transferido para Vigário de ltapipoca, de janeiro de 1927 até 1940. Em todas estas paróquias deixou a marca de seu zelo apostólica, sempre preocupado com o aprimoramento espiritual e bem-estar de sua comunidade. Em 1940 o Padre Aureliano deixa seu múnus presbiteral ou officium vicarii para reger os destinos da Diocese de Limoeiro do Norte, criada a 07 de maio de 1938 pela Bula ''Ad Dominicum" do Papa Pio Xl. Sua ordenação episcopal se deu aos 29 de setembro, Dom Manoel da Silva Gomes, Arcebispo de Fortaleza foi o oficiante. Esta cerimônia litúrgica ocorreu na nova Catedral de Limoeiro do Norte. Na posse de Dom Aureliano Matos estavam presentes: Dom Manoel da Silva Gomes, Arcebispo Metropolitano; Dom José Tupinambá da Frota, Bispo diocesano de Sobral; Dom Francisco de Assis Pires, Bispo Diocesano de Crato; Dom Jaime de Barros Câmara, então Bispo Diocesano de Mossoró; e um representante da Diocese de Cajazeiras. Durante os 27 anos de episcopado, Dom Aureliano criou 11 paróquias. Fundou o Ginásio Diocesano ‘Padre Anchieta’; o Seminário Diocesano ‘Cura d' ArS’; o Patronato Santo Antônio dos Pobres; a Maternidade São Raimundo; a Casa de Saúde São José; a Rádio Educadora Jaguaribana. Escreveu seis cartas pastorais obtendo grande repercussão sua quinta carta pastoral sobre a posição da Igreja em face .do desenvolvimento econômico-social do Vale Jaguaribano. Foi o inspirador de quase todas as iniciativas em favor do desenvolvimento econômico-social desta região cearense. Ele atuou na educação leiga; educação religiosa, moral e espiritual do seu povo. Dom Aureliano Matos, o grande pastor e benfeitor de Limoeiro do Norte. .” Cf. Livro de Batismos, Itapajé.  familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 230.

     

   Cônego e Doutor Aureliano Mota nasceu no dia primeiro de abril de 1885, em São Sebastião da Pedra Branca, Ceará, filho de Leonardo Ferreira da Mota e de Maria Cristina da Silva Mota. Faleceu a doze de setembro de 1941, na cidade de Fortaleza.

 Termo de batismo:Aureliano, branco, filho legítimo de Leonardo Ferreira da Motta e de Maria Christina da Silva Motta, nasceu no primeiro dia do mês de abril do ano de 1885, e foi por mim solenemente batizado nesta Matriz da Pedra Branca, aos vinte e três do mesmo mês e ano; sendo seus padrinhos:Manoel Victor da Silva Gomes e Tertulina da Motta. O Vigário João do Nascimento e Sá.”

Irmão de Dom Aureliano: Leonardo Mota, Leonardo Ferreira da Mota Filho, nasceu aos dez de maio de 1891, em São Sebastião da Pedra Branca, Ceará. Bacharel em Direito, 1916. Folclorista, estimado em todo o Nordeste. Faleceu a 02 de janeiro de 1948. Termo de batismo.Leonardo, filho legítimo de Leonardo Ferreira da Mota e Maria Christina da Silva Mota, nasceu aos dez (deis) de maio de 1891, e foi batizado solenemente por mim nesta Matriz de Pedra Branca, aos vinte e quatro do mesmo mês e ano. Foram padrinhos, Antônio Carlos Barreto, casado, e Maria Tertulina Nogueira da Motta, casada. E para constar lavrei este assento que assino. O Vigário Antônio Jatahy de Souza.” Cf. Livro de Batismos, Pedra Branca. .Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 231.

      

   Padre Azarias Sobreira Lobo nasceu a 24 de janeiro de 1894 em Juazeiro do Norte. Padre de elevado conceito faleceu na cidade de Fortaleza, a 14 de junho de 1974, filho de Pedro Lobo de Menezes nasceu na Freguesia de N. Senhora da Penha do Crato e de sua segunda mulher Carolina Augusta Sobreira, Carolina Sobreira Lobo. Neto paterno de José Gonçalves Pita e de Ana Maria do Carmo. Neto materno de Joaquim Gonçalves Sobreira nasceu no ano de 1805, em Missão Velha e da paraibana Josefa Maria de Jesus Dias, nascida a 29 de setembro de 1810, e falecida em Juazeiro do Norte, com 81 anos de idade.

   Pedro Lobo de Menezes casou-se primeiro 18 de novembro de 1844, em casa de Isabel Inácia de Mendonça, - altar portátil - Freguesia do Icó, com Maria Egípiciaca Brígida dos Santos, n. na Freguesia do Icó, filha de Isabel Inácia de Mendonça e Manoel Brígido dos Santos. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. Vol. II. p. 638.

      

    Padre Benedito Saboia de Castro nasceu em Aracati a 05 de dezembro de 1883 e faleceu em Mossoró, Rio Grande do Norte a 26 de outubro de 1940. Filho de José Saboia de Castro e de Ângela Saboia. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 248. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. Vol. II. p. 723.

     

   Padre Bernardino de Oliveira Memória nasceu 12 de dezembro de 1832. Ordenado Padre a 23 de novembro de 1856. Vigário Cooperador de Acaraú, 1860/1862. Aracatiaçu, 1863/1870. Pacatuba, 1870/1888. Primeiro Vigário de Campo Maior, atual Guaraciaba do Norte, 1888 / 1897. Faleceu a 03 de fevereiro de 1899. Filho de Antônio José de Castro Memória nasceu no Distrito de Évora, por profissão ourives, vendia bijuterias, anéis, chamados vulgarmente de “memória”, apelido que lhe foi imposto e por ele acolhido. Rábula casou-se uma segunda vez a 07 de janeiro de 1830, Sobral, com Angélica Francisca de Oliveira, filha de Bernardino Francisco de Oliveira e de Antônia Ribeiro. Pais de seis filhos. Cf. Siará Grande. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 256.

     

   Padre Bernardino Ferreira Antero nasceu a 02 de dezembro de 1863, na Vila do Icó, filho de Antônio Ferreira Antero, Antônio Herrera Antello nasceu no ano de 1812, na Freguesia da  Penha, Província de Corunha Arcebispado de Santiago de Compostela, Região Autônoma da Galiza, Espanha,  e de Ana Joaquina do Espírito Santo, n. Icó. Neto paterno de Francisco Forgam, Francisco Forgham e de Maria de Antello. Neto materno de João Evangelista do Espírito Santo e de Romana Luíza de Carvalho.

   Termo de batismo.“Aos trinta de dezembro de 1863, o Reverendo Coadjutor Manoel Francisco da Frota, batizou e pôs os Santos Óleos a Bernardino, nascido a dois do mesmo mês e ano, filho legítimo de Antônio Ferreira Antero e Ana Joaquina Antero; foram padrinhos, Bernardino .?. Correia por seu procurador José Bento de Oliveira Rolim e Luíza Ferreira Antero, e para constar mandei lançar este assento no qual me assino. O Coadjutor Manoel Francisco da Frota.” Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 257. Cf. Li38-205.  Batismos Icó. 

     

   Padre Bernardino Ferreira Lustosa nasceu em Patos, Paraíba no ano de 1831 e faleceu na cidade de Fortaleza a 31 de agosto de 1915. Filho de Joaquim Ferreira Lustosa e de Antônia Maria da Conceição. Neto paterno de João Ferreira Lustosa e de Vicência Ferreira da Paixão, ambos de Patos. Paraíba, e moradores em São Miguel, Freguesia do Icó. Ver Mons. Vicente Lustosa, Manoel Fernando Lustosa Lima e Emílio Leite Álvares Cabral. Cf. Ungidos do Senhor, Vol. I, p.260. Cf. Siará Grande, op. cit. Açoriano 1239- José Francisco Pimentel.

     

   Padre Bernardino Gomes Leitão nasceu a vinte de maio de 1846, na Freguesia de Nossa Senhora da Penha do Crato, Ceará, filho de Vitorino Gomes Leitão e de Antônia Vieira do Nascimento. Ordenado Padre a 03 de novembro de 1872, Fortaleza. Coadjutor de Assaré, 1872/1887. Residiu em Solonópole, onde veio a falecer a 26 de novembro de 1887. Termo de batismo: Bernardino, filho legítimo de Vitorino Gomes Leitão e de Antônia Vieira, nasceu a vinte de maio de 1846, e foi batizado pelo Padre João Marrocos Teles com os Santos Óleos, nesta Matriz do Crato, em vinte e cinco de junho do mesmo ano; foram padrinhos, Afonso de Albuquerque Melo e Rosa de Albuquerque do sacramento. E para constar fiz este assento em que me assino. Manoel Joaquim Aires do Nascimento, Pároco.” Cf. Livro de Batismos, Crato. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 258.

     

   Monsenhor Bruno Rodrigues da Silva Figueiredo nasceu a 06 de outubro de 1852, e batizado a 10 de novembro seguinte na Capela do Senhor do Bonfim, Aracati, pelo Padre Cláudio Pereira de Farias. Padre a 30 de novembro de 1875. Monsenhor. Genealogista. Sacerdote em Soure, Caucaia e Maranguape. Professor interino de Filosofia no Liceu do Ceará. Recusou a Mitra do Amazonas. Cônego Honorário da Sé do Pará. Sócio Benemérito e Presidente da Sociedade União do Clero fundada em Fortaleza a 30 de março de 1884. Governou o Bispado do Ceará na ausência de D. Joaquim José Vieira, que participou do Concílio Latino Americano, realizado em Roma. Nomeado pelo Papa Leão XIII Vigário Geral do Bispado de Fortaleza. Protonotário Apostólico ad instar. Faleceu a 29 de setembro de 1930, Fortaleza. Monsenhor Bruno filho de Camilo Rodrigues da Silva Figueiredo nasceu aos quinze dias do mês de maio de 1817, no Sítio da Barroca, Santa Cristina, Distrito de Viseu, Província da Beira Alta, e de Francisca Cândida da Silva nasceu a 18 de junho de 1828, Aracati. Neto paterno de Ana da Silva, solteira, filha de Manoel da Silva e de sua mulher Rosa Maria. Neto materno do Tabelião José Antônio Ferreira Chaves, n. em Bezerros, Pernambuco, e de Francisca Inácia de Jesus nasceu na Fazenda Currais, Caatinga do Góis, Jaguaruana, Ceará, e batizada na Capela do Jiqui, a 11 de novembro de 1787. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica, Fortaleza, 2016. Volume I. p. 503. Ungidos do Senhor, Vol. I. p. 268.