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   Por Fco. Augusto de Araújo Lima – Tupancy, Eusébio, Ceará, 20 junho de 1997. Editado a 10 de março de 2019. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.   

     

   Padre Cândido Azevedo Mendes SJ nasceu às seis horas da tarde do dia dezessete de janeiro do ano de 1874, no lugar dos Soudos, Freguesia de Nossa Senhora do Pranto de Paços, Concelho de Torres Novas, Distrito de Santarém, filho de Manoel Marcos Mendes, natural de Paço, Torres Novas, e de Teresa de Jesus, natural do lugar de Lamarosa, Freguesia de Nossa Senho do Ó de Olaia, Torres Novas. Neto paterno de Marcos Mendes e de Vitorina de Jesus. Neto materno de Cândido Martins de Azevedo e de Maria de Jesus.

   Cândido Azevedo Mendes SJ ordenou-se Padre na cidade de Roma, Itália, no dia 10 de agosto de 1905. No ano de 1910 o governo republicano português expulsou os Jesuítas indo então o Padre Cândido, para a Espanha e em seguida para o Brasil. Lente dos Noviços da Escola Apostólica de Baturité, 1942/1943. Faleceu às vinte horas e quarenta minutos, do dia 16 de dezembro de 1943, na cidade de Baturité. Foi botânico e zoologista com importantes trabalhos sobre as borboletas (Rhopalocera).

   Termo de batismo:“Aos oito dias do mês de fevereiro do ano de 1874, nesta Paroquial  Igreja do Paço, Concelho de Torres Novas, Diocese de Lisboa, batizei solenemente um indivíduo do sexo masculino a quem dei o nome de Cândido, e que nasceu nesta Freguesia, no dia digo que nasceu às seis horas da tarde do dia dezessete de janeiro do referido ano; filho legítimo de Manoel Marcos Mendes, proprietário, e de Teresa de Jesus, natural da Lamarosa (do lugar Lamarosa) Freguesia do Ó da Olaia onde foram recebidos e são atualmente moradores no lugar de Soudos, desta Freguesia do Paço, onde são Paroquianos; neto paterno de Marcos Mendes e de Vitorina de Jesus, já defuntos, que foram dos Soudos; neto materno de Cândido Martins de Azevedo e de Maria de Jesus, moradores na Lamarosa da dita Freguesia da Olaia, foram padrinhos o dito Cândido Martins de Azevedo e Maria de Jesus os quais todos sei serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado estes assento que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos o assinei com o padrinho e a madrinha não assinaram por não saberem escrever. Era ut supra. O Pároco Antônio Ferreira.” Ver seu irmão Padre Manoel Azevedo Mendes. Cf. Livro de Batismos, Paço.  Etombo. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 275.

     

   Padre Canuto Severino Augusto de Lima nasceu a dezessete de janeiro de 1846, na cidade do Crato, Ceará, filho de Manoel Severino de Souza e de Maria dos Prazeres. Estudou nos Seminários da Bahia e de São Paulo. Ordenado Padre em São Paulo, 1885. Faleceu de pneumonia a 07 de setembro de 1885, em Feira de Santana, Bahia.

Termo de batismo:Canuto, filho legítimo de Manoel Severino de Souza e de Maria dos Prazeres, nasceu em dezessete de janeiro de 1846, e foi batizado com os Santos Óleos por mim Pároco abaixo assinado, nesta Matriz do Crato, aos nove de fevereiro do mesmo ano; foram padrinhos, Joaquim José de Souza Júnior e Nossa Senhora da Penha; e para constar fiz este assento em que me assino. Manoel Joaquim Aires do Nascimento, Pároco.Cf. Livro de Batismos, Crato. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 276.

     

   Carlos Augusto Peixoto de Alencar nasceu a onze de abril de 1805, e batizado a 08 de maio seguinte, na Freguesia de Nossa Senhora da Penha do Crato, Ceará, pelo Padre Antônio Pinheiro Lobo. Padrinhos, José Gomes dos Reis e Inácia Pereira de Alenquer.  Faleceu no dia 15 de setembro de 1866, pelas cinco horas da tarde. Cf. Livro de Batismos, Crato. Livro de Óbitos. Fortaleza.

  Ordenado Padre em Olinda, Pernambuco, a 24 de fevereiro de 1829, por Dom Frei Tomás de Noronha. Coadjutor de Laranjeiras, Pernambuco, 1829/1830. Vigário do Exú, Pernambuco, 1830/1833. Secretário do seu tio paterno o Visitador Padre Miguel Carlos da Silva Saldanha, 1833/1834. Vigário Encomendado de Fortaleza, 1833/1835. Vigário Colado de Fortaleza, 1835/1865. Vigário Colado do Icó, 1865/1866. No ano de 1863 foi suspenso de ordens. Deputado Provincial, 1835/1837. Deputado Geral, 1838/1841,1841/1842, 1845/1846 e 1847/1848. Figurou em uma lista tríplice para o Senado do Império não logrando ser indicado.

   Filhos por Dona Josefa Cavalcante de Moura e o Padre Carlos Augusto Peixoto de Alencar.

  1. Carlos Augusto Peixoto de Alencar Júnior nasceu aos vinte e dois de outubro de 1852, em Fortaleza, Ceará. Consagrado abolicionista. Termo de batismo:Carlos, branco, filho natural de Dona Josefa Cavalcante de Moura, nasceu aos vinte e dois de outubro de 1852, e foi de licença minha solenemente batizado nesta Matriz (da Fortaleza) pelo Reverendo José Cândido da Guerra Passos, aos doze de dezembro do mesmo ano, sendo padrinhos o Tenente Coronel José Pio Machado e sua mulher Dona Maria Joaquina do Nascimento Machado. E que para constar se fez este assento em que me assino. O Vigário, Padre Carlos Augusto Peixoto de Alencar.”  Cf. Livro de Batismos, Fortaleza.
  1. José Martiniano Peixoto de Alencar nasceu a 18 de setembro de 1841, em Fortaleza, e faleceu em Parangaba, no ano de 1923, Herói da Guerra do Paraguai, onde foi o terceiro Voluntário da Pátria a se apresentar no Ceará. Casou-se com Dona Paulina Braga do Amaral, falecida na Parangaba, 1912. Termo de batismo:José, branco, filho natural de Dona Josefa Cavalcante de Moura, nasceu a 18 de setembro de 1841, e de minha licença foi solenemente batizado pelo Vigário do Cascavel, Padre Domingos Carlos de Saboia, na Matriz desta Freguesia (de Nossa Senhora da Assunção da Fortaleza) a quinze de dezembro do dito ano. Foram padrinhos, João Franklin de Lima e Dona Florinda Cândida de Alencar; e para constar se fez este assento que assino. O Vigário Interino Frei Jacinto de Santa Ana.”  Cf. Livro de Batismos, Fortaleza. familysearch.org. 
  1. Napoleão Peixoto de Alencar voluntário na Guerra do Paraguai.

   O Padre Carlos Augusto Peixoto de Alencar filho de Alexandre Carlos da Silva Peixoto que nasceu a 17 de outubro de 1766, e foi batizado a 08 de novembro do mesmo ano, na Igreja Matriz de N. Senhora da Expectação do Icó. Alexandre Carlos da Silva Peixoto casou-se a 22 de janeiro de 1795, na Igreja Matriz de São José do Cariri Novo, Missão Velha, com Josefa Pereira de Alencar, viúva de João José, sepultado na Igreja Matriz do Exu, Pernambuco, e filha de Joaquim Pereira de Alenquer, e de Teodora Rodrigues da Conceição, ambos naturais de Cabrobó, Pernambuco. Neta paterna de Leonel de Alenquer Rego, e de Maria da Assunção de Jesus, n. na Freguesia de São Pedro Velho, Salvador, Bahia. Neta materna de desconhecidos, já que Teodora Rodrigues da Conceição, foi exposta em casa da viúva Brígida Rodrigues de Abreu, e criada como sua filha adotiva. Testemunhas, o Padre Miguel Carlos da Silva Saldanha e o Padre Francisco Eduardo Pais Melo. 

   Alexandre Carlos da Silva Peixoto filho de Manoel Carlos da Silva (Saldanha), batizado a 24 de setembro de 1742, na Igreja Matriz de N. Senhora da Expectação do Icó, pelo Padre João Saraiva de Araújo. Manoel Carlos da Silva casou-se (1) com Isabel Rodrigues da Assunção, n. Jaguaribe, filha do Tenente Simão Rodrigues de Souza Jr., natural da Vila das Alagoas do Sul, Marechal Deodoro, Alagoas, e de Antônia Fernandes das Neves, n. na Freguesia das Russas.

   Manoel Carlos da Silva, filho do Licenciado Cirurgião Miguel da Silva n. 19.09.1698, Viana do Castelo, Portugal, e de Teresa de Jesus Maria, n. na Fazenda Curralinho, Jaguaribe, Ceará, filha de Manoel Peixoto da Silva Távora, n. no Distrito do Porto, e de Genoveva da Assunção, n. Rio São Francisco. Neta materna de Domingos Paes Botão e de Sebastiana da Assunção. O Licenciado Cirurgião Miguel da Silva faleceu a 22 de janeiro de 1776, com a idade de 77 anos, quatro meses e três dias. Ascendente dos Silva Saldanha do Icó e Crato, com forte liame familiar com os Alenquer, Alencar. Pai de nove filhos estudados por Francisco Augusto no Siará Grande.

   Manoel Carlos da Silva e sua primeira mulher Isabel Rodrigues da Assunção, pais de nove filhos, destaque para o já citado Alexandre Carlos da Silva Peixoto e seu irmão:

- Padre Miguel Carlos da Silva Saldanha nasceu a 10 de maio de 1764, na Fazenda do Riachão, Jaguaribe, Ceará, e batizado a 27 seguinte, na Capela de N. Senhora das Candeias, Jaguaribe - Merim, pelo Padre João Rodrigues Correia. Padrinhos, Simão Rodrigues de Souza Jr., homem casado, e D. Teresa de Jesus Maria, mulher do Licenciado Cirurgião Miguel da Silva.

   O Padre Miguel Carlos da Silva Saldanha foi o segundo Vigário colado da Freguesia de N. Senhora da Penha, Crato, Cariri cearense. Faleceu com a idade de 77 anos e quatro meses, a 30 de setembro de 1841 e foi sepultado a 1º de outubro, na Capela - Mor da Igreja Matriz do Crato. Para Joaryvar Macedo, o Padre Miguel Carlos da Silva Saldanha viveu com Bárbara Pereira de Alenquer que nasceu a 11 de fevereiro de 1760, e batizada a 16 de abril do mesmo ano, na Freguesia de N. Senhora da Conceição do Cabrobó, Pernambuco, filha de Joaquim Pereira de Alenquer, n. Cabrobó, e de Teodora Rodrigues da Conceição, exposta a porta da casa da viúva Brígida Rodrigues de Abreu, da Freguesia de Cabrobó. Neta paterna de Leonel de Alenquer Rego, n. na Freguesia São Martinho de Frexeiro, Freixieiro de Soutelo, Freixeiro de Soutelo, Freixiero de Soutelo, Vila de Viana, Viana do Castelo, e de Maria da Assunção de Jesus, n. na Freguesia de São Pedro Velho, Salvador, Bahia. Apud  Padre Antônio Gomes de Araújo, op. cit.

     O Padre Miguel Carlos da Silva Saldanha e Bárbara Pereira de Alenquer, pais de:

    José Martiniano de Alencar, Padre, Senador do Império, Presidente da Província do Ceará. Com geração.

Cf. Joaryvar Macedo, (Joaquim Lobo de Macedo). Origens da Cidade de Aurora. Revista Itaytera, 1975, Nº 19, p. 157. Cf. Li3-333v. Cf. Carlos Studart Filho, O Padre Gomes de Araújo e a Revolução de 1817 no Ceará. S/Ed. Fortaleza. 1962. p. 29,32. Cf. José Leite Maranhão. Família Furtado Leite. Itaytera, 1957. p. 99. Cf. Gustavo Barroso, À Margem da História do Ceará. Revista o Cruzeiro, RJ. 27.06.1959. Cf. Livro de Batismos, Fortaleza. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 280. Cf. Hugo Victor Guimarães e Silva. Deputados Provinciais e Estaduais do Ceará, 1835 - 1947. Ed. Jurídica. Fortaleza. 1952. Barão de Studart. Diccionario Biobliographico. Ed. Typo-Lithographya. Fortaleza. 1910. 1° Vol. p. 186.  Cf. Livro de Batismos, São José da Catedral, Fortaleza. familysearch.org. 181. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. Vol. IV. p. 2110.

     

   Padre Cícero Romão Batista nasceu na atual Rua Doutor João Pessoa cidade do Crato, Cariri cearense, aos vinte e três de março de 1844, e batizado a oito de abril do mesmo ano. Filho de Joaquim Romão Batista e de Dona Joaquina Vicência Romana, Joaquina Ferreira Castão. Neto paterno de  Romão José Batista e de Angélica Romana Batista. Neto materno, José Ferreira Castão e de Vicência Gomes Castão. Termo de batismo.Cícero, filho legítimo de Joaquim Romão Batista e de sua mulher Joaquina Ferreira Pastora nasceu aos vinte e três de março de 1844, e foi batizado por mim solenemente em oito de abril do mesmo ano: foram padrinhos seu avô paterno Romão José Batista e Antônia Maria de Jesus do que mandei fazer este assento que assinei. O Vigário Padre Manoel Joaquim Aires do Nascimento.” Observar que nasceu no dia vinte e três de março e não a vinte e quatro como é também divulgado. Cf. Livro de Batismos, Crato.  familysearch.org.

     

   “Nunca desejei ser político; mas em mil novecentos e onze (1911) quando foi elevado o Joazeiro, então povoado, a categoria de villa, para attender aos insistentes pedido do então Presidente do Estado o meu saudoso amigo Commendador Antonio Pinto Nogueira Accioly e, ao mesmo tempo, evitar que outro cidadão, na direcção politica deste povo, por não saber ou não poder manter o equilibrio de ordem até esse tempo por mim mantido, compromettesse a bôa marcha desta terra, vi-me forçado a collaborar na politica”. Cf. Padre Cícero Romão Batista, Testamento.

   Padre Cícero Romão Batista, Sacerdote de múltiplas virtudes, fundador de Juazeiro do Norte, escolhido em março de 2001, "O Cearense do Século" em votação promovida pela  Sistema Verdes Mares de Comunicação, em parceria com a Rede de Televisão Globo.  Em julho de 2012, foi eleito um dos "100 maiores brasileiros de todos os tempos" em concurso realizado pelo SBT, Sílvio Santos, com a BBC, British Broadcasting  Corporation, Inglaterra.

     

   Cláudio Pereira de Farias nasceu a 21 de setembro de 1818, Jaguaruana. Padre, ordenado no ano de 1846, em Pernambuco. Faleceu no Giqui, Jiqui, a 30 de março de 1902. Filho de Antônio Cláudio de Oliveira, batizado a 13 de fevereiro de 1776, na Capela do Jiqui e de  Maria dos Prazeres. Neto paterno de Cláudio Pereira Marques, Cláudio Pereira de Oliveira nasceu em 1740, na Fazenda dos Currais, Jiqui, Caatinga do Góis, União, Jaguaruna, batizado a 16 de janeiro de 1740, na Igreja de São José do Aracati, Ceará e de Francisca Maria do Espírito Santo, moradora no Sítio do Patu, nasceu em 1751, na Freguesia das Russas, batizada a 10 de junho de 1751, na Igreja Matriz de N. Senhora do Rosário de Russas, casados a 02 de abril de 1771, na Igreja Matriz de Russas.. Cf. Siará Grande. 1682- Manoel Marques de Oliveira. Ungidos do Senhor. Vol. I p. 318.

     

   Padre  Clicério da Costa Lobo nasceu em Aracati, a 28 de maio de 1839 e batizado a onze de julho seguinte, pelo Padre Visitador Lourenço Correia de Sá, de licença do Vigário Joaquim de Paulo Galvão. Filho de Antônio da Costa Lobo e de Dona Maria Teodora da Costa Lobo. Neto paterno do Sargento Mor José da Costa Lobo Lamego nasceu no ano de 1747, no lugar Além da Ponte, Distrito de Viseu, (quinto filho de Manoel Cardoso, por profissão, sapateiro, e de  Quitéria Maria da Silva) e de Ana Luíza do Nascimento, n. Recife, Pernambuco. Cf. Siará Grande. 1137- José da Costa Lobo Lamego. Cf. Ungidos do Senhor. Vol. I. p.319.

     

   Cônego  Climério Correia de Macedo nasceu em Juazeiro do Norte, Ceará, a 31 de julho de 1865, filho do Professor Semeão, Simeão Correia Lima e de Rosa Amélia Parente Macedo. Ordenou-se Padre a 30 de maio de 1897, Campos, Rio de Janeiro, onde demorou por muito tempo nas Freguesias de Vila Bela e de Jacarepaguá. Coadjutor de Petrópolis, 1897. Coadjutor do Engenho Velho, 1898. Vigário de Vila Isabel, 1900. Vigário de Jacarepaguá, 1901/1916. Cônego a 31 de julho de 1901. Aos cinquenta e oito anos de idade, 1923, retorna a sua pátria, morando no seu Sítio Limoeiro, Juazeiro do Norte, correspondendo ao atual  Bairro São José, onde praticou a homeopatia. Irmão de Pelúsio Correia de Macedo.

  Termo de batismo:Climério, branco, filho legítimo do Professor Simeão Correia Lima e de Rosa Amélia de Macedo, nasceu em trinta e um de julho de 1865, e foi batizado com os Santos Óleos, pelo Padre José Gonçalves da Costa e Souza, em trinta e um, digo em vinte de agosto do mesmo ano; foram padrinhos, o Doutor Antônio Correia Macedo e sua mulher Carolina de Pontes Macedo; do que para constar fiz este assento que assino. Manoel Joaquim Aires do Nascimento, Pároco.” Cf. Livro de Batismos, Crato. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 322.

     

   Padre  Custódio Arcanjo de Vasconcelos nasceu aos dezesseis de janeiro de 1878, em Santana do Acaraú, filho de José Firmino de Vasconcelos e de Bárbara Especiosa de Maria (de Jesus). Ordenado Padre na Bahia, a 09 de setembro de 1901. Pároco de Mundo Novo, Bahia. Vigário da Meruoca, 1906/1913. Vigário de Licânia, Santana do Acaraú, 1915/1919. Faleceu a 18 de novembro de 1919, em Licânia, repentinamente.

Termo de batismo:Custódio, filho legítimo de José Firmino e de Bárbara Especiosa de Jesus, nasceu a dezesseis de janeiro de 1878, e foi por mim solenemente batizado nesta Matriz (de Santa Ana do Acaraú) aos trinta de junho do dito ano, sendo padrinhos, Francisco Vasconcelos de Maria C.?. e Maria dos Anjos, do que para constar fiz este assento que assino. O Vigário Colado Francisco Xavier Nogueira.” 

   Padre  Custódio Arcanjo de Vasconcelos, neto paterno de Antônio Rodrigues de Vasconcelos e de Teresa Inácia da Conceição, casados a 06 de julho de 1831. Neto materno de Joaquim Pereira Dutra Júnior e de Maria Especiosa de Vasconcelos.

   Antônio Rodrigues de Vasconcelos f. José Francisco de Vasconcelos e de Teresa Maria da Soledade, casados a 22.02.1797, Fazenda das Carnaúbas. Neto paterno de Manoel |Lourenço da Costa e de Ana Maria de Vasconcelos. Neto materno de Domingos Rodrigues Lima e de Maria da Soledade Linhares.

   Teresa Inácia da Conceição, filha de Antônio Ferreira Gomes e de Maria Inácia de Menezes, casados a 07.09.1811. Neta paterna de Antônio Mendes Vasconcelos e de sua primeira mulher Ana Joaquina de Jesus. Neta materna de Antônio Soares Apoliano Bulcão e de Teodora Inácia Teles de Menezes.

   Bárbara Especiosa de Maria, filha de Joaquim Pereira Dutra Júnior e de Maria Especiosa de Vasconcelos. Neta paterna de Joaquim Pereira Dutra (filho do segundo casamento de João da Silveira Dutra com Maria da Conceição de Araújo) e de Angélica Maria de Jesus (filha de Antônio Mendes Vasconcelos e de sua primeira mulher Ana Joaquina de Jesus). Joaquim Pereira Dutra e Angélica Maria de Jesus, casados a 23 de outubro de 1797, na Capela de Santa Cruz, Bela Cruz, Ceará. 

   João da Silveira Dutra nasceu aos dezoito dias do mês de fevereiro de 1719, Ilha do Faial, Açores, e casou-se (2) a 08 de setembro de 1766, de idade 47 anos, na Igreja Matriz de N. Senhora da Conceição da Amontada, com Maria da Conceição de Araújo, filha do Capitão Gabriel Cristóvão de Menezes, n. Ilha da Madeira, e de sua primeira mulher Bernarda Correia de Araújo. Moradores no Acaraú. Presentes, o Cura, Padre Inácio Gonçalves da Silva, as testemunhas, o Tenente Luís Antônio Teixeira, o Tenente Domingos Rodrigues, casados, pessoas conhecidas.

Cf. Livro de Batismos, Santana do Acaraú. familysearch.org. 06. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 334. Cf. Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo, Cronologia Sobralense. Ed. Gráfica Editorial. Fortaleza. 1974. Vol. I. p. 237,339. Cf. Fco. Augusto de Araújo Lima, Famílias Cearenses Zero - Soares e Araújos no Vale do Acaraú, 2ª Ed. Ed. Expressão Gráfica, Fortaleza. 2011. p. 146,280. Cf. Fco. Augusto de Araújo Lima, Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica, Fortaleza, 2016. Vol. II. p. 1079. Vol. IV. p. 2084.

     

   Padre  Custódio Saraiva Leão nasceu a vinte e quatro de agosto de 1852, em Assaré, Ceará, filho de Pedro Saraiva Vieira (Araújo), n. Lavras da Mangabeira, e de Ana Maria da Conceição, n. Brejo Seco (Juazeiro do Norte?). Faleceu em Limoeiro do Norte, Ceará, a 23 de setembro de 1894, com a fama de diplomata e santo.

   Termo de batismo:Custódio, filho legítimo de Pedro Saraiva Vieira e de Ana Maria da Conceição, foi por mim batizado solenemente com a imposição dos Santos Óleos, Nesta Matriz (de Assaré) aos quatro de setembro de 1852, e nasceu a vinte e quatro de agosto do mesmo ano. Padrinhos Hipólito Bandeira .?. (Maltez ?) e Francisca Maria do Nascimento. Do que para constar fiz este termo que assino. O Vigário José Tavares Teixeira.”  Cf. Livro de Batismos, Assaré. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 336.

     

   Padre  David Machado Portela nasceu na Freguesia de Granja, Ceará, no ano de 1759 e faleceu a 03 de fevereiro de 1835. Filho de Domingos Machado Portela, natural da Freguesia de São Pedro Gonçalves da Vila do Recife, e de Ana Maria da Paz, casados a 17 de janeiro de 1742, na Fazenda do Cunhãoassu, Freguesia de Sobral. Neto paterno de João Machado Portela e de Francisca Rodrigues Xavier. Neto materno de Manoel Rodrigues de Aguiar e Josefa Marreiros, Josefa Martins Viana. Cf. Siará Grande. 1744- Manoel Rodrigues de Aguiar.

     

   Padre  Deocleciano Chaves nasceu em Soure, Caucaia, Ceará, Freguesia da Fortaleza, no primeiro dia do mês de outubro do ano de 1891, filho de João de Souza Chaves e de Luíza de Paula Souza. Anotado por engano como sendo Silva no lugar de Souza. Ordenado Padre em Fortaleza, a 25 de abril de 1918. Faleceu “vítima da gripe espanhola” em Várzea Alegre, a 24 de novembro de 1918, quando amparava com extremada dedicação as vítimas do vírus influenza.

Termo de batismo:“Aos quinze de novembro de 1891, nesta Matriz (N. Senhora dos Prazeres, Caucaia) batizei solenemente a Deocleciano, nascido a primeiro de outubro do corrente mês (sic) filho legítimo de João de Souza Chaves e Luíza de Paula Souza; foram padrinhos, Luís Antônio de Castro e Rita Coelho de Andrade. Do que fiz o presente que assinei. Cônego Vigário Bernardino Lustosa.Cf. Livro de Batismos, N. Senhora dos Prazeres, Caucaia. familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 347.

     

   Dom  Deoclécio Leite de Macedo OSB nasceu a dezesseis de outubro de 1911, em Aurora, Ceará, filho de Vicente Leite de Macedo e de Joana da Soledade Leite de Macedo. O nome religioso era Hilário.

   Termo de batismo:“Aos dezenove de outubro de 1911, na Igreja Paroquial de Aurora, do Bispado do Ceará, batizei solenemente a Deoclécio, nascido a dezesseis deste mês, filho legítimo de Vicente Leite de Macedo e Joana Leite de Macedo. Padrinhos: João Leite de Figueiredo e Amélia Leite de Figueiredo. E para constar lavrei este termo e assino. O Vigário, Padre Vicente Augusto Bezerra.” Cf. Livro de Batismos, Aurora. familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 347.

     

   Monsenhor  Diogo José de Souza Lima nasceu a 17 de junho de 1829, na Freguesia de Sobral, filho do Capitão José Rodrigues Lima e de Úrsula Balbina de Souza Lima. Ver Siará Grande, 547- Domingos Rodrigues Lima nasceu aos sete dias do mês de junho de 1722, no Distrito de Viana do Castelo. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 351. Cf. Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo. Cronologia Sobralense. I.U.UVA. Sobral. 1979. p. 68. 

    

   Padre Dionísio Mosca de Carvalho nasceu aos doze de novembro de 1922, na cidade de Fortaleza, Ceará, filho de João Paulo de Carvalho e de Dona Bianca Mosca de Carvalho. Vigário da Paróquia de Aratuba, Serra de Baturité, por quatorze anos. Vigário da Catedral de São José de Campo Mourão, Paraná, por quatro anos. Pároco da Freguesia de Santa Ana de Piraí, Rio de Janeiro, por mais de vinte e cinco anos, residindo na Rua Pio XII, 236. Para Raimundo Girão, O Ceará, p. 1965, 459, n. em Quixadá.

     

   Domingos de Paiva Dias nasceu a 07 de janeiro de 1783, na Fazenda Marrecas, Sobral, batizado a 04 de junho do dito ano, pelo Padre Frei José de Santa Eufrasina. Padrinhos, Lourenço Paes e sua mulher Maria dos Prazeres. Padre Domingos filho de  Domingos de Paiva Dias nasceu aos dezesseis dias do mês de setembro de 1708, no Distrito do Porto, e de sua segunda mulher Maria de Oliveira Vasconcelos, natural da Freguesia da Santa Sé de Olinda, do lugar da Boa Vista, Pernambuco.

   Padre pelo Seminário de Olinda, Pernambuco, ordenado no ano de 1807. Por não gozar saúde residiu em uma casa humilde, localizada atrás da Igreja Matriz de Sobral, onde celebrava missa e ajudava o Vigário no atendimento as confissões. Faleceu, em estado de penúria, ainda no verdor dos anos. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 360. Cf. op. cit. Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo. Cronologia Sobralense, Vol. I. p. 198. Cf. Siará Grande. 503- Domingos de Paiva Dias.

     

   Domingos Ferreira Chaves nasceu no ano de 1672, em Chaves, Vila Real e faleceu a 24 de setembro 1752, em Fortaleza. Sargento Mor e Padre. Filho de Domingos Ferreira. Ver Siará Grande op. cit. Vol. II. p. 620.

     

   Padre Domingos Fragoso nasceu às doze horas da noite do dia 03 (três) de dezembro de 1875, no lugar do Ribeiro, Freguesia e Concelho de Murtosa, Aveiro, filho de Agostinho Antônio Marques Fragoso, lavrador, e de Mariana Barbosa, lavradora. Neto paterno de Domingos Gonçalves Louvado, n. Pendilhe, Vila Nova de Paiva, Viseu, e de Francisca Marques. Neto materno de Inácio José da Silva Valente e de Maria Rosália Barbosa. O fato de constar doze horas da noite, determinou ser anotado como nascido no dia quatro de dezembro.                 

   O Padre Domingos Fragoso SJ ordenado na cidade do Porto a 31 de julho de 1898. Reitor da Igreja do Cristo Rei, Fortaleza, 1928, onde faleceu a 23 de julho de 1960.

   Termo de batismo: “Aos cinco dias do mês de dezembro do ano de 1875, nesta Igreja de Santa Maria de Murtosa, Concelho de Estarreja, Distrito Eclesiástico da Feira, Diocese do Porto, por uma hora da tarde, eu o Presbítero Agostinho José Ferreira Carvalho, Coadjutor da mesma Freguesia batizei solenemente e pus os Santos Óleos a um indivíduo do sexo masculino a que dei o nome de Domingos, que nasceu nesta Freguesia às doze horas da noite do dia três do dito mês e ano, filho legítimo e primeiro do nome, de Agostinho Antônio Marques Fragoso, de profissão lavrador, e de Mariana Barbosa, de profissão lavradora, naturais desta Freguesia, recebidos na mesma e seus paroquianos, moradores no lugar do Ribeiro, neto paterno de Domingos Gonçalves Louvado e de Francisca Marques e neto materno de Inácio José da Silva Valente e de Maria Rosália Barbosa. Foi padrinho, Domingos Gonçalves Louvado, casado, lavrador, avô paterno, de Pendilhe, e madrinha Rosa Cristina, solteira, costureira, do mesmo lugar; os quais todos sei serem os próprios. E para constar se lavrou em duplicado este assento, que depois de lido e conferido perante os padrinhos comigo só não assinaram por estes não saberem escrever. Era ut supra. O Coadjutor  Agostinho José Ferreira Carvalho.” Cf. Livro de Batismos, Murtosa. . Etombo. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 362.

     

   Padre Domingos Salgado naturalidade ainda desconhecida. Cura e Vigário da Vara do Icó, 1751/1755 e 1757/1777. Faleceu a dois de julho de 1772, na Freguesia de Nossa Senhora da Expectação do Icó.

   Termo de óbito.“Aos dois de julho de 1772, faleceu da vida presente o Padre Domingos Salgado de idade de setenta anos pouco mais ou menos com o Sacramento da Extrema Unção: foi envolto em hábito sacerdotal e sepultado nesta Matriz do Icó, e encomendado pelo Padre Roque de Lima Raimundo e para constar mandei fazer este assento em que me assinei. Félix José de Morais, Cura e Vigário da Vara do Icó”. Cf. Li03-55.

     

   Padre Edgar Saraiva Leão, filho do Bacharel João Batista Saraiva Leão e de Maria Auta Saraiva Leão. Ordenado Padre a 29 de maio de 1921. Vigário de Beberibe, 1924. Coadjutor de Aracati, 1924/1927. Vigário de Areias, Aracati, 1928/1929. Vigário de Limoeiro do Norte, 1929.1933. Vigário de Jaguaribe, 1936/1939. Padre Edgar faleceu em Fortaleza a 29 de abril de 1982.

   Termo de batismo:“Aos trinta de junho de 1897, na Igreja Paroquial de Quixeramobim, Bispado do Ceará, batizei solenemente a Edgar, nascido a dezessete de maio do dito ano, filho Legítimo do Bacharel João Batista Saraiva Leão e de Maria Auta Saraiva Leão naturais desta paroquial e nela batizados. Foram padrinhos, Galdino Saraiva Leão e Alexandrina Bezerra Castelo Branco, que conheço pelos próprios. E para constar lavrei este Termo que assino. O Vigário Salviano Pinto Brandão.” Cf. Livro de Batismos, Quixeramobim. familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza.

     

   Elias Pinto de Azevedo nasceu na cidade de Coimbra. Padre, Vigário da Igreja Matriz de N. Senhora da Conceição da Amontada. Cura de Sobral e de Viçosa do Ceará. 1734/1779.  

    Padre Elício Nogueira Mota, filho de Francisco de Souza Mota e de Ana Felícia Nogueira Mota, nasceu em Independência, a oito de dezembro de 1900.

   Termo de batismo:“Aos sete do mês de abril de 1901, na Igreja Matriz de Independência, (Senhora Santa Ana) o Vigário Afonso Peregrino de Gouveia, batizou solenemente a Elícyo, filho de Francisco de Souza Mota e de Ana Felícia Nogueira Mota; nascido a oito de dezembro de 1900. Foram padrinhos, Pedro de Souza Mota e Francisca Nogueira Mota Filha. E para constar mandei lavrar este termo que assinei. O Vigário Encarregado Miguel Xavier de Moraes.” Cf. Livro de Batismos, Independência. familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 385,387. Cf. Siará Grande. Vol. II.

     

   Frei Elísio de Maranguape, o mesmo Rogério de Paiva Prata nasceu no dia dois de setembro de 1923, em Maranguape, Ceará, filho de Manoel de Souza Prata e de Luíza Paiva Braga Prata.

   Termo de batismo:Rogério nasceu a dois de setembro de 1923, filho legítimo de Manoel de Souza Prata e de Luíza Paiva Braga Prata, moradores em Maranguape. Batizado a vinte e dois de novembro do mesmo ano, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha  de Maranguape, pelo Padre Gumercindo Sampaio. Padrinhos, Luís Madeira Barros e Feliciana de Castro Madeira Barros.” Certidão a 31.01.1938. Padre André camurça." Cf. Livro de Batismos, Maranguape. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 390.

     

Padre Emanuel Pacheco nasceu a 31  de dezembro de 1874, em Cedães, Mirandela, Bragança.  Cf. Livro de Batismos, Cedães, Mirandela, Bragança. 1860/1899. familysearch.org. 220. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 392.

     

   Padre Emílio Leite Álvares Cabral nasceu  no Sítio Riachão dos Lustosas, Milagres, no dia nove de março de 1881, filho de José Leite Rabelo da Cunha e de Felismina Álvares de Oliveira Cabral. Culto Sacerdote pertenceu AA docência do Colégio Beneditinos, na Serra do Estevão, Quixadá, dos Capuchinhos, Canindé e no Seminário e Colégio São José da cidade do Crato, todos no Ceará. Faleceu na cidade do Crato a vinte e sete de abril de 1933.

   Termo de batismo:Emílio, branco, filho legítimo de José Leite Rabelo da Cunha e de Felismina Álvares de Oliveira Cabral nasceu a nove de março de 1881 e foi batizado a vinte e nove de maio do mesmo ano, nesta Matriz (de Nossa Senhora dos Milagres) pelo Vigário Manoel Joaquim de Sampaio, foram Padrinhos Francisco Leite Rabelo da Cunha e Madalena Álvares de Oliveira Cabral e como procuradores o Alferes Manoel Joaquim de Albuquerque e sua mulher Dionísia Maria da Encarnação. O Vigário Manoel Joaquim de Sampaio.” Cf. Livro de Batismos, Milagres.  familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 397.

     

   Padre Emídio Lemos nasceu a 22 de março de 1892, na Freguesia de Nossa Senhora da Penha do Crato, Ceará, filho de Minembro Francisco de Lemos e de Senhorinha Maria de Lemos.

   Termo de Batismo:“Aos cinco de abril de 1892, nesta matriz do Crato, Bispado do Ceará, batizei solenemente ao párvulo Emigdio, nascido aos vinte e dois de março do mesmo ano filho legítimo de Minembro Francisco de Lemos e de Senhorinha Maria naturais e batizados nesta Freguesia do Crato; e foram padrinhos, Emanuel Tomás de Aquino e Medelina de Aquino, casados, os quias conheço pelos próprios. Para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário Antônio Alexandrino de Alencar.” Cf. Livro de Batismos, Crato.  familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 393. 

     

   Dom Expedito Eduardo de Oliveira. Termo de batismo: 

“Aos treze de fevereiro de 1910, nesta Matriz de Pacatuba, Bispado do Ceará, batizei solenemente ao párvulo Expedito, nascido a oito de janeiro do mesmo ano, filho legítimo de Alfredo Augusto de Oliveira e Elvira Eduardo de Oliveira, sendo seus padrinhos, João Correia Mendes e Joelma Mendes Correia. E para constar mandei fazer este que assinei. O Vigário João Carlos Augusto.” Cf. Livro de Batismos, Pacatuba.

     

   Padre Filomeno do Monte Coelho nasceu na Fazenda América duas léguas de distância de Sobral, no dia 15 de maio de 1885. Filho de  Manoel José do Monte Coelho nasceu a 07 de dezembro de 1803, e de Maria Bernardina da Soledade, casados a a 29 de maio de 1825, na Fazenda Carnaúbas. Neto paterno do Licenciado José Gomes Coelho, batizado a 16.12.1760, no Distrito da Guarda, Portugal, e de Vicência Ferreira do Monte, casados a 25 de janeiro de 1801, na Fazenda Jaibaras, Freguesia de Sobral. Neto materno de José Rodrigues Lima e de Ana Teresa de Jesus.

     

   Monsenhor Fortunato Alves Linhares nasceu em Sobral, Ceará, a 14 de outubro de 1869, e foi batizado a 20 de janeiro de 1870, pelo Padre  Diogo José de Souza Lima, de licença do Vigário Vicente Jorge de Souza. Termo de batismo: Fortunato, filho legítimo de Vicente Alves Linhares e Dona Felismina Idalina Linhares, nasceu aos quatorze de outubro de 1869, e foi batizado solenemente pelo Vigário Diogo José de Souza Lima, a vinte de janeiro de 1870. Foram padrinhos, o Capitão Vicente Ferreira de Arruda, e Manoel do Nascimento Alves Linhares, por seus procurador Francisco Alves Linhares. E para constar mandei fazer este assento em que assino. O Vigário, Vicente Jorge de Souza.”  Cf. Livro de Batismos. Sobral. familysearch.org. 1Cf. Ungidos do Senhor, Vol. I p. 438.

     

   Padre Francisco Abelardo Ferreira Lima nasceu no dia três do mês de janeiro do ano de 1914, em Pacoti, Serra de Baturité, Ceará, filho de André Epifânio Ferreira Lima e de Maria Claudina Landim. Neto paterno do Doutor Temóteo Ferreira Lima, n. 22.10.1845, Baturité,  e de Maria de Souza Bezerra. Neto materno de francisco Rodrigues Pinheiro Landim e de  Josefa Dina. Padre Abelardo faleceu a 25 de junho de 1997.

   Termo de batismo:“Aos doze de fevereiro de 1914, na Igreja Matriz (de Pacoti) solenemente batizei a Francisco, nascido na Freguesia de Pacoti a três de janeiro último, filho legítimo de André Epifânio Ferreira Lima e de Maria Claudina de Lima Landim, moradores nesta Paróquia. Foram padrinhos, José Moreira Pinheiro Landim e Felismina H. Ferreira Lima. E para constar, lavrou-se este termo que assino. Padre Antônio Tabosa Braga.” Cf. Livro de Batismos, Pacoti.  familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 70,439. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica, Fortaleza. 2016. Vol. II. p. 778   L Mat Pacoti. 

     

   Padre Francisco Araken da Frota nasceu em Santana do Acaraú, Ribeira do Acaraú, no dia 27 do mês de junho de 1894, filho de Manoel Lúcio Carneiro da Frota e de Úrsula Anália da Frota. Neto paterno de Francisco Carneiro de Araújo e de Ana Joaquina Carneiro da Frota. Neto materno de Manoel de Maria Frota Vasconcelos e de Constança Idalina Rodrigues Lima. Ordenado Padre a quatro de janeiro de 1920, Sobral. Vigário de Santana do Acaraú, 1920/1941.

   Termo de batismo:“Aos dezessete de julho de 1894, nesta Igreja Paroquial de Santa Ana do Bispado do Ceará, batizou solenemente o Vigário, Diogo José de Souza Lima, a Francisco, nascido a vinte e sete de maio do mesmo ano, filho legítimo de Manoel Lúcio Carneiro da Frota e de Úrsula Anália da Frota naturais e batizados nesta Freguesia. Foram padrinhos, Tomé da Frota e Ana Constança, casados, os quias conheço pelos próprios. E para constar lavre este assento e assino. O Vigário Colado, Francisco Xavier Nogueira.” Cf. Livro de Batismos, Santana do Acaraú. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 448. Cf. Cf. Padre José da Frota Gentil. OS FROTAS. Ed. Gráfica Barbero. RJ. 1967. p. 358.

     

   Padre Francisco Batista de Queiroz nasceu em Palmeiras, Palmácia, ora em Pacoti, no dia 17 de setembro de 1902, filho de João Batista de Queiroz e de Matilde Moreira de Andrade, Matilde de Queiroz Lima.

   Termo de batismo:“Aos vinte e dois de novembro de 1902, batizei solenemente, na Capela de Palmeiras, (Palmácia) a “Francisco”, nascido a dezessete de setembro do mesmo ano; filho legítimo de João Batista de Queiroz e Matilde de Queiroz Lima, sendo padrinhos Antônio Ribeiro Campos e Maria Teresa de Oliveira. E para constar lavrei este termo que assino. O Vigário João Alfredo Furtado.” Cf. Livro de Batismos, Pacoti. familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 451.

     

   Padre Francisco Batista Luz nasceu a vinte e cinco de junho de 1918 em Pacoti, filho de Zacarias Batista Luz e de Maria Santana Luz.

   Termo de batismo:“Aos vinte e oito de julho de 1918, na Matriz (de Pacoti) batizei solenemente Francisco, nascido a vinte e cinco de junho último, filho legítimo de Zacarias Batista Luz e Maria Santana Luz, sendo padrinhos, Joaquim Nobre de Souza e Antônia Nobre de Souza. E para constar se fez este assento. O Padre José Barbosa de Magalhães.” Cf. Livro de Batismos, Pacoti.  familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 453.

     

   Padre Francisco Cândido de Vasconcelos nasceu na Fazenda Alegre, Freguesia de Sobral, Ceará, no dia quatro de setembro de 1870, filho de José Peregrino de Vasconcelos e de Maria da Glória de Araújo, casados a 23.07.1865.  Neto paterno de José Rodrigues de Vasconcelos e de Maria Ferreira Gomes. Neto materno de José Joaquim de Araújo e de Maria dos Reis do Oriente.

   Termo de batismo:Francisco, filho legítimo de José Peregrino de Vasconcelos e Maria da Glória de Araújo, nasceu a quatro de setembro de 1870, e foi batizado solenemente na Capela de São José (do Patriarca, Sobral) pelo Padre Antônio da Silva Fialho a dezessete de novembro do dito ano: Padrinhos, José Ferreira de Vasconcelos e Maria Jerônima de Maria, por sua procuradora Ana Vieira do Carmo. E para constar mandei fazer este assento que assinei. O Vigário Vicente Jorge de Souza.” Cf. Livro de Batismos, Sobral. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 456. Sadoc. Vol. III p.224.

     

   Padres Francisco Carlos de Morais, Manoel Carlos de Morais e Raimundo Rolim de Morais, filhos de Manoel Carlos de Morais, natural de Sousa, Paraíba, e de Josefa Manoela de Souza Rolim nasceu na Vila de Lavras da Mangabeira, Ceará. Netos paternos de Francisco Antônio de Moraes e Ana Manoela das Virgens, e maternos de Antônio Joaquim de Souza Rolim e Josefa Manoela de Araújo. Termo de casamento dos pais dos Padres Francisco Carlos de Morais, Manoel Carlos de Morais e Raimundo Rolim de Morais.“Aos vinte e seis de novembro de 1870, nesta Matriz, Freguesia das Lavras, feitas as diligências necessárias, confessados, examinados e aprovados em Doutrina Cristã, sem encontrar impedimento algum em minha presença e das testemunhas: Benedito da Silva Garrido e Amaro de Souza Moraes se receberam em matrimônio os nubentes: Manoel Carlos de Moraes, filho legítimo de Francisco Antônio de Moraes e Ana Manoela das Virgens, já falecidos, com Josefa Manoela de Souza Rolim, filha legítima de Antônio Joaquim de Souza Rolim e Josefa Manoela d’Araújo, e lhes dei as bênçãos nupciais do Ritual Romano. São naturais, ele da Freguesia da cidade de Sousa Bispado de Pernambuco e ela desta Freguesia das Lavras e moradores, ele na cidade do Crato, e ela nesta Vila e Freguesia das Lavras do Bispado do Ceará. Do que para constar mandei lavrar este termo em que assinei. O Vigário Antônio Pereira de Oliveira Alencar.” Cf. Livro de Matrimônios, Lavras da Mangabeira. familysearch.org. 

   Padre Francisco Carlos de Morais, ordenado Padre a 30 de novembro de 1899, em Fortaleza. Faleceu na Capela da Cruz, Independência, no dia 31 do mês de agosto de 1904. Termo de batismo:Aos quatro de maio de 1876, nesta Matriz (de Lavras da Mangabeira) batizei solenemente a Francisco, branco, filho legítimo de Manoel Carlos de Moraes e Josefa de Souza Rolim e Moraes, nascido a vinte e cinco de abril do dito ano; foram padrinhos, Felinto Alves Cavalcante e Manoela de Souza Rolim. E para constar mandei fazer este e assinei. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.” Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 458 Cf. Livro de Batismos e Óbitos, Lavras da Mangabeira. 

    Padre Manoel Carlos de Morais. Ordenado Padre a 30 de novembro de 1912, em   Fortaleza. Vigário de Independência, Tianguá e Umari. Termo de batismo: “Aos dezesseis de junho de 1885, nesta Matriz (de Lavras da Mangabeira), o Reverendo Claudino Leopoldo da Fonseca, batizou solenemente a Manoel, filho legítimo de Manoel Carlos de Moraes e Josefa Rolim de Moraes, nascido a trinta e um de maio do dito ano, sendo padrinhos, o Dr. Augusto Pinto Alves Pequeno e Josefa Rolim de Moraes Filha. E para constar fiz este e assinei. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.” Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 116 Cf. Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira. 

   Padre Raimundo Rolim de Morais, ordenado Padre a 30 de novembro de 1914, em Fortaleza. Coadjutor de Tamboril, 1915, Vigário de Jaguaribe, 1916. Vigário do Icó, 1918. Vigário ainda de Batalha e Picos, Piauí, Itapipoca, 1940, Pacatuba, 1941. Faleceu a 10 de março de 1975. Termo de batismo:“Aos trinta e um de outubro de 1886, nesta Matriz (de Lavras da Mangabeira) o Reverendo Claudino Leopoldo da Fonseca batizou solenemente a Raimundo, filho legítimo de Manoel Carlos de Moraes e Josefa Rolim de Moraes, nascido a oito do dito mês e ano, sendo padrinhos João Antônio de Oliveira e Francisca Raimunda de Oliveira. E para constar fiz este e assinei. O Vigário, Miceno Clodoaldo Linhares.” Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 366 Cf. Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira. 

     

   Padre Francisco de Assis Castro Monteiro nasceu  a 15 de junho de 1889, em Aquiraz, filho de Francisco de Assis Monteiro, n. Freguesia do Icó, e de Maria de Castro Monteiro, n. Aquiraz.  

   Termo de batismo:“Aos quatro dias do mês de agosto do ano de 1889, na Igreja Paroquial desta Vila de Aquiraz, Bispado do Ceará, batizei solenemente o párvulo Francisco, nascido aos quinze dias do mês de junho do mesmo ano, filho legítimo de Francisco de Assis Monteiro, natural e batizado na Freguesia do Icó, e Maria de Castro Monteiro, natural e batizada nesta Freguesia do Aquiraz. Foram padrinhos, José Chaves de Castro e Silva e sua mulher Cordulina Sabina de Castro. E para constar mandei fazer este assento que assinei. O Pároco Leandro Teixeira Pequeno.” Cf. Livro de Batismos, Aquiraz. familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 475.

     

   Monsenhor Francisco de Holanda Montenegro nasceu em São Mateus, Jucás, aos 25 de fevereiro de 1913 e foi batizado a 30 de abril seguinte, pelo Vigário Pio Pinho de Oliveira, Filho de Seridião de Holanda Montenegro e de Dona Almerinda de Holanda Montenegro. Ordenado Padre no Crato a 13 de novembro de 1935. Professor do Seminário do Crato. Diretor do Ginásio do Crato, 1938/1941. Diretor do Colégio Diocesano por largo tempo, onde criou laços de amizade respeitosa com seus alunos que perduraram por toda a vida. Nas tardes de conversa em sua casa no aprazível Bairro Grangeiro, meio-sopé da Chapada do Araripe, uma vez relatou que havia tomado a decisão de se aposentar por ter recebido uma carta ‘anônima’ de um ex-aluno (a) na qual lembrava a necessidade de ele assumir outra função na vida. De forma sábia aceitou a sugestão e chegou a um acordo com o Senhor Bispo para deixar a Diretoria. Colega de turma do Monsenhor Raimundo Augusto de Araújo Lima, amigo do irmão deste Antônio Augusto e seu cliente, dispensava especial atenção ao Autor, e de forma amigável passava os seus sermões ao FAAL, principalmente em relação a determinado Padre a quem Monsenhor Montenegro tinha admiração embora discordasse. A conversa fluía por uma tarde inteira sem hora para terminar a não ser com a chegada da prima Martinha, (Marta Augusto Gonçalves) que morava também no Grangeiro e era a responsável por levar e trazer o primo FAAL, quando de suas visitas a cidade do Crato. Mas a ocasião mais inusitada que vivenciei com o Monsenhor Montenegro foi quando acolhendo um seu pedido (acatado como se ordem fosse) fui visitar uma “serra”, sítio, de sua propriedade na citada Chapada do Araripe e verificar o plantio de cafeeiros. Com tempo marcado para retornar a Fortaleza, e desejoso de entregar em mãos o receituário agronômico com as detalhadas recomendações o procurei no Colégio Santa Teresa. Eu vindo do campo, chapéu de palha para proteção do sol, botas de cano alto, para proteção acidente de cobra, com barro no corpo, era o Jeca Tatu ou melhor o Mané Xique – Xique em pessoa. Certo que travaria uma conversa reservada com o Monsenhor, aguardei em um corredor a sua vinda. Quando expliquei e detalhei tudo que havia visto em sua propriedade, ele me convidou para entrar na sala contígua. Confesso que foi a maior imprudência que cometi.  Sem noção da sequência entrei. Surpreso me deparei com uma sala-de-aula lotada de alunas. Não eram vinte, trinta meninas - moças, eram mais de quarenta que me pareceram ser muito mais de cem. O Monsenhor fez a apresentação formal do Mané Xique Xique com a sua peculiar facilidade chamando a atenção das moças para a importância de bem observar, distinguir aparência x realidade. Bom homem passou a enumerar a naturalidade do Jeca, (Crato), filiação, etc. e a tecer elogios ao profissionalismo do jovem agrônomo. A zoeira no mundo...  Eu tímido não sabia onde me ‘esconder’ ...O mais que consegui falar, gaguejar - foi.. 'oh isso é coisa de tio amigo, nem acreditem em tudo'... Monsenhor Francisco de Holanda Montenegro se realizava através do sucesso dos seus ex – alunos e de filhos de amigos a quem considerava família, com direito a elogio e/ou ‘carão’.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 493.

     

   Padre Francisco de Paula Menezes nasceu em Sobral, onde foi batizado a 15 de abril de 1821, na Igreja Matriz, pelo Vigário José Gonçalves de Medeiros. Filho de Jerônima Maria, solteira, índia. Padre Francisco Vigário do Acaraú e de Quixeramobim. Termo de óbito.“Aos dezenove dias do mês de julho de 1865, faleceu da vida presente e recebeu os sacramento da Extra Unção, o Reverendo Francisco de Paula Menezes de idade de quarenta e dois anos pouco mais ou menos (idade rela 44 anos), e no dia seguinte foi sepultado no Cemitério desta cidade de Quixeramobim em uma catacumba e foi solenemente encomendado pelo Reverendo José Jacinto Bezerra Borges de Menezes; do que para constar mandei fazer este assento que assino. O Padre Pároco Antônio Elias Saraiva Leão. Cf. Livro de Óbitos, Quixeramobim. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 497.

     

   Padre Francisco Ferreira Antero nasceu a 1º de maio de 1855, na Vila do Icó. Padre, Vigário do Icó – 1891. Filho de Antônio Ferreira Antero, Antônio Herrera Antello nasceu no ano de 1812, na Freguesia da  Penha, Província de Corunha Arcebispado de Santiago de Compostela, Região Autônoma da Galiza, Espanha,  e de Ana Joaquina do Espírito Santo, n. Icó. Neto paterno de Francisco Forgam, Francisco Forgham e de Maria de Antello. Neto materno de João Evangelista do Espírito Santo e de Romana Luíza de Carvalho. Termo de batismo.“Aos vinte e nove de julho de 1855, o Reverendo Coadjutor Diogo José de Souza Lima, batizou e pós os Santos Óleos a Francisco nascido a primeiro de maio do mesmo ano filho legítimo de Antônio Ferreira Antero e de Ana Joaquina Ferreira Antero: foram seus padrinhos Joaquim Nogueira do Espírito Santo, por seu procurador, João Evangelista do Espírito Santo e Joana Cristóvão do Espírito Santo; e para constar mandei lançar este assento em que me assinei. O Vigário Miguel Francisco da Frota.” Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 05. Cf. Livro de Batismos, Icó.

       

   Padre Francisco Ferreira de Moraes nasceu a nove de agosto de 1911, em Crateús, filho de José Olímpio de Moraes e de Maria da Conceição Ferreira de Moraes. Termo de batismo.“Aos 15 (quinze) de setembro de 1911, nesta (Igreja) Matriz (de Crateús) batizei solenemente a Francisco nascido a 21 (vinte e um) de agosto deste ano, filho legítimo de José Olímpio de Moraes e de Maria da Conceição de Moraes. Foram padrinhos, Amadeu Catunda e Francisca de Melo Catunda. E para constar lavrei este assento que me assino. O Vigário Joaquim Rosa.” Cf. Livro de Batismos, Crateús. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 07. 

     

   Padre Francisco Gomes Parente nasceu no mês de novembro de 1791, e batizado a 12 de dezembro seguinte na Igreja Matriz de Sobral, filho de Inácio Gomes Parente nasceu circa 1742, na Freguesia de Ar.?., Bispado de Lamego, Viseu, e de Francisca de Araújo Costa, casados a a 24 de novembro de 1777, de manhã, no Sítio Santo Antônio, Serra da Beruoca, Meruoca, Ceará. Termo de batismo.Francisco, filho legítimo de Inácio Gomes Parente, natural de Lamego e de sua mulher Francisca de Araújo Costa, natural desta Freguesia; neto paterno de Manoel Gomes Parente e de Catarina Lopes, naturais de Lamego, neto materno José e Araújo Costa, natural de Braga, e de sua mulher D. Brites de Vasconcelos, natural de Goiana, nasceu em novembro de 1791, e foi batizado com os Santos Óleos nesta Matriz de Sobral por mim Cura Basílio Francisco dos Santos nos doze de dezembro do dito ano; foram padrinhos Caetano da Costa Vieira, solteiro, e Francisca .?. mulher de Francisco de Araújo Costa, moradores na Freguesia da Serra dos Cocos e o Padrinho morador nesta, e para constar fiz este termo que assino. Basílio Francisco dos Santos." Cf. Livro de Batismos, Sobral. 1familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 11.

     

   Padre Francisco  Gonçalves Ferreira Magalhães a nasceu a 02 de abril de 1779, e foi batizado a 21 seguinte, no Estreito, Freguesia de Sobral, pelo Padre João Ribeiro Pessoa, Padrinhos, Tomás Lourenço da Costa, casado, morador no Recife, PP apresentada por Vicente da Silva Fialho, e Isabel Maria de Jesus, mulher de Antônio Domingos Inácio. Filho de João Gonçalves Ferreira Júnior batizado a 09 de março de 1733, no Distrito de  Santarém, e de Francisca Xavier,, batizada a 11 de setembro de 1744, na Capela de N. Senhora da Soledade do Siupé. Casada com treze anos de idade a 21 de novembro de 1757, na Igreja Matriz de N. Senhora da Conceição da Caiçara, Sobral.  Padre. Membro da Junta Provisória do Governo da Província do Ceará, em 1822. Faleceu no ano de 1875. Acusado de mandante no assassinato do comerciante português Luís José, residente em Sobral. Não é filho de João Pinto de Mesquita.  Cf. Ungidos do Senhor, Vol. II p.13 e Mons. Francisco Sadoc de Araújo, Cronologia Sobralense. Vol. I p. 196. Cf. Livro de Batismo, Sobral.  1777/1783. familysearch.org. 95.

     

   Francisco Inácio da Costa Mendes, Padre, nasceu em Boa Viagem, a 14 de maio de 1842 e foi batizado a 30 de julho seguinte, na Fazenda Poço d’Água, pelo Padre Inácio Antônio Lobo. Padrinhos, o Reverendo Vigário, Padre Antônio Pinto de Mendonça e Jacinta Ribeiro do Nascimento. Filho de Inácio Mendes Guerreiro e de Joana Gomes da Silva. Cf. Livro de Batismos, Quixeramobim.. Ungidos do Senhor, Vol. II p. 16.

     

   Padre Francisco Juvêncio de Andrade Filho. Epônimo do Bairro Padre Andrade, Fortaleza. 

   Francisco Juvêncio de Andrade Filho nasceu no dia cinco de março de 1922, em Sobral, Ceará, filho do Doutor Francisco Juvêncio de Andrade que nasceu a 25 de março de 1881, em Santana do Acaraú, Cirurgião Dentista, formado na Europa, e de Ana Rodrigues de Andrade, Naninha. Neto paterno de Antônio Juvêncio de Andrade e de D. Francisca Laura de Menezes Andrade, casados a 23 de janeiro de 1862. Neto materno de José Gomes Rodrigues de Albuquerque e de Ana Frederica Rodrigues de Andrade, casados a 06 de maio de 1874.   Ordenado Sacerdote Lazarista a 07 de dezembro de 1947, o Padre Francisco Juvêncio de Andrade Filho, C.M., foi responsável por uma Capela que atendia aos fiéis católicos da comunidade  denominada Cachoeirinha.

   O Padre Francisco Juvêncio Andrade Filho faleceu jovem, com a idade de 28 anos, afogado no açude Betsaida, Betizado, Aires de Souza, município de Forquilha, vizinho a Sobral, a 29 de julho de 1950. O Padre Andrade era tão querido, que os moradores da então Cachoeirinha, pediram à Câmara Municipal a mudança do nome do bairro. Por força da Lei nº 321, de 16.05.1951, foi fundado a 30 de maio de 1951, o novo bairro,  com aproximadamente 13.000 habitantes. Passou  de Cachoeirinha a ser chamado “Padre Andrade”, pertencendo a Secretaria Executiva Regional III de Fortaleza.

   Termo de Batismo de Francisco Juvêncio de Andrade Filho.Francisco, filho legítimo de Francisco Juvêncio de Andrade e de Ana Rodrigues de Andrade, nascido aos cinco dias de março de 1922, foi pelo Reverendo Padre Leopoldo Fernandes (Pinheiro), solenemente batizado aos vinte e quatro de março de 1922. Foram padrinhos, Pedro José Juvêncio de Andrade e Amália Rodrigues de Albuquerque. E para constar lavrou-se este assento que assino. Padre Fortunato Alves Linhares.”

   Termo de casamento dos pais de Francisco Juvêncio de Andrade Filho.“Aos 09 (nove) de outubro de 1915, feitas as denunciações que dispõem o Concílio Tridentino, e obtida a licença dos impedimentos de consanguinidade em terceiro grau atingente ao segundo e de afinidade de cópula lícita em terceiro grau igual da linha lateral e não constando outro impedimento. Em presença do Reverendo Padre José Juvêncio de Andrade, de minha licença e das testemunhas, Coronel José Gomes Rodrigues de Albuquerque e Alexandre Soares, na Capela do Menino Deus, desta cidade (Sobral), se receberam em matrimônio com palavras de presente, o Dr. Francisco Juvêncio de Andrade e D. Ana Rodrigues de Albuquerque, ele filho legítimo de Antônio Juvêncio de Andrade e de D. Francisca Laura de Andrade, natural de Sant’Ana (do Acaraú), e ela, filha legítima de José Gomes Rodrigues de Albuquerque e de D. Ana Frederica Rodrigues de Albuquerque, natural do Acaraú: ambos moradores nesta Freguesia; o contraente viúvo por falecimento de sua primeira mulher, D. Teódora Judite (Gomes) de Andrade, sepultada no cemitério São José, desta cidade. E logo o dito Padre lhes deu as bênçãos nupciais. Para constar fiz este assento e assinei. O Vigário, Padre José Tupinambá da Frota.”

     Irmãos anotados do Padre Francisco Juvêncio de Andrade Filho.

  1. José Alberto faleceu criança.
  2. Nílsiton Rodrigues de Andrade casou-se a 19 de dezembro de 1942, com Maria Carolina Cavalcante, filha de Silvestre Gomes Coelho e de Maria Laura Cavalcante Coelho.
  3. Egberto Rodrigues de Andrade nasceu a 10 de novembro de 1920. Ordenado sacerdote a 07 de dezembro de 1947. Cônego.
  4. Francisco Juvêncio de Andrade Filho, supra. Epônimo do Bairro Padre Andrade, Fortaleza.
  5. Luís Aurélio Rodrigues de Andrade nasceu a 13 de dezembro de 1927. Padre lazarista. Ordenou-se Sacerdote a 15 de julho de 1952. Secularizou-se no ano de 1972.
  6. Paulo Rodrigues de Andrade casou-se a 04 de junho de 1954, com Elizária Pinheiro Maia, natural de Milhã, filha de Porfírio Elisário Pinheiro e de Rosa Maia.
  7. Laurita Rodrigues de Andrade causou-se em Fortaleza, com Olavo Mendes Brasil.
  8. Zilaís Rodrigues de Andrade casou-se a 24 de novembro de 1962, com José Menescal Machado Freire, viúvo de Maria do Socorro Oliveira, e filho de José Astolfo Andrade e de Leonília Machado.
  9. Agaís, Irmã Margarida Maria, religiosa carmelita.
  10. Zilmar Andrade. Religiosa, Filha da Caridade.

Cf. Livro de Matrimônios, Sobral. Cf. Livro de Batismos, Sobral. Cf. Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo. Cronologia Sobralense. Vol. IV. p. 79. e Vol. V. p. 60. Cf. Referência ao Padre Andrade da Paróquia de São Francisco de Assis – Jacarecanga, Fortaleza.

     

   Padre Francisco Ney de Alencar Arraes nasceu no dia três de outubro de 1927, na cidade do Crato, Ceará, filho de Virgílio de Albuquerque Arrais e de Marcionília, Marcionila de Alencar Arrais. Neto paterno de Vicente Andrade Arraes e Abigail Andrade Arraes. Neto materno de José Inácio Arraes e de Teresa Alexandrina de Alencar, (filha de Alexandre da Silva Pereira e de Alexandrina Benigna de Alencar).

   Termo de batismo:“Aos cinco de novembro de 1927, nesta Igreja Catedral de Nossa Senhora da Penha, (do Crato), batizei solenemente a Francisco, nascido a três de outubro deste ano, filho legítimo de Virgílio de Albuquerque Arrais e de Marcionila de Alencar Arrais. Foram padrinhos, o Doutor Elísio Gomes de Figueiredo e Leonina de Alencar Arrais. E para constar fiz este assento que assino. O Vigário, Monsenhor Francisco de Assis Feitosa. Cf. Livro de Batismos, Crato. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. II. p. 40.