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Familias Cearenses

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Caetano Gomes da Silva 

 
Aos quinze dias do mês de janeiro de 1742, na Fazenda chamada Sapê, desta Freguesia, corridos os banhos, sem impedimentos como consta da certidão que fica em meu poder, em presença do Padre João Salvador de Aranda, de minha licença, e das testemunhas o Coronel Francisco Ferreira da Ponte e Silva, o Tenente Manoel Ferreira Fonteles, pessoas conhecidas e moradoras nesta Freguesia, se receberam solenemente por palavras de presente, na forma do Sagrado Concílio Tridentino, Caetano Gomes da Silva, filho do Capitão João de Albuquerque Cavalcante, já defunto, e de sua mulher Maria de Almeida Silva, natural da Freguesia de Ipojuca, com Francisca Maria de Vasconcelos, filha do Alferes Cosme Frazão de Figueiroa e de Maria de Vasconcelos e Alvarenga, naturais da Paraíba, e moradores nesta Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Acaracu, (Acaraú), e logo receberam as bênçãos nupciais: que fiz este assento que assinei. O Padre Lourenço Gomes Lelou. Cura e Vigário da Vara do Acaracu. 
 
 

Delmiro Augusto da Cruz Gouveia

 
1º Centenário do seu assassinato: 1917 / 2017

Delmiro Gouveia nasceu a cinco de junho de 1863, na Fazenda Boa Vista, município de Ipu, Ceará, mas na área eclesiástica, pertencia então a Capela da Barra do Macaco. Faleceu assassinado a 10 de outubro de 1917, Pedra, Alagoas. Filho de Delmiro Porfírio de Farias, o Belo, e de Leonila Flora da Cruz Gouveia, solteira. Sobrinho paterno do também ipuense Jesuíno Porfírio de Farias, casado que foi com Isabel Francisca da Conceição, pais de Francisco nascido a quatro de janeiro de 1863.

Delmiro Porfírio de Farias era casado com Francisca Carolina de Mesquita, e pais de sete filhos, entre eles, Manoel e José que nasceu a vinte e três de junho de 1863, dezoito dias após o nascimento do seu irmão consanguíneo Delmiro Gouveia.

José, Branco, nasceu a vinte e três de junho de 1863, e a seis de março do ano de 64, (1864), foi por mim batizado solenemente e com os Santos leos, nesta Matriz (Santa Quitéria): foram padrinhos Luís Pinto de Mesquita e Ilena Cassiana de Mesquita, do que para constar fiz este assento que assino. O Vigário, Francisco Manoel de Lima e Albuquerque."

Manoel, filho legítimo de Delmiro Porfírio Faria e de Francisca Porfírio Faria nasceu a dezoito de dezembro de 1848, e a sete de janeiro de 1849, foi por mim solenemente batizado em Santa Quitéria, sendo padrinhos, Manoel Alves dos Santos e Clemência Pinto de Mesquita, casados, e moradores nesta Freguesia. E para constar faço este assento e assino. O Vigário Antônio de Sousa Neves."

Termo de batismo de Delmiro Gouveia.

Delmiro, Branco, filho natural de Leonilla Flora da Cruz Gouveia, nasceu a cinco de junho e a trinta do mesmo mês e ano de 1863 foi batizado solenemente com os Santos leos, em desobriga, de licença minha, pelo Reverendo Coadjutor Bernardino de Oliveira Memória: foram padrinhos, o Capitão Elmiro de Sousa e Oliveira e D. Ana Rodrigues Veras. Do que para constar fiz este termo que assino. O Vigário, Francisco Manoel de Lima e Albuquerque. Obs.: Não foi batizado na cidade do Ipu, e sim em desobriga, na Fazenda Boa Vista.
Termo de batismo de Maria Augusta irmã de Delmiro Gouveia.

Maria, Branca, filha natural de Leonila da Cruz Gouveia, nasceu a dois de dezembro do ano de 1861, e a seis de janeiro do ano de 1862, foi por mim batizada solenemente com Santos leos, nesta Matriz (de Santa Quitéria): foram padrinhos, Manoel Rodrigues Veras e Teresa Francelina de Almeida. Do que para constar fiz este assento que assino. O Vigário Francisco Manoel de Lima e Albuquerque. Obs.: O termo de batismo de Maria Augusta, esclarece em definitivo a naturalidade cearense de Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, até então, posta em dúvida por alguns autores pernambucanos.
Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica, Fortaleza. 2016. Terceiro volume, p. 1183. Francisco Augusto, 31.03.2017 Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Última atualização ( Qua, 26 de Abril de 2017 10:26 )

 

Raimundo César Gadelha Alencar Araripe 

 
O Doutor Raimundo César Gadelha Alencar Araripe nasceu a 26 março 1930, na cidade de Fortaleza, filho de Mário de Alencar Araripe e Deri Gadelha Alencar Araripe.

Diretor da Escola Técnica Federal, do Ceará (Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará, Cefet-Ce), empossado no cargo a 13 de outubro de 1972, e havia trás anos que vinha exercendo aquelas funções em substituições a José Roberto de Melo Barreto, que fora para a assessoria especial do ensino do 1º Grau do MEC. Permaneceu Diretor até o ano de 1993.

Casou-se com Teresa Maria Sales Araripe, pais de quatro filhos, todos casados com geração:

1. Pedro Samuel Sales Araripe.

2. Virgílio Augusto Sales Araripe, atual Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, (antigo-CEFET).

3. Mário César Sales Araripe.

4. Deri Sales Araripe.

Raimundo César Gadelha Alencar Araripe faleceu às 10 horas e 20 minutos do dia 17 de dezembro de 2016, no Hospital Cura d'Ars, Fortaleza.

Fonte: Aíla Maria Moreira Lima, José Augusto de Araújo Lima.
Cronologia Ilustrada de Fortaleza - Roteiro para um turismo histórico e cultural - 2005. Miguel Ângelo de Azevedo - Nirez 2005.

Última atualização ( Ter, 25 de Abril de 2017 17:51 )

 

Athanazio de Cerqueira Brandão


Natural de Ponte de Lima filho de Luis Cerqueira de Araújo.
INQUIRIÇÃO DE GÊNERO DE SILVÁRIO CORREIA PINTO E JOÂO CORREIA PINTO.
DATAS DE PRODUÇÃO: 1691-08-03 a 1691-08-03.
Filiação: Luis Cerqueira Araujo e Maria Correia Pinto. Natural e/ou residente em ARCOZELO,Santa Marinha, actual concelho de PONTE LIMA e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Série Inquirições de gênero: Inquirição de Jose, feita em 1695.04.07 e Inquirição de João, feita em 1701.09.15. João Correia Pinto; Jose Cerqueira Pinto e Silvério Correia Pinto, irmãos. Proc.1598.
"Atanásio de Cerqueira Brandão tem sua origem e descendência descrita por Silva Leme no volume IV, página 187, da Genealogia Paulistana.Era reinol, e foi capitão-mor de Pitangui. Estabeleceu-se no sertão do rio de São Francisco e fundou a fazenda Barra da Carinhanha.Casou com Catarina de Siqueira de Mendonça, irmã do capitão-mor paulista Manuel Afonso Gaia, estabelecido na Cachoeira e povoador do sertão do rio Verde. Em 1715 o vice-Rei do Brasil, marquês de Angeja o elogiou muito por combater o gentio bravo da região, com auxilio de Paulistas. Em 1721 teve patente de mestre de campo, em 16 de dezembro de 1723 o governo geral da Bahia ainda lhe recomendava o extermínio dos índios que ali se demoravam...Uma filha sua casou com o sertanista Januário Cardoso de Almeida."Fonte: Wikipédia.
Athanazio de Cerqueira Brandão, nasceu na Rua do Arrabalde, Freguesia de Santa Marinha de Arcozelo, Ponte de Lima, Viana do Castelo. Filho do Furriel da Tropa de Sua Majestade, Luis Cerqueira de Araújo e de sua mulher Maria Correia Pinto.

Termo de casamento dos pais de Athanazio, Luis Cerqueira de Araújo e Maria Correia Pinto.
Em os vinte e quatro dias do mês de fevereiro do ano de mil seiscentos e sessenta e seis recebeu na Capela de São Bartolomeu, (Ponte de Lima), de minha licença o Padre Amaro Cerqueira natural da Vila de Arco de Valdevez, a Luís Cerqueira de Araújo, filho legítimo de Atanazio Cerqueira de Araújo e de sua mulher Inês Roiz, Inês Rodrigues, moradores na Vila dos Arcos de Valdevez, com Maria Correia, filha legítima de Antônio João e de sua mulher Catarina Pinta, meus fregueses; testemunhas que foram presentes, os Reverendos Padres Francisco Madris, Bos. Fr. Leitão e Antônio de Magalhães, todos desta dita Freguesia de Santa Marinha (de Arcozelo) dadas as denunciações na forma do Sagrado Concílio Tridentino e Constituição de que mandei fazer este assento que assinei O Abade Prado.
Cf. Livro de Batismos, Arcozelo, Ponte de Lima. 1641/1672. Etombo. 68.
Cf. Livro de Casamentos, Arcozelo, Ponte de Lima. 1641/1672. Etombo. 14.
Irmãos anotados de Athanazio de Cerqueira Brandão.
1. Silvário Correia Pinto.
2. João Correia Pinto.
3. José Cerqueira Pinto.
4. Paula, batizada a 14 de janeiro de 1669.
Francisco Augusto de Araújo Lima, Fortaleza, 22.11.2016

Última atualização ( Ter, 25 de Abril de 2017 17:03 )

 

Matias Pereira Castelo Branco 


O enigma da naturalidade de Matias Pereira Castelo Branco resolvido com a colaboração do seu descendente Tenente - Coronel Rommel Diógenes Castello Branco e do bragantino Eng. Antônio José Dias Pereira Mendes.

Matias é natural da Freguesia de Nossa Senhora das Graças de Fragosela, Concelho e Distrito de Viseu. Nos termos cearenses, somente Freguesia de Nossa Senhora das Graças, Bispado de Viseu, o que mesmo assim permitiu documentar a sua naturalidade e termos de casamentos de seus pais e de batismos de seus irmãos.

Termo de casamento dos pais de Matias Pereira Castelo Branco.

Em os vinte e cinco dias do mês de novembro de 1679 anos, nesta Igreja de Nossa Senhora das Graças das Fragozellas, Fragosela, se receberam por palavras de presente em minha presença e das testemunhas abaixo nomeadas, na forma do Concílio Tridentino e Constituição deste Bispado, Antônio Pereira Queiroz Castelo Branco, (batizado a 07.05.1654), filho de Antônio Cardoso e de Cristina Pereira Castelo Branco, (casados a 05.09. 1649,)moradores que foram no lugar Tibaldinho, Freguesia de São Vicente de Alcafache, (Concelho de Mangualde, Viseu,) e Dona Isabel de Castelo Branco e Távora (Távora, batizada a 04.01.1644), filha que ficou de O.?. Pedro Ferrão, Geraldo Ferrão e de Dona Margarida Rebello de Loureiro, moradores que foram no lugar de Prime, foram testemunhas Tomás da Silva e Antônio João deste lugar de Prime, e por verdade fiz este termo que assinei, o Padre Cura Francisco Nunes Teixeira.

Termos de batismos de irmãos de Matias Pereira Castelo Branco.

Em os doze dias do mês de fevereiro de 1681 anos, batizei a Mariana, filha de Antônio Pereira e de sua mulher Dona Isabel de Castelo Branco, (do lugar) de Prime, e foram padrinhos o Reverendo Cônego Pedro de Mesquita, da cidade de Viseu, e Dona Ana de Castelo Branco tia da batizada, e por verdade fiz este termo que assinei, O Padre Cura Francisco Nunes Teixeira.

Em os quatro de março de 1683 anos, batizei a Antônio filho de Antônio Pereira de Queiroz Castelo Branco e de sua mulher Dona Isabel, do lugar de Prime; foram padrinhos Manoel de Azevedo, da cidade de Viseu, e Dona Maria Castelo Branco tia do batizado, do lugar de Prime, e por verdade assinei, O Padre Cura Francisco Nunes Teixeira.

Em os dois dias do mês de maio de 1686 anos, batizai a Michaela, filha de Antônio Pereira e de sua mulher Dona Isabel, do lugar de Prime, e foram padrinhos, Manoel de Almeida, da cidade de Viseu, e batizou o Padre Jorge de Vasconcelos da dita cidade, de que fiz este termo e assinei O Padre Cura Francisco Nunes Teixeira.

Filhos por Antônio Cardoso e Cristina Pereira Castelo Branco.

Christa, Cristina, filha de Antônio Cardoso e de sua mulher (Christa) Cristina Pereira, do Tibaldinho, batizou o Padre Manoel Cardoso, tio, a 30 de maio de 1650, de que foram padrinhos Diogo Borges, tio, e Catarina Francisca do dito lugar, era ut supra. O Abade Sebastião Pinto.

Arcângela, filha de filha de Antônio Cardoso e de Christina Pereira, do Tibaldinho, batizou o Reverendo Abade a 16 de maio de 1652, e foram padrinhos João Cardoso de Abrantes e morador em Viseu, e sua irmã Madalena, era ut supra O Abade Bartolomeu Coelho Rosado.

Antônio, filha de Antônio Cardoso e de sua mulher Cristina Pereira, moradores em Tibaldinho, batizou o Padre Antônio Marinho de minha licença, a 07 de maio de 1654, e foram padrinhos, eu o Abade Bartolomeu Coelho Rosado e Dona Maria da Silva todos desta Freguesia de São Vicente (de Alcafache), era ut supra o Abade Bartolomeu Coelho Rosado.

Cf. Livro de Batismos, Matrimônios e Óbitos, N. Senhora das Graças, Fragosela, Viseu. 1672/1747. familysearch.org. 27,30,36,57.
Cf. Livro de Batismos, Matrimônios e Óbitos, N. Senhora das Graças, Fragosela, Viseu. 1638/1675. familysearch.org. 12,15.
Cf. Livro de Batismos, Matrimônios e Óbitos, São Vicente de Alcafache, Mangualde, Viseu. 1631/1688. familysearch.org. 31,34,38.

Francisco Augusto de Araújo Lima, Fortaleza, 14 de novembro de 2016. FAAL - Siará Grande.
 

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