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      Agapito Jorge dos Santos e seu genro Manoel Sátiro.

Agapito Jorge dos Santos nasceu a 24 de março de 1853, para outros,13.11.1852, em Santo Antão, Pernambuco,  filho de Joaquim Jorge dos Santos, Comendador da Ordem da Rosa e ilustre magistrado baiano, que fez carreira no Maranhão e de D. Maria Crespo dos Santos

à Tribunal da Relação de ordem do Exmo. Sr. Desembargador Presidente interino deste Tribunal, faço público, para conhecimento dos interessados, que terá lugar no mesmo Tribunal, no dia 29 do mês corrente, às 11 horas do dia, o exame de habilitação requerido pelo cidadão Agapito Jorge dos Santos, pretendente a uma profissão de advogado. Secretaria do Tribunal da Relação da Fortaleza, em 22 de janeiro de 1885. O Secretário Dr. Francisco das Chagas S. Pinto. Cf. Gazeta do Norte, 24.01.1885, sábado.

08.10.1874 - O professor Agapito Jorge dos Santos assume, em Maranguape, a cadeira de latim que fora transferida de Granja, por ato do Presidente da Província, datado de 17 de setembro de 1874.

23.11.1916 - Falece, em Fortaleza, Agapito Jorge dos Santos. Fez os primeiros estudos no Ateneu Cearense. Matriculou-se no Seminário Diocesano de Fortaleza, logo após sua abertura, concluindo, em 1866 o curso de preparatórios, com exceção do de filosofia, por não lhe permitir a idade. Transferiu-se para o famoso Colégio Pio-Latino Americano, em Roma, onde concluiu todo o curso de humanidade e dois anos de filosofia, com distinção. Regressando ao Ceará, em 1872, trouxe vasta cultura, comprovada com os prêmios conquistados na Cidade Eterna, constantes de duas medalhas em Prosa Latina, uma em grego, uma em catecismo, uma em italiano uma em Lógica e Metafísica, além de uma em comportamento - piedade, modéstia e diligência - e o grau de Bacharel e Licenciado em Ciências Filosóficas pela Universidade Gregoriana. Dedicou-se ao magistério, tendo sido professor de latim em Granja, de onde foi transferido, pelo Governo do Estado, para Maranguape, em 1874. Foi professor de matemática da Escola Normal,em Fortaleza, nomeado a 7 de julho de 1890. Em 1893 foi nomeado Diretor do Liceu e lente da cadeia de latim, transferido, por ato de 11 de março de 1897 para a de grego. Como advogado prestou relevantes serviços à causa abolicionista. Disputou a eleição para o primeiro Congresso Constituinte, elegendo-se Deputado. Apresentado candidato à Câmara Federal, no triênio 1900/1902 foi eleito e reconhecido. Por haver discordado da política governista foi excluído da chapa oficial, retornando à Câmara na chapa da oposição, nas legislaturas 1906/1908 e 1909/1911. Não participou, todavia, dessa última legislatura em virtude do seu diploma não haver sido reconhecido pela Comissão de Poderes, num golpe de força, por pressão do oficialismo. Voltou à Câmara na oitava legislatura - 1912/1915. Foi redator do “Jornal do Ceará”, fundado pelo Dr. Valdemiro Cavalcante, para combater a administração Nogueira Acioly. Casou-se quatro vezes.


04.08.1912 - Falece, Antônio de Sousa Prata (*1883), filho de Rogério de Sousa Prata e de Ana Cavalcante Prata. Deixa viúva Maria Cavalcante Prata (*1882), filha de Tibúrcio de Moura Cavalcante e Domitilia Pessoa Cavalcante e seis filhos - José Cavalcante Prata, casado com Francisca Romana Prata; Maria Celeste Prata Girão, viúva do senhor Luiz Girão; Raimundo Humberto Cavalcante Prata, Oficial do Exército; Maria Dilce Prata Mota, casada com Humberto Correia Mota, Maria Stela Cavalcante Prata e Gerardo Cavalcante Prata. Cf. Alfredo Marques. Maranguape, Sua Gente, Sua História. Ed. Expressão Gráfica, Fortaleza. 2006. p. 45,73,77,129. “No dia dois de maio de 1875, foi solenemente batizado José, filho de Rogério de Souza Prata  e Ana Amélia Prata. Nasceu a quatro de abril do mesmo ano; sendo padrinhos Antônio de Holanda e Maria de Jesus Nogueira. E para constar foi feito este assento que assino pelo Vigário José Gurgel. Monsenhor Vicente Salazar da Cunha.” Cf. Livro de Batismos,  Maranguape. 

  à   Termo do primeiro casamento de Agapito Jorge dos Santos.

“Aos trinta de novembro de 1872, tendo sido previamente habilitados, de minha licença o Reverendo Clicério da Costa Lobo, na Capela Episcopal (Fortaleza) se receberam em matrimônio por palavras de presente, juxta Sagrado Concílio tridentino, Agapito Jorge dos Santos e D. Maria Josina de Castro, ele filho legítimo do Dr. Joaquim Jorge dos Santos e de D. Luíza Maria Crespo dos Santos, já falecidos, e ela filha legítima de Raimundo Teodorico de Castro e de Maria Malveira de Castro, já falecida. Ambos moradores neste Curato, e logo lhes foram dadas as bênçãos nupciais, e de tudo foram testemunhas, os Doutores José Lourenço de Castro e Silva e Antônio Manoel de Medeiros. Para constar fiz este assento que assino. José Lourenço da Costa Aguiar. Cura.”  Cf. Livro de Matrimônios, S. José da Catedral, Fortaleza. familysearch.org. 

 à   Termo do segundo casamento de Agapito Jorge dos Santos.

“Aos treze de novembro de 1875, na minha presença e das testemunhas João Antunes d’Alencar e José Francisco Soares, se receberam em matrimônio, nesta Matriz (de Maranguape) por palavras de presente Agapito Jorge dos Santos e Raimunda Adelaide Cavalcante, ele viúvo por falecimento de Maria Josina dos Santos, e ela filha legítima de José Manoel Cavalcante e Ana Francisca Cavalcante, sendo naturais, ele da Freguesia da Fortaleza, (sic), e ela desta Freguesia (Nossa Senhora da Penha de Maranguape), mas ambos moradores nesta. E para constar mandei lavrar este assento em que me assino. O Vigário José Gurgel do Amaral Barbosa.” Cf. Livro de Matrimônios, N. Senhora da Penha, Maranguape. familysearch.org. 

Arminda, branca, filha legítima de Agapito Jorge dos Santos e de Raimunda (Adelaide) Cavalcante dos Santos, nasceu a oito de outubro de 1876, e foi batizada pelo Reverendo Vigário a 12 de dezembro do mesmo ano, sendo padrinhos, José Manoel Cavalcante e Ana Francisca Cavalcante (avós maternos da batizanda), e para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário Domingos de Castro Barbosa.” D. Arminda casou-se com um Paranhos. Cf. Livro de Batismos, N. Senhora da Penha, Maranguape. familysearch.org. 

Raimunda (Adelaide) Cavalcante dos Santos, casada com Agapito Jorge dos Santos, desta Paróquia, com idade de trinta e dois anos, faleceu de Febre, e seu cadáver envolto em hábito branco depois de encomendado por mim foi sepultado no Cemitério Público desta cidade (Maranguape) aos vinte e seis de junho de 1888; havia recebido os sacramentos espirituais. E para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário, Domingos de Castro Barbosa.” Cf. Livro de Óbitos, N. Senhora da Penha, Maranguape. familysearch.org. 

José Manoel Cavalcante, casado com Ana Francisca Cavalcante, desta Paróquia, com a idade de oitenta e quatro anos, faleceu de congestão cerebral; seu cadáver envolto em hábito branco, depois de encomendado por mim, foi sepultado no Cemitério Público desta cidade (Maranguape), aos trinta de agosto de 1887; havia recebido os sacramentos espirituais. E para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário Domingos de Castro Barbosa.”  Cf. Livro de Óbitos, N. Senhora da Penha, Maranguape. familysearch.org. 

29.08.1887 - Falece, nesta cidade, José Manoel Cavalcante, (*1814), abastado comerciante em Maranguape. Casado com Ana Francisca Cavalcante. Deixou 8 filhos - Rogério José, Manoel José, João Francisco, Maria Teodolina, Francisca Cavalcante Magalhães, casada com Manoel Magalhães; Ana Prata Cavalcante, casada com Rogério de Sousa Prata; Auta Cavalcante de Alencar, casada com o Dr. João Antunes de Alencar e Raimunda Cavalcante dos Santos, casada com Agapito Jorge dos Santos. No seu Inventário, que tramitou no expediente do Cartório Bernardo Pinheiro Teixeira, a 18 de fevereiro de 1888, consta nas declarações do inventariante, Agapito Jorge dos Santos que José Manoel deixou em moeda corrente 996$850, em apólices, 4.000$000, em imóveis 41.935$000, em semoventes 7.788$000, num total de 5476$630.

     à  Termo do terceiro casamento de Agapito Jorge dos Santos.

“Aos dezoito dias do mês de outubro de 1888, na Matriz do Patrocínio da cidade da Fortaleza, compareceram em presença do Cônego João Paulo Barbosa, por mim autorizado, os nubentes Agapito Jorge  dos Santos e Raimunda de Castro Barbosa, em tudo habilitados segundo o direito e sem impedimento; os quais se receberam por marido e mulher e logo foram dadas as bênçãos nupciais, segundo o rito da Santa Igreja Católica, sendo testemunhas, Antônio de Castro Barbosa Filho e José Teodorico de Castro. E para constar mandei fazer este assento que assinei. O Vigário Bruno Rodrigues da Silva Figueiredo.” Dona Raimunda de Castro Barbosa, filha de Antônio de Castro Barbosa e de Maria Inácia Barbosa. Cf. Livro de Matrimônios, Maranguape. 

  Alcides de Castro dos Santos nasceu no dia cinco de novembro de 1889 e não a quatro de novembro como é divulgado, filho de Agapito Jorge dos Santos e Raimunda de Castro Barbosa. Comerciante em Fortaleza. Fundador do Fortaleza Esporte Clube, o glorioso Leão do Pici.  

è   Termo de batismo de Alcides de Castro dos Santos.

“Aos oito dias de dezembro de 1889, na Igreja Paroquial desta cidade de Maranguape, batizei solenemente o párvulo Alcides, nascido aos cinco de novembro do mesmo ano, filho legítimo de Agapito Jorge dos Santos e de Raimunda de Castro Santos. Foram padrinhos o Cônego Reverendo João Paulo Barbosa e Josefa dos Santos Castro. E para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário Domingos de Castro.”  Cf. Livro de Batismos, N. Senhora da Penha, Maranguape.  

 Maria Elisabethe Santos, filha de Alcides Castro Santos casou-se com Lauro de Oliveiria Lima educador emérito, fundador do Colégio Agapito dos Santos, Avenida Tristão Gonçalves, 1409, Fortaleza, extinto no ano de 2006.

 

è  Termo do quarto casamento de Agapito Jorge dos Santos.

“No dia seis de julho de 1904, em casa particular do Sr. Rogério Prata, assisti ao contrato matrimonial de Agapito Jorge dos Santos com Francisca Prata, ele viúvo de Raimunda de Castro Santos, e ela filha legítima de Rogério de Souza Prata e Ana (Amélia) Cavalcante Prata, foram dispensados do impedimento de afinidade em segundo grau pelo lado materno e em terceiro pelo lado paterno, e logo lhes dei as bênçãos nupciais, presentes as testemunhas, Pedro Gurgel e João Correia Filho, naturais, ele de Pernambuco, (Vitória de Santo Antão) e ela desta Freguesia (de Nossa Senhora da Penha de Maranguape). E para constar fiz este assento que assino. O Vigário, Vicente Salazar da Cunha.”  D. Francisca Prata. Neta materna de Manoel José Cavalcante e de Ana Francisca. Cf. Alfredo Marques, Maranguape. 73,129,143,144. Cf. Livro de Matrimônios, N. Senhora da Penha, Maranguape. familysearch.org. 

“Ante-ontem, (seis de julho 1904), na  vizinha  cidade  de  Maranguape,  efetuou-se  com  intima  satisfação  e grande solenidade  o  consórcio  do  nosso distinto  e  ilustrado  companheiro  coronel Agapito  Jorge dos  Santos  com  a  exma.  sra. d.  Francisca  Prata  dos  Santos,  dileta  filha do  sr.  capitão  Rogério  de  Souza  Prata.

Tanto  o  ato  civil  como  o  religioso  realizaram-se  em  casa  do  capitão  Rogério  Prata, servindo  de  paraninfos:  por  parte  da  noiva, os  nossos  amigos  e  distintos  correligionários coronel  Joaquim  José  de  Souza  Sombra  e  mademoisèlle Maria  de  Souza  Sombra, tenente-coronel  João  Correia  de  Mello  Filho e  d.  Maria  da  Costa  Correia;  por  parte  do noivo,  coronel  Pedro  Gurgel  do  Amaral  Barbosa  e  d.  Arminda  dos  Santos  Paranhos,  major  José  Gomes  de  Mello e d.  Emília e  Alencar  Mello.

No  ato  religioso  cuidou  o  virtuosíssimo e  ilustrado  protonatario apostólico  monsenhor  Bruno  Figueiredo.

Apresentando  ao  digno  par  os  seus  sinceros  parabéns, o  ‘Jornal’  faz  votos  pela sua  feliz  lua  de  mel  e  venturosa  vida  futura.”   Cf. Jornal do Ceará Ano I Nº 62 08.07.1904.

    Manoel Sátiro nasceu no dia 03 de maio de 1885, na Rua Padre Graça, atual Avenida Simão de Góis, Caatinga do Góis, União, Jaguaruana, Ceará. Filho de pai incógnito e de Ana Sátiro. Neto de Manoel Sátiro das Neves casado com Francisca Maria e bisneto de Manoel Sátiro das Neves e de Joaquina Maria das Neves. Cf. Russas CD8 L3 Ób 145,212.

Manoel Sátiro casou-se com Angelzinda dos Santos, Dona Zindoca, filha de Agapito Jorge dos Santos.

      Termo de casamento de Manoel Sátiro.

“Aos vinte e três de janeiro de 1909, compareceram em presença do Exmº Monsenhor Bruno Figueiredo, na Capela da Prainha, os contraentes Manoel Sátiro e AngelzindaAngelsida dos Santos, ambos solteiros, sem conhecer impedimento e habilitados segundo o Direito. Receberam se por marido e mulher por palavras de presente, recebendo em seguida as bênçãos nupciais, sendo testemunhas presentes, o Barão de Camocim, (Geminiano Maia), e José Gomes de Melo. Do que lavrei este termo, o Cura Padre João Alfredo Furtado.” Cf. Livro de Matrimônios, S. José da Catedral, Fortaleza. familysearch.org. 

   Manoel  Satyro   Para o Quixadá segue no trem d'amanhã nosso presado collega Manoel Satyro que  ali vae procurar lenitivo a sua saúde alterada.  Ao nosso digno collega desejamos boa viagem e que em breve se restabeleça, regressando a esta capital  a ocupar o logar que com  inteligencia e critério  exerce na redação deste «Jornal». Jornal do Ceará. ANO I. Nº 44. 06.06.1904

Dr. Manoel Satyro - Manoel Sátiro  Seguiu hontem para o Jaguaribe, onde a negócios de seu particular interesse se demorará  alguns  dias,  o nosso  digno  amigo,  dr. Manoel  Satyro  redactor chefe  da  «Revista  Commercial»  e  secretario  da Associação  Commercial,  a quem desejamos  optima viagem. Jornal do Ceará. ANO VIII. Nº 1222. 25.07.1910 

         Filhos por Angelzinda dos Santos, Zindoca e Manoel Sátiro.

  1.  Mahir  2. Heldair  3. Valter  4. Noelzinda Sátiro Santiago c. 16.04.1939 c. Felipe de Lima Santiago, n.16.04.1907, Russas, f. José Felipe de Santiago Lima e de Francisca. 5. Agapito  6. Ireuda    7. Madalena  8. José  9. Maria Consuelo.   

Mahir. “Aos vinte e dois de fevereiro de 1910, o Reverendo Frei Miguel, batizou solenemente na Igreja do Coração de Jesus, a Mahir, nascido a 20 de dezembro de 1909; filho legítimo do Dr. Manoel Sátyro e Angelinda dos Santos Sátyro (Angelzinda, Zindoca), sendo padrinhos Agapito Jorge dos Santos e Arminda dos Santos Paranhos. Do que lavrei este termo que assino. O Cura, Padre João Alfredo Furtado.” Cf. Livro de Batismos, S. José da Catedral, Fortaleza. familysearch.org. 

Mahir dos Santos Sátiro, Cirurgião Dentista, casou-se com Dona Francisca Cordeiro. Pais de: Fernando Cordeiro Sátiro, Gilda, Gizeuda, Maria Aparecida e Maria Teresa.

Ireuda. “No dia 30 de janeiro de 1918, batizei solenemente na Catedral, a Ireuda, nascida a trinta de novembro de 1917, filha legítima de Manoel Sátiro e de Angelinda Sátiro dos Santos. Sendo padrinhos: o Dr. José de Castro Medeiros e Maria Luíza de Miranda Medeiros. Do que lavrei este termo. Monsenhor Cura João Alfredo Furtado.” Cf. Livro de Batismos, S. José da Catedral, Fortaleza. familysearch.org. 

   Dona Ireuda dos Santos Sátiro casou-se com o Farmacêutico Antônio Álvares Fernandes, pais de Wanda Clotilde e Sérgio Amaro Sátiro Fernandes.   

   Arminda dos Santos Paranhos, filha do Coronel Agapito Jorge dos Santos.

   Almerinda, inupta filha de Agapito Jorge dos Santos, viveu em casa de Dona Zindoca e de seu filho Mahir dos Santos Sátiro. 

  Astrogilda dos Santos, filha de Agapito Jorge dos Santos, casou-se com o  Dr. Nelson de Lavor Aires.  

Colação de grau dos novos Bacharéis de Direito pela Faculdade do Ceará. Paraninfou a Turma o Dr. Jorge de Sousa, e o orador da mesma foi o Bacharelando José de Pontes Medeiros. Estes os Bacharéis: Raimundo Girão, Pedro Veríssimo de Araújo, José de Pontes Medeiros, Raimundo de Queirós Ribeiro, Nelson de Lavor  Aires, Paulo Elpídio de Menezes, Adolfo Barbosa Pinheiro, Alfredo Teixeira Mendes, Ubirajara Carneiro, Antônio de Melo César e Raimundo de Amora Maciel. 08.12.1924. Pais de um jovem falecido em acidente de tiro e de Lígia Professora no Bairro das Damas, e titular de uma Agência dos Correios e Telégrafos no citado bairro.

Decreto nº 4515 de 12/08/1939 / PE - Poder Executivo Federal  (D.O.U. 31/12/1939)  Declara extintos cargos excedentes 
DECRETO N. 4.515 - DE 12 DE AGOSTO DE 1939    Declara extintos cargos excedentes   O Presidente da República  
Resolve declarar extintos, por se acharem vagos, cinco (5) cargos excedentes da classe "G", da carreira de "Escriturário", do Quadro XVII do Ministério da Viação e Obras Públicas, aproveitando-se o saldo apurado, dentro da verba global do respectivo orçamento, para o preenchimento de cargos vagos na referida carreira, conforme dispõem as tabelas anexas à Lei n. 284, de 28 de outubro de 1936, tendo em vista o aproveitamento, na carreira de "Oficial Administrativo", dos escriturários beneficiados pelo Decreto-lei n. 145, de 29 de dezembro de 1937: Gilberto Pessoa de Torres Câmara, Manoel Ferreira Machado, Nelson de Lavor Ayres, Paulo Savir e Raymundo de Queiroz Ribeiro. Rio de Janeiro, 12 de agosto de 1939, 118º da Independência e 51º da República   Getulio Vargas   João de Mendonça Lima

DECRETO Nº 12.650, DE 21 DE JUNHO DE 1943.   Extingue cargos excedentes.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o artigo 74, letra a, da Constituição, e nos termos do art. 1.º, alínea n, do decreto-lei n. 3.195, de 14 de abril de 1941,  DECRETA:    Art. 1.º Ficam suprimidos trinta e dois (32) cargos da classe H da carreira de Oficial Administrativo, do Quadro III – Parte Permanente - do Ministério da Aviação e Obras Públicas, vagos em virtude da aposentadoria de Maria Bárbara de Sousa Couto e da promoção de Ací Novis, Afonso Cortes, Augusto Cruz, Aurélia Iracema de Azeredo Coutinho, Carlos Máximo da Silva Freire, Carmen Barbosa, Carmen Felício de Sousa, Cid de Oliveira Cercal, Frederica Monteiro de Barros Blatter Pinho, Galileu da Penha Franco, Gilberto Pessoa de Torres Câmara, Inimá de Rezende Castro, Horácio Câmara, Jaime Antônio de Oliveira, João Coimbra, Joel Vieira de Sousa, José Braz dos Santos Codilha, José Francisco Florentino Madaglia, José Tiradentes de Lima, Luiz de Abreu Paula Freitas, Luiz Elias Peixoto Filho, Luiz Tupí de Matos Cardoso, Mário de Sá Pessoa de Melo, Nelson de Lavor Aires, Nils Martins, Paulo Savir, Plínio Prata Freire de Andrade, Raimundo de Queiroz Ribeiro, Regina Guerra, Sebastião Lima Cardim e Sebastião de Medina Coeli, devendo a dotação correspondente ser levada a crédito da Conta-Corrente do mesmo Quadro do referido Ministério.   Art. 2.º Revogam-se as disposições em contrário.  Rio de Janeiro, 21 de junho de 1943, 122.º da Independência e 55.º da República.  GETÚLIO VARGAS  João de Mendonça Lima. Fortaleza, 25 de julho de 2017. Fco. Augusto.  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.    

 

  Padres Francisco Carlos de Morais, Manoel Carlos de Morais e Raimundo Rolim de Morais, filhos de Manoel Carlos de Morais, natural de Sousa, Paraíba, e de Josefa Manoela de Souza Rolim nasceu na Vila de Lavras da Mangabeira, Ceará. Netos paternos de Francisco Antônio de Moraes e Ana Manoela das Virgens, e maternos de Antônio Joaquim de Souza Rolim e Josefa Manoela de Araújo.

   Termo de casamento dos pais dos Padres Francisco Carlos de Morais, Manoel Carlos de Morais e Raimundo Rolim de Morais.

“Aos vinte e seis de novembro de 1870, nesta Matriz, Freguesia das Lavras, feitas as diligências necessárias, confessados, examinados e aprovados em Doutrina Cristã, sem encontrar impedimento algum em minha presença e das testemunhas: Benedito da Silva Garrido e Amaro de Souza Moraes se receberam em matrimônio os nubentes: Manoel Carlos de Moraes, filho legítimo de Francisco Antônio de Moraes e Ana Manoela das Virgens, já falecidos, com Josefa Manoela de Souza Rolim, filha legítima de Antônio Joaquim de Souza Rolim e Josefa Manoela d’Araújo, e lhes dei as bênçãos nupciais do Ritual Romano. São naturais, ele da Freguesia da cidade de Sousa Bispado de Pernambuco e ela desta Freguesia das Lavras e moradores, ele na cidade do Crato, e ela nesta Vila e Freguesia das Lavras do Bispado do Ceará. Do que para constar mandei lavrar este termo em que assinei. O Vigário Antônio Pereira de Oliveira Alencar.” Cf. Livro de Matrimônios, Lavras da Mangabeira. familysearch.org. 

Padre Francisco Carlos de Morais, ordenado Padre a 30 de novembro de 1899, em Fortaleza. Faleceu na Capela da Cruz, Independência, no dia 31 do mês de agosto de 1904.

“Aos quatro de maio de 1876, nesta Matriz (de Lavras da Mangabeira) batizei solenemente a Francisco, branco, filho legítimo de Manoel Carlos de Moraes e Josefa de Souza Rolim e Moraes, nascido a vinte e cinco de abril do dito ano; foram padrinhos, Felinto Alves Cavalcante e Manoela de Souza Rolim. E para constar mandei fazer este e assinei. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.” Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 458. Cf. Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira. Padre Manoel Carlos de Morais. Ordenado Padre a 30 de novembro de 1912, em Fortaleza. Vigário de Independência, Tianguá e Umari.    “Aos dezesseis de junho de 1885, nesta Matriz (de Lavras da Mangabeira), o Reverendo Claudino Leopoldo da Fonseca, batizou solenemente a Manoel, filho legítimo de Manoel Carlos de Moraes e Josefa Rolim de Moraes, nascido a trinta e um de maio do dito ano, sendo padrinhos, o Dr. Augusto Pinto Alves Pequeno e Josefa Rolim de Moraes Filha. E para constar fiz este e assinei. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.” Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 116 Cf. Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira.   Padre Raimundo Rolim de Morais, ordenado Padre a 30 de novembro de 1914, em Fortaleza. Coadjutor de Tamboril, 1915, Vigário de Jaguaribe, 1916. Vigário do Icó, 1918. Vigariou ainda Batalha e Picos, Piauí, Itapipoca, 1940, Pacatuba, 1941. Faleceu a 10 de março de 1975. “Aos trinta e um de outubro de 1886, nesta Matriz (de Lavras da Mangabeira) o Reverendo Claudino Leopoldo da Fonseca batizou solenemente a Raimundo, filho legítimo de Manoel Carlos de Moraes e Josefa Rolim de Moraes, nascido a oito do dito mês e ano, sendo padrinhos João Antônio de Oliveira e Francisca Raimunda de Oliveira. E para constar fiz este e assinei. O Vigário, Miceno Clodoaldo Linhares.” Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 366 Cf. Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira.  Fortaleza, 25 de julho de 2017. Fco. Augusto.  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.    

 

Maria Pia Augusto de Araújo Lima – Nota de Falecimento.

 “Aos treze dias do mês de outubro do ano de 1914, nesta Igreja Matriz de Milagres, batizei solenemente a Maria Pia, nascida a dez de outubro do mesmo ano, filha legítima de Augusto Leite de Araújo Lima e de Maria Carolina de Araújo Lima. Foram padrinhos, o Padre Pedro Esmeraldo da Silva e Maria de Sant’Ana Esmeraldo. Para constar, lavrei este assento que assino. O Vigário Pedro Esmeraldo da Silva”.  Anotado à margem: Retirado para Mauriti, - fins de casamento, em 23 de novembro de 1953. Padre Joaquim Alves. Cf. Livro de Batismos, Milagres, Ceará. 1913/1915. familysearch.org. 144.

  Maria Pia Augusto de Araújo Lima, de solteira, casou-se a 25 de dezembro de 1953, na Fazenda Quixabinha, Maurití, Ceará, com Antônio Gonçalves de Oliveira, que nasceu a 31 de dezembro de  1928, em Santana do Cariri, Ceará, filho de Vicente Gonçalves de Oliveira e de Maria Luíza de Oliveira. Presidiu a cerimônia religiosa de casamento o Monsenhor Raimundo Augusto de Araújo Lima.

Maria Pia faleceu a 20 de julho de 2017, na Chapada do Araripe, com a idade de 103 anos. Antônio Gonçalves de Oliveira, faleceu em 28 de setembro de 2000, na cidade do Crato, Cariri cearense, e foram pais de:

- Maria Carolina Augusto Gonçalves nasceu 08 de setembro de 1954, na Fazenda Quixabinha, Mauriti, Ceará.

- Maria das Graças Augusto Gonçalves nasceu a 02 de fevereiro de 1956, em Santana do Cariri, Ceará.

- Marta Maria Augusto Gonçalves nasceu a 04 de novembro de 1957, em Santana do Cariri , Ceará, as três filhas casadas com geração. 

Fonte: Famílias Cearenses Um. Francisco Augusto.  Editora Premius, Fortaleza, 2001. p.224. Fortaleza, 20 de julho de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.       

                            

                                          Joaryvar Macedo

  Joaquim Lobo de Macedo, Joaryvar Macedo nasceu no dia vinte de maio de 1937, no Sítio Calabaço, Lavras da Mangabeira, Ceará, e faleceu em Fortaleza, a 29 de janeiro de 1991. Filho de Antônio Lobo de Macedo e de sua segunda esposa Maria Torquato Gonçalves, n. 29.12.1913, Aurora, Ceará. Neto paterno de Joaquim Lobo de Macedo e de Maria Joaquina da Cruz. Neto materno de José (Torquato) Gonçalves de Oliveira Júnior e de Júlia Umbelina Gonçalves. Obs. Por engano o avô materno é citado como José Torquato Ferreira Júnior, e sua filha Maria Torquato Gonçalves, como nascida a 13 de dezembro e não a vinte nove como consta do seu termo de batismo. Joaryvar casou-se a 30 de março de 1967, com Antônia Saraiva de Macedo, Rosalba, n. Várzea Alegre, filha de Vicente Primo Sobrinho e de Maria Luíza Saraiva.

    Termo de batismo de Joaryvar Macedo.

   “Joaquim nasceu a 21 (vinte e um) de maio de 1937, em Lavras da Mangabeira, Ceará, filho legítimo de Antônio Lobo de Macedo e de Maria Torquato de Macedo. Foi batizado a 27 de maio do mesmo ano, sendo seus padrinhos, José Zito de Macedo e Maria Joaquina de Macedo”. Obs. Joaryvar admitia ter nascido a 20 de maio e assim deve ser considerado. Cf. Livro de Batismos de Lavras da Mangabeira. 

     Termo de batismo de Antônio Lobo de Macedo pai de Joaryvar Macedo.

“Aos doze de agosto de 1888, nesta Matriz (de Lavras da Mangabeira) batizei solenemente a Antônio, filho legítimo de Joaquim Lobo de Macedo e Joaquina de Macedo, nascido a vinte e nove de julho do dito ano, sendo padrinhos, José Joaquim de Maria Lobo e Mariana Alves Bezerra de Macedo. E para constar fiz este assento e assinei. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.”  Cf. Livro de Batismos de Lavras da Mangabeira.  familysearch.org.  

     Termo de batismo de Maria Torquato Gonçalves, mãe de Joaryvar Macedo.

“Aos vinte e três de janeiro de 1914, na Igreja Paroquial de Aurora, Bispado do Ceará, batizei solenemente a Maria, nascida a 29 (vinte e nove) de dezembro de 1913, filha legítima de José Gonçalves de Oliveira Júnior e de Júlia Umbelina Gonçalves. Padrinhos: Félix Ferreira da Silva e Bárbara Maria de Macedo. E para constar lavrei este termo e assino. O Vigário Padre Vicente Augusto Bezerra.” Cf. Livro de Batismos, Aurora.  familysearch.org.   

Termo do primeiro casamento de Antônio Lobo de Macedo pai de Joaryvar Macedo.

“Aos vinte e quatro dias do mês de setembro de 1914, pelas seis horas da tarde, em casa particular no Sítio Junco desta Freguesia de Lavras por especial autorização, de minha licença, compareceram em presença do Reverendo Joviniano Barreto, os contraentes Antônio Lobo de Macedo e Maria de Aquino Furtado em tudo habilitado segundo o direito, e dispensados do terceiro grau simples atingente ao segundo e quarto simples, atingente ao terceiro de consanguinidade lateral, solteiros, ele de vinte e seis anos de idade (filho de Joaquim Lobo de Macedo e de Maria Joaquina da Cruz), e ela de dezoito anos, (filha de Antônio Furtado de Menezes e de Maria Guilhermina de Aquino), naturais, batizados e moradores nesta Freguesia (das Lavras da Mangabeira) os quais contraentes se receberam por marido e mulher com palavras de presente e logo lhes dei as bênçãos nupciais segundo o Rito da Santa Igreja Católica, sendo testemunhas presentes, João Lobo de Macedo e Luís Ferreira Ferrer, que conheço pelos próprios. E para constar fiz este assento e assinei. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.”   Cf. Livro de Matrimônios, Lavras da Mangabeira.   Antônio Lobo de Macedo faleceu no dia 20 de abril de 1960, em Lavras da Mangabeira, encomendado pelo Padre Alzir Ferreira Sampaio, e sepultado no mesmo dia. Cf. Livro de Óbitos, Lavras da Mangabeira. familysearch.org. 

Antônio Lobo de Macedo foi testemunha: no casamento realizado no dia quinze de outubro de 1914, pelas duas horas da tarde, na Igreja Paroquial da cidade de Lavras, de sua prima e cunhada Joana Furtado de Menezes com Pedro Saraiva da Cruz, dispensados no parentesco. Ainda testemunha no casamento de Augusto Lobo de Macedo com Maria Furtado Leite, dispensados no parentesco, a 18 de novembro de 1914, pelas três horas da tarde, em casa particular no Sítio do Poço, Freguesia de Lavras.

A vinte e dois de novembro de 1933, às quatro horas da tarde, no Sítio Junco, Freguesia de Lavras da Mangabeira, Bispado do Crato, aconteceu o casamento do tio materno de Joaryvar, Antônio Furtado de Menezes, filho de Antônio Furtado de Menezes e de Maria Guilhermina de Aquino, com Maria Lina Furtado, filha de Pedro Furtado de Menezes e de Lina Furtado de Menezes.

Aos trinta dias do mês de outubro de 1934, no Sítio Calabaço, o Padre Raimundo Augusto Bezerra, presidiu a cerimônia religiosa de casamento de Otacílio Pinto de Macedo, filho de Cleóbulo Pinto da Costa e de Maria Pinto de Macedo, dispensado no parentesco, com Maria Alcides de Macedo (irmã consanguínea de Joaryvar) e filha de Antônio Lobo de Macedo e de sua primeira mulher Maria Aquino de Macedo. Os casamentos realizados em sítios, com a antecipada licença do Vigário, demonstra que a família usufruía de prestígio.

Joaryvar Macedo autor de muitos trabalhos, com destaque na genealogia do Cariri cearense: A Estirpe de Santa Teresa, IU. UFC, Fortaleza, 1976, 1224 p. e Povoamento e Povoadores do Cariri Cearense, Secretaria de Cultura e Desportos, IOCE, Fortaleza, 1985, 275 p. No primeiro trabalho - também conhecido como Os Terésios, - Joaryvar usa a tradição oral como fonte básica e com segurança segue sem as datas por páginas e páginas, em um trabalho digno de todo louvor e notadamente pelas ferramentas que dispunha a época. Elaborar uma numerosa descendência sem datas requer muita concentração, poder de organização é algo bem difícil de ser feito e ele o fez com sucesso. O seu desejo de servir, de despertar nos parentes e na gente caririense o amor a genealogia obteve êxito pela aceitação da obra e por partindo dos Terésios, haver gerado inúmeros outros trabalhos genealógicos. O Padre Antônio Teodósio Nunes foi testemunha do trabalho de Joaryvar, em veículo cedido pela Prefeitura Municipal de Missão Velha a visitar famílias, de casa e casa, entrevistando e depois confrontando as informações para fazer melhor juízo. Trabalho de quem ama a sua gente e a sua terra. No Povoamento e Povoadores, Joaryvar usa a sua excelente leitura paleográfica e salva muitos termos que com certeza leu pela última vez e passou para a posteridade com a segurança que seu trabalho oferece. Joaryvar demonstra  equilíbrio, espírito de proporção, bairrismo zero, escrevendo sem ódio, sem preconceito, imparcial, buscando a verdade, embora ela pudesse ferir suscetibilidades de poderosos. Observação interessante: no Povoamento, Joaryvar usa um sistema de índice fora do comum, voltado para quem quer pesquisar nos livros eclesiais. Os mais apressados podem até criticar o autor pela forma inusitada do índice, mas quando se segue o caminho percorrido por ele nos livros eclesiais é que se constata a sabedoria em haver conservado as Ana depois dos Antônio, etc. por assim permitir acompanhar na sequência as folhas de um mesmo livro de batismo, p.ex. Povoamento e Povoadores do Cariri Cearense, constitui a maior contribuição a genealogia do sul cearense, obra prima, de grande valia para os cultores da pesquisa e estudo genealógico.  Fonte: A Estirpe de Santa TeresaIU. UFC, Fortaleza, 1976, p. 200,204. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 465,597,1339,1498,1537 Fortaleza, 17 de julho de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.       

 

                                Sinhá d’ Amora

  Fideralina de Moraes Correia Lima filha de Francisco Augusto Correia Lima, n. 27.02.1869, e de Josefa de Moraes Lima, n. 24.08.1871, ambos naturais de Lavras da Mangabeira, Ceará. Neta paterna do Major Ildefonso Correia Lima e de Dona Fideralina Augusto Lima. Neta materna de Manoel Carlos de Moraes, n. Cajazeiras, Paraíba, e de Josefa Rolim de Moraes, n. Lavras da Mangabeira.

  Fideralina de Moraes Correia Lima, casada usou Fideralina Correia de Amora Maciel álibi Sinhá d'Amora nasceu no dia primeiro de setembro de 1906, em Lavras da MangabeiraCeará. Faleceu na cidade do Rio de Janeiroa primeiro de dezembro de 2002. Pintora cearense de renome internacional. Estudou na Escola Nacional de Belas Artes, 1933, Rio de Janeiro e em Florença, na Académie de la Grande Chaumière, e em Paris. Participou de diversas exposições nacionais e internacionais.

Sinhá d’Amora casou-se com o Doutor Raimundo Amora Maciel nasceu em Redenção, no dia 13 de outubro de 1895, filho de Manuel Barbosa Maciel e de Isabel Amora Maciel. Cursou o Instituto de Humanidades e o Liceu do Ceará. Concluiu o curso da Faculdade de Direito do Ceará, 1924. Funcionário da Fazenda Nacional onde chegou a função de chefe da delegação do Tribunal de Contas da União. Poeta, trovador, contista, romancista. Publicou: A Pseudo Reação Republicana e o Jecatatuísmo dos Palpavos, 1922. Sol Sobre a Vidraça, 1955; Tição, 1966; A Marca dos Passos Perdidos, 1975, além de outros. Usou o pseudônimo de João Pacatuba. Pertenceu à Academia Cearense de Letras.

    Termo de batismo de Francisco Augusto pai de Sinhá d’Amora.

“Aos treze de março de 1869, batizei nesta Matriz das Lavras e pus os Santos Óleos, ao párvulo Francisco, branco, filho legítimo de Ildefonso Correia Lima e Fideralina Augusto Lima, moradores nesta Vila, nasceu aos vinte e sete de fevereiro do dito ano; foram Padrinhos, o Padre Francisco Sales de Oliveira Bastos e Joana Augusto Lima; do que para constar mandei lavrar este termo em que me assino. O Vigário Antônio Pereira de Oliveira Alencar.” Cf. Livro de Batismos de Lavras. 

   Termo de batismo de Josefa Rolim de Moraes mãe de Sinhá d’Amora.

“Ao primeiro de outubro de 1871, batizei nesta Matriz (das Lavras) e pus os Santos Óleos a párvula Josefa, branca, filha legítima de Manoel Carlos de Moraes e Josefa Manoela de Souza Rolim, moradores nesta Vila nasceu a vinte e quatro de agosto do mesmo ano: foram padrinhos, Antônio Joaquim de Souza Rolim e Mônica Carlos Maria de Jesus. Do que para constar mandei lavrar este termo em que assinei. O Vigário Antônio Pereira de Oliveira Alencar.” Cf. Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira. familysearch. org. 

             Termo de casamento dos pais de Sinhá d’Amora.

Aos sete dias do mês de fevereiro do ano de 1891, pelas cinco horas da tarde, nesta Igreja Paroquial da cidade de Lavras, Bispado do Ceará, compareceram em minha presença os contraentes Francisco Augusto Correia Lima e Josefa Rolim de Moraes, em tudo habilitados segundo o direito, e dispensados do quarto grau simples atingente ao terceiro de consanguinidade lateral; solteiros, ele de vinte e dois anos de idade e ela de dezenove anos; naturais, batizados e moradores nesta Freguesia; (ele filho legítimo de Ildefonso Correia Lima e de Dona Fideralina Augusto Lima, e ela filha legítima de Manoel Carlos de Moraes e de Josefa Rolim de Moraes); os quais contraentes se receberam por marido e mulher, por palavras de presente, e logo lhes dei as bênçãos nupciais, segundo o rito da Santa Igreja Católica sendo testemunhas, Honório Correia Lima e João Pinto Nogueira Filho, que conheço pelos próprios. E para constar lavrei este termo que assino. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.” Cf. Livro de Matrimônios, Lavras da Mangabeira. 

                   Avós maternos de  Sinhá d’Amora.

     Manoel Carlos de Morais, natural de Sousa, Paraíba, filho de Francisco Antônio de Moraes e de Ana Manoela das Virgens.  Josefa Manoela de Souza Rolim nasceu na Vila de Lavras da Mangabeira, Ceará, filha de Antônio Joaquim de Souza Rolim e Josefa Manoela de Araújo.

  Termo de casamento Manoel Carlos de Morais e Josefa Manoela de Souza Rolim.

“Aos vinte e seis de novembro de 1870, nesta Matriz, Freguesia das Lavras, feitas as diligências necessárias, confessados, examinados e aprovados em Doutrina Cristã, sem encontrar impedimento algum em minha presença e das testemunhas: Benedito da Silva Garrido e Amaro de Souza Moraes se receberam em matrimônio os nubentes: Manoel Carlos de Moraes, filho legítimo de Francisco Antônio de Moraes e Ana Manoela das Virgens, já falecidos, com Josefa Manoela de Souza Rolim, filha legítima de Antônio Joaquim de Souza Rolim e Josefa Manoela d’Araújo, e lhes dei as bênçãos nupciais do Ritual Romano. São naturais, ele da Freguesia da cidade de Sousa Bispado de Pernambuco e ela desta Freguesia das Lavras e moradores, ele na cidade do Crato, e ela nesta Vila e Freguesia das Lavras do Bispado do Ceará. Do que para constar mandei lavrar este termo em que assinei. O Vigário Antônio Pereira de Oliveira Alencar.” Cf. Livro de Matrimônios, Lavras da Mangabeira. familysearch.org.  

                 Termo de batismo de Sinhá d’Amora.

“Aos dois dias do mês de novembro do ano de 1906, nesta Igreja Paroquial da cidade de Lavras, Bispado do Ceará, batizei solenemente a párvula Fideralina, nascida no primeiro de setembro do dito ano, filha legítima de Francisco Augusto Correia Lima e Josefa de Moraes Lima, naturais e batizados nesta Freguesia. Foram padrinhos, o Doutor João Augusto Bezerra e sua mulher Maria Price Augusto Bezerra os quais conheço pelos próprios. E para constar fiz este assento que assino. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.”   Cf. Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira. familysearch.org. 

   Termo de casamento de Sinhá d’Amora.

“Ao primeiro dia do mês de setembro do ano de 1926, pelas dezoito horas, em casa particular, nesta cidade de Lavras, Bispado do Crato, depois das denunciações canônicas e mais formalidades prescritas, não aparecendo impedimento algum, por palavras de presente, na forma do ritual, em minha presença e na das testemunhas, Francisco Augusto Correia Lima e Manoel Correia Lima, se receberam em matrimônio, o Dr. Raimundo Amora Maciel  e Fideralina  de Moraes Correia Lima, solteiros, naturais ele da Paróquia de Redenção, e residente na de Parangaba, Arcebispado de Fortaleza, e ela natural e residente nesta Paróquia de Lavras, ele com trinta e um anos de idade, filho legítimo de Manoel Barbosa Maciel, falecido, e Isabel Amora Maciel, ela de vinte anos de idade, filha legítima de Francisco Augusto Correia Lima e Josefa de Moraes Lima, falecida, e em seguida lhes dei as bênçãos núpcias. E para constar lavrei este assentamento que assino. O Vigário, Raimundo Augusto Bezerra.” Cf. Livro de Matrimônios, Lavras.  Fonte:  Wikipédia. https://pt.wikipedia.org/wiki/Sinh%C3%A1_d%27Amora Cf. Joaryvar Macedo, Os Augustos. IU. UFC. Fortaleza, 1976. 138 p. Cf.  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 465,597,1339,1498,1537 Fortaleza, 17 de julho de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.      

 

                       Cursino Belém de Figueiredo  

          74º Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará   

  Corsino, filho legítimo de José Belém de Figueiredo e de Maria Joaquina (de Oliveira Rocha), nasceu a vinte e seis de dezembro de 1885, e batizado solenemente nesta Igreja Matriz do Crato, por mim Pároco, a dois de janeiro de 1886. Padrinhos, Abdon Gonçalves da Costa e Antônia Candeia. E para constar mandei fazer este assento em que assino. O Vigário Antônio Fernandes da Silva (sem o Távora).”

“Aos vinte e cinco de julho de 1927 – compareceram na presença do Monsenhor Dantas, (Ig. do Patrocínio, Fortaleza), o Doutor Cursino Belém de Figueiredo e Nair de Mendonça, habilitados  segundo o direito canônico, ele filho legítimo de José Belém de Figueiredo e Maria da Conceição Figueiredo, ela filha legítima de Francisco Brasiliano de Mendonça e de Adelaide Carolina de Mendonça, naturais, ele do Crato, residente nesta Freguesia, ela de Baturité, residente em Messejana, os quais contraentes se receberam em matrimônio e logo em seguida lhes foram dadas as bênçãos nupciais, serviram de testemunhas, Antônio Rodrigues Castanheira e Francisco P. de Alencar. E para constar lavrou-se este termo em que assino”. Sem assinatura. Cf. Livro de Batismos, N. Senhora da Penha, Crato. Cf. Livro de Matrimônios, Igreja N. Senhora do Patrocínio, Fortaleza.  Cf. Ademar Mendes Bezerra. Magistrados Cearenses no Império e na República. TJCE,1999, Fortaleza. p. 170. Francisco Augusto de Araújo Lima. Fortaleza, 07.07.2017. genealogia@ familiascearenses.com.br  

 José Belém de Figueiredo, 48 anos, faleceu a 30.07.1914, era c.c. Maria Gomes de Figueiredo. Cf. Livro de Óbitos de Milagres. 

 No  trem  de segunda-feira veio para esta cidade o coronel José Belém de Figueiredo, 1.º vice-presidente  do  Estado que está hospedado no Hotel de França.  

Vem acompanhado de seu filho o sr. dr. Manoel Belém de Figueiredo, deputado á assembléia  estadual.  Jornal do Ceará Ano I Nº 33 – 18.05.1904. ".

Manoel, filho legítimo de José Belém de Figueiredo e de Maria Joaquina do Amor Divino, nasceu a primeiro de fevereiro de 1876, batizado a doze de março do mesmo ano, nesta Matriz (de Milagres, Cariri cearense) pelo Vigário Joaquim Manoel de Sampaio; foram padrinhos Manoel Belém de Figueiredo e Rita Leite da Cunha. E para constar assinei. O Vigário Joaquim Manoel de Sampaio.” Por engano informam o seu nascimento a 12 de fevereiro de 1876. 

Cf.

 

                   Joaquim Antônio de Moraes Sarmento.

                        Patrono da Polícia Militar do Estado do Paraná. 

  Joaquim Antônio de Moraes Sarmento, filho do Dr. Sezostre Sílvio de Moraes Sarmento e de Senhorinha Avelino de Moraes Sarmento, nasceu a 17 de maio de 1880, na cidade de Oeiras, Piauí, e foi batizado a 24 de março de 1895 (mil oitocentos e noventa e cinco), pelo Padre Pedro Leopoldo de Araújo Feitosa, na Catedral de Fortaleza, sendo padrinho o então Bispo do Ceará, Dom Joaquim José Vieira. Por engano dizem ter nascido no Estado do Ceará, no dia 17 de maio de 1882. Fonte: Livro de Batismos São José da Catedral, Fortaleza. Pesquisa:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Fortaleza, 04 de julho de 2017.    Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.     

 

                        Manoel Eduardo Pinheiro Campos

 Manoel Eduardo Pinheiro Campos nasceu aos onze de janeiro de 1923,em Guaiúba, Serra da Aratanha, Cordão Central do Ceará, filho de Jonas Acioly Pinheiro e de D. Maria Dolores Eduardo Espíndola.

“Aos vinte e seis de janeiro de 1923, na Capela da Guayuba, batizei solenemente o párvulo Manoel, nascido aos onze do mesmo mês e ano, filho legítimo de Jonas Acioly Pinheiro e Maria Dolores Eduardo Pinheiro. Foram seus padrinhos, José Acioly Pinheiro e Alice Acioly Pereira. E para constar mandei fazer este termo que assinei. O Vigário Vital Gurgel Guedes.”

 

Termo de casamento dos pais de Manoel Eduardo Pinheiro Campos.

“Aos nove de maio de 1914, n’esta Matriz de Pacatuba, Bispado do Ceará, assisti ao enlace matrimonial dos contraentes, Jonas Acioly Pinheiro e Maria Dolores Eduardo. Ambos naturais e residentes nesta Freguesia de Pacatuba, e logo em seguida lhes dei a bênção nupcial segundo o Ritual Romano. Foram testemunhas, o Doutor Alfredo Augusto de Oliveira e Artur Benevides. E para constar mandei fazer este termo que assino. O Vigário Vital Gurgel Guedes.”

        Irmãos anotados de Manoel Eduardo Pinheiro Campos.

 “Aos vinte e sete de janeiro de 1917, na Capela de Guayuba, filial a esta Matriz de Pacatuba, Arcebispado do Ceará, batizei solenemente o párvulo José, (José Airton), nascido aos dez do mesmo mês e ano, filho legítimo de Jonas Acioly Pinheiro e Maria Dolores Pinheiro, sendo seus padrinhos, João Augusto de Araújo e sua mulher Maria do Carmo Cabral. E para constar mandei fazer este termo que assino. O Vigário Vital Gurgel Guedes.” José Airton Campos Acioli, Engenheiro Agrônomo.

  “Aos doze de janeiro de 1919, na Capela de Guayuba, filial a esta Matriz de Pacatuba, Arcebispado do Ceará, batizei solenemente o párvulo Milton, nascido aos oito do mesmo mês e ano, filho legítimo de Jonas Acioly Pinheiro e Maria Dolores Pinheiro, sendo seus padrinhos, Lindolpho Acioly Pinheiro e Amélia Acioly Pinheiro. E para constar mandei fazer este termo que assino. O Vigário Vital Gurgel Guedes.”

 “Aos três dias do mês de Outubro de 1942, pelas nove e meia horas, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Pacatuba, depois de habilitados canonicamente, por palavras de presente, na forma do Ritual, em minha presença, e das testemunhas, João Pereira Campos, Isaac Newton Campos, Maria Ângela Becker Campos e Isabel E. Campos, receberam-se em matrimônio os contraentes: Milton Espíndola Pinheiro e Maria Antoniêta de Figueiredo, ele com vinte e três anos de idade, filho legítimo de Jonas Acioly Pinheiro e de Maria Dolores Espíndola, solteiro, natural de Guaiúba, batizado nesta Freguesia, residente em Pacatuba, e ela com vinte e quatro anos de idade, filha legítima de Josué Mateus Figueiredo e de Maria Júlia Figueiredo, solteira, natural de Pacatuba, batizada nesta Freguesia, residente em Pacatuba. E para constar lavrou-se este assento que assino. O Vigário, Frei Alberto Maria Siqueira.”

  Egerton, filho legítimo de Jonas Acioly Pinheiro e de Maria Dolores Pinheiro, naturais ele de Guaiúba e ela de Pacatuba, do Estado do Ceará, nascido nesta Paróquia de Nossa Senhora da Conceição a vinte e nove de junho de 1920, foi solenemente batizado na Capela da Guaiúba, por mim abaixo assinado a vinte e quatro de julho de 1920. Foram padrinhos, o Doutor Alfredo Augusto de Oliveira e Elvira Eduardo Espíndola Oliveira. E para constar fiz este assento que assino. O Pároco Vital Gurgel Guedes.”

 Dom Expedito Eduardo de Oliveira.

“Aos treze de fevereiro de 1910, nesta Matriz de Pacatuba, Bispado do Ceará, batizei solenemente ao párvulo Expedito, nascido a oito de janeiro do mesmo ano, filho legítimo de Alfredo Augusto de Oliveira e Elvira Eduardo de Oliveira, sendo seus padrinhos, João Correia Mendes e Joelma Mendes Correia. E para constar mandei fazer este que assinei. O Vigário João Carlos Augusto.” 

Cf. Livro de Batismos, N. Senhora da Conceição, Pacatuba. 1922/1925. Cf. Livro de Batismos, N. Senhora da Conceição, Pacatuba. 1917/1919. 1915/1917. Cf. Livro de Matrimônios, N. Senhora da Conceição, Pacatuba. 1904/1914. 1942/1947. 06. 1919/1922. Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. 2.300 p. Fortaleza, 04 de julho de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.      

 

 

                              Estevão Rodrigues Braga  

   362A-   Estevão Rodrigues Braga nasceu aos vinte e nove dias do mês de abril do ano de 1723, no lugar do Rio, Freguesia de Rendufe, (termo da Vila Verde, Arcebispado de Braga). Filho de Miguel Rodrigues e de Ana Rodrigues. Neto paterno de Francisco Rodrigues e de Ana Fernandes. Neto materno de Diego Afonso e de Ana Martins.  

                Termo de Batismo de Estevão Rodrigues Braga.  

 “Estevão, filho de Miguel Rodrigues, e sua mulher Ana Rodrigues, moradores no lugar do Rio desta Freguesia da Santíssima Trindade do Mosteiro de Santo André de Rendufe, nasceu aos vinte e nove dias do mês de abril do ano de 1723, e foi batizado por mim Padre João Ribeiro Jacome Cura desta Freguesia, aos dois dias de maio do dito ano; foram padrinhos, Estevão Rodrigues, filho de Ana Fernandes, viúva, do lugar de Gromão, desta Freguesia, e madrinha Ana, filha de Bento do Vale, da Freguesia de Sam Paio, da Vila Verde, Concelho de Vila Chã (Comarca de Barcelos); foram testemunhas, Francisco Lopes de Cedofeita, e Francisco Pinheiro de Carcavelos, desta Freguesia, que todos aqui assinaram comigo supra dito Padre que este termo fiz dia mês e ano ut supra. Padre João Ribeiro Jacome.”  

                 Termo de casamento dos pais de Estevão Rodrigues Braga.   

 “Aos vinte dias do mês de julho de 1719, dia pela semana, se receberam em minha presença na forma do Sagrado Concílio Tridentino, Constituição e Pastoral deste Arcebispado, Miguel Rodrigues, filho legítimo de Francisco Rodrigues,já defunto, e sua mulher Ana Fernandes, moradores no lugar Gromão; com Ana Rodrigues, filha legítima de Diego Afonso, já defunto, e sua mulher Ana Martins, moradores no lugar dos Oleiros, desta Freguesia, todos da Santíssima Trindade da Capela do Mosteiro de Santo André de Rendufe e assistiram por testemunhas Manoel Bezerra da Freguesia de São Vicente do Bico, (Amares), e Manoel Álvares, solteiro, do lugar dos Oleiros, desta Freguesia, e outras mais testemunhas que presentes estavam para que assim tudo constasse fiz este termo que todos assinamos dia mês ano e era ut supra. O Padre Cura João Ribeiro Jacome.” 

Estevão casou-se com Catarina Petronilha, Catarina Soares de Araújo. Estevão, branco, de idade 89 anos, (idade real 85 anos e seis meses), faleceu a 24 de outubro de 1808, e foi sepultado na Capela Mor da Capela Nova da Praia, Freguesia do Aracati, Ceará.    Pais de:  

  1. Rosa Rodrigues Braga casou-se a 18 de setembro de 1814, Freguesia da Fortaleza, em presença do Reverendo Luís Félix de Vasconcelos, com Manoel Francisco, filho de Inácio Correia de Jesus e de Antônia Maria da Silva. Testemunhas, Francisco José da Silva e Florêncio José.

  Cf. Aracati CD4 Ób. 44  Cf. Livro de Matrimônios, São José da Catedral, Fortaleza. Cf. Livro de Batismos, Rendufe. Etombo. Cf. Livro de Casamentos, Rendufe. Etombo. Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 680. Fortaleza, 18 de junho de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.      

 

                              João da Silva Colares  


  896A- João da Silva Colares n. Portugal. Casou-se (1) com Micaela dos Anjos de Oliveira. Micaela Arcângela Colares, branca, que faleceu de uma hidropsia, a 26 de maio de 1835, de idade de 32 anos, e foi sepultada das grades acima na Igreja Matriz das Russas.  Pais de:

1. Mariana que faleceu com nove meses de idade no dia 20 de agosto de 1829, e foi sepultada na Igreja Matriz de Russas. Russas CD8 L3 Ób 26. 

2. Maria faleceu a 31 de maio de 1835, párvula, e sepultada das grades acima na Igreja Matriz das Russas. 

Casou-se (2) a 08 de fevereiro de 1853, na Vila de Russas, com Joaquina Cândida de Pontes Simões, filha de Alexandre José Simões e de Maria da Apresentação. Russas CD8 – Livro4 Cas. 173. Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 1070. Fortaleza, 18 de junho de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.     

 

   530A- Domingos José da Silva natural da Europa, Portugal, solteiro, com trinta e tantos anos de vida, morador na Vila de São Bernardo das Russas, faleceu de moléstia interior, a 06 de junho de 1829, e foi sepultado na Igreja Matriz de Russas, na sepultura de número onze. Russas CD8 L3 Ób 23

 Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 645. Fortaleza, 18 de junho de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.     

 

             

                                    Franklin Távora

Razão tinha o Dr. Mano Távora, Manoel Pinheiro Távora, sobre a naturalidade e filiação de Franklin Távora, arrimado na tradição familiar, RIC, 1971, p. 85, mas como não citou a fonte e nem o termo de batismo (ele não documentava) a sua valiosa informação caiu em descrédito


Versão divulgada:

 

João Franklin da Silveira Távora  nasceu em Baturité, 13 de janeiro de 1842 e faleceu no  Rio de Janeiro, 18 de agosto de 1888. Filho de Maria de Santana da Silveira e Camilo Henrique da Silveira Távora.

 

 

  Realidade: Franklin era filho natural de Camilo Henrique da Silveira  Távora e de Maria Rodrigues, e foi criado em casa de Felizardo da Silveira Borges Távora.


   

               Termo de batismo de Franklin Távora.

Frankin, pardo, filho natural de Maria Rodrigues, natural e moradora nesta Freguesia (Nossa Senhora da Palma de Baturité), de idade de oito meses, foi batizado solenemente por mim com os Santos Óleos, nesta Matriz (de Baturité) aos sete de agosto de 1842, e foram padrinhos Manoel Moreira da Luz e sua mulher Maria Francisca da Silva, moradores em Canindé, Por Procuração que apresentou José Vicente Ferreira, solteiro, e Florinda Maria de Jesus, solteira, todos desta Freguesia, de que para constar fiz este assento que assinei. O Vigário José Carlos de Medeiros.”   Cf. Livro de Batismos, N. Senhora da Palma, Baturité.  Francisco Augusto de Araújo Lima, Fortaleza, 06 de junho de 2017. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.            

 

                       Termo de batismo de Manoel de Oliveira Paiva

Manoel, branco, filho legítimo de João Francisco de Oliveira e de sua mulher Maria Isabel Pereira de Oliveira, nasceu aos 02 (dois) de julho de 1861, e foi de minha licença, solenemente batizado nesta Matriz (Fortaleza) pelo Reverendo Galindo Firmo da Silveira Cavalcante, sendo seus padrinhos Antônio de Oliveira Borges e Francisca de Castro Borges, de que para constar se fez este assento que assino. O Vigário Colado, Padre  Carlos Augusto Peixoto de Alencar.”  Obs. O nascimento de Manoel é divulgado como sendo dia doze e não como consta no termo de batismo, dois de julho de 1861. Cf. L Bat S. J. Catedral, Fortaleza. Fco. Augusto, pesquisou. 06.06.2017. 

 

                        Francisco José Esteves   

  Francisco José Esteves nasceu aos dezoito dias do mês de outubro do ano de 1755, na Vila de Horta, Ilha de Faial, Açores, filho de Estevão José, Oficial de Carapina,(‘carpinteiro’), e de Ana Jacinta. Neto paterno de Matias Cardoso e de Violante das Candeias. Neto materno de Manoel Rodrigues e de Joana Pereira.  

                 Termo de batismo de Francisco José Esteves.     

 “Francisco, filho Estevão José e de Ana Jacinta, naturais desta Paroquial, nasceu aos dezoito do mês de outubro do ano de 1755, e aos vinte e cinco do dito mês e ano, foi batizado na Pia desta dita Paroquial  desta Vila da Horta, paroquial onde seus pais são fregueses; foram padrinhos, o Padre Marcos Rodrigues e Clara Rosa, filha solteira do Capitão João Furtado e de Bárbara Francisca de Jesus, fregueses do dito lugar da Graya, desta Freguesia; e para constar fiz este termo era ut supra. Manoel Pereira Teles.”  

   Francisco casou-se de idade 44 anos e nove meses, a 29 de junho de 1804, ‘pelas seis horas e meia da tarde’, com D. Joana Francisca de Jesus, filha do Capitão Manoel Rodrigues Pereira , n. na Freguesia das Russas, e de Teresa Maria de Jesus, Teresa de Jesus Maria, n. na Freguesia da Boa Vista, Recife, (sobrinha do seu marido e  casados a 16 de junho de 1777, na Igreja Matriz das Russas). Neta paterna de José Rodrigues Pinto e Lourença Pereira de Azevedo, naturais de Recife, Pernambuco. Neta materna de José Ferreira de Souza Farias, n. Olinda, Pernambuco, e de Maria Rodrigues Pereira, n. Aracati

  Presentes, o Padre João Batista Rabelo, as testemunhas, o Coronel Pedro José da Costa Barros e José Gomes dos Santos. 

                 Irmãos anotados de Francisco José Esteves. 

1. Rosa nasceu a 04 de novembro de 1759, e batizada a 11 seguinte.

2. Antônia nasceu a 24 de agosto de 1764, e foi batizada a 02 de setembro seguinte.

3. Miguel nasceu a 04 de junho 1767, e foi batizado a dez do dito mês e ano.

4. Antônio nasceu 15 de julho de 1776, e foi batizado a 22 do mesmo mês e ano.

 Cf. Aracati CD1 L3 Cas. 148. Cf. Livro de Batismos, Horta, Faial. Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 794. Fortaleza, 06 de junho de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.     

 

                Custódio José Ribeiro Guimarães 

 Custódio José Ribeiro Guimarães nasceu aos doze dias do mês de maio de 1767, no lugar da Silva, Guimarães, Braga, filho de Manoel Ribeiro da Silva e de Teresa da Silva, casados a 09 de dezembro de 1764, na Igreja de São João. Neto paterno do Padre Veríssimo Ribeiro da Silva, do lugar das Courelas de Cima, Ponte, Guimarães, e de Maria Ferreira da mesma Freguesia. Neto materno de Miguel da Silva, do lugar da Silva, Ponte, Guimarães, e de Inês Ribeiro.      Esclarecendo: 

 à Miguel da Silva, batizado a 28 de julho, filho de Jerônimo da Silva e de Maria Duarte de Sá, casou-se  a 16 de julho de 1732, na Igreja de São João da Ponte, com Inês Ribeiro, batizada a 04 de fevereiro de 1697, filha de Antônio Francisco e de Jerônima Fernandes. Cf. Habilitação p. 47 

 à Maria Ferreira, batizada a 07 de agosto de 1709, filha de Francisco de Barros, Terneiros e de sua mulher Isabel Ferreira. 


  Custódio José Ribeiro Guimarães, mercador em Recife, Pernambuco, e residiu na Vila do Aracati, Ceará, onde se casou de idade 34 anos e oito meses, a 07 de setembro de 1802, na Capela de Nossa Senhora dos Prazeres da Vila do Aracati, com Ana Rita, filha de Josefa Ribeiro Freire, solteira. Presentes, o Padre João Rodrigues da Rocha, as testemunhas, Manoel Rodrigues da Assunção e Antônio José Ferreira. Obs. O termo é mal elaborado e nada diz sobre a naturalidade dos nubentes. O Processo de Habilitação de Custódio José é que possibilitou encontrar a sua naturalidade e detalhes da sua ascendência. Aracati CD1 L3 Cas. 118Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 531. Fortaleza, 06.06.2017. Francisco Augusto   Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.     

      

                          José Joaquim Leite Bastos 

José    Joaquim Leite Bastos, natural da Freguesia de São Sebastião de Passos, Cabeceiras de Basto, Braga, filho de Antônio Luís Leite Bastos e de Ana Joaquina Gonçalves.   Casou-se a 26 de setembro de 1854, ‘pelas sete horas da noite’, em Oratório Privado, na Vila de São Bernardo das Russas, com Adelaide de Souza Nunes Pinto, natural da Freguesia de São Martinho de Cedofeita, Porto, filha do Doutor João de Souza Nunes Pinto e de Maria Emília do Carmo Pinto. Presentes, o Padre Joaquim Domingues Carneiro, as testemunhas, José Carlos Saboia e Lauro Teixeira Ferreira Chaves. Russas CD8 208.  Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 1450. Fortaleza, 06.06.2017.   Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.     

 

                                     Amaro Soares Mariz 

  Amaro Soares Mariz nasceu aos quinze dias do mês de janeiro do ano de 1728, no lugar do Paço, Freguesia de Santo Emilião de Mariz, Barcelos, Braga, filho de Antônio Soares da Costa e de Maria Rodrigues, n. 29.06.1698, e casada a 21 de fevereiro de 1724. Neto paterno de Paulo Soares e de Maria Francisca. Neto materno de Domingos Rodrigues e de Maria Fernandes. Residiu em Recife e na Vila do Aracati. Mercador. Obteve carta de Familiar do Santo Ofício a 09 de janeiro de 1767.  Cf. Processo Tribunal do Santo Ofício, Conselho Geral, Habilitações, Amaro, mç. 4, doc. 55. 1764/1767. 

  “Aos quinze dias do mês de janeiro do ano de 1728, nasceu Amaro, filho legítimo de Antônio Soares e de sua mulher Maria Rodrigues, do lugar do Paço, desta Freguesia, e foi batizado e houve Santos Óleos, por mim Padre João Soares da Costa, Vigário desta Freguesia aos vinte e cinco do mesmo mês; foram padrinhos, Diogo Alves da mesma Aldeia do Paço, e Jerônima, solteira, filha de Manoel Rodrigues, da Aldeia de Mariz, todos desta Freguesia: presentes por testemunhas, João Veloso, Francisco de Meranha,  Manoel Rodrigues, todos desta Freguesia, e por verdade fiz este assento que assinei era ut supra. O Vigário João Soares da Costa.”  

                         Irmãos anotados de Amaro Soares Mariz. 

 1. Aos sete dias do mês de julho de 1724 anos, nasceu Custódia, filha legítima de Antônio Soares e de sua mulher Maria Rodrigues, do lugar do Paço desta Freguesia de Mariz; foi batizada com os Santos Óleos, por mim Padre Manoel da Costa aos dezesseis do dito mês; foram padrinhos, João Soares da Costa e Custódia .?. todos desta Freguesia. Observar que Custódia nasceu cinco meses após o casamento de seus pais.

  2. Aos três dias do mês de agosto do ano de 1726, nasceu Antônio, filho legítimo de Antônio Soares e de sua mulher Maria Fernandes (Rodrigues), do lugar do Paço, e foi batizado aos dezoito do mesmo mês e ano com os Santos Óleos, pelo Padre Paulo do Vale, Coadjutor; foram padrinhos, Manoel Rodrigues e Ana Rodrigues, mulher de Geraldo Cardoso, todos do mesmo lugar e Freguesia; foram testemunhas, Geraldo Cardoso e Francisco Pereira e Martinho Fernandes e outros muitos por ser no domingo e por verdade fiz este que assino era ut supra o Vigário Manoel da Costa.  Cf. Livro de Batismos, Mariz. 

    Amaro casou-se com Ana Maria, natural da Freguesia da Sé de Olinda, Pernambuco, filha de Antônio Rodrigues Mariz, n. na Freguesia de Santo Emilião, e de Teresa de Jesus, n. Goiana. Neta paterna de Antônio Rodrigues e de Maria Francisca, ambos de Santo Emilião. Neta materna de Antônio Ferreira do Amaral, n. Goiana Grande, e de Mônica Freire da Silva, n. Freguesia de N. Senhora da Penha da Tacoara, Vila de Goiana, batizada a doze de maio de 1677. 

 No ano de 1778 era viúvo, e é informante no Processo mç. 38, doc. 644. 1778, de Pedro José da Costa Barros, Familiar do Santo Ofício. Pais de: 

  1. Amaro Soares Mariz Júnior. Membro da Câmara da Vila do Aracati, Juiz Ordinário e Escrivão, pelos idos de 1793/1795. Casou-se com Ana Joaquina de Avelar.  Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 65. Fortaleza, 12 de maio de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.            

 

                             José da Silva Cruz 

Informante no Processo de Habilitação para Familiar do Santo Ofício de Pedro José da Costa Barros. 

 Nasceu no lugar Vale das Flores, Freguesia de São Miguel, Cabeceiras de Basto, Braga, filho de Leandro da Silva Ferreira, n. São Miguel de Refojos, batizado a 15 de março de 1700, e de Francisca Martins da Cruz, n. no lugar da Pedra, Freguesia de São João Batista de Cavez, Cabeceiras de Basto. Neto paterno de João da Silva Ferreira, n. Vale das Flores, e de Margarida Francisca, n. Ponte da Sé, Casa da Granja, de São Miguel de Refojos de Basto, casados a 14 de fevereiro de 1667. Neto materno de Francisco Martins da Cruz  e de cujo nome ignora. Irmão inteiro de João da Siva Cruz, FSO e de Domingos Martins da Cruz, FSO. 

  José da Silva Cruz, 50 anos de idade, (1778), casado com Felipa Gonçalves. Pais de Maria José da Conceição, natural e moradora na Vila do Aracati, Freguesia das Russas, casada a 02 de junho de 1773, na Igreja do Rosário da Vila do Aracati, com Francisco José de Almeida, n. na Freguesia de N. Senhora da Assunção do Siará, Fortaleza, filho de João Vicente e de Lourença da Silva. Presentes o Padre Doutor Manoel da Fonseca Jaime, as testemunhas, José Inácio Ferreira, Manoel do Nascimento e outros.   

  Irmão de João da Silva Cruz, homem de negócio, nasceu no dia 04 de abril de 1729, no lugar Vale das Flores, Freguesia de São Miguel, Cabeceiras de Basto, Braga, e morador na Rua da Cadeia Velha, Recife, Pernambuco. 

 João da Silva Cruz casou-se a 30 de janeiro de 1758, na Igreja Matriz do Corpo Santo, Recife, Pernambuco, com Josefa Maria da Conceição, n. Olinda, Pernambuco, filha de Francisco Correia Barradas e de Francisca Lopes Madeira. Presentes, Félix Machado Freire, .?. Veríssimo Brandão Vieira.                        

                        Termo de batismo de João da Silva Cruz. 

 “Aos onze dias do mês de abril de 1729, eu Padre Sebastião Pereira Portela, Cura desta Freguesia de São Miguel de Refojos de Basto, batizei com os Santos Óleos a João, filho de Leandro da Silva e de sua mulher Francisca Martins, do lugar de Val das Flores desta freguesia; nasceu aos quatro do dito mês; foram padrinhos, João Martins da Cruz, da Freguesia de São João Batista de Cavez, e madrinha, Senhorinha, solteira, filha de Antônio Marques, fregueses de São salvador de Ribeira de Pena, Vila Real; foram testemunhas, o mesmo padrinho e o Doutor Bernardo da Silva Pereira, do lugar da Ponte da Sé, desta Freguesia, e por verdade fiz este termo e assinei. O Cura Sebastião Pereira Portela.” Cf. Livro de Batismos, São Miguel, Cabeceiras de Basto. Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 2186. Fortaleza, 12 de maio de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.           

 

             Luís da Costa Peniche nasceu no final o mês de dezembro de 1704 ou início de janeiro do ano de 1705, na Freguesia de N. Senhora da Ajuda, Peniche, Leiria. Filho de José da Costa, batizado na Freguesia de São Sebastião da Vila de Peniche, e de Cristina Maria da Esperança, batizada na Freguesia de São Leonardo da mesma Freguesia de Atouguia, Ourém Santarém. Recebidos no lugar Lapas, Freguesia de N. Senhora da Graça, Concelho de Tores Novas. Neto paterno de Julião da Costa e Sebastiana Rebelo. Neto materno de Francisco Fernandes e de Leonarda Martins.  

                                          Termo de batismo. 

“Em os três dias do mês de janeiro de 1705 anos, nesta Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, batizei a Luís, filho de José da Costa e de sua mulher Cristina da Esperança; foram padrinhos Luís Gonçalves e Cipriana  Filgueiras mulher de Antônio Luís, de que fiz este assento, Antônio Franco Bitto.” 

  O Capitão Luís residiu na Vila do Aracati, onde faleceu “da vida presente, sem sacramento algum por se achar acamado em sua cama,” aos 28 dias do mês de março de 1765, com a idade de 52 anos, pouco mais ou menos, e foi sepultado a 29 do dito mês na Capela de N. Senhora do Rosário da Vila do Aracati. Idade real de 60 anos.

  Luís da Costa Peniche assistente na Vila de Santa Cruz do Aracati, requereu Habilitação para Familiar do Santo Ofício, havendo falecido antes de ser habilitado. Diligência de Habilitação Luís da Costa Peniche. Tribunal do Santo Ofício, Conselho Geral, Habilitações Incompletas, doc. 3676. 1765. PT/TT/TSO-CG/A/008-002/3676. 08 folhas. 

       O Capitão Peniche foi padrinho: 

  - A 11 de setembro de 1758, na Capela de Santa Ana, Caatinga do Góis, de ANA, filha do Capitão José Ferreira do Vale e de sua mulher Joana de Freitas da Silva. O padrinho solteiro, e a madrinha Luzia Pereira da Cunha, casada com Manoel Marques de Oliveira. -  A 30 de janeiro de 1764, na Capela de N. Senhora do Rosário da Vila do Aracati, de VICÊNCIA, filha de Antônio das Virgens Pereira Escócia, n. Recife, e de Rita Tavares do Espírito Santo, n. Aracati. Neta paterna de Miguel Teixeira Escócia e de Joana de Brito Teles. Neta materna de João Francisco Tavares e de Teresa de Jesus da Rocha. Madrinha, Maria Teresa de Jesus.

- A 19 de fevereiro de 1764, na Capela de N. Senhora do Rosário da Vila do Aracati, de FRANCISCO, filho do Alferes José de Castro e Silva e de sua mulher Ana Clara Domingos Fernandes da Silva. Madrinha, Ana Maria do Ó.   Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 1619. Fortaleza, 12 de maio de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.           

 

  José Machado Pimentel ascendente de Joaquim José Machado Pimentel.  

José Machado Pimentel nasceu aos sete dias do mês de fevereiro de 1742, no lugar Rosto do Cão, Freguesia de São Roque, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, homem de negócio, Familiar do Santo Ofício, filho de Sebastião Machado, n. São Roque e de Mariana de Jesus, n. São Roque. Neto paterno de Manoel Machado e de Josefa do Couto. Neto materno de Francisco de Lima n. São Roque e de Maria de Pimentel, n. Água do Pau.

José Machado Pimentel casou-se com Ana Clara, n. Recife, filha de Agostinho Ferreira de Castro Familiar do Santo Ofício, e de Joana de Freitas.   

                       Termo de batismo de  José Machado Pimentel.

 “José, filho legítimo de Sebastião Machado e de Mariana de Jesus, naturais desta Paroquial, Freguesia de São Roque, lugar do Rosto do Cão, nasceu em os sete dias do mês de fevereiro de 1742 anos, e foi batizado aos dezenove dias do dito mês por mim João Rodrigues Estrela Cura atual na Ermida de Nossa Senhora do Livramento sufragânea desta Paroquial; foram padrinhos, Manoel da Costa Farrapo, casado e freguês desta dita Paroquial, assistiu como testemunhas, Estevão da Rocha, Duarte Gomes todos desta dita Paroquial Igreja, do que para constar fiz este termo que assinei com as testemunhas, dia mês e ano ut supra. Cura João Rodrigues Estrela.” Cf. Livro de Batismos, Rosto do Cão, São Roque, Ponta Delgada.           Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 1263. Fortaleza, 11 de maio de 2017. Fco. Augusto. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  

 

                     Ascendência dos Tavares Muniz do Cariri cearense. 

   Antônio Muniz Tavares, Moniz, Familiar do Santo Ofício. Nasceu no dia cinco de julho de 1737, no lugar Rosto do Cão, Freguesia de São Roque, Ponta Delgada. Filho de Pedro Moniz Tavares e de Isabel Pacheco de Rezende. Neto paterno de João Moniz e de Bárbara Tavares, naturais da Freguesia de São Roque. Neto materno de Manoel Pacheco e de Ana Ferreira, n. na Freguesia de N. Senhora das Neves, Relva, Ponta Delgada.

           Antônio Moniz Tavares casou-se com Maria dos Prazeres de Souza, nasceu em Recife, Pernambuco, filha de José de Souza da Cunha e de Maria Josefa de Andrade, naturais da Freguesia de N. Senhora da Assunção, Ilha de Santa Maria. Neta paterna de Manoel de Melo e de Cristina de Souza. Neta materna de Domingos Vieira, n. na Freguesia de Santa Luzia da Achada, Ilha do Pico, e de Mariana de Andrade n. na Freguesia de N. Senhora da Assunção, Ilha de Santa Maria.                                            Termo de batismo de Antônio Moniz Tavares.

Antônio, filho de Pedro Moniz e e sua mulher Isabel Ferreira (sic) naturais desde lugar de Rosto do Cão, desta Freguesia de São Roque; nasceu aos cinco dias do mês de julho de 1737 anos, foi batizado nesta Paroquial desta Freguesia aonde são fregueses, por mim Antônio Gomes Tavares Cura desta dita Paroquial aos doze dias do dito mês e era acima; foram Padrinhos, José Fragoso, casado, morador no lugar da Relva, e a madre Maria do Espírito do Santo, Religiosa do Convento de Jesus, da Vila da Ribeira Grande, por procuração apresentada por seu irmão Antônio de Faria, morador neste dito lugar, e assistiram por testemunhas, o Padre José Moniz Tavares Tesoureiro desta Igreja, e Manoel Fernandes, assistente nesta Igreja, e para constar fiz este assento dia mês e era ut supra. O Cura Antônio Gomes Tavares.” Cf. Livro de Batismos, S. Roque, Ponte Delgada.  Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 191,306,1083,1260,1392. Fortaleza, 11 de maio de 2017. Faal. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  

          

 

       Miguel Machado Freire e seus irmãos, Domingos e José Machado Freire, residiram em Groaíras, Ceará. 

 Miguel Machado Freire nasceu na Freguesia de São Salvador, Celorico de Basto, Braga, batizado a 17 de dezembro de 1670, filho de Antônio Machado e de Brites Maria, solteira. Familiar do Santo Ofício. Ver seus irmãos Domingos e José Machado Freire. 

“Em os dezessete dias do mês de novembro do ano de 1670 anos, batizei eu Padre Antônio Camelo a Miguel, filho de (Brites) Maria, Solteira do Cabo de Rebordões, deu por pai Antônio Machado, da Freguesia de  .?. foram padrinhos, Miguel Francisco e Maria, solteira, de que fiz este termo, era ut supra. Padre Antônio Camelo.”  

  è Batismo de Domingos Freire Machado. 

 “Em os dezenove dias do mês de dezembro de 1672, batizou nesta Igreja, o Padre Damião Lourenço, a Domingos, filho de Brites Maria, do Cabo de Rebordões; foram padrinhos, José Garcez de Cavanellas, e Margarida, solteira, filha de A.?. fiz este assento dia e era ut supra. O Padre Antônio Camelo.” 

  è Batismo de Antônio Freire Machado. “Em os três dias do mês de novembro de 1675 anos, batizei a Antônio, filho de Brites, solteira de Rebordões; foram padrinhos, Antônio Gonçalves e Maria Francisca mulher de Hyacinto Gonçalves, ferreiro, ambos desta Freguesia, de que fiz este assento, dia e era ut supra. Padre Antônio camelo.”  

  è Batismo de Francisca. 

  Francisca, filha de Brites e de Antônio, solteiro da Freguesia da Ramada, Concelho de Odivelas, Lisboa. Batizada a dez de agosto de 1667, pelo Padre Antônio Camelo, sendo padrinhos Jerônimo Gonçalves e Maria Gonçalves.

  è Batismo de Antônio, que faleceu recém nascido. 

 ‘Em os treze dias do mês de agosto de 1665 anos, batizei a Antônio, filho de (Brites) Maria, do lugar Cabo de Rebordões, deu-lhe por pai Antônio Machado, de Alfarela, (sic) (Vila Pouca de Aguiar, Vila Real); foram padrinhos Manoel Cerqueira de Camelo e Maria Francisca, filha de Pedro Gonçalves, da Poeira desta Freguesia; fiz e assinei dia e era ut supra, Antônio Camelo.” Cf. Livro de Batismos, Celorico de Basto, Braga. 

 Fonte:  Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 648,1469, 2122. Fortaleza, 10 de maio de 2017. Faal. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  

 

Antônio José Correia e seu irmão João Correia Martins  

  Antônio José Correia e seu irmão João Correia Martins residiram em Maranguape, Ceará. 

                      Termo de batismo de João Correia de Melo c.c. Maria de Jesus. 

 “João, filho de João Correira de Melo e de sua mulher Leocádia Rosa, esta natural da Paroquial de N. Senhora das Neves, Freguesia do Norte Grande, desta Ilha de São Jorge, e aquele natural e ambos fregueses desta Matriz de Nossa Senhora do Rosário da Vila Nova do Topo, Ilha de São Jorge, e moradores à Ribeira do L.?.xi.?., nasceu em os vinte e quatro do mês de julho do ano de 1800, foi batizado nesta mesma Matriz em os vinte e sete dias do referido mês e ano pelo Reverendo Tomé de Souza Pacheco Cura dela. Foram padrinhos, Antônio Silveira Correia e sua mulher Rosa de Jesus, moradores no mesmo Sítio. De que fiz o presente termo que assino .?. era ut supra. O Vigário Tomé Gregório Teixeira.” Cf. Livro de Batismos, Topo, Ilha São Jorge.

                         Termo de casamento de João Correia Martins e Maria de Jesus.

 “Em os vinte e cinco do mês de abril do ano de 1824, sendo de manhã, nesta Paroquial de São Pedro feitas as diligências requeridas pelo Sagrado Concílio Tridentino e Constituições Diocesanas sem descobrir impedimento algum como me consta de um Alvará do Mto. Rdo. Deão Governador do Bispado José Maria de Bittencourt, por virtude do qual na presença de mim Manoel Correia de Melo Vigário desta Paroquial (de São Pedro) e das testemunhas abaixo assinadas José Antônio Mendes e Antônio José Correia, meus fregueses, se casaram por palavras de presente in facie ecclesiae por marido e mulher como manda a Santa Madre Romana, João Correia, filho de João Correia de Melo, já defunto, e de Leocádia Rosa, natural da Ilha de São Jorge, e desobrigado nas quaresmas de 1802, digo de 22 e 1823, na Paroquial de São Miguel Arcanjo das Lajes, (Lajes, Concelho da Praia da Vitória, Ilha Terceira), e em 1824, nesta Paroquial de São Pedro, com Maria de Jesus, filha de Francisco Rocha (Bandeira) e de Catarina Rosa, batizada e desobrigada as quaresmas passadas nesta Paroquial, não receberam as bênçãos por serem tempo proibido: em fé de que se assinaram as testemunhas comigo. O Vigário Manoel Correia de Melo.” Cf. Livro de Casamentos, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira.  

      Filhos por João Correia Martins = João Correia de Melo Sênior e Maria de Jesus. 

  1. João nasceu a 20 de janeiro de 1825, batizado a 30 seguinte pelo Padre Manoel Correia de Melo. Padrinhos, Francisco da Rocha e Eugênia Rosa, mulher de Antônio José Correia. Antônio José Correia é irmão de João Correia Martins. 

 2. Francisco nasceu 16 de fevereiro de 1827, e foi batizado a 27 seguinte na Igreja de São Pedro, pelo Padre Manoel Correia de Melo. Padrinhos, Francisco da Rocha, avô materno do batizando e Mariana da Rosa mulher de José .?. Mendes. 

 3. João Corrêa de Mello nasceu a 24 de maio de 1830.  João, filho de João Correia Martins natural da Freguesia de Nossa Senhora do Rosário, Ilha de São Jorge, e de sua mulher Maria de Jesus natural e ambos fregueses desta Paroquial de São Pedro, deste lugar, nasceu a vinte e quatro de maio de 1830, e foi batizado a trinta e um do dito mês e ano nesta dita Paroquial por mim Manoel de Souza Bittencourt Pacheco Vigário dela: foram padrinhos, José Machado Mendes casado com Mariana Rosa, e Eugênia Rosa casada com Antônio José Correia. Era ut supra. O Vigário Manoel de Souza Bittencourt Pacheco.”  Cf. Livro de Batismo, Angra do Heroísmo, Ilha Terceira. 

              Resenha do termo de casamento de Antônio José Correia e Eugênia Rosa.

  “Em os dezenove dias do mês de outubro do ano de 1823, sendo de tarde, nesta Paroquial do Apóstolo São Pedro, feitas as diligências requeridas pelo Sagrado Concílio Tridentino e Constituições Diocesanas sem descobrir impedimento algum como me consta de um Alvará do Mto. Rdo. José Maria Bittencourt Deão na sagrada Catedral de Angra por virtude do qual em presença de mim Manoel Correia de Melo, Vigário desta dita Paroquial e das testemunhas João Soares meu freguês, João Martins ... se casaram solenemente por palavras de presente in facie ecclesiae por marido e mulher como manda a Santa Madre Romana, Antônio Correia, (Antônio José Correia), filho de João Correia, já defunto e de Leocádia Rosa, natural da Ilha de São São Jorge, e desobrigado nas quaresmas de 1821 e 22, na Paroquial de São Miguel Arcanjo das Lajes, (Lajes, Concelho da Praia da Vitória, Ilha Terceira), e em 1823, nesta Paroquial de São Pedro, com Eugênia Rosa, filha de Francisco Rocha (Bandeira) e de Catarina Rosa, batizada e desobrigada as quaresmas passadas nesta Paroquial de São Pedro, e logo lhes dei as bênçãos: em fé de que se assinaram as testemunhas comigo. O Vigário Manoel Correia de Melo.”  Cf. Livro de Casamentos,Angra do Heroísmo, Ilha Terceira. 

                     Filha por Eugênia Rosa e Antônio José Correia.

    1. Eugênia nasceu a 13 de julho de 1728, e foi batizada a 20 seguinte pelo Padre Cura Antônio Vasconcelos do Couto. Padrinhos, seu tio paterno João Correia Martins e Catarina Rosa mulher de José .?. Mendes.

   2. Severina Correia Cândido, nasceu na Ilha Terceira  Região Autônoma dos Açores. Casou-se em 12 de setembro de 1834, com Joaquim José de Souza Sombra, Coronel, patriarca da família SOMBRA de Russas e de Maranguape. Nasceu em 06 de setembro de 1819, na Freguesia de Russas. Com ilustre descendência.  Cf. Livro de Batismo,  Angra do Heroísmo, Ilha Terceira. 

  Termo de casamento de João Correia e Leocádia Rosa.

 “Em os dez dias de agosto do ano de 1790, sendo de manhã, nesta Matriz de Nossa Senhora do Rosário, Ilha de São Jorge, feitas as denunciações na forma do Sagrado Concílio Tridentino e Constituições do Bispado, sem descobrimento e impedimento algum como consta de um Alvará de Banhos que fica no arquivo desta Matriz, estando presentes o Reverendo Padre Antônio Inácio da Silva, Antônio Caetano, Estudante, e na presença do Reverendo Padre João Inácio de Quadros, Cura desta mesma Matriz, se casaram solenemente por palavras de presente in facie ecclesiae João Correia de Melo, filho de Manoel Correia de Melo e de sua mulher Bárbara Silveira, natural e freguês da mesma Matriz aonde o contraente foi batizado e desobrigado dos preceitos da quaresma próxima passada, com Leocádia Rosa, filha de Manoel de Souza Soares e de sua mulher Paula de Santo Antônio, já defuntos, natural e freguês da Paroquial de Nossa Senhora das Neves, lugar do Norte Grande, termo da Vila das Velas, desta mesma Vila (sic) aonde a contraente foi batizada e satisfez os preceitos da quaresma passada visto que sendo nas ditas Paróquias proclamados em três dias festivos e não saiu impedimento algum como me constou da Certidão que me apresentaram como também demostrava terem os mesmos contraentes idade suficiente para contraírem matrimônio, e logo lhes dei as bênçãos conforme os Ritos e Cerimônias da Santa Madre Igreja; e para constar fiz este assento que assino com as testemunhas. Era ut supra. O Cura Rafael Teixeira de Souza.” Cf. Livro de Casamentos, N. Senhora do Rosário, Ilha de S. Jorge. 

              Filhos anotados por Leocádia Rosa e João Correia de Melo. 

 1. Maria nasceu a 20 de abril de 1791, e foi batizada a 21 seguinte pelo Padre João Inácio de Quadros. Padrinhos, José de Souza Pereira e sua mulher Maria da Rosa. Cf. Livro de Batismo, do Topo, Topo.  

 2. Francisca nasceu a 27 de fevereiro de 1793, e batizada a três de março seguinte, pelo Padre Tomás José da Silva. Padrinhos, José de Souza Pereira e sua mulher Maria da Rosa. Cf. Livro de Batismo,  Topo. 

  3. Manoel nasceu 04 de fevereiro de 1795 e foi batizado a oito seguinte, pelo Padre João Inácio de Quadros. Padrinhos, Manoel Correia de Melo e sua irmã (sic). 

 4. José nasceu a 24 de novembro de 1797, filho de João Correia de Melo e de Leocádia Rosa, e foi batizado em perigo de vida por Maria Rosa, mulher de Paulo de Souza de Morais. No dia 26 de novembro, na Igreja Matriz, foi confirmado o referido batismo, sendo parinhos, Antônio de Medeiros de Mendonça e Maria do Rosário. Cf. Livro de Batismo do Topo.

  5. João Correia Martins nasceu a 24 de julho de 1800. 

Fonte: Eduardo de Castro Bezerra Neto. A contribuição Açoriana ao desenvolvimento do Ceará nos séculos XVII e XIX. RIC. 1997. p. 207/220.   Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 1059. Fortaleza, 08 de maio de 2017. Faal. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  

 

             Antônio Raposo Cordeiro

  Antônio Raposo Cordeiro nasceu no dia primeiro de dezembro de 1736 no lugar das Feteiras, Freguesia de Santa Luzia, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, filho de Manoel Raposo Barbosa, n. 01.01.1697 e batizado a 07 seguinte, nas Feteiras, Freguesia de Santa Luzia, e de Maria de Viveiros, n. na Freguesia de São Sebastião da Matriz, Ponta Delgada. Antônio Raposo Barbosa batizado a 05 de dezembro do dito ano, pelo Padre Manoel de Melo Vigário da Freguesia de Santa Luzia. Padrinhos, Antônio Furtado e sua mulher Maria Botelho. 

 Neto paterno de Pedro Barbosa, n. na Freguesia de Santa Luzia e de Cecília Benevides. Neto materno de Jácome Viveiros, n. na Freguesia de São Sebastião da Matriz, Ponta Delgada, e de  Bárbara Benevides, Cordeiro, da mesma Freguesia de São Sebastião da Matriz. 

 Antônio Raposo Cordeiro casou-se com Ana Maria Rosa nasceu em Recife, Pernambuco, filha de Manoel da Rosa de Ávila, FSO, n. 11.04.1718, no lugar Valverde, Freguesia de Santa Madalena, Ilha do Pico, (batizado a 13 seguinte pelo Padre Cura Inácio Furtado), e de sua mulher Margarida Maria dos Prazeres. Neta paterna de Antônio de Ávila e de Maria Rodrigues, naturais do lugar Valverde, Freguesia de Santa Madalena, Ilha do Pico, Bispado de Angra. Neta materna do Alferes João Ferreira  Frazão e de Ana Maria da Rosa.

     Fonte: Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 831. Fortaleza, 05 de maio de 2017. Faal. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

      Francisco Pereira Maia Guimarães 

   Francisco Pereira Maia Guimarães nasceu no dia 19 de maio de 1782, em Recife, Pernambuco. Batizado a 12 de junho de 1782, na Igreja Matriz do Corpo Santo do Recife, pelo Padre Inácio Francisco dos Santos. Residiu  na Freguesia de N. Senhora da Boa Viagem de  Massarelos, Porto, filho de José Pereira Maia Guimarães, Familiar do Santo Ofício, n. no lugar Recobellas, Freguesia de Ribeiro, Concelho de Monte Longo, atual, Fafe, Braga, e de Antônia Joana Cedrim, n. na Freguesia de N. Senhora da Boa Viagem de  Massarelos, Porto. Neto paterno de José Pereira  (f. de João Pereira Monteiro, n. na Freguesia de Torrados, Concelho de Felgueiras, Porto, e de Jerônima Pires do lugar da Bolada, Freguesia de São Bartolomeu do Rego, Celorico de Basto, Braga e de Mariana da Maia, solteira, (f. de Fernando da Maia, da Casa das Fontes, Freguesia de Faia, Concelho de Cabeceiras de Basto e de Maria de Paços, n. no lugar Recobellas, Freguesia de Ribeiro, Concelho de Monte Longo, atual, Fafe, Braga). 

  è Antônia Joana Cedrim, n. Freguesia de N. Senhora da Boa Viagem de Massarelos, Porto, filha do Capitão Antônio Francisco Cedrim n. na Freguesia de Cedrim,  Server do Vouga, Aveiro, Bispado de Coimbra, e de Teresa Josefa Palheiro Cedrim, n. na Freguesia de N. Senhora da Boa Viagem de  Massarelos, Porto.  Neta paterna de Domingos João, n. no lugar Soutelo, Freguesia de São Martinho de Pessegueiro, Sever do Vouga, Aveiro, e Maria Francisca, natural também da Freguesia de São Martinho de Pessegueiro, Sever do Vouga, Aveiro.  Neta materna do Capitão Manoel Alves de Paiva e de Josefa Fernandes Pinto naturais da Freguesia de Massarelos. Pais da citada Teresa Josefa Palheiro Cedrim, n. na Freguesia de N. Senhora da Boa Viagem de  Massarelos, Porto. Antônia Joana Cedrim irmã do Familiar do Santo Ofício, Antônio José Cedrim.

    Depois de anos de pesquisas foi finalmente elucidada a naturalidade de  Francisco Pereira Maia Guimarães. O fato de seus pais portugueses haverem morado em Recife e ele Francisco ter residido no Crato, Ceará e em Massarelos gerou a dificuldade para a determinação da sua naturalidade.  No livro  Siará Grande, lançado no Instituto do Ceará, a 09.11.2016, a seguir citado informa:

  No termo de batismo do seu filho José, consta Maçarelos por Massarelos, Porto. Cedrim, Freguesia de  Server do Vouga, Aveiro, deve ser a origem do sobrenome Cedrim.  

 José Pereira da Maia Guimarães. Diligência de Habilitação. Tribunal do Santo Ofício, Conselho Geral, Habilitações, José, mç. 158, doc. 3054.    

 Antônio José Pereira Maia. Carta de Sesmaria. 20.04.1799. Registo Geral de Mercês de D. Maria I, liv.14, f. 349.

 José Duarte Cedrim. Diligência de Habilitação. Tribunal do Santo Ofício, Conselho Geral, Habilitações, José, mç. 150, doc. 2922. Cópia microfilmada. Portugal, Torre do Tombo, mf. 2906. Informação não tratada arquivisticamente. PT/TT/TSO-CG/A/008-001/14983. A leitura deste documento com certeza levará a naturalidade de Francisco Pereira da Maia Guimarães. 

Fonte: Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 823. Fortaleza, 05 de maio de 2017. Faal. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

 

                           João Coelho Basto 

   João Coelho Basto nasceu no dia vinte e seis do mês de agosto de 1737, no lugar Certtada, Freguesia de São Pedro de Britelo, Celorico de Basto, Braga, filho de João Coelho e de Mariana Francisca. Familiar do Santo Ofício, comerciante com negócios em Aracati. Concunhado dos irmãos Bernardo Pinto Martins e João Pinto Martins.                      

                   Termo de batismo de João Coelho Basto.      

  “João, filho legítimo de João Coelho e de sua mulher Mariana Francisca, do lugar da Certtada, desta Freguesia de Britelo, nasceu em os vinte e seis do mês de agosto de 1737, e foi batizado por mim Padre Manoel da Costa, Cura desta dita Freguesia, em os vinte e oito dias do dito mês e era foram padrinhos Manoel da Mota, solteiro, filho de João da Mota, do lugar de Mosqueiros, e Maria, filha de Gabriel Teixeira .?. todos desta Freguesia e por verdade fiz este assento que assinei com o padrinho ... Manoel da Costa”.     

          Irmãos anotados de João Coelho Basto:    1. Manoel n. mês de junho de 1731.

                                                                       2. Antônio José n. 04.11.1734.     

     João Coelho Basto casou-se a 20 de abril de 1761, na Igreja Matriz do Corpo Santo, Recife Pernambuco, com Inácia Maria da Conceição, filha de Antônio Pereira do Rego n. na Freguesia de São Julião, Lisboa e de Laura de Figueiredo, natural de Santo Antão da Mata, Pernambuco. 

  Fonte: Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 1056. Fortaleza, 04 de maio de 2017. Faal. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

     

 

           Venâncio Joaquim Tavares Franco, Joaquim Tavares Franco nasceu no dia quatro de agosto de 1754, na Freguesia da Matriz, Ribeira Grande, Ilha de São Miguel, Açores, filho de Domingos da Costa Cabral e de Maria de Santo André

             Termo de batismo de Venâncio Joaquim Tavares Franco. 

   “Venâncio, filho de Domingos da Costa e de sua mulher Maria de Santo André, naturais e fregueses desta Matriz da Senhora da Estrela desta Vila da Ribeira Grande; nasceu em os quatro dias do mês de agosto do ano de 1754 anos foi batizado nesta dita Matriz e Paróquia de seus Pais por mim Francisco da Silva Nunes, Cura atual dela, em os dez dias do mês e ano supra: foi Padrinho Antônio de Morais Ferreira, casado e freguês desta dita Matriz, e Madrinha Luzia Clara filha famílias de José Rodrigues Ferreira por procuração que apresentou o estudante Manoel Rodrigues Nunes, todos fregueses desta mesma Matriz: foram testemunhas, que comigo assinaram, o Reverendo Francisco Nunes, Francisco, Estudante, e Manoel Pacheco, todos desta Freguesia; e para constar fiz este termo que assinei dia e mês e Ano Supra. O Cura Francisco da Silva Nunes.” À margem: Certidão de batismo, em junho de 1782. O Cura .?.   

     Resenha do termo de casamento dos pais de Venâncio Joaquim Tavares Franco. 

  “Em os quinze dias do mês de maio de 1746 anos,  sendo de tarde nesta Matriz de Nossa Senhora da Estrela, desta Vila da Ribeira Grande, feitas nela e nas demais Igrejas as denunciações e sem impedimento algum como me consta por um mandado do Senhor Reverendo Ouvidor ... por palavras de presente Domingos da Costa, filho de Salvador Fernandes, já defunto, e de Domingas .?., com Maria de Santo André, filha de José Tavares e de Francisca de Paiva (Gaquam ?). todos fregueses desta referida Matriz ... O Cura Francisco Xavier de Souza.”  

                 Irmãos anotados de Venâncio Joaquim. 

  1. Francisco, n. 16.04.1747 e foi batizado a 23 seguinte na Igreja Matriz de N. Senhora da estrela da Ribeira Grande. Padrinhos, Manoel Vieira Nunes e Rosa Margarida que pediu a seu irmão Francisco Nunes para assinar, filhos de Manoel Vieira Nunes e de Teresa de Gaqua de Paiva, (tia materna do batizando?).  

   2. Feliciano n. 26.05.1750, e foi batizado a 30 seguinte na Igreja Matriz de N. Senhora da Estrela da Vila da Ribeira Grande, paroquial de seus pais, pelo Padre Manoel Pacheco raposo. Padrinhos, Francisco Nunes, filho de Manoel Vieira Nunes e de Teresa de Paiva. 

  3. João n. 21.06.1752, e batizado a 25 seguinte na matriz da Ribeira Grande, pelo Padre Manoel Nunes Moreira, Cura dela. Padrinhos, Manoel Pacheco, estudante, filho famílias de Salvador Pacheco e de Antônia de Páscoa.

   4. Hyacinto, filho de Domingos da Costa Cabral e de Maria de Santo André, naturais desta Matriz de N. Senhora da Estrela (da Ribeira Grande), nasceu a 13 de agosto de 1759, e foi batizado a 25 seguinte, na dita Matriz, paroquial de seus pais.

Fonte: Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. p. 2261. Fortaleza, 02 de maio de 2017. Faal.

 

                                      José Pereira de Almeida

José Pereira de Almeida nasceu aos doze dias de janeiro de 1747, na Freguesia de São Sebastião, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, filho de Matias Pereira, natural da Igreja Matriz de São Sebastião, e de Ana Mariana Durão, Ana Maria, natural da Freguesia do Apóstolo São Pedro, desta cidade de Ponta Delgada. São Sebastião, Ilha de São Miguel, como consta do termo cearense, e onde foi batizado e correram os banhos.

Termo de batismo de José Pereira de Almeida. Jozeph, filho de Matias Pereira, natural desta Igreja Matriz de São Sebastião, e de sua mulher Ana Maria, natural da Igreja do Apóstolo São Pedro, desta cidade, nasceu aos doze dias de janeiro de 1747: foi batizado nesta sobredita Matriz, Paroquial de seus pais, por mim Cura dela João José de Medeiros, aos dezoito do dito mês e ano; foi padrinho, José Borges, estudante, filho de José Gonçalo Borges e de Genoveva da S. An.; foram testemunhas, Brás de Almeida e Félix de Almeida que comigo assinaram era ut supra. O Cura João José de Medeiros. Irmãos anotados de José Pereira de Almeida. Ana nasceu a 28 de março de 1755, e foi batizada a sete de abril seguinte na Igreja Matriz de São Sebastião, Paroquial de seus pais, pelo Padre João José Medeiros, sendo padrinho Gonçalo de Almeida, casado, morador nesta Freguesia. Testemunhas, Brás de Almeida e Félix de Almeida.

João nasceu a 23 de janeiro de 1752, e foi batizado aos trinta do dito mês e ano, na Ermida de Santa Ana da Matriz de São Sebastião, pelo Padre João Pedro de Souza. Padrinho, João de Medeiros.


Irmãos anotados de José Maria d'Asso e Canto. Antônio, filho de João José d'Aça, natural da Freguesia de Nossa Senhora dos Anjos da cidade de Lisboa, e de sua mulher Dona Antônia Angélica de Melo, natural da Freguesia de Nossa Senhora dos Olivais, extra muros da mesma cidade (Lisboa) nasceu em os quinze de fevereiro de 1800, e foi batizado nesta Catedral do Santíssimo Salvador, Paroquial dos seus pais, aos vinte e dois do sobredito mês e ano, por mim José Ribeiro de Carvalho, Reitor dela; sendo seu Padrinho o Doutor Corregedor desta Comarca José Acárcio das Neves por seu Procurador o Doutor Juiz de Fora da Vila da Praia desta Ilha, Antônio de Castro Souza Menezes Sarmento, de que para constar fiz este termo. O Reverendo José Ribeiro de Carvalho. Joaquim, filho legítimo de João José de Melo Canto e Assa, natural da Freguesia de Nossa Senhora dos Anjos da cidade de Lisboa, e de sua mulher Dona Antônia Angélica de Melo, natural da Freguesia de Nossa Senhora dos Olivais, extra muros da mesma cidade (Lisboa) nasceu em os onze de agosto de 1798, e foi batizado aos vinte e três do mesmo mês e ano por mim Vicente Ferreira de Vasconcelos, Reitor desta Catedral, donde os pais são fregueses, foi seu padrinho Luís José de Bittencourt V.?. morador na Freguesia de Santa Luzia, de que fiz o presente e assinei. O Reitor Vicente Ferreira de Vasconcelos.

Última atualização ( Ter, 25 de Julho de 2017 16:29 )

 

Albano Pereira Grangeiro 

Albano Pereira Grangeiro e seus irmãos Inácio Pereira Grangeiro e Narciso de Loronha Alencastro Grangeiro.

Albano nasceu a 1º de março de 17xx na cidade de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, batizado a 15 do dito mês e ano.

Filho de João Francisco Grangeiro e de Dona Clara Josefa Mariana, casados a 24 de agosto de 17xx, sendo de tarde. Neto paterno de Manoel Francisco Grangeiro e de sua mulher Maria de São João. Neto materno de Silvestre Pereira Cabral e de Dona Catarina Pereira da Cunha.

Irmãos anotados de Albano: João Francisco Grangeiro Jr. c.c. Tomásia Francisca do Carvalhal, José, Rosa, Manoel, Narciso, n. 29 de outubro, e Inácio, que nasceu a 09 de janeiro, mais velho três anos que Albano. Narciso e Inácio também vieram para o Brasil. A informação detalhada, breve nesta página.

Fonte: Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Fco. Augusto, 5º Volume, índice Onomástico e Complementos. Fortaleza, 27.02.2017. Faal.

Última atualização ( Qua, 26 de Abril de 2017 10:25 )

 

Manoel Fonseca Jaime

Nasceu em Santarém. Manuel Fonseca Jaime - Arquivo Nacional da Torre do Tombo. digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=1883793.

O Registo Geral de Mercês do reinado de D. João V - Instalation unit 0007 Livro 7 1714/1734. Item 71596 Manuel Fonseca Jaime 1715-02-18/1715-02-18.

Capitão de Infantaria no Teréo de Olinda e Capitão Mor do Ceará Grande por escolha datada de 20 de junho de 1713. Assumiu o governo em fins de 1715.

Manoel da Fonseca Jaime Sénior, casou-se com Maria do Carmo da Assunção, Maria do Carmo Proença, Maria de Proença Lins Acioli, filha do Mestre de Campo Manoel Lopes Galvão e de Margarida Lins Acioly. Pais de sete filhos, entre eles:

1. Margarida Ribeiro da Fonseca casou-se com o Coronel de Ordenanças do Ceará Manoel Soares de Souza, natural de Moribeca, Pernambuco, filho de Diogo Martins Aires, n. em Santo Amaro do Jaboatão, Pernambuco, e de Helena Soares, n. na Freguesia da Sé de Olinda. Pais de nove filhos.

2. Bernardo de Oliveira Pinto, Capitão da Infantaria do regimento de Olinda, Pernambuco. Casou-se com Jerônima de Albuquerque de Melo, filha de João Gomes de Melo e Albuquerque e de Felipa Nunes. Sem sucessão.

3. Cipriano Lopes da Fonseca Galvão casou-se com Adriana de Holanda e Vasconcelos.Pais de Manoel da Fonseca Jaime.

O Padre Doutor, Familiar do Santo Ofício, Vigário do Acaracu, Acaraú, 1757/1762. Cura das Russas, 1767/1774. Vigário Colado de Frade, Jaguaretama, 1784, Manoel da Fonseca Jaime(Neto), n. em Olinda, Pernambuco, era filho de Cipriano Lopes da Fonseca Galvão e de Adriana de Holanda e Vasconcelos. Neto paterno do Capitão Mor do Siará Grande, 1715, Manoel da Fonseca Jaime, Sénior, n. Santarém, Portugal, e de Maria do Carmo Proença. Neto paterno do Capitão João Nunes Baião e de Felícia de Vasconcelos.
 
Cf. Fco. Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza. 2016. p. 1749, quarto volume. Fco Augusto, 14.02.2017 - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
 

Agostinho Joaquim Nunes

Agostinho Joaquim Nunes nasceu na Rua Direita, Vila de Angeja, batizado aos vinte e seis dias do mês de outubro da era de 1730 na Freguesia de N. Senhora das Neves, Angeja, Concelho de Albergaria-a-Velha, Aveiro, filho de Manoel Nunes Furleiro (Forleyro) e de sua segunda mulher, Maria Nunes, Maria Nunes da Silva. Neto paterno de Domingos Nunes e de Maria Dias, da Vila de Frossos, Albergaria-a-Velha. Neto materno de Sebastião Dias Lins e de Maria Nunes, da Vila de Angeja.

Termo de batismo de Agostinho Joaquim Nunes.

Em os vinte e seis dias do mês de outubro da era de 1730 anos, Batizei eu o Padre Manoel Nunes, Cura desta Vila de Angeja, Freguesia de Nossa Senhora das Neves, a Agostinho, filho de Manoel Nunes, genro de Felipa, e de sua mulher Maria Nunes, da Rua Direita, e neto pela parte paterna de Domingos Nunes, o Capote, por alcunha, e de sua mulher Maria Dias, moradores que foram na Vila de Frosso, e pela parte materna é neto de Sebastião Nunes Bacorinho, de alcunha, digo de Sebastião Dias, Bacorinho, de alcunha, e de sua mulher Maria Nunes da Rua dos Pinheiros; foram Padrinhos, Manoel Nunes, do lugar Silha, Freguesia da Santa Cruz de Albergaria-a-Velha e Esperança Marques, mulher de Manoel Dias Picado da Rua da Agra, todos moradores nesta Vila de Angeja, Bispado de Coimbra, e por verdade fiz este assento e assinei dia ut supra. Manoel Nunes.

Termo de casamento dos pais de Agostinho Joaquim Nunes.

Em os três dias do mês de fevereiro da era de 1726 anos, se receberam em minha presença Maria Nunes, filha legítima de Sebastião Dias e de sua mulher Maria Nunes, já defunta, com Manoel Nunes, casado que foi primeira vez com Maria Dias filha legítima de João Álvares, já defunto, e de sua mulher Felipa Dias, todos naturais e moradores nesta Vila de Angeja, Freguesia de Nossa Senhora das Neves, Bispado de Coimbra; o qual Manoel Nunes, é filho legítimo de Domingos Nunes, já defunto, e de sua mulher Maria Dias, moradores na Vila de Frosso, Freguesia de São Payo, deste dito Bispado de Coimbra. Corridos os Banhos na forma do Sagrado Concílio Tridentino, Constituição e Pastorais deste Bispado e não houve impedimento algum e nem eu o sei, sendo testemunhas o Licienciado Manoel Nogueira da Silva, João Nunes, Miguel Simão, Domingos João, o Touta, José Valente, todos moradores nesta Vila de Angeja, Freguesia de Nossa Senhora das Neves, Bispado de Coimbra, e por verdade fiz este assento que assinei dia ut supra. O Cura, Manoel Nunes. 
Fonte: Fco. Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza. 2016. p. 26, Fco Augusto, 19.03.2017 - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Última atualização ( Qua, 26 de Abril de 2017 10:13 )

 

Manoel da Costa Farrapo

Nasceu aos nove dias do mês de novembro de 1746, no lugar Rosto do Cão, Freguesia de São Roque, Concelho de Ponta Delgada, Ilha de São Miguel, Açores, de onde veio para o Recife, e depois para a Ribeira do Acaraú.
Termo de batismo de Manoel da Costa Farrapo.

Manoel filho de Bartolomeu de Souza e de Isabel Muniz naturais deste lugar de Rosto de Cão, nasceu em os nove dias do mês de novembro de 1746, e foi batizado na pia batismal da Igreja de São Roque onde seus pais são fregueses em os dezesseis dias do dito mês e era acima dito por mim Luís Álvares Carneiro, Cura da Ermida de N. Senhora do Livramento, sufragânea desta dita Paroquial; foi padrinho, Manoel da Costa Farrapo, homem casado, morador neste lugar do Rosto do Cão; foram testemunhas o Padre João da Costa Furtado e Domingos de Souza, ambos moradores no sobredito lugar e para constar fiz este assento ano dia mês e era acima dito. O Cura Luís Álvares Carneiro.

Manoel da Costa Farrapo, terceiro filho de D. Isabel Muniz, e do seu segundo marido Bartolomeu de Souza, naturais do lugar Rosto do Cão, Freguesia de São Roque. Ascendentes:

- Pedro Gonçalves Farrapo casado com Maria Luís, pais de:

- Pedro da Costa casado com Isabel Gonçalves, pais de:

- Manoel da Costa Farrapo casado com Isabel Fernandes, como a seguir fica explicitado.

Transcrição livre do termo de casamento dos pais de Manoel da Costa Farrapo.

Em os dezenove dias do mês de junho de 1740 anos, na Paroquial Igreja de São Roque, casaram-se Bartolomeu de Souza, filho de Manoel da Costa Farrapo e de Bárbara de Aguiar, batizado na Igreja de São Roque e freguês da Ermida de N. Senhora do Livramento, anexa da Paroquial de São Roque, e D. Isabel Muniz, viúva de João de Gouveia, sepultado no Hospital Real de Lisboa. Informam Bárbara da Costa e Maria da Ascensão, que D. Isabel Muniz fizera votos de não casar e por haver dado fiança de mandar vir certidão de como era morto o dito seu marido e não haver mais impedimento como tudo me consta de um mandato do Padre José Jácome da Costa, Ouvidor deste Distrito, se receberam em casamento. Presentes, o Cura da Igreja de São Roque, Padre Antônio Gomes Tavares, as testemunhas, Manoel da Costa, Manoel da Costa Farrapo, moradores deste lugar (Rosto do Cão), e de outras pessoas.

Termo de casamento dos avós paternos de Manoel da Costa Farrapo.

Em os quinze dias do mês de outubro de 1703 anos, de tarde, na Igreja Paroquial de São Roque, casaram-se, Manoel da Costa Farrapo, natural do lugar Rosto do Cão, Freguesia de São Roque, filho de Manoel da Costa (Farrapo) e de Ana de Souza, e Bárbara de Aguiar, filha de Antônio Rodrigues Horta e de sua mulher Maria de Aguiar. Os contraentes, batizados e desobrigados, moradores no citado lugar Rosto do Cão. Presentes, o Vigário, Padre Francisco da Costa Carneiro, as testemunhas, o Reverendo Padre Lourenço da Costa, Domingos da Costa Souza.

Termo de casamento dos bisavós paternos de Manoel da Costa Farrapo.

Em os três dias do mês de junho de 1674, recebi in face eclesiais a Manoel da Costa (Farrapo), filho de Manoel da Costa Farrapo e de Isabel Fernandes, com Ana de Souza, filha de Martinho Fernandes e de Luíza Martins. Presentes, o Padre Antônio Duarte de Souza, as testemunhas, Antônio Pereira Dutra (?), Manoel da Costa Farrapo, o Padre João de Souza, e outras pessoas desta Freguesia.

Irmãos anotados de Manoel da Costa Farrapo, o falecido em Sobral, Ceará.

1. Teresa nasceu a 28 de abril de 1741, e foi batizada na Paroquial Igreja de São Roque, onde seus pais são fregueses, pelo Padre Antônio Gomes Tavares, no dia 04 de maio do ano citado. Padrinho, Manoel da Costa Farrapo, casado. Testemunhas, Manoel de Paiva e o Padre José da Costa Furtado.

2. André nasceu a 09 de fevereiro de 1744, batizado a 16 do dito mês e ano, na Paroquial Igreja de São Roque, onde seus pais são fregueses, pelo Padre Sebastião de Castro. Padrinho, Manoel da Costa Farrapo, casado. Testemunhas, João de Souza, Manoel da Costa Cabral, João da Costa Furtado.

3. Catarina nasceu a 10 de março de 1749, e foi batizada na Paroquial Igreja de São Roque, onde seus pais são fregueses, pelo Padre Luís Álvares Carneiro, Cura da Ermida de N. Senhora do Livramento, a 16 do dito mês e ano. Padrinho, Manoel da Costa Farrapo, casado. Testemunhas, o padre João da Costa Furtado, Tesoureiro da Igreja de São Roque, e João Ferreira.

- Casamento do tio paterno de Manoel da Costa Farrapo.

Manoel da Costa Farrapo, f. de Manoel da Costa Farrapo e de Bárbara de Aguiar, casou-se a 02.06.1740, na Paroquial Igreja de São Roque, com Antônia de Souza, f. de Francisco de Lima e de Maria de Pimentel.

- Casamento do tio-avó paterno de Manoel da Costa Farrapo.

João de Souza, do lugar Rosto do Cão, f. de Manoel da Costa Farrapo e de Ana de Souza, casou-se a 17.11.1704, de tarde, na Paroquial Igreja de São Roque, com Bárbara Ferreira, f. de João Rodrigues Horta e de Bárbara Ferreira. Pais de Jacinta, nascida a 10.02.1743, e batizada a 17 do dito mês e ano, na Igreja de São Roque. Padrinho, Bartolomeu de Souza, seu tio paterno.

- José filho de Manoel da Costa Farrapo e de Ana de Souza, nasceu a 08.05.1747, e foi batizado a 14 do dito mês e ano, na Pia Batismal da Igreja de São Roque, pelo Padre Antônio Gomes Tavares. Padrinho, Bartolomeu de Souza, casado, morador no lugar Rosto do Cão. Testemunhas, o Padre João da Costa Furtado, Tesoureiro da Igreja de São Roque, e Manoel de Souza Cordeiro, morador no mesmo lugar do Rosto do Cão.

- Casamento de Domingos da Costa Farrapo, f. de Manoel da Costa Farrapo e de Ana de Souza, com Ana de Souza, f. de Tomé Jorge e de Isabel de Souza.

João Lostão Navarro

A parte referente a João Lostão Navarro, página 1170, deve ser excluída por haver sido prejudicada na edição. Um trabalho exclusivo sobre o assunto será oportunamente disponibilizado neste site. 02.03. 2017. Faal.

Fonte: Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Francisco Augusto de Araújo Lima. Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza.2016. p. 1470,1486,1536,1701. Fortaleza, 03.03.2017.

Última atualização ( Qua, 26 de Abril de 2017 10:07 )

 

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