Blue Flower

Seja benvindo(a)!

Digite o termo na pesquisa conforme o Sumário atual da terceira etapa. Aperte o enter e aguarde o melhor resultado. Após entrar no tema da publicação, busque a palavra do seu interesse usando as teclas Ctrl + f. surgirá uma barra superior onde se deve digitar a palavra chave, p. ex. "Dummar", logo aparecerá ressaltada, com o número de vezes que se acha no texto. 

 

                                                                    

    Por Fco. Augusto de Araújo Lima – Tupancy, Eusébio, Ceará, 20 junho de 1997. Editado a 08 de março de 2019. genealogia@familiascearenses.com.br  faal.ww@gmail.com

 

De Afonso de Ligório Antero Pequeno à Bruno Rodrigues da Silva Figueiredo

 

   Monsenhor Afonso de Ligório Antero Pequeno nasceu na cidade do Icó a 24 de julho de 1871, filho do Coronel Antônio Teixeira Pequeno e de Maria Antero Pequeno, casados a 18 de setembro de 1869. Neto paterno de Manoel Teixeira Pequeno e de Sabina Nobre. Neto materno de Antônio Ferreira Antero, Antônio Herrera Antello nasceu no ano de 1812, na Freguesia da  Penha, Província de Corunha Arcebispado de Santiago de Compostela, Região Autônoma da Galiza, Espanha, e de Ana Joaquina do Espírito Santo, casados a 19 de setembro de 1850, na Freguesia do Icó.

Termo de batismo:“Aos dez de agosto de 1871, na (Igreja) Matriz do Icó, presente o Reverendo Coadjutor Padre João Evangelista Batista Carneiro batizou e pós os Santos Óleos a Afonso, nascido a vinte e quatro de julho do dito ano, filho legítimo de Antônio Teixeira Pequeno e de Maria Ferreira (Antero) Pequeno, sendo padrinhos o Coronel Antônio Luís Alves Pequeno por procurador Joaquim de Souza Lima Júnior e Ana Teixeira, e para constar mandei lançar este assento em que me assino. O Vigário Interino Manoel Francisco da Frota.” Cf. Livro de Batismos do Icó. 

     

   Padre Agostinho Heleno de Moura nasceu no dia dez de setembro de 1891, em Fortaleza, Ceará, filho de Heleno Ferreira de Moura e de Maria Rodrigues de Moura. Ordenou-se Padre a 23 de maio de 1915. Faleceu em Itabuna, Bahia, a primeiro de março de 1924.  

Termo de batismo:“Aos quatro dias do mês de outubro do ano de 1891, nesta Igreja Catedral e Matriz de São José da cidade da Fortaleza, Bispado do Ceará, batizei solenemente o párvulo Agostinho, nascido a dez de setembro do mesmo ano, filho legítimo de Heleno Ferreira de Moura e Maria Rodrigues de Moura; foram padrinhos, o Doutor Virgílio Augusto de Moraes e Cândida Felícia de Moraes. E para constar mandei lavrar este termo que assino. Cura e Monsenhor José Teixeira da Graça.” Cf. Livro de Batismos, Fortaleza. 1891/1892. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 49.

     

   Padre Agostinho José de Santiago Lima nasceu a 19 de abril de 1859 na Freguesia das Russas, filho do Tenente Felipe José de Santiago e de Maria de Santa Ana. Termo de óbito de Felipe José de Santiago.Felipe José de Santiago, casado, adulto, com 68 anos de idade, casado que foi com Maria de Santa Ana faleceu da vida presente de uma tísica, envolto em pano branco foi sepultado nesta Matriz, no ano de 1899.” Termo incompleto. Cf. CD8-Russas L3Ób. 25.

     

      Padre Alberto (José) Gonçalves Ferreira nasceu no Coité, Várzea Alegre, Ceará, no dia 29 de junho de 1910, filho de Joaquim Gonçalves Ferreira e de Vitória Gonçalves Ferreira. Termo de batismo:“Aos seis de julho de 1910, no ‘Coité’ desta Paróquia (Várzea Alegre), Bispado do Ceará, batizei solenemente o párvulo José, filho legítimo de Joaquim Gonçalves Ferreira e Vitória Gonçalves Ferreira, nascido a vinte e nove de junho deste ano; padrinhos: José Raimundo Nonato de Morais e Isabel Alves de Lima. Do que fiz este termo que assino.O Vigário José Gonçalves Ferreira.” Cf. Livro de Batismos, Várzea Alegre. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 54.

    

      Alexandre Francisco Cerberon Verdeixa. O Canoa Doida. Faleceu a 18 de outubro de 1872. Termo de batismo: Alexandre, filho natural de Feliciana Maria da Conceição, natural da Villa de Goiana; neto materno do Alferes João Mendes Monteiro, natural da Villa de Goiana e de D. Maria dos Milagres dos Anjos, natural da mesma Villa de Goiana. Nasceu a 3 de janeiro de 1803 e foi baptizado a 14 do mesmo mêz e anno, por mim, Cura abaixo assignado, recebendo os Sanctos Oleos, nesta Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha da Villa Real do Crato. Foram padrinhos o Tenente Antonio Pereira Pinto e sua tia materna Anna Rita da Luz, do que, para constar mandei fazer este assentamento, em que me assigno: Miguel Carlos Saldanha, Párocho.”  Fonte  Batismos, Crato.

     

    Alexandre Leite de Oliveira nasceu aos dez dias do mês de setembro de 1747, no lugar Rezende, São Pedro de Raimonda,  Distrito do Porto, nono filho de Francisco Leite de Oliveira e de Senhorinha da  Costa Couceiro, naturais de Raimonda. Neto paterno de Manoel Vaz de Oliveira, Manoel da Silva Vaz, n. Raimonda, lavrador, e de Catarina Leite Oliveira, n. no lugar de Eiriz, São Miguel de Serzedo, Guimarães, Braga. Neto materno de Manoel Couceiro e de Maria da Costa e Cruz, lavradores, naturais do lugar Cachopadre, Freguesia de São Salvador de Freamunde, Paços de Ferreira, Porto. Nunca foi Padre e nem é o pai do Padre Antônio Leite de Oliveira. Ver Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica. Fortaleza. 2016. Vol. I. p. 37.

     

      Padre Alexandrino Monteiro SJ nasceu às 22 horas, do dia  vinte e oito do mês de maio do ano de 1876, no lugar do Eirado, Distrito do Porto, filho de Antônio José da Costa Monteiro, negociante, e de Delfina Maria de Azevedo, de profissão lavadeira, naturais de Canidelo. Neto paterno de Constantino José da Costa e de Maria Rosa. Neto  materno de Francisco José Dias e de Bernardina Maria de Azevedo. 

   Alexandrino Monteiro ordenado padre a 24 de setembro de 1908. No Ceará residiu em Sobral, a convite de Dom José Tupinambá da Frota. Na velhice foi residir na casa de Cristo Rei, dos Padre Jesuítas, no antigo Outeiro, atual Aldeota, Fortaleza, onde faleceu a 09 de novembro de 1961. 

Termo de batismo:“Aos quatro dias do mês de junho do ano de 1876, nesta Igreja Paroquial de São Pedro, Diocese do Porto, batizei solenemente um indivíduo do sexo masculino a quem dei o nome de  Alexandrino, e que nasceu nesta Freguesia pelas dez horas da noite do dia vinte e oito do mês de maio do ano de 1876; filho legítimo de Antônio José da Costa Monteiro, de profissão negociante, e de Delfina Maria de Azevedo, de profissão lavadeira, ambos naturais desta Freguesia, e também nela recebidos e paroquianos, moradores no lugar do Eirado, da mesma Freguesia; neto paterno de Constantino José da Costa, e de Maria Rosa, e materno de Francisco José Dias e de Bernardina Maria de Azevedo. Foi padrinho Antônio Domingues da Silva Maia, casado, de profissão lavrador, e madrinha o Santíssimo Coração de Maria, com a Coroa de sua Imagem, 4 da Costa, solteira, de profissão tecedeira  os quais todos sei serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado este assento, que depois de ser lido e conferido perante o padrinho e a pessoa que tocou o batizando com a Coroa da Senhora, comigo o assinaram, o padrinho e não a pessoa que tocou com a Coroa por não saber escrever. Era ut supra. O Pároco Encomendado José João Ramos.” Cf. Livro de Batismos, Porto.  Etombo. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 63

     

      Padre Alfir Barreto Araújo nasceu a 05 de abril de 1918, filho de Francisco das Chagas Araújo e de Alzira Barreto Araújo. O Monsenhor Alzir foi batizado como Dephir, e no crisma trocou o prenome.Dephir, (Alfir) filho legítimo de Francisco das Chagas Araújo e de Alzira Barreto Araújo nascido a cinco de abril de 1918, foi pelo Reverendo Padre Linhares solenemente batizado aos vinte e seis de abril de 1920; foram padrinhos, Alcebíades Dracon Barreto e Domitila Rodrigues Araújo. E para constar lavrei este assento que assino. O Vigário Eurico de Melo Magalhães.” Cf. Livro de Batismos, Sobral.

        

   Padre Aloísio Ferreira Lima nasceu em Pacoti, Serra de Baturité, no dia primeiro de maio de 1910, e foi batizado a onze de maio do dito ano, na Fazenda Manoel Vaz, Freguesia de Pacoti, pelo Vigário Padre Antônio Tabosa Braga. Faleceu vítima de atropelamento, na cidade do Rio de Janeiro, no dia oito de janeiro de 1971. Filho de de André Epifânio Ferreira Lima e de Maria Claudina Landim. Neto paterno do Doutor Temóteo Ferreira Lima, n. 22.10.1845, Baturité,  e de Maria de Souza Bezerra. Neto materno de francisco Rodrigues Pinheiro Landim e de  Josefa Dina. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 70,439. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica, Fortaleza. 2016. Vol. II. p. 778  

     

      Padre  Aloísio Furtado SJ, Aires de Montalbo nasceu a 29 de março de 1915, em Baturité, Ceará, filho de Vasco Furtado e Alexandrina Cordeiro. Termo de batismo:“Aos quatro de abril de 1915, na Matriz de (Nossa Senhora da Palna) Baturité, batizei solenemente a Aluízio, nascido a vinte e nove de março do dito ano, filho legítimo de Vasco Furtado e Alexandrina Cordeiro Furtado. Padrinhos, Hermenegildo Furtado e Carlota Cordeiro Lemos. Mandei fazer este  este termo. O Vigário Manoel Cândido dos Santos.”  Cf. Livro de Batismos, Baturité. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 73 .

     

      Padre Aloísio Mosca de Carvalho SJ. Nasceu no dia sete de abril de 1913, na cidade de Fortaleza, filho de João Paulo de Carvalho, falecido a 13.01.1932, e de Bianca Mosca de Carvalho. O Padre Aloísio faleceu a 14 de dezembro de 1983, em Recife, Pernambuco. Termo de batismo:“No dia quatro de maio de 1913, o Reverendo Frei Silvério, batizou solenemente na Igreja do Coração de Jesus, a Aloízio, nascido a 08 (oito) de abril do dito ano; filho legítimo de João Paulo de Carvalho e Bianca Mosca de Carvalho, sendo pp Luiz Mosca Italiano e Carolina Mosca. Do que lavrei este termo que assino. O Cura, Padre João Alfredo Furtado.” Anotado à margem: Recebeu o Subdiaconato no dia três de agosto de 1943, no Seminário São Leopoldo, RS. O Cura Monsenhor Luís de Carvalho Rocha. Cf. Livro de Batismos, São José da Catedral, Fortaleza. familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 74,354.

     

         Frei Ambrózio Bezerra Lobo, Frei Agantagelo de Crato nasceu a 31 de maio de 1928, filho de Cícero Bezerra Lobo e de Maria Rodrigues Bezerra. Termo de batismo:“Aos quatorze de junho de 1928, nesta Igreja Catedral de Nossa Senhora da Penha (do Crato) batizei solenemente a Ambrózio, nascido a trinta e um de maio deste ano, filho legítimo de Cícero Bezerra Lobo e Maria Rodrigues Bezerra. Foram padrinhos, o Doutor Otacílio Macedo e sua mulher Maria Rocha Macedo. Para constar fez-se este assento que assino. O Vigário Monsenhor Francisco de Assis Feitosa.” Cf. Livro de Batismos, Crato. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 82.

     

        Padre Ambrósio Rodrigues Machado nasceu a 07 de dezembro de 1792, em Quixeramobim, filho do Capitão Mor Manoel Antônio Rodrigues Machado nasceu aos quatro dias do mês de janeiro de 1757, no lugar de Fontes, Distrito de Vila Real, e de D. Luzia Maria Pessoa, batizada a 02 de janeiro de 1764, na Capela de N. Senhora da Conceição da Barra Sitiá, Banabuiú. Ordenou-se a 08 de setembro de 1815, em Salvador, Bahia. Vigário de Campo Maior, Piauí. Deputado Provincial, 1835/1837. Faleceu a 31 de outubro de 1837, na Barra do Figueiredo. Cf. Fco. Augusto. Siará Grande, op. cit.

   

André Duarte Brandão batizado a 30 de dezembro de 1742, na Igreja Matriz de N. Senhora da Expectação do Icó. Por engano citado como português. Padre. Filho de Agostinho Duarte Brandão, Agostinho Duarte Pinheiro, n. Paços de Ferreira, Porto, e de Romana Xavier Lavor de Carvalho, n. Pernambuco. Cf. Francisco Augusto, Famílias Cearenses 7 - Ipueiras dos Targinos, Ed. Artes Digitais, Fortaleza, 2006. 420 p. Cf. Li2-35.     

     

       Monsenhor André Viana Camurça nasceu a 11 de abril de 1913, e foi batizado na Igreja do Coração de Jesus, no dia três de maio de 1914, pelo Frei Mansueto. Filho de José de Araújo Camurça e de Lídia Viana Camurça. Cf. Livro de batismos, Fortaleza. Catedral.

Anotado: André Camurça de Araújo, f. de André Nogueira Pinto Camurça e de  Maria Rosenda da Conceição (?) casou-se a 1º de setembro de 1887, no Sítio M.?. Freg. de Canindé, com Isabel Paulino de Araújo, n. Baturité, filho de José Estarquilino de Araújo e de Carolina Paulino de Araújo.  Cf. L Matrimônios, Canindé. Francisco Camurça de Araújo f. de André Nogueira Pinto Camurça e de Maria Camurça de Araújo, casou-se a 27.11.1883, na Fazenda Umari, Freguesia do Canindé, com Francisca Paulimo de Araújo, filha de José Estarquilino de Araújo e de Carolina Paulono de Araújo.   Cf. L Matrimônios, Canindé. Luís Camurça de Araújo, filho de de André Nogueira Pinto Camurça e de Maria Camurça de Araújo, casou-se a 21 de junho de 1886, Freguesia de Canindé, com Maria Paulino de Araújo, filha de José Estarquilino de Araújo e de Carolina Paulono de Araújo.  Cf. Livro Matrimônios. Canindé.   Marcelo Ayres Camurça Lima   Joaquim Camurça de Araújo n. Canindé, 22 anos, f. de ñ diz, casou-se a 29 de junho de 1890, na Capela da Caiçarinha, filial da Igreja Paroquial da Vila de Canindé, com Paulina Maria de Araújo, filha de não diz,  21 anos natural e batizada na Freguesia de Canindé.  Cf. L Matrimônios. Canindé.

Marcos de Araújo Camurça, filho de João de Araújo Camurça e de Vicência Maria Bar.?,, casou-se a 28.07.1886, Freguesia de Canindé, com Maria Sant’Ana de Jesus, filha de José Gonçalves .?. e de Bernarda Maria de Jesus.  Cf. L Matrimônios, Canindé.

Raimundo de Arruda Câmara c.c. Maria Ribeiro Câmara, pais de Deusdedit Câmara n. Aracoiaba, 20 anos, casou-se a 17.06.1944, na Ig. Navegantes, com Maria da Conceição Campos, n. Aracoiaba, 16 anos, filha de Augusto Campos de Barros e de Artrícia Ftriere da Silva. Cf. L Matrimônios, Navegantes. 

     

   Monsenhor Antero José de Lima nasceu a na Fazenda Estreito, Arneiroz, Inhamuns, no dia 31 de dezembro de 1845, filho de Gabriel José Pequeno Ibiapina e de Antônia Cândida de Lima. Livro de Batismos, Arneiroz. La79.

     

   Monsenhor Antônio Alexandrino de Alencar nasceu a 25 de novembro de 1843, em Assaré, Ceará, filho de Alexandre da Silva Pereira e de Alexandrina Benigna de Alencar. Termo de batismo.Antônio, filho legítimo de Alexandre da Silva Pereira e de Alexandrina Benigna de Alencar, nasceu a vinte e cinco de novembro e 1843 e foi batizado no dia oito de dezembro no mesmo ano pelo Reverendo Antônio Pereira de Oliveira e Alencar e sendo padrinhos o mesmo Padre Antônio Pereira de Oliveira e Alencar e Maria Isabel da Penha. E para constar mandei lançar este termo por assinado. O Vigário, José Tavares Teixeira.” Cf. Livro de Batismo de Assaré. 

     

   Padre Antônio Alves de Carvalho nasceu a 28 de outubro de 1873, em Sobral, filho de Antônio Alves de Carvalho e de Francisca Cândida de Carvalho, segunda esposa, casada a 16 de maio de 1864. Neto paterno de João da Rocha Carvalho e de Bernardina Francisca de Menezes. Neto materno de José Vitorino de Menezes e de Maria Sabina do Livramento. Termo de batismo.Antônio filho legítimo de Antônio Alves de Carvalho e de Francisca Cândida de Carvalho e de Dona Francisca Cândida de Carvalho nasceu a vinte e cinco de outubro de 1873 e foi batizado solenemente por mim na Capela do Rosário a quatro de janeiro de 1974: Padrinhos o Major Francisco Alves de Carvalho representado pelo Tenente Coronel José Antônio Moreira da Rocha e Dona Irene Ermelinda de Lima. E para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário, Vicente Jorge de Souza". Cf. Livro de Batismos, Sobral. 

     

    Padre Antônio Alves de Miranda Varejão nasceu no ano de 1797 na Vila do Icó.

Na tarde do dia 30 do presente mês pretendo entoar o hino Te Deum Laudamus nessa filial Capela de Nossa Senhora dos Prazeres na presença do Senhor Sacramentado em ação de graças pela salvação de tantas almas que escaparam da mão da tirania, e pela felicidade que o céu nos tem oferecido pelo Governo Provisório; e como seja bem comum em benefício da Pátria espero que Vossas Mercês me acompanhem com a sua honrosa assistência em tão piedoso ato para maior >] desses povos. Deus guarde as pessoas de Vossas Mercês. De Vossas Mercês Amigo, Criado e Capelão (a.) O Cônego Vigário Antônio Alves de Miranda Varejão Senhor Juiz Ordinário, e mais Camaristas da Vila de Massaió. Reconheço o sinal supra ser do Vigário Antônio Alves de Miranda Varejão por ter visto do dito sinais semelhantes. Vila das Alagoas, 3 de janeiro de 1818. (Sinal Público) Em testemunho de verdade o Tabelião (a.) João de Deus do Amaral, Cf. Ministério da Educação e Cultura. Documentos Históricos. Revolução de 1817. Vol. CIV. Biblioteca Nacional. RJ. 1954.

   Um Antônio Alves de Miranda Varejão em doze de novembro de 1794 foi nomeado para o cargo de mestre de primeiras letras em Aracati, com ordenado de cem mil réis anuais.  Fonte:Revista Instituto do Ceará. 2010.

   Antônio Alves de Miranda Varejão c.c. Francisca Ermelinda de Souza pais de Inácio. Termo de batismo de Inácio. “Inácio filho de Antônio Alves de Miranda Varejão, Católico Romano da profissão  Guarda Cívica e de Francisca Ermelinda de Souza da seita Evangelista, casados 'protestantemente' nasceu a quinze de outubro de 1887 e foi por mim solenemente batizado nesta Catedral (de Fortaleza) aos dez de abril de 1888, sendo padrinhos Manoel Francisco de Souza e Idalina Maria da Conceição. E para constar mandei fazer este assento que assinei. O Vigário, José Teixeira da Graça.” Livro de Batismos, Fortaleza. 

   João Álvares de Miranda Varejão, solteiro, no dia três de dezembro de 1777, Igreja Matriz de N. Senhora da Assunção da Vila da Fortaleza, é padrinho de Félix, filho de  Bernardina da Silva, natural da Freguesia de N. Senhora da Assunção, Fortaleza, e de Félix de Oliveira Ledo, natural do Cariri de Fora, Paraíba, filho de Félix de Oliveira Ledo, do Cariri de Fora, Paraíba, e de Maria do Ó de Freitas, de Goiana, Pernambuco. Moradores no Porangabussu, atual Bairro Rodolfo Teófilo, Fortaleza.

   O Escrivão João Alves de Miranda Varejão e sua mulher D. Isabel Vieira de Melo a  três de maio de 1779, na Igreja Matriz de Fortaleza, são padrinhos de Isabel, filha de Joaquim Tavares da Luz nasceu na Freguesia de Santo Antônio do Recife, Pernambuco, e de Ana Maria da Assunção, n. Fortaleza. ... Que foi juiz parcial demonstra-o a parte saliente por ele tomada no processo de responsabilidade instaurado contra o escrivão da Provedoria, o pernambucano Antônio de Castro Viana, por denúncia de João Alves de Miranda Varejão, processo que tantos desgostos acarretou a André Ferreira Guimarães e ao próprio Varejão, que viu-se forçado a fugir para a Bahia e depois para Lisboa; que era ávido de dinheiro provam o referido processo e a questão das propinas por lutos oficiais e luminárias, que agitou no seu tempo as Câmaras da Capitania. Cf. Barão de Studart. Notas para a História do Ceará. 

     

   Padre e Licenciado Antônio Barbosa Gerez nasceu no ano de 1708, em Recife, Pernambuco. Vigário da Vila do Icó, Ceará cujo mandato termina a 24.12.1734, assumindo a vara do Icó, o Padre Valério Gomes de Castro. Padre Gerez Gerês, Geroez. Gerês sobrenome original da Freguesia de Campo do Gerês, Terras de Bouro, Braga anotado no Ceará do ano de 1726/1756.

     

     Dom Antônio Batista Fragoso nasceu no dia dez de dezembro de 1920, no Sítio Riacho Verde, Freguesia de Santa Maria Madalena de Teixeira, Paraíba, filho de José Fragoso da Costa e de Maria José da Purificação Batista.

    Dom Fragoso foi o primeiro Bispo de Crateús, Ceará. Faleceu em João Pessoa, a 12 de agosto de 2006. Tomou posse como Bispo de Crateús, a 28 de abril, logo em seguida ao golpe militar de 1964, e tendo por vizinho próximo o 40º Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro, sediado em Crateús. Apesar de tudo foi atuante em defesa dos perseguidos, e manteve forte ligação com os participantes da JEC, JOC e JUC, Juventude Universitária Católica, Fortaleza, e seu braço político a Ação Popular, AP, onde foi ouvido e estimado. Dom Fragoso não adotou a imponência de Bispo, era simples. Usava calça e camisa, com a cruz na lapela, sentava no chão com os jovens - a falta de cadeira, reuniões clandestinas, - e marcou e orientou aqueles que tiveram o privilégio de com ele conviverem. “Não havia estratégias  com armas, havia mais 'idealismos’ e discursos”. Destacou-se na defesa dos direitos humanos e políticos no Brasil, principalmente no período mais opressor da Ditadura Militar.

               Com a ajuda de amigos e discípulos, colaborou e possibilitou a saída do Brasil, de inúmeras pessoas perseguidas pelo crime de ideia, via Porto do Mucuripe, que funcionou como um farol clareando a rota para a liberdade. O esquema era engenhoso, face aos atuantes serviços de Inteligência da ditadura. A ‘fuga’ necessitava de planejamento, pois qualquer falha comprometia não somente aquele que se pretendia ajudar, mas os outros participantes do processo. Então via de regra, era seguido o antigo e valioso ensinamento: um membro nunca tinha conhecimento total da operação. Cada um sabia apenas o mínimo necessário. Por exemplo, deixar um automóvel parado na Av. Beira Mar, em frente ao Bar do Anísio, às 17 horas, com a chave de ignição escondida por debaixo do tapete. Retornar às 20 horas para recolher o veículo na Av. dos Jangadeiros, Praia de Iracema, ao lado do Restaurante Lido.