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Fortaleza. Foto da Av. Atlântica, 1919, depois Epitácio Pessoa, atual, 2019, Av. Almirante Tamandaré. Fonte foto: O. Justa. brasilianafotografica.bn.br

      

    A quadra seguinte entre as Ruas Antônio Martins e José Façanha, com 115 m de extensão pela face da Av. João Pessoa, com dois imponentes sobrados (só resta um) onde residiram o Professor José Dario Soares e o Historiador Ismael Andrade Pordeus.   

   Rua Antônio Martins, Antônio Dias Martins Júnior nasceu em Fortaleza, a 16 de junho de 1852, filho de Antônio Dias Martins e de Francisca Xavier de Albuquerque. Caixeiro, funcionário da Alfândega, Jornalista, Poeta. Faleceu a 31 de março de 1895, em Fortaleza. Cf. Barão de Studart. Dicionário Bio - Bibliográfico Cearense. Typo-Litografia, Fortaleza. 1910. Vol. I.

   Rua José Façanha, Coronel José Façanha de Sá nasceu em Aquiraz, residiu na Av. João Pessoa, 5521, Damas, Sítio Santa Isabel, e foi proprietário de Curtume e Fábrica de Doces. Faleceu vítima de atropelamento por um ônibus, nas proximidades de seu Sítio Santa Isabel, na citada Avenida João Pessoa.  O Coronel  José Façanha de Sá casou-se com Maria Façanha de Sá. Ver filhos 7ª Parte Um Bairro Chamado Damas.

   Sobrado na Av. João Pessoa, lado da sombra, residência do Professor José Dario Soares n. Massapé, 1917, filho de Manoel Aprígio Soares e de Ana Alice Farias. Eng° Agr° pela Escola de Agronomia do Ceará, 1941, da qual foi Professor e do Liceu do Ceará. Funcionário do Ministério da Agricultura. Casou-se a 19 de janeiro de 1945, 28 anos de idade,  com Maria Albanisa de Albuquerque Monteiro, n. Fortaleza, 22 anos de idade, filha de José de Albuquerque Monteiro e de Branca Diogo de Siqueira, casados a 6.01.1918, em casa particular, Fortaleza. Neta materna de Francisco Diogo de Siqueira e de Maria de Souza. Neta paterna de José Carneiro Monteiro e de Estefânia de Albuquerque Monteiro. 

   O Agrônomo Dario Soares foi Chefe da Estação Experimental do Itaperi, Parangaba, Delegacia do Ministério da Agricultura, Ceará, onde residiu após casado. Possuía um automóvel Citroën cuja carroceria ao invés de ser metálica era de lona, ainda reflexo do esforço de guerra. 1938/1945. O Itaperi atualmente (2019) forma o Campus da Universidade Estadual do Ceará, cedido que foi pelo Ministério da Agricultura ao Governo do Ceará.

    Termo de batismo. Maria (Albanisa), filha legítima de José Albuquerque Monteiro e de Branca Siqueira de Albuquerque, nasceu a vinte e seis de março de 1923, e foi solenemente batizada nesta Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo, (Fortaleza), pelo Reverendo Cônego José Alves Quinderé, a três de maio do mesmo ano; sendo padrinhos, José Cals Abreu e Beatriz Cals Abreu. E para constar mandei fazer este assento que assinei. Padre Antônio Tabosa Braga.” Cf. Livro de Batismos, Fortaleza. familysearch.org.

  Termo de casamento. “Aos dezenove de janeiro de 1945, pelas seis horas da manhã durante a Santa Missa na (Igreja) Matriz desta Freguesia de Nossa Senhora dos Remédios depois de habilitados canonicamente, por palavras de presente, na formado Ritual, em minha presença e das testemunhas José Parsifal Barroso e José de Albuquerque Monteiro Filho, receberam-se em matrimônio os contraentes: José Dario Soares e Maria Albanisa Monteiro Soares, ele com vinte e oito anos de idade, filho legítimo de Manoel Aprígio Soares e de Ana Alice Farias Soares, solteiro, natural de Massapé, (Sobral, sic), batizado na Freguesia de Massapé, Sobral (sic), residente na de Nossa Senhora dos Remédios, e ela com vinte e dois anos de idade, filha legítima de José de Albuquerque Monteiro e de Branca Siqueira de Albuquerque, solteira, batizada na Freguesia de Nossa Senhora do Carmo e residente na de Nossa Senhora dos Remédios. E para constar lavrou-se este assentamento que assino.O Vigário, Padre Rafael Gijsel.” Cf. Livro de Matrimônios Fortaleza. familysearch.org.

            O Professor Dario e D. Albanisa, pais de 1.-10.

  1. Augusto César Monteiro Soares, n. 26 de abril de 1946 e casou-se a 5 de fevereiro de 1972, com Telma Sá Carneiro da Cunha, filha de Fernando Aluísio Duarte Carneiro da Cunha e de Zenaide de Paiva e Sá.
  2. José Dario Soares Júnior, Arquiteto, n. 28 de junho de 1947 e faleceu a 7 de fevereiro de 2004. Casou-se com Márcia Calheiro Dias, pais de Lucas, Naiana e de Larissa c.c. Cláudio Henrique Gadelha Camurça, pais de Camila.
  3. Vanda Monteiro Soares. Nasceu a 15 de janeiro de 1949, c.c. Aderbal Abraão da Costa.
  4. Régis Francisco, n. 29 de setembro de 1950, casou-se com Ângela de Moura Marques.
  5. Diana, n. 5 de maio de 1953, faleceu criança.
  6. Ivone.
  7. José, faleceu criança.
  8. Sérgio.
  9. Vânia, n. 21 de setembro de 1959, casou-se com Jorge Luís Rios.
  10. 1 Vanley. Cf. Os Frotas, Op. cit. p. 218.Ver ascendência da Esposa em - Da Ribeira do Sabonete ao Pajeú. Luís Gonzaga Vasconcelos Filho.Fortaleza, 2002. p. 219 Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima, Famílias Cearenses Zero - Soares e Araújos no Vale do Acaraú. 1ª Edição, 1989. 2ª Edição. Ed. Expressão Gráfica, Fortaleza. 2011. p. 272. Cf. Livro de Matrimônios Fortaleza. Livro de Batismos, Fortaleza. familysearch.org.

                                                  Dona Guidinha do Poço. Ilustração da capa por Aldemir Martins. 1952. Acervo FAAL.

   O sobrado seguinte ao do Professor José Dario Soares, era a residência do Historiador Ismael de Andrade Pordeus, autor de À Margem de D. Guidinha do Poço, in Revista da Academia Cearense de Letras, UFC, IU, 1961, p. 13/156. Neste trabalho Pordeus com muita perspicácia desfaz a teoria de ficção e demonstra com clareza que Oliveira Paiva se baseou com maestria, em um fato real, utilizando nomes fictícios para os personagens e topônimos. 

   

                  

Av. João Pessoa, Damas. Sobrado onde residiu o Sr. Ismael Pordeus. Fonte foto. Yuri Lima.     

       

   Ismael Pordeus nasceu a 25 de dezembro de 1912, em Quixeramobim, e faleceu a 06 de setembro de 1964, em Fortaleza. Filho de Rafael Pordeus da Costa Lima e de Maria de Jesus Andrade. Ismael de Andrade Pordeus, termo de batismo. “Aos dois de fevereiro de 1913, na Igreja Paroquial de Quixeramobim, batizei solenemente a Ismael, nascido a vinte e cinco de dezembro do ano anterior, filho de Rafael Pordeus da Costa Lima e de Maria de Jesus da Costa Lima. Foram padrinhos Chrysolito Augusto Maia e Ana Augusto Maia. E para constar lavrei este termo que assino. O Vigário Salviano Pinto Brandão.” Cf. Livro de Batismos, Ceará. familysearch.org. 

Ismael casou-se a 1º de outubro de 1939, com Augediva Maria Jucá. Pais de: Francisco José e Marcelo, falecidos. Antônio Mauro, Maria de Jesus, Ana Maria, Ismael Júnior, Ana Lúcia, Ana Elizabeth. Augediva Maria e Marta Maria. Ver Raimundo Girão, O Ceará, 1965, p. 465. Cf. Luís Barros. Necrológico. Ismael Andrade Pordeus. RIC, 1964. p 138. 

     

   Av. João Pessoa: do Beco da Lagoa, Rua Desembargador Praxedes / José Façanha, medindo 110 m, pelo lado do sol existiu a bodega do Senhor Osvaldo, a casa de morada (pequena do português José Maria Cardoso) e na esquina a já citada Casa do Português.   

Rua Desembargador Praxedes, José Jaime de Oliveira Praxedes nasceu em Camocim, a 1° de setembro de 1896, filho de José Joaquim de Oliveira Praxedes e de Emília Neves de Oliveira. Bacharel, 1918, Ceará. Faleceu a 10 de dezembro de 1979. Neto materno do Tenente Custódio de Araújo Costa e do seu segundo casamento (08.11.1850) e de Úrsula Maria Rodrigues Lima. Neto paterno de Antônio José de Oliveira Praxedes e de Antônia Maria da Conceição. José Joaquim de Oliveira Praxedes   casou-se a 12 de maio de 1877, com Dona Emília Ernestina Neves, Emília Neves de Oliveira, falecida a 16.12.1884. Presentes o Padre, Vicente Jorge de Souza, as testemunhas, o Dr. Manoel Caetano Fernandes Vieira e o Coronel Joaquim Ribeiro da Silva. Observar que a data de falecimento de Dona Emília Ernestina não é coerente com a data de nascimento do seu filho Desembargador PRAXEDES (1896). Cf. Livro de Matrimônios, Ceará. family.search.org. José Joaquim de Oliveira Praxedes  residente na cidade de Sobral, onde era Professor da Terceira Cadeira de primeiras letras. Participou do corpo de redatores do Jornal A Gazeta do Norte, de Sobral. Publica o primeiro número do Jornal Calabrote, Sobral, 25.08.1883. No mês de outubro de 1888, viajou para Camocim, para assumir o cargo de 1º Escriturário da Estrada de Ferro de Sobral. Presidente do Club Republicano de Camocim. A 02 de agosto de 1899, faleceu no Estado do Amazonas, o moço João Ranulfo Praxedes, irmão do Desembargador José Jaime de Oliveira Praxedes Cf. Jornal O Cearense, Fortaleza. 16.12.1880 e 15.03.1882, 13.12.1889. Cf. Jornal A Cidade, Sobral. 05.08.1899. José Joaquim de Oliveira Praxedes nomeado Administrador da Mesa de Rendas Federais, de Camocim. Cf. Jornal O Rebate, Sobral. 24.08.1912. Cf. Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo. Cronologia Sobralense. Ed. Cearense. Fortaleza. 1974. Vol. I. 345 p. Cf. Ademar Mendes Bezerra. Magistrados Cearenses no Império e na República. TJCE, Fortaleza, 1999. 470 p.

  Beco da Lagoa para o poente após trilhos da R.V.C., residência (onde havia festas juninas e pelada de futebol)  do  Sr. Raimundo Guerreiro da Rocha, Alfaiate, casado com Dona Maria Jandira de Melo, pais de Marli, Carlos, Valdívia, Valdênia, Roberto, Ana, entre outros. Alfaiataria Rocha, Rua das Trincheiras, 204, Rua Conselheiro Liberato Barroso, 204. Cf. Jornal A Razão, Fortaleza, 11.08.1936 e Cf. Jornal do Ceará, Fortaleza, 03.05.1937. Transformada em Agência de Turismo. Termo de casamento: Raimundo Guerreiro da Rocha, 28 anos de idade, filho de Raimundo Alves da Rocha e de Ana Guerreiro da Rocha. Casou-se aos 16 de maio de 1936, Fortaleza, com Maria Jandyra de Melo, 24 anos, filha de João Evangelista Alves de Melo e de Maria de Nazaré Bezerra de Melo. Presentes, o Padre Aureliano Mota, as testemunhas, Lourival Serra e Francisco da Silva. Cf. Livro de Matrimônios, Fortaleza, familysearch.org.

 

 

                  

                  Casa do Português. Av. João Pessoa, Damas. Fonte Foto. Google.

 

   O José Maria Cardoso nasceu no Concelho de Ponte da Barca, Distrito de Viana do Castelo, Portugal, e faleceu no ano de 1966 (?), na  Av. João Pessoas, 5094. A Casa o do Português, Vila Santo Antônio, inaugurada a 13 de junho de 1953. O Português casou-se com Antônia Gaia Cardoso, pais de José Maria Cardoso Jr. O Júnior falecido a 11 de agosto no ano de 1984 ou 1985, insuficiência respiratória, tabagismo.

   José Maria Cardoso vendia lenha para a Light e para os trens da RVC (Rede de Viação Cearense). Boate La Vie em Rose, Boate Portuguesa. Damas:Sobre memórias, afetos e a casa do português José Maria ... https://www20.opovo.com.br/.../damas-sobre-memorias-afetos-e-a-casa-do-portugues-...

   O jovem agrônomo Francisco Augusto de Araújo Lima trabalhou na ANCAR - Ceará, EMATERCE, Casa do Português, durante os anos de 1966 / 1972. Dividiu sala com o colega Manoel Darli Bezerra e o alemão Wolfgang. Por desejo próprio, sonho da juventude, e a pedido do chefe da oficina, o Paixão, com autorização do Francisco Carlos Augusto Coelho, tornou-se o motorista voluntário - oficial de levar os carros do térreo para o quarto piso e quando oportuno descer os veículos. A boa sensação de subir de carro a rampa até o quarto piso. A emoção de descer, (mais complicado), realizar um sonho de muitos jovens que acompanharam a construção da Vila Santo Antônio e nutriam o desejo de subir e descer a rampa dirigindo um veículo. A ocupação da casa Santo Antônio foi plena, pois além de oficina para manutenção de veículos, no térreo, matinha uma gráfica para produção de trabalhos de divulgação de extensão rural, escritórios para técnicos, salas da administração e diretoria, salão para reuniões e a exótica garagem no quarto piso.

   A ANCAR - Ceará funcionou na Rua Pedro Ângelo. Por iniciativa do seu Diretor José Valdir Pessoa, no ano de 1965 passou para a Casa do Português, até o ano de 1984, quando se mudou para prédio próprio no Cambeba, Messejana.

   No Beco da Lagoa para o nascente o Châteaux da Hortência e para o poente o Châteuax da Hercília, próximo da Fábrica de Doce Real, do Sá Roriz & Roriz de Oliveira.

   Bodega do Senhor Osvaldo, na esquina nordeste Rua Desembargador Praxedes / Av. João Pessoa. Para o nascente a casa sede do Sítio Fonseca, do Sr. Francisco Paulo da Fonseca casado com Dona Amélia Fonseca. O Sr. Francisco Paulo da Fonseca também proprietário do Sitio São Francisco, Gado dos Ferros, Palmácia, onde era fabricada a cachaça Fonseca.                                    

 

                                                                      Fonte foto: Google. 

          

   Seguindo sempre o rumo SUL, Parangaba, do Beco da Lagoa, Rua Desembargador Praxedes / Rua Miguel Gonçalves,  encontrava-se a residência do Tenente Laranjeira. Nessa quadra da Avenida João Pessoa, lado da sombra, existiu um núcleo de muitas casas geminadas, porta-janela, trecho antigo das Damas, densamente habitado. O Tenente Laranjeira morou na Av. João Pessoa, (1°) lado do sol, fundo para a Lagoa das Damas. (2°) lado da sombra, próximo a esquina com a Rua Miguel Gonçalves. Casado pai de dois filhos e uma filha. 

Edmilson Laranjeira de Albuquerque, filho de Francisco Ribeiro de Albuquerque e de Augusta Laranjeira de Albuquerque. Casou-se aos 31 de dezembro de 1935, Fortaleza, com Hilda Rolim Ribeiro, filha Francisco Rolim Ribeiro e de Luíza Alexandre Pinheiro. Cf. Livro de Matrimônios, Fortaleza, familysearch.org. 

      

   Avenida João Pessoa, lado do sol, trecho irregular compreendido entre as Ruas Desembargador Praxedes e Miguel Gonçalves, com 265 m de extensão, residência assobradada do Sr. Joaquim Braga Rocha, Sr. Braga, dono da Farmácia Humanitária, Rua Floriano Peixoto, quase esquina com Pedro Borges, Fone, 2000. A Farmácia Humanitária Funcionou 1936/1938, na Rua Liberato Barroso, 129, Centro, Fortaleza. cf. Almanaque Laemment, Ano 1938/Edição AA00094.  Almanaque Laemment, Ano 1937. Edição AA00093, página 589.. Almanaque Laemment, Ano 1938/Edição AA00093, página 617. Almanaque Laemment, Ano 1936/Edição AA00092, página 488. O jovem Joaquim Braga Rocha, a 30 de julho de 1930 assina manifesto aderindo a solenidade fúnebre do Presidente João Pessoa, com outros nove paraibanos estudantes  secundaristas, na cidade de Fortaleza. Cf. Jornal A Razão, Fortaleza. 30.07.1930.   

  Joaquim Braga Rocha. Registro de nascimento. “Aos onze dias do mês de junho de 1914, nesta cidade de Sousa, em meu Cartório, compareceu Luís Ferreira da Silva, em presença das testemunhas abaixo nomeadas e assinados declarou: que no dia dez de junho do corrente nasceu um menino de nome Joaquim Ferreira Braga, filho legítimo do declarante com sua esposa Dona Idalina Pires Braga moradores no Sítio P.?. deste termo, neto paterno de Walberto Ferreira da Silva, falecido, e Joana Ferreira Rocha, residentes no Guandu; neto materno de Joaquim Gonçalves Braga, falecido e Paulina Pires Braga, residentes no Guandu. Assinam o Tabelião Benjamim Ferreira de Andrade, Luís Ferreira da Silva, Francisco Antônio Vital e Conrado Albuquerque Torres". Anotado à margem:  Joaquim Ferreira Braga constante deste assento passa a assinar pelo presente Joaquim Braga Rocha autorizado por sentença do Juiz de Direito da Comarca Dr. Salustino Efigênio Carneiro da Cunha. 14 de outubro de 1938. O Oficial de Registro Civil, Timóteo F. de Moraes.  Cf. Livro de Sousa. nº 77, fl. 55. familysearch.org.

   Joaquim Braga Rocha filho de Luís Ferreira da Silva Rocha e de Idalina Braga Rocha nasceu em Sousa, Paraíba, a 10 de junho de 1914. casou-se a 02 de fevereiro de 1939, em Fortaleza, ele de idade 24 anos, com Júnia Pontes Medeiros, 25 anos de idade, nasceu em Fortaleza, a 26 de julho de 1913, filha de José Pontes Medeiros e de Giselda de Miranda Medeiros.   

  Termo de batismo de (Júnia) Júlia de Pontes Medeiros. “Aos vinte e um dias do mês de setembro de 1913, nesta Igreja Paroquial da Freguesia de São Luís de Gonzaga, batizei solenemente a párvula Júlia (sic) filha legítima de José de Pontes Medeiros e Giselda de Miranda Pontes, naturais deste Estado, nascida a vinte e seis de julho do mesmo ano, sendo seus padrinhos João de Pontes Medeiros e Maria de Pontes. E para constar mandei lavrar este termo que assino. O Vigário, Monsenhor João Dantas Ferreira Lima.” Cf. Livro de Batismos, Fortaleza. familysearch.org. 

   Termo de casamento. “Aos dois de fevereiro de 1939, compareceram na presença do Reverendo Frei João Batista Vilar O. F. M. os nubentes Joaquim Rocha Braga, com vinte e quatro anos de idade, e Júnia Pontes Medeiros, vinte e cinco anos de idade, habilitados segundo o Direito Canônico, ele filho legítimo de Luís Ferreira da Silva Rocha e Idalina Braga Rocha, e ela filha legítima de José Pontes Medeiros e Giselda de Miranda Medeiros, os quais contraentes se receberam em matrimônio e logo em seguida foram-lhes dadas as bênçãos nupciais; serviram de testemunhas, Alci Justo Cavalcante e Edson Braga, e para constar lavrou-se este termo que assino. O Vigário Padre Lauro Fernandes de Carvalho.” Cf. Livro de Matrimônios, Fortaleza. familysearch.org.

                                                                                                     Sr. Braga e Dona Júnia. Fonte Foto: Ivan Franklin.

  Ascendência de Dona Júnia Pontes Medeiros.    

O Dr. José de Pontes Medeiros nasceu ás 16 horas de 04 de Setembro de 1880, na Rua 7 de Setembro, em Baturité, e foi batizado na Igreja de Santa Luzia, pelo Padre Conceição, sendo padrinhos seus avós maternos, o Tenente Francisco  Silvano de Souza Mendonça e  Dona Luíza Maria de Mendonça Barbosa. O Dr. José de Pontes Medeiros, filho de João de Pontes Medeiros e de Maria Amélia de Pontes. Cf. Livro de Batismos. Ceará. familysearch.org. Proprietário da Empresa Telefônica do Ceará e  Secretário da Fazenda, (Governo de José Carlos de Matos Peixoto, 1928/1930).

O Dr. José de Pontes Medeiros e D. Giselda, pais de Vera, n. 10 de julho, de Júnia, de José de Pontes Medeiros Filho e de Permínio de Pontes Medeiros. Cf. Jornal A Razão, Fortaleza, 20.07.1929. Cf. Jornal A Razão, Fortaleza, 05.09.1929.

Termo de batismo de Maria Amélia de Pontes. “Maria, filha legitima do Tenente Francisco  Silvano de Souza Mendonça e de Dona Luíza Maria de Mendonça Barbosa, nasceu a 02 de novembro de 1860, e foi solenemente batizada, na Fazenda Boa Esperança, aos 05 de fevereiro de 1861, pelo Padre Manoel Vicente da Silva Girão. Foram padrinhos José Valeriano de Souza  PP. E para constar mandei fazer este assento em que assinei. O Vigário Francisco de Paula Menezes.  Cf. Livro de Batismos, Ceará.  familysearch.org. Neta paterna de Joaquim Bernardo Mendonça Ribeiro Pinto nasceu na Freguesia de São Pedro Gonçalves, Recife, Pernambuco, filho de Antônio Ribeiro Pinto de Mendonça nasceu em Lisboa e de Maria Joaquina de Jesus nasceu em Pernambuco. Joaquim Bernardo Mendonça Ribeiro Pinto casou-se com Francisca Nunes de Bulhões, n. Aracati, filha de João Damasceno Ferreira, Doutor, (Advogado) n. Goiana, Pernambuco, e de Francisca Xavier da Assunção. D. Francisca Xavier da Assunção, n. na Freguesia do Aracati, branca, faleceu com 46 anos de idade, no dia 17 de junho de 1807, com todos os sacramentos, e foi sepultada na Igreja Matriz do Aracati, das grades acima. Cf. Aracati CD1 L3 Óbitos. 

João de Pontes Medeiros, Diretor da Associação Comercial do Ceará. Proprietário de terras e de uma loja à Rua do Comércio, nº 63, Baturité. Dono de ampla área de terra no Alagadiço, (São Gerardo), Fortaleza, cedeu gratuitamente ao Governo do Ceará, para instalar um Campo de Concentração e assim melhor atender aos retirantes da seca. Cf. Jornal Cearense, Fortaleza. 18.07.1890. Cf. Relatórios dos Presidentes da Província do Ceará. 1891/1930.

Termo de batismo de João de Pontes Medeiros. João, filho legítimo de José da Ponte de Medeiros e de Rosa Maria da Silva, neto paterno de João da Ponte e de Margarida de Medeiros e neto materno de Antônio da Silva e de Ana Jacinta, todos naturais desta Freguesia e Paroquial de Nossa Senhora Mãe de Deus, desta Vila, nasceu a 13 de junho de 1857, e foi batizado a 24 do dito mês e ano nesta Paroquial pelo Cura Bernardo Antônio Pacheco Resende. E foram padrinhos João de Melo e sua mulher Francisca Joaquina, e testemunhas presentes, Manoel do Amaral e José de Barros.” Cf. Livro de Batismos, Ilha de São Miguel, Açores. Etombo.    

Termo do 1º casamento de José de Ponte Medeiros. “Em os vinte e três do mês de setembro de 1850, de manhã, na Paroquial Igreja da Nossa Senhora Mãe de Deus desta Vila, em minha presença se casaram solenemente por palavras de presente José da Ponte de Medeiros, filho de João da Ponte, já defunto, e de Margarida de Medeiros, e Rosa Jacinta, filha de Gonçalo de Souza e de Vicência Jacome. Presentes, o Padre Cura Joaquim Guilherme da Costa, as testemunhas, o Reverendo João Antônio Barbosa e Damaso Antônio José de Vasconcelos. Cf. Livro de Matrimônios, Ilha de São Miguel, Açores. Etombo. 

Termo do 2º casamento de José da Ponte de Medeiros. “Em os vinte e três do mês de janeiro de 1853, de manhã, na Paroquial Igreja de Nossa Senhora Mãe de Deus desta Vila, em minha presença se casaram solenemente por palavras de presente José da Ponte de Medeiros, viúvo de Rosa Jacinta e Rosa Maria da Silva, filha de Antônio da Silva e de Ana Jacinta. Presentes, o Padre Cura Joaquim Guilherme da Costa, as testemunhas, Manoel do Nascimento e Antônio da Silva. Cf. Livro de Matrimônios, Ilha de São Miguel, Açores. Etombo.    

João da Ponte, filho de José da Ponte e de Maria dos Santos, casou-se a 02 de março de 1812, com Margarida de Medeiros, filha de Manoel de Medeiros Cabral e de Bárbara de Medeiros. Antonio da Silva, filho de João da Silva e de Maria de Medeiros, casou-se a 12 de fevereiro de 1819, com Ana Jacinta, filha de Gonçalo Furtado e de Vitória de Jacome. Cf. Livro de Matrimônios, Ilha de São Miguel, Açores. Etombo.  

José da Ponte filho de Antônio da Ponte e de Custódia Leite, casou-se a 25 de março de 1786, com  Maria dos Santos (Furtado) filha de Manoel Furtado Muniz e de Maria Furtado. Manoel de Medeiros Cabral, filho de Manoel Correia e de Isabel de Medeiros, casou-se a 29 de outubro de 1777, com Bárbara dos Santos (de Medeiros), filha de Antônio Furtado Festa e de Teresa Ferreira. João da Silva e Maria de Medeiros, casamento não encontrado. Gonçalo Furtado, filho de pai incógnito e de Teresa Furtado, casou-se a 04 de março de 1793, com Vitória de Jacome, filha de Manoel Botelho e de Bárbara Jacome. Cf. Livro de Matrimônios, Ilha de São Miguel, Açores. Etombo. Atualizado, 09.07.2020. FAAL.

 

  O Sr. Braga e Dona Júnia, pais de 1.-5.

1. Luiz Sérgio Pontes Braga, concludente do Ginásio 7 de Setembro, 1956. Engenheiro Químico, Professor da U.F.C. Falecido.  

Termo de batismo. “Aos dez de dezembro de 1939, nesta Igreja Matriz batizei solenemente o párvulo Luiz Sérgio nascido a 30 de outubro de 1939, filho legítimo de Joaquim Braga Rocha e Júnia de Pontes Braga, moradores nesta Paróquia. Foram seus padrinhos, o Dr. José de Pontes e Giselda Miranda de Pontes. E para constar lavrou-se este termo que assino. O Vigário em branco.” Cf. Livro de Batismos, Fortaleza. familysearch.org.  Luiz Sérgio casou-se a 11 de janeiro de 1969, na Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, Benfica, Fortaleza, com Maria de Lourdes Leitão Lima, filha de Luís Alves Lima e de Dona Maria Vicência Leitão Lima.

 

                                      

  Sílvio Carlos Pontes Braga, então Tenente Coronel, do Exército Brasileiro. Comandante do 40º Batalhão de Infantaria. 23.02.1984/ 10.10.1985. Fonte Foto: Exército Brasileiro, site.

2. Sílvio Carlos Pontes Braga nasceu a 1° de maio de 1942, Fortaleza. AMAN, 1964. Oficial do Exército Brasileiro. 

Termo de batismo. “Aos onze dias do mês de junho de 1942, foi solenemente batizado nesta Matriz, pelo Reverendo Padre Geminiano Bezerra de Menezes, o párvulo Sílvio Carlos, nascido a primeiro de maio de 1942, filho legítimo de Joaquim Braga Rocha e Júnia de Pontes Braga, sendo seus padrinhos, Luís da Silva Rocha e Ana Pires Braga. O Vigário, Geminiano Bezerra de Menezes.” Cf. Livro de Batismos, Fortaleza. familysearch.org.  O Coronel Sílvio Carlos casou-se a 23 de julho de 1966, na Igreja de Nossa Senhora da Apresentação, Natal, Rio Grande do Norte, com Ana Cristina de Oliveira Braga.

3. Ivan Franklin Pontes Braga, Engenheiro Mecânico, U.F.C., 1969. Concluiu especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Estadual do Maranhão. Professor Titular da citada Universidade Estadual do Maranhão. 

4. Regina Lúcia.

5. Rui César. Cf. Ivan Franklin Pontes Braga. Diário do Nordeste, Fortaleza, 02 de Fevereiro de 1989.

   

   Após a residência do Sr. Joaquim Braga Rocha, uma borracharia e residência do Sr. Osvaldo. Vizinho: Casa do Sr. Antônio Holandês, natural da Guiana Holandesa, Suriname. Marujo aportado a capital cearense, casado, com geração. Família dona de fábrica de calçados, cujo filho José Raimundo, era graduado em Farmácia, U.F.C.

 Bodega “Casa Amarela” do Sr. José Medeiros, (Zequinha), c.c. Maria Madalena Sátiro, filha do Dr. Manoel Sátiro e de D. Zindoca. Ver nesta Página, http://www.familiascearenses.com.br/index.php/2-uncategorised/115-um-bairro-chamado-damas-genealogia-6-parte 

  Ainda na Avenida João Pessoa, lado da sombra, casa da família Arrais Fortaleza, oriunda de Campos Sales, Ceará e de Pio IX, Piauí, vários filhos, entre eles, Sebastião Arrais Fortaleza, dono da SAMASA, loja de departamento.

  Residência do casal João Carlos de Oliveira Pinto e Iracema Eugênia Ramos Albuquerque e instalação de aparelhos para controle de voo de aviões da Vasp, com antenas lembrando as de rádio amador.

   Irmãos reformados da Marinha, Sebastião e...O afro descendente Chiquinho, Policial Militar, e seu irmão Edilson, que emigrou.

 Residência do Sr. Luís Alves Lima casado com Dona (Nenê) Maria Vicência Leitão Lima, Av. João Pessoa, lado do sol, proximidade da Rua Miguel Gonçalves. Pais entre outros de:

1. Pedro Wilson Leitão Lima nasceu ao primeiro de junho de 1943, em Tauá, Inhamuns, Ceará, e foi batizado pelo Monsenhor Odorico de Andrade, na Igreja Matriz, aos dezoito de julho do mesmo ano. Padrinhos, Djalma Lima Paiva e Izalva Santos Paiva. À margem anotado, extraído para casar: 15.09.1972. Casado, com geração. Médico, U.F.C., 1969.  Cf. Livro de Batismos, Inhamuns. Family.search.org. 

2. Maria de Lourdes Leitão Lima asou-se a 11 de janeiro de 1969, na Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, Benfica, Fortaleza, com Luiz Sérgio Pontes Braga, filho de Joaquim Braga Rocha e de Júnia Pontes Medeiros. 

  Na mesma casa que residiu o Sr. Luís Alves Lima ou na casa vizinha, morou uma família mexicana. Dos  três filhos, lembro o prenome da Rosa e do Miguel, o caçula, terceiro filho não recordo o seu prenome e sobrenome.

  Av. João Pessoa, continuação lado da sombra, casa de uma irmã de D. Jovita Moreira dos Santos, casada com um eletricista, COELCE. Vizinho, casa de uma Senhora professora de Balé, mãe adotiva de Maria e Luciano.

Casa do Sr. João Carlos Maciel e de Dona Betinha, pais de: Heldair Maciel, Estela, Valderez e Lúcia.

          

   Roque Daxo Alencar e família. Residiram, na Av. João Pessoa, lado sol, entre o Beco da Lagoa e a Rua Miguel Gonçalves, na Rua Desembargador Praxedes, na Rua Matos Vasconcelos, quase esquina com a Rua Álvaro Fernandes, e por fim na Rua Miguel Gonçalves ao poente da Av. João Pessoa. Ver nesta página Famílias Cearenses: Daxo Alencar.

“Aos dez de outubro de 1928, pelas cinco horas da tarde, em casa particular, no Sítio Olho d’Água,casaram-se com licença minha, e em presença do Reverendo Pedro Inácio Ribeiro, devidamente habilitados, Roque Daxo de Alencar e Raimunda Bezerra Monteiro, ambos solteiros, de idades, ele vinte e três anos e ela vinte, naturais, ele da Freguesia de Santana do Cariri, e ela desta Freguesia, (Crato), receberam as bênçãos nupciais. Foram testemunhas presentes, Severino Alencar e Antônio Bezerra Monteiro. Para constar fez-se este assento que assino. O Vigário, Monsenhor Francisco de Assis Feitosa.” Cf. Livro de Matrimônios, Crato. familysearch.org.  Ver nesta página, Família Daxo Alencar.

     

   Posto Shell do Sr. Gerardo Pessoa de Araújo, Av. João Pessoa, 5256, inaugurado a 04 de janeiro de 1957, que morou em casa que pertenceu ao José Amora Sá, esquina Av. João Pessoa / Beco do Km 8. Gerardo nasceu, no Distrito da Taquara, Soure, Caucaia, filho de Raimundo Pessoa de Araújo e de Júlia Alves Bezerra. Termo de casamento dos pais de Gerardo Pessoa. “No dia dez do mês de junho de 1906, as dez horas da manhã, na Capela da Boa Esperança, desta Freguesia de Soure, Bispado do Ceará, compareceram na presença do abaixo assinado, os contraentes Raymundo Pessoa de Araújo e Júlia Alves Bezerra, em tudo habilitados segundo o Direito, e sem impedimento algum, ele de vinte e quatro (anos) e ela de vinte e um anos (de idade), ambos solteiros, naturais e moradores nesta Freguesia; os quais contraentes se receberam por marido e mulher por palavras de presente; e logo lhes foram dadas as bênçãos nupciais, segundo o Rito da Santa Igreja Cathólica; sendo testemunhas Francisco Correia de Melo e Quirino Henrique de Araújo. E para constar o Reverendo Vigário mandou lavrar este termo que assina. Em tempo, o nubente é natural da Freguesia da Parangaba e não desta Freguesia de Soure. O Vigário Climério Chaves.” Cf. Livro de Matrimônios, Caucaia. familysearch.org.

        

Dona Altina Duarte de Queiroz Holanda residiu na Av. João Pessoa, próximo da Rua Miguel Gonçalves, em casa do lado do sol.

   Dona Altina Duarte de Queiroz Holanda, filha de Francisco Duarte de Queiroz Lima e de Maria do Sacramento. Dona Altina casou-se (1) com Cornélio Holanda, filho de José Raimundo de Holanda Lima e de Maria de Jesus Correia de Holanda. Neto paterno de José de Holanda Lima e de Francisca Clara de Assis. Neto materno de Antônio Alves de Lima e de Helena Rosa de Queiroz. Pais de 1.-2.

1. Pedro que faleceu jovem.

2. Paulo Cornélio de Holanda nasceu a 05 de setembro de 1913, em Guaramiranga. Residiu na Rua Miguel Gonçalves, em casa situada a 50 metros pouco mais ou menos da Av. João Pessoa. Sua residência foi a segunda sede do Automóvel Clube - nas Damas.

  O Senhor Paulo Cornélio de Holanda casou-se a 05 de setembro de 1937, na Igreja Matriz de Guaramiranga, com Dona Mirtes Almeida Barsi, que nasceu a dez de abril de 1921, e foi batizada na Igreja Matriz da Conceição da Serra, (Guaramiranga) pelo Padre José de Lima Ferreira, aos cinco de setembro de 1921. Foram seus padrinhos: José Barsi e Adélia Almeida Botelho. Dona Myrtes filha de João Barsi e de D. Luíza de Almeida Barsi. Cf. Livro de Batismos Guaramiranga. familysearch.org. Ver a coincidência: Dona Mirtes foi batizada no dia cinco de setembro, mesmo dia e mês do nascimento de Paulo Cornélio de Holanda, e e por isso mesmo o casamento aconteceu no dia 05 de setembro.

   Termo de batismo Paulo Cornélio de Holanda. “Aos dois de novembro de 1913, na Capela de Lourdes, o Padre da dita, batizou solenemente a Paulo, nascido a cinco de setembro último filho de Cornélio Holanda e de Altina Duarte Holanda; padrinhos, Alfredo Farias e Amélia Farias (batizado em casa por doença). E para constar se fez este assento que assino. Padre Antônio Tabosa Braga.” Cf. Livro de Batismos, Guaramiranga. familysearch.org.

   Termo de casamento Mirtes e Paulo. “Aos cinco dias do mês de setembro de 1937, nesta Igreja Matriz de Guaramiranga, depois das denunciações canônicas e mais formalidades presentes não aparecendo impedimento algum, por palavras de presente na forma do Ritual, na presença do Frei Ambrósio de Fortaleza, e na das testemunhas João Barsi e Luizinha Barsi, receberam-se em matrimônio Paulo Cornélio Holanda e Mirtes Almeida Barsi, ambos solteiros, nascidos, batizados e moradores nesta Freguesia de Guaramiranga, ele com vinte e quatro anos de idade, filho legítimo de Cornélio de Holanda, falecido, e de Altina Duarte de Holanda, e ela, com dezessete anos de idade, filha legítima de João Barsi e de Luizinha de Almeida Barsi. E para constar lavrou-se este termo que assino. O Vigário Frei Antônio O.M.C.” Cf. Livro de Matrimônios. Guaramiranga. familysearch.org.

    Termo de casamento dos pais de Dona Mirtes Almeida Barsi.

    

 

    Filhos por Paulo e Mirtes, nascidos no Sítio Arábia, Guaramiranga, Serra de Baturité, todos casados, com geração. 2.1.-2.7.

2.1. Pedro Henrique Barsi de Holanda. Termo de batismo. “Ao primeiro de novembro de 1938, na Igreja Matriz de Guaramiranga, o Frei Honório solenemente batizou a Pedro Henrique Barsi de Hollanda nascido na Freguesia de Guaramiranga a quinze de outubro de 1938, filho legítimo de Paulo Cornélio de Holanda e de Mirtes Barsi de Holanda moradores nesta Paróquia. Foram parinhos, João Barsi e Luizinha de Almeida Barsi. E para constar, lavrou-se este termo. O Vigário Frei Honório de Origgio, OFM.” Cf. Livro de Batismos, Guaramiranga. familysearch.org.

2.2. Rui Cornélio Barsi de Holanda. Funcionário do Banco do Brasil. Termo de batismo. “A primeiro de novembro de 1939, na Igreja Matriz de Guaramiranga, Frei Teodoro, solenemente batizou a Rui Cornélio nascido na Freguesia de Guaramiranga a quatorze de outubro de 1939, filho legítimo de Paulo Cornélio de Holanda e de Mirtes Barsi de Holanda moradores nesta Paróquia. Foram padrinhos, Alfredo de Farias Filho e Zuleide Holanda de Farias. E para constar, lavrou-se este termo. O Vigário Frei Honório de Origgio, OFM.” Cf. Livro de Batismos, Guaramiranga. familysearch.org.

2.3. Draúlio José Barsi de Holanda nasceu a 08 de março de 1942, e faleceu a 29 de abril de 2013. Filho de Paulo Cornélio de Holanda e de Mirtes Barsi de Holanda. Vocacionado para arquitetura projetou e construiu belas casas, na Praia da Caponga, no Sítio Arábia, na Palestina, e na Maraponga, onde residiu. Prefeito Municipal de Guaramiranga, 1989/1992, 1997/2004. Draúlio amigo de todas as horas foi batizado a 19 de março de 1942, na Igreja Matriz de Guaramiranga, pelo Frei Lourenço Maria de Alcântara. Padrinhos, o médico, Dr. Raimundo Plácido Teixeira e sua mulher Maria Antonieta Linhares Teixeira. Casou-se com Giselda Cordeiro Sátiro, pais de três filhos. Casou-se (2) com Jacinta Maria, pais de um filho. Cf. L Batismos. Guaramiranga. familysearch.org.

2.4. Maria Glaúcia Barsi de Holanda. Termo de batismo. “Aos treze de maio de 1944, na Igreja Matriz de Guaramiranga, o Diácono Frei Estevão batizou solenemente a Maria Glaúcia nascida aos dezoito de fevereiro de 1944, ilha legítima de Paulo Cornélio de Holanda e de Mirtes Barsi de Holanda. Foram padrinhos, São José e Altina Marinho Jucá. E para constar lavrou-se este assento. O Vigário Frei Arialdo de Levrange, OFM.” Cf. Livro de Batismos, Guaramiranga. familysearch.org.

2.5. Mirtes Barsi de Holanda. Termo de batismo. “Aos trinta de junho de 1946, na Igreja Matriz de Guaramiranga, o Frei Tomás M. De Stezzano, batizou solenemente a Mirthes nascida a dezesseis de maio de 1946, filha legítima de Paulo Cornélio de Holanda e de Mirthes Barsi de Holanda. Foram padrinhos, Francisco Barsi e Inês Barsi. E para constar lavrou-se este assento. O Vigário Frei José Maria de Manaus.” Cf. Livro de Batismos, Guaramiranga. familysearch.org.

2.6. Lúcia Maria Barsi de Holanda. Termo de batismo. “Aos quinze de julho de 1951, na Igreja Matriz de Guaramiranga, o Reverendo Frei Roberto Maria batizou solenemente a párvula Lúcia Maria nascida a vinte e nove de maio de 1951, filha legítima de Paulo Cornélio de Holanda e de Mirtes Barsi de Holanda. Foram padrinhos, Gerardo Farias e Teresinha Bezerra Farias. E para constar lavrou-se este assento. O Vigário Frei Cosme M. de Borno, OFM.” Cf. Livro de Batismos, Guaramiranga. familysearch.org.

2.7. Amauri Barsi de Holanda nasceu <1953> em Guaramiranga, Serra de Baturité. Livros de batismos não disponíveis depois de 1951.

 

 Altina Duarte de Queiroz casou-se (2) aos seis de fevereiro de 1914, na Capela de São Bernardo, Fortaleza, com Luís Marinho Jucá, filho do Coronel José Marinho Jucá, Zuca, e de Maria Brígida de Holanda. Presentes a cerimônia religiosa de casamento, o Padre José Alves Quinderé, as testemunhas, João Otávio Vieira Filho e Pedro Simão. Observar que quando do segundo casamento de Dona Altina, o seu filho Paulo Cornélio de Holanda, tinha cinco meses e um dia de idade. 

   O matrimônio segundo, com filhas, entre elas, Maria Augusta, casada com Lauro Marinho, residentes no Porangabussu. Isaura, enfermeira, viúva, mãe de José Bráulio, Marcelo e uma menina, moradores na Vila Miguel Gonçalves. Cf. R. Torcápio Ferreira. Algumas Linhagens de Famílias do Sul do Ceará. RIC. 1924. p. 322. Cf. Livro de Matrimônios, Ceará. familysearch.org.        

 

  Vila Miguel Gonçalves. Edificada no final da década de quarenta / início da década de cinquenta, por Francisco Gonçalves, casado com Mariinha Gonçalves. Primeira etapa casas geminadas duas a duas. Em uma dessas casas morou um casal, pais de Gilson e de Luciano, sobrinhos de José Paulo, funcionário da P.M.F., que também residia na mesma casa.

A segunda etapa da Vila Miguel Gonçalves, em número bem maior bangalôs, simples, simpáticos e costume da época mal distribuído os cômodos.

 

                

         Antigo bangalô na Vila e Rua Miguel Gonçalves, descaracterizado. Fonte foto: Google. 

 

 Vila Miguel Gonçalves, Rua mais ao nascente, residiu Hermínia de Castro Holanda Engª Agrª, 1961, UFC. Nasceu a dez de abril de 1938, Jubaia, Maranguape, filha de José Maria Holanda e de Hildacir Pereira Holanda. Neta materna de Manoel Domingos Filho (filho de Manoel Domingos Pereira e de Domiciana Pereira) e de Maria Valentina de Castro (filha de Benevenuto de Almeida e de Senhorinha da Glória) casados Domingos Filho e Maria Valentina, a 13 de janeiro de 1906, na Capela da Jubaia, Maranguape.

Termo de Batismo: Aos dez de abril de 1938, na Capela da Jubaia, solenemente batizei a Hermínia, nascida na Freguesia desta cidade (Maranguape) a vinte e oito de fevereiro de 1938, filha legitima de José Maria Holanda e de Hildacir Pereira Holanda. Foram padrinhos, Manoel Domingos Filho e Iguinha de Castro Pereira. E para constar, lavrou-se este termo que assino. O Vigário (não informa).” Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande - Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil”. Editora Expressão Gráfica. Fortaleza. 2016. Quatro Volumes, 2.300 páginas.  

 

 Vila Miguel Gonçalves, Rua São Gonçalo do Amarante, residência de:

- Uma Senhora viúva de um Agente de Estação da R.V.C. mãe da Maria, Ditosa, Dedé, ex - seminarista, Valdir e Carlinhos. Na Copa do Mundo de Futebol - 1954, a garotada assistiu nesta casa, a transmissão dos jogos via 'potente' rádio da família. Quarta de final, Brasil 2 x 4 Hungria.

- Dona Mimosa, viúva do Sr. Eliseu, Agente de Estação, R.V.C. e pais de:

. Elizelaide c.c. Gonçalo,

. Eduardo e de

. João (Joãozinho sapato-alto).

 

   Casa de uma família vinda da Praia de Iracema, composta dos filhos Fátima, Álvaro, César, Luciano, Lincoln, Francisco (Kiko). O Álvaro faleceu afogado na Praia de Iparana, em um carnaval e a sua viúva casou-se com o Eng. Agr.  Maurício Pereira, que iniciou na U.F.C. e concluiu o curso na U. F. Rural de Pernambuco, Dois Irmãos Recife, 1963. Maurício funcionário da CONDEPE, Recife. Com a colaboração de Yony Sampaio.

 

    Residente na esquina sudeste da Rua Miguel Gonçalves / Rua São Gonçalo do Amarante a família do Sr. José Martins, bombeiro hidráulico, pais de Antônio, José, César, Joaquim e Maria falecida jovem, vítima de apendicite.

  Ainda residente na Rua Miguel Gonçalves / Rua São Gonçalo do Amarante, na esquina sudoeste, vizinho ao Sr. Paulo Cornélio Holanda, a Senhora Zinaide Jaceviciene, Zinaida Jaceviciene, natural da Rússia, nascida a 11 de outubro da 1899, filha de Vasa Antipina e de Catarina Antipina. Dona Zinaide naturalizada brasileira no dia 28 de setembro de 1951. Cf. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro. 28.09.1951. Dona Zinaide mãe do Alexandre Jaceviciene, edificou no início dos anos cinquenta, uma casa grande em terreno com velhas mangueiras.

   Zinaide Jaceviciene vendeu - no mês de maio de 1955, -  ao Sr. Heliomar Veras Ribeiro, por Cr$ 150.000,00, a referida casa - situada a Rua Miguel Gonçalves n° 94, - encravada em um terreno, medindo 27.50 m de frente por 40.15 m de fundos. Cf. Jornal Unitário, Fortaleza, 01.06.1955.

  Portanto o sucessor da Senhora Zinaide Jaceviciene foi o Sargento da FAB, Heliomar Veras Ribeiro,  casado com Dona Maria de Lourdes Veras, pais de: 1.-5.

  1. Mário Sérgio Veras, n. 10.02.1945, 2. Vânia Maria Veras, n. 27.08.1946, 3. Verônica Veras, n. 1953, 4. Virgínia Veras, n. 1956, e 5. Vera Maria Veras, n. 1950, Miss Club dos Diários, Miss Ceará, 1968, atriz de teatro e da televisão, garota propaganda, com comerciais de sucesso. Vera Maria Veras era chamada de “mignon”. Quando sorria fazia duas covinhas no rosto, que comumente chamam de "sinal de beleza". #Vera pertence à tradicional família do Norte do Estado. Vera trabalhou vários anos como garota propaganda na televisão cearense. Trabalhou como atriz, em peças de teatro, onde ganhou prêmios por sua atuação. O Jornal O Povo de 21 de janeiro de 1971 publicava: "A Senhorita Vera Maria Veras, ex-Miss Ceará e anunciadora de TV, estréia como atriz de teatro na peça "Mulher zero quilômetro", sob a direção de Marcus Miranda."

   O Senhor Heliomar Veras Ribeiro faleceu a 20 de maio de 2015. 

                                            

 Vera Maria Veras, Miss ceará, 1968. Fonte foto: Google.