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  Sinhá d’ Amora, Fideralina Correia Lima filha de Francisco Augusto Correia Lima, n. 27.02.1869, e de Josefa de Moraes Lima, n. 24.08.1871, ambos naturais de Lavras da Mangabeira, Ceará. Neta paterna do Major Ildefonso Correia Lima e de Dona Fideralina Augusto Lima. Neta materna de Manoel Carlos de Moraes, n. Cajazeiras, Paraíba, e de Josefa Rolim de Moraes, n. Lavras da Mangabeira.

  Fideralina Correia Lima, casada usou Fideralina Correia de Amora Maciel álibi Sinhá d'Amora nasceu no dia primeiro de setembro de 1906, em Lavras da Mangabeira, Ceará. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, a primeiro de dezembro de 2002. Pintora cearense de renome internacional. Estudou na Escola Nacional de Belas Artes, 1933, Rio de Janeiro e em Florença, na Académie de la Grande Chaumière, e em Paris. Participou de diversas exposições nacionais e internacionais.

 

     

        Sinhá d'Amora. Fonte foto. Google.

 

   Sinhá d’Amora casou-se com o Doutor Raimundo Amora Maciel nasceu em Redenção, no dia 13 de outubro de 1895, filho de Manuel Barbosa Maciel e de Isabel Amora Maciel. Cursou o Instituto de Humanidades e o Liceu do Ceará. Concluiu o curso da Faculdade de Direito do Ceará, 1924. Funcionário da Fazenda Nacional, chefe da delegação do Tribunal de Contas da União. Poeta, trovador, contista, romancista. Publicou: A Pseudo Reação Republicana e o Jecatatuísmo dos Palpavos, 1922. Sol Sobre a Vidraça, 1955; Tição, 1966; A Marca dos Passos Perdidos, 1975, além de outros. Usou o pseudônimo de João Pacatuba. Pertenceu à Academia Cearense de Letras.                                                                                                                         

           Termo de batismo de Sinhá d’Amora.   

“Aos dois dias do mês de novembro do ano de 1906, nesta Igreja Paroquial da cidade de Lavras, Bispado do Ceará, batizei solenemente a párvula Fideralina, nascida no primeiro de setembro do dito ano, filha legítima de Francisco Augusto Correia Lima e Josefa de Moraes Lima, naturais e batizados nesta Freguesia. Foram padrinhos, o Doutor João Augusto Bezerra e sua mulher Maria Price Augusto Bezerra os quais conheço pelos próprios. E para constar fiz este assento que assino. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.”   Cf. Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira. familysearch.org.

                                                                    

                             Termo de casamento de Sinhá d’Amora.

“Ao primeiro dia do mês de setembro do ano de 1926, pelas dezoito horas, em casa particular, nesta cidade de Lavras, Bispado do Crato, depois das denunciações canônicas e mais formalidades prescritas, não aparecendo impedimento algum, por palavras de presente, na forma do ritual, em minha presença e na das testemunhas, Francisco Augusto Correia Lima e Manoel Correia Lima, se receberam em matrimônio, o Dr. Raimundo Amora Maciel  e Fideralina  de Moraes Correia Lima, solteiros, naturais ele da Paróquia de Redenção, e residente na de Parangaba, Arcebispado de Fortaleza, e ela natural e residente nesta Paróquia de Lavras, ele com trinta e um anos de idade, filho legítimo de Manoel Barbosa Maciel, falecido, e Isabel Amora Maciel, ela de vinte anos de idade, filha legítima de Francisco Augusto Correia Lima e Josefa de Moraes Lima, falecida, e em seguida lhes dei as bênçãos núpcias. E para constar lavrei este assentamento que assino. O Vigário, Raimundo Augusto Bezerra.” Cf. Livro de Matrimônios, Lavras. familysearch.org.

                                                                        

      Termo de batismo de Josefa Rolim de Moraes mãe de Sinhá d’Amora.

  “Ao primeiro de outubro de 1871, batizei nesta Matriz (das Lavras) e pus os Santos Óleos a párvula Josefa, branca, filha legítima de Manoel Carlos de Moraes e Josefa Manoela de Souza Rolim, moradores nesta Vila nasceu a vinte e quatro de agosto do mesmo ano: foram padrinhos, Antônio Joaquim de Souza Rolim e Mônica Carlos Maria de Jesus. Do que para constar mandei lavrar este termo em que assinei. O Vigário Antônio Pereira de Oliveira Alencar.” Cf. Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira. familysearch.org. 

     Termo de batismo de Francisco Augusto Correia Lima pai de Sinhá d’Amora.

 "Aos treze de março de 1869, batizei nesta Matriz das Lavras e pus os Santos Óleos, ao párvulo Francisco, branco, filho legítimo de Ildefonso Correia Lima e Fideralina Augusto Lima, moradores nesta Vila, nasceu aos vinte e sete de fevereiro do dito ano; foram Padrinhos, o Padre Francisco Sales de Oliveira Bastos e Joana Augusto Lima; do que para constar mandei lavrar este termo em que me assino. O Vigário Antônio Pereira de Oliveira Alencar.” Cf. Livro de Batismos de Lavras. 1868/1871. familysearch.org. 

                                                                                             

             Termo de casamento dos pais de Sinhá d’Amora.

  "Aos sete dias do mês de fevereiro do ano de 1891, pelas cinco horas da tarde, nesta Igreja Paroquial da cidade de Lavras, Bispado do Ceará, compareceram em minha presença os contraentes Francisco Augusto Correia Lima e Josefa Rolim de Moraes, em tudo habilitados segundo o direito, e dispensados do quarto grau simples atingente ao terceiro de consanguinidade lateral; solteiros, ele de vinte e dois anos de idade e ela de dezenove anos; naturais, batizados e moradores nesta Freguesia; (ele filho legítimo de Ildefonso Correia Lima e de Dona Fideralina Augusto Lima, e ela filha legítima de Manoel Carlos de Moraes e de Josefa Rolim de Moraes); os quais contraentes se receberam por marido e mulher, por palavras de presente, e logo lhes dei as bênçãos nupciais, segundo o rito da Santa Igreja Católica sendo testemunhas, Honório Correia Lima e João Pinto Nogueira Filho, que conheço pelos próprios. E para constar lavrei este termo que assino. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.”

 

   Ildefonso Correia Lima nasceu a 16 de março de 1828, em Várzea Alegre, Ceará, filho de Ana Maria dos Passos e Raimundo Duarte Bezerra. O Major Ildefonso faleceu a 27 de dezembro de 1876, em Lavras da Mangabeira. Casou-se com Fideralina Augusto Lima nasceu a 24 de agosto de 1832, batizada a 19 de setembro seguinte, na Igreja Matriz das Lavras da Mangabeira, filha de João Carlos Augusto, n. no mês de fevereiro de 1804, e de Isabel Rita de São José. Neta paterna de Francisco de Oliveira Banhos Jr., batizado a 08 de janeiro de 1767, na Igreja Matriz do Icó, e de Ana Rosa e Oliveira. Neta materna do Capitão Manoel Rodrigues da Silva, batizado a 26 de dezembro de 1765, no lugar da Mangabeira, Lavras da Mangabeira, e de Ana Josefa da Conceição. Existe uma lenda que Dona Fideralina seria neta paterna do Marquês de Olinda, João Carlos Augusto de Oyenhausen - Gravenburg, o que é uma ofensa a Dona Ana Rosa e Oliveira. O Marquês de Olinda tomou posse como Governador do Ceará, no Palácio do Campo das Princesas, Recife, aos 13 de novembro de 1803, chegando a Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, Ceará, no mês de dezembro de 1803. A cronologia já informa  ser impossível ser pai do afilhado lavrense João Carlos Augusto nascido no mês de fevereiro de 1804, em Lavras da Mangabeira, e falecido com a idade de 52 anos incompletos, aos 19 de abril de 1856. Cf. Barão de Studart, Dicionário Bio - Bibliográfico Cearense, Typ. Minerva, Fortaleza, 1915.  3° vol. p. 261.

 

 

Cf. Livro de Matrimônios, Lavras da Mangabeira. familysearch.org. Cf. Wikipédia. https://pt.wikipedia.org/wiki/Sinh%C3%A1_d%27Amora Cf. Joaryvar Macedo, Os Augustos. IU. UFC. Fortaleza, 1976. 138 p. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016. Vol. I. p. 465. Vol. p. 597. Vol. III. Francisco Augusto, Fortaleza, 29 de dezembro de 2018. genealogia@ familiascearenses.com.br  faal.ww@gmail.com