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      Por Fco. Augusto de Araújo Lima – Tupancy, Eusébio, Ceará, 20 junho de 1997. Editado a 16 de março de 2019. gEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

De Leopoldo Augusto de Souza Rolim à Vicente Salazar da Cunha

 

   Padre Leopoldo Augusto de Souza Rolim nasceu a 04 de agosto de 1885, Lavras da Mangabeira, Ceará, filho de Luís Gonçalves de Souza Rolim e de Vicência Augusto de Souza Rolim. Neto paterno de José Gonçalves de Souza Rolim e de Arolina de Souza Matos. Neto materno de Ildefonso Correia Lima e D. Fideralina Augusto Lima.

 Leopoldo ordenado Padre em Fortaleza no dia trinta do mês de novembro do ano de 1913. Vigário de Tianguá, 1914. Coadjutor de Iguatu. Capelão de Afonso Pena, Acopiara, Ceará, Capelão do Carmelo, Fortaleza, 1934/1940.

  Termo de casamento dos pais do Padre Leopoldo Augusto de Souza Rolim.“Aos sete de fevereiro de 1880, pelas cinco horas da tarde, nesta Matriz, (de Lavras), depois de feitas as diligências do estilo, presentes as testemunhas Antônio Joaquim de Souza Rolim e Honório Correia Lima, o Reverendo João Carlos Augusto, de licença minha, casou e deu as bênçãos nupciais a Luís Gonçalves de Souza Rolim e a Vicência Augusto Lima, ele filho legítimo de José Gonçalves de Souza Rolim e de Arolina de Souza Matos, falecidos, e ela filha legítima de Ildefonso Correia Lima, falecido, e Fideralina Augusto Lima, ambos (os nubentes) naturais e moradores nesta Freguesia de Lavras: foram dispensados do terceiro grau simples igual de consanguinidade lateral em que se encontravam ligados. E para constar mandei fazer este e assinei. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.”  

   Termo de batismo:“Aos vinte e sete de agosto de 1885, nesta Matriz (de Lavras) batizei solenemente a Leopoldo, filho legítimo Luís Gonçalves de Souza Rolim e Vicência Augusto de Souza Rolim, nascido aos quatro do dito mês e ano, sendo padrinhos Luís Leônidas de Lacerda Leite e Isabel Augusto dos Santos. E para constar fiz este e assinei. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.” Cf. Livro de Matrimônios, Lavras da Mangabeira.  familysearch.org.  Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira. familysearch.org.  Cf. Joaryvar Macedo, Os Augustos, I.U., UFC. Fortaleza, 1971, p. 56. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 47.

     

   Dom Lino Deodato Rodrigues de Carvalho nasceu a 23 de setembro de 1826, Russas. Padre pelo Seminário de Olinda, Pernambuco, 1850. Bispo de São Paulo, sagrado a 09 de março de 1873, na Catedral da Fortaleza. Faleceu a 19 de agosto de 1894, em Aparecida do Norte, SP. Filho de Joaquim José Rodrigues de Carvalho nasceu na Vila Nova de Famalicão, Braga, Portugal, naturalizado brasileiro, e de Alexandrina Rodrigues de Carvalho. Cf. Hugo Victor Guimarães e Silva. Deputados Provinciais e Estaduais do Ceará, 1835 - 1947. Ed. Jurídica. Fortaleza. 1952. p. 403. Siará Grande, ver título Joaquim José Rodrigues de Carvalho.

     

   Padre Luís Antônio da Rocha Lima nasceu em Fortaleza, a 10 de janeiro de 1815, e foi batizado a 22 do mesmo mês e ano. Filho de Miguel Antônio da Rocha Lima e de Dona Isabel da Rocha Lima, naturais de Baturité.

     

   Dom Luís Antônio dos Santos, 1º Bispo do Ceará. Termo de batismo.“Aos vinte e cinco de março de 1817, nesta Matriz da Vila da Ilha Grande,  batizei e pus os Santos Óleos a Luís, nascido ao primeiro do mesmo mês, ano, filho legítimo de Salvador dos (Santos) Reis e de Maria Antônia de Melo: neto paterno de Francisco dos Santos Reis natural desta Freguesia; e de Vitória Maria natural da Vila de Parati; materno de Luís Antônio de Melo e de Rosa Maria da Anunciação, naturais desta Freguesia: foram padrinhos Anacleto dos Reis e a dita Rosa Maria da Anunciação: para constar fiz este assento. O Coadjutor Joaquim José Martins Zimblas.” Cf. Livro de Batismos, Angra dos Reis. familysearch.org.  Ungidos, Vol. III p. 58

     

   Padre Luís Carlos Contente Garcia de Castro nasceu em 16 de janeiro de 1938, na cidade de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, Portugal. Filho de José Martins de Castro e Emília Contente Garcia de Castro. Foi batizado em 15 de fevereiro de 1938, na paróquia de Nossa senhora da Conceição, Diocese de Angra; foi crismado em Moçâmedes, Angola, por D. Daniel Gomes Junqueira. 

     

   Padre Luís de Souza Leitão. Termo de batismo.Luís, branco, filho legítimo de José de Souza Leitão e de Adelina Cândida de Moraes (Monteiro); nasceu a vinte e sete de março de 1851, e foi batizado em solenidade em artigo de morte, por mim e foram supridas as cerimônias da Igreja nesta Matriz (de Quixeramobim): foi Padrinho por ter sido quem batizou Francisco José Moraes Monteiro: o que para constar fiz este assento que assino. O Vigário Antônio José Jacinto Bezerra. Cf. L Bat Quixeramobim. familysearch.org.  Ungidos, III Vol p. 83.

         

   Padre Luís Furtado Maranhão. Termo de batismo.Luís, filho legítimo de José Furtado Maranhão e de Antônia Furtado (do Nascimento), nascido aos vinte e dois de março de 1873, e batizado solenemente pelo Reverendo Martinho de Luna e Melo a vinte de abril do mesmo mês e ano, sendo padrinhos, Antônio Francisco da Fonseca (?) e Ana Furtado. Do que para constar mandei fazer este termo que assino. O Vigário Padre Antônio Bezerra de Menezes.” Cf. Livro de Batismos, Milagres.  familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 88.

     

   Padre Luís Moreira nasceu a 15 de abril de 1925, em Fortaleza, filho de Francisco Moreira Cavalcante  e de Luzia Aragão Moreira. Assistente Eclesiástico da JUC. Diretor do Centro de Humanidades da Universidade Estadual do Ceará. Casamento de uma irmã do Padre Luís Moreira.

   Pedro Riquet Gurgel Nogueira n. 1896, Russas, 48 anos, filho de Aprígio Riquet Nogueira e de Adélia Gurgel Nogueira, casou-se (1) com Isaura Fabrício Riquet, casou-se (2) a 19.03.1944, na residência dos pais da nubente, com Maria Stela Moreira Cavalcante, n. Baturité, 30 anos, filha de Francisco Moreira Cavalcante  e de Luzia Aragão Moreira. Cf. Livro de Matrimônios, Fortaleza. 

     

    Padre Luís Thomás o nome civil Sebastião – nasceu a 21 (vinte e um) de junho de 1933, em Santana do Acaraú, filho de José Belchior Thomás e de Maria Alzira Thomás. Termo de batismo.“Aos seis de agosto de 1933, na Igreja Matriz (de Santana do Acaraú) solenemente batizei a Sebastião, filho legítimo de José Belchior Thomás e de Maria Alzira Thomás. Foram padrinhos, João Arcanjo de Maria e Maria José Arcanjo. E para constar lavrou-se este termo que assino. O Vigário, Padre Francisco Araken da Frota.” Cf. Livro de Batismos, Santana do Acaraú. 1933/1934. 36.

     

   Manoel Azevedo Mendes SJ docente no Colégio Nóbrega de Recife, Pernambuco, de onde veio para a Escola Apostólica de Baturité, encosta oriental da Serra de Baturité, no ano de 1943.

Termo de batismo: “Aos trinta e um dias do mês de março do ano de 1880, na Capela do lugar dos Soudos anexo a Paroquial Igreja de Nossa Senhora do Pranto, Concelho de Torres Novas, Diocese de Lisboa, habilitada por uma provisão do Senhor Patriarca para na mesma se administrarem os Sacramentos, batizei solenemente um indivíduo do sexo masculino, a quem dei o nome de Manoel, e que nasceu no lugar dos Soudos desta Freguesia às três horas da manhã do dia vinte de março deste corrente ano; filho legítimo de Manoel Marques Mendes, proprietário, e de Teresa de Jesus, empregada na vida de sua casa, natural do lugar de Lamarosa, Freguesia de Nossa Senhora do Ó da Olaia, onde foram recebidos, e moradores atualmente no dito lugar dos Soudos desta Freguesia, onde são paroquianos; neto paterno de Marcos Mendes e de Vitorina de Jesus, que foram do dito lugar dos Soudos; neto materno de Cândido Martins de Azevedo e de Maria de Jesus, proprietários, moradores na Lamarosa da dita Freguesia da Olai. Foram padrinhos, Cândido Martins de Azevedo avô materno e madrinha Maria de Jesus, avó materna. Os quais todos sei serem os próprios. E pra constar lavrei em duplicado este assento que depois de lido e conferido perante os padrinhos, com o padrinho assinei e a madrinha não assinou por não saber escrever. Era ut supra. O Pároco Antônio Jorge Ferreira.” Cf. Livro de Batismos, Torres Novas. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 275.

     

   Dom Manoel da Silva Gomes 3º Bispo do Ceará.   Natural de SalvadorBahia, foi admitido muito jovem no seminário daquela capital, vindo a receber o presbiterato em 15 de novembro de 1896, aos 22 anos de idade. Notável por sua oratória, logo foi agraciado com o título de cônego do Cabido da Bahia. Com a transferência de D. Manuel Antônio de Oliveira Lopes para a diocese de Maceió, Gomes sucedeu-o como Bispo - Auxiliar de D. Joaquim José Vieira, da Diocese do Ceará, em 11 de abril de 1911, e foi nomeado Bispo - Titular de Mopsuéstia. Juntamente com D. Miguel de Lima Valverde, depois Arcebispo de Olinda e Recife, recebeu a ordenação episcopal das mãos de D. Jerônimo Tomé da Silvaprimaz do Brasil.

   Com a renúncia de D. Joaquim, assumiu a diocese cearense em 8 de dezembro de 1912. Já nos primeiros anos de seu episcopado, enfrentou a seca de 1915, ocasião em que peregrinou até o sul do país, angariando auxílio dos poderes públicos e de seus colegas bispos.

   Pleiteou e conseguiu da Santa Sé a criação das dioceses do Crato e de Sobral e, posteriormente, a de Limoeiro do Norte, cujo primeiro bispo, Dom Aureliano de Matos, consagrou. Com a instalação das primeiras dioceses citadas, pelo papa Bento XV, o Ceará foi elevado a arquidiocese metropolitana e D. Manuel, o primeiro arcebispo de Fortaleza, em 10 de novembro de 1915.

   Em 16 de março de 1923, em reconhecimento aos seus serviços, o papa Pio XI o nomeou assistente ao sólio pontifício[1] e lhe outorgou o título de condeDevido à idade e a problemas de saúde, renunciou ao cargo em 28 de maio de 1941, recebendo o título de arcebispo-titular de Viminácio. CÂMARA, Fernando. Os Bispos de Fortaleza. Revista do Instituto do Ceará, 1974, p. 28-44.

     

   Dom Manoel Edmilson da Cruz nasceu no dia três de outubro de 1924, no lugar Aranaú, Acaraú, Ceará, filho de João Batista da Cruz e de Luíza Miranda da Cruz, Luíza Ferreira da Cruz. Termo de batismo.“No dia dois de dezembro de 1924, na Igreja Paroquial desta cidade de Acarahú, batizei solenemente o párvulo Manoel, nascido aos três de outubro do mesmo ano, filho legítimo de João Batista da Cruz e Luíza Miranda da Cruz, sendo padrinhos, José Gonçalves Ferreira e Auta Giffoni Gonçalves, (Auta Sales Giffoni). Do que lavrei este termo. O Vigário Encarregado, Padre Francisco Araken da Frota.”

  Obs.: Dona Auta Sales Giffoni, de idade 18 anos, filha de Vicente Giffoni Filho e de Rosa Sales, casou-se no dia 29 de maio de 1918, na Igreja Paroquial de Acaraú, com José Gonçalves Ferreira, com 28 anos de idade, filho de Miguel Gonçalves Ferreira e de Angélica Gonçalves Rios. Presentes, o Padre Antônio Thomaz, Príncipe dos Poetas Cearenses, as testemunhas, Raimundo Ferreira Sales e José Batista da Rocha.

   Vicente Giffoni n. Reino da Itália, f. José Giffoni e de Catarina Maria Pallur (?) c. 1864 c. Inácia Maria Rodrigues f. José Manoel Rodrigues e de Maria Pereira de Jesus. Cf. L Mat. Acaraú. . Cf. Livro de Batismos, Acaraú. familysearch.org. Cf. Livro de Matrimônios, Acaraú. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 164.

     

   Padre Manoel Felipe dos Santos nasceu a oito de janeiro de 1833, em São Mateus, Jucás, Ceará, filho de Antônio Martins dos Santos e de Ana Jacinta. Termo de batismo.Manoel de dezenove dias, filho legítimo de Antônio Martins dos Santos e de Ana Jacinta, moradores no Poço Comprido, foi batizado solenemente na Matriz (de São Mateus) a vinte e sete de janeiro de 1833; fora padrinhos, Delfino José Pereira e Dona Ana Teresa de Oliveira, solteiros e moradores nesta Vila. E para constar mandei fazer este assento que assinei. O Vigário Joaquim Domingues Carneiro.” Cf. Livro de Batismos, Icó. Li56-182.

     

   Padre Manoel Henriques de Araújo nasceu a 10 de dezembro de 1897, na Meruoca, Ceará, filho de Rafael Henriques de Araújo e de Ana Emiliana da Costa, Ana Pessoa da Costa. Termo de batismo.“Aos sete de março de 1898, batizei solenemente a Manoel, nascido a dez de dezembro de 1897, e filho legítimo de Rafael Henriques de Araújo e de Ana Emiliana da Costa, sendo padrinhos, Manoel da Costa Souza e Maria Pessoa Cavalcante, e para constar fiz este termo que assino. O Vigário Inácio da Costa Mendes.” Obs. Anotado à margem: Ordenado Sacerdote, em 1927. Padre Regino. Cf. Livro de Batismos, N. S. da Imaculada Conceição, Meruoca. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 136.

     

   Padres Manoel Hermes Carneiro Monteiro, Pedro Hermes Carneiro Monteiro e Raimundo Hermes Carneiro Monteiro, n. 25.11.1864. Termo de batismo.Padre Manoel.  “Aos seis de novembro de 1863, o Reverendo Coadjutor (do Icó) Manoel Francisco da Frota batizou e pôs os Santos Óleos a Manoel, branco, filho legítimo de Raimundo Francisco Carneiro Monteiro e Guilhermina de Lavor Monteiro; foram padrinhos, Urbano Cícero de Lavor e Idalina de Castro Monteiro, por procuração a Delmira Augusta Monteiro, e para constar mandei lançar este assento no qual me assino. O Coadjutor Manoel Francisco da Frota.”

Termo de batismo, Padre Pedro.“Aos cinco de fevereiro de 1871, o Reverendo Raimundo da Costa Moreira, de minha licença batizou e pôs os Santos Óleos a Pedro, branco, nascido a dezoito de janeiro do dito ano, filho legítimo de Raimundo Francisco Carneiro Monteiro e Guilhermina lavor Monteiro; foram padrinhos .?. O Vigário Interino Manoel Francisco da Frota.”  Cf. Livro de Batismos, Icó. L13-187. Cf. Livro de Batismos, Icó.L38-190 Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 137,302,350

     

   Reverendo Doutor Visitador Manoel Machado Freire – Familiar do Santo Ofício

     Manoel Machado Freire n. na cidade de Guarda, filho de Luís Machado Freire e de Guiomar de Pinna. Neto paterno de Manoel Machado Freire e de Felipa Rodrigues. Neto materno de João Lopes de Pinna e de Leonor d’ Horta. 20.01.1627,1727, 30 anos. Cidade da Guarda, Freguesias de São Vicente e da Sé.

     

   Monsenhor Manoel Martins de Morais nasceu a 14 de julho de 1882, filho de João Martins de Morais e de Francisca das Chagas de Souza. Termo de batismo.Manoel, branco, filho legítimo de João Martins de Morais e Francisca das Chagas de Souza, nasceu a quatorze de julho de 1882, e foi batizado em São José, pelo Padre Rangel a 18 (dezoito) de agosto do mesmo ano, sendo padrinhos José Furtado Maranhão e sua mulher Antônia Furtado do nascimento. O que assinei o Vigário Joaquim Manoel de Sampaio.”  Livro de Batismos, Milagres.  familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 143.

     

   Monsenhor Manoel Soares Neto nasceu a 06 (seis) de janeiro de 1889, em Baturité, filho de Francisco Soares Bezerra e de Teresa Castelo Branco. Termo de batismo.Manoel, filho legítimo de Francisco Soares Bezerra e Teresa Bezerra, nasceu a seis de janeiro e foi batizado a 17 de fevereiro de 1889. Foram padrinhos, Francisco de Souza Pinheiro e Maria Júlia. Para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário Bernardino Ferreira Antero.”

Obs. Divulgado o seu nascimento como sendo no dia dez de janeiro e não como consta no termo de batismo seis. Cf. Livro de Batismos, Baturité. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 154.

     

     Padre Miguel Lopes Madeira UchoaTermo de batismo.“Aos cinco dias do mês de maio de 1762, na Capela de Santa Cruz, (Bela Cruz, Ceará), de licença minha, o Padre Elias Pinto de Azevedo batizou e pós os Santos Óleos a Miguel, nascido aos dois dias do mês de abril, filho de José de Xerez Furna (José de Xerez Furna Uchoa) natural da Vila de Goiana (Pernambuco) e de sua mulher Rosa de Sá e Oliveira, natural da mesma Vila. Avós paternos, Francisco Xerez Furna, natural de Goiana, e sua mulher Dona Inês de Vasconcelos (Uchoa), natural de Olinda, (Pernambuco). Avós maternos, Manoel Vaz Carrasco, natural de Ipojuca (Pernambuco) e sua mulher Dona Maria Madalena de Sá (e Oliveira) natural de Goiana (Pernambuco) e foram padrinhos, Félix Ribeiro da Silva, solteiro, e Dona Rozaura do Ó (Mendonça) mulher de Gonçalo Ferreira da Ponte, fregueses deste Curato, de que fiz este assento em que me assino. Manoel da Fonseca Jayme, Cura do Acaracu.”

   Termo de casamento dos pais do Padre Miguel. José de Xerez Furna Uchoa natural da Vila de Goiana, filho de Francisco Xerez Furna e de Inês de Vasconcelos Uchoa. Casou-se a 21 de outubro de 1747, às 7 horas da noite, na Igreja Matriz da Caiçara, Sobral, “em presença do Reverendo Doutor Visitador Manoel Machado Freire sendo dispensados os contraentes no terceiro e quarto grau de consanguinidade” com Rosa de Sá e Oliveira, filha de Manoel Vaz Carrasco e de D. Maria Madalena, (Madalena de Sá e Oliveira), por testemunhas o Reverendo Padre Pedro de Albuquerque Melo e o Sargento Mor Manoel Rodrigues Coelho.Cf. Livro de Batismos de Sobral.  familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 211.

     

   Padre Nelson Nogueira Mota SJ. Termo de batismo. “Aos dois dias do mês de julho de 1899, na Matriz desta Freguesia de Independência, batizei a Nelson, filho legítimo de Francisco de Souza Mota e Ana Cecília de Souza Mota, (Ana Nogueira Mota), nascido a treze do mesmo (mês e) ano. Foram padrinhos, ).?. Honorato de Macedo e Maria de Souza Mota. E para constar mandei lavrar este termo que assinei. O Vigário Afonso Peregrino de Gouveia.” Cf. Livro de Batismos de Independência.  familysearch.org.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 230.

     

   Monsenhor Odécio Loiola Sampaio, filho de Francisco Pinheiro de Sampaio e de Maria Inácia de Oliveira. Termo de batismo.Odécimo nasceu a dezessete de fevereiro de 1916, na Várzea Formosa, Ribeira do Poti, Crateús, Ceará, e foi batizado a vinte e seis de março seguinte, na Capela de São Francisco de Assis de Novo Oriente, pelo Padre Manoel Carlos de Moraes. Padrinhos, Rodrigo Alves da Silva e Joaquina Alves Sampaio.” Cf. Livro de Batismos de Independência. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 245.

     

   Monsenhor Otávio de Castro e Silva. Termo de batismo. Termo de batismo.“Aos vinte e oito dias do mês de janeiro do ano de 1889, nesta Igreja Catedral e Matriz de São José da Cidade da Fortaleza, Bispado do Ceará, batizei solenemente ao párvulo Otávio, nascido a dezoito de junho de 1888, filho legítimo de Ernesto Ferreira de castro e Rosa Amélia de Castro, naturais e moradores nesta Paróquia; foram padrinhos, o Doutor Manoel do Nascimento Castro e Silva, representado por seu procurador Antônio Leopoldo da Silva, solteiro, e Teresa de Jesus Castro, solteira. E para constar mandei lavrar este termo que assino. O Pároco Padre Antônio Lopes de Araújo.” Cf. Livro de Batismos de São José da Catedral, Fortaleza. 1888/1889. familysearch.org. 35. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 265.

     

   Cônego Plínio Teixeira Pequeno nasceu a 27 de novembro de 1886., filho do Coronel Antônio Teixeira Pequeno e de Maria Antero Pequeno, casados a 18 de setembro de 1869. Neto paterno de Manoel Teixeira Pequeno e de Sabina Nobre. Neto materno de Antônio Ferreira Antero, Antônio Herrera Antello nasceu no ano de 1812, na Freguesia da  Penha, Província de Corunha Arcebispado de Santiago de Compostela, Região Autônoma da Galiza, Espanha, e de Ana Joaquina do Espírito Santo, casados a 19 de setembro de 1850, na Freguesia do Icó.

Termo de batismo:“Aos quinze de dezembro de 1886, nesta Matriz, (de Nossa Senhora da Expectação do Icó) de minha licença o Padre Manoel Hernes Monteiro, batizou e pôs os Santos Óleos a Plínio, nascido a vinte e sete de novembro do dito ano, filho legítimo de Antônio Teixeira Pequeno e Maria Antero Pequeno; foram padrinhos Antônio Teixeira Pequeno Filho e Maria Hermes Antero, e para constar mandei lançar este e me assinei. O Vigário Encomendado Manoel Francisco da Frota. Cf. Livro de Batismos do Icó.  Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. I. p. 37,55 e Vol. III. 325.

   Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva Primeiro Bispo do Crato, Ceará.

  Termo de batismo.Quintino, filho legítimo de Antônio Rodrigues da Silva e Maria Francisca Batista, Maria Rodrigues Baptista Vaz, nasceu a trinta de outubro de 1863, e foi solenemente batizado por mim nesta Matriz de Quixeramobim a 25 de novembro do mesmo ano, e foram Padrinhos Cândido Moreira de Oliveira e sua mulher Maria Cândida da Silva, do que para constar mandei fazer este assento que assino. Cônego Vigário Antônio Pinto de Mendonça. Obs. À margem P.  Cf. Livro de Batismo, Quixeramobim, 1amilysearch.org.                                                  

     Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva 1º Bispo de Crato, desde 1917. Nasceu na Freguesia de Quixeramobim, no Sítio Salgadinho, a 31 de outubro de 1863, filho de Antônio Rodrigues da Silva, fazendeiro, e Maria Rodrigues Baptista Vaz, “Desde tenra idade tinha aspiração ao sacerdócio. Começou a estudar em sua terra natal com um professor público de latim ali existente. Em 1881, matriculou-se no Seminário de Fortaleza, galgando o terceiro ano de preparatórios. Nesse querido santuário de onde saiu uma lustrosa e veneranda plêiade de sacerdotes, é que o jovem estudante encontrou campo próprio para aperfeiçoar a sua vocação. Sério e estudioso, distinguiu-se como um dos primeiros alunos. A 19 de junho de 1887, recebeu das mãos de Dom Joaquim José Vieira, 20 bispo do Ceará, a ordem de presbítero. Pouco tempo depois, foi nomeado coadjutor do octogenário Pároco da Missão Velha, Padre Félix Arnaud Formiga. Permaneceu de setembro de 1887 a junho de 1889. Escrevendo o Sr. Dom Joaquim ao Padre Félix, quando provisionou o novel sacerdote, assim se exprimiu: "envio a V. Revma. para coadjutor, um anjo a perda do meu Seminário". Em Missão Velha, o Padre Quintino foi residir na povoação de Goianinha. Dois anos passou naquele recanto da vasta freguesia de São José. Em breve, toda a população idolatrava o piedoso sacerdote. Desenvolveu uma ação moderada. Em 1889 foi nomeado vigário de Iguatu, cargo de que apenas tomou posse, sendo-lhe concedida um mês depois a exoneração solicitada por ir reabrir com Monsenhor Francisco Rodrigues Monteiro e o Padre Joaquim Sother de Alencar, o Seminário Menor de Crato. Neste Seminário lecionou português, latim, francês até o fim de 1891, quando se fechou o dito Seminário. Em fevereiro de 1893 reabriu o Seminário por ordem do Bispo Dom Joaquim. Era aí o lugar predestinado por Deus para servir de teatro ao zelo do Padre Quintino. Como reitor, muito trabalhou dirigindo e no magistério, com a colaboração dos Padres Joaquim Sother de Alencar, Vicente Sother de Alencar, Miguel Coelho de Sá Barreto e Joaquim Severiano de Vasconcelos, até o fim do ano 1897. Em maio de 1900 substituiu o Monsenhor Antônio Alexandrino de Alencar no paroquiato de Crato, permanecendo neste cargo por quinze anos. Animou a fundação do Colégio "São José", e a do Jornal A Cruz, cujo primeiro número é de 03 de maio de 1909. Por Decreto de 27 de janeiro de 1912, foi agraciado com o título de Monsenhor Camareiro do Papa, extra urbe, honra que mereceu pela soma de benefícios prestados. Quando foi da criação do bispado do Crato, o Exmo. Sr. Dom Manoel o nomeou governador e Vigário Geral da nascente diocese. A escolha primeira para ser prelado caiu na pessoa do Padre Santos, lazarista, Reitor do Seminário do Maranhão, o qual não aceitou. A Monsenhor Quintino vem a consulta do Núncio Apostólico. O humilde sacerdote recusa a grande honra, mas não foi atendido: igual recusa já havia ele feito, quando eleito para o bispado do Piauí. Relutou, mas curvou-se à voz insistente de Roma. A 10 de março de 1915, foi preconizado Bispo do Crato. Foi sagrado na Bahia, no dia 31 de outubro deste mesmo ano. Celebraram-na Dom Jerônimo Thomé da Silva, Dom Manoel da Silva Gomes e Dom José Thomaz, representante de Dom Manoel Antônio de Oliveira Lopes. Posse da diocese: 10 de janeiro de 1916. Os seus primeiros tempos episcopais foram de penosos sacrifícios. Governou a Diocese por vários anos. Era jornalista, ‘mestre avantajado do estilo epistolar’, deixou vários poemas, sonetos, hinos religiosos e muitas obras em Crato. Como bispo era um pai bondoso. Dom Quintino celebrou a sua última Missa, no dia 22 de setembro de 1929, na Capela Episcopal. Doloroso, foi o caminho da Cruz pelo qual a Divina Providência o quis levar. Uma enfermidade traiçoeira e pertinaz o surpreendeu. Manifestaram-se os primeiros sintomas da diabetes. O mal se intensificou e minou-lhe por completo o seu organismo, até que o prostrou de vez, no dia 04 de outubro de 1929. Sofreu dores cruciantes. E assim o Santo de Deus, Dom Quintino, foi para a Casa do Pai, no dia 28 de dezembro de 1929, confortado, com os sacramentos da Igreja. O sepultamento se deu no cemitério local c seus ossos foram posteriormente, inumados no pedestal de uma das colunas de sua querida Sé Catedral.” Cf. Aureliano Diamantino Silveira.    Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004.  Vol. III. p. 331. Cf. Livro de Batismo, Quixeramobim,  familysearch.org. .

     

   Monsenhor Raimundo Augusto de Araújo Lima nasceu no dia 19 do mês de abril de 1909, na Fazenda Descanso, e foi batizado na Igreja Matriz de Mauriti, pelo Vigário de Milagres, Padre José Casemiro Viana. Filho do Coronel Augusto Leite de Araújo Lima e de Maria Carolina Dantas de Quental Cartaxo. Neto paterno do Bacharel em Direito Antônio Augusto de Araújo Lima e de Argina Juscelina Leite de Moraes. Neto materno do Capitão Miguel Gonçalves Dantas de Quental, fundador de Mauriti, e de Ana Cordolina do Couto Cartaxo.

  O Monsenhor Raimundo Augusto foi ordenado Padre a 30 de dezembro de 1934. Professor do Seminário do Crato. Secretário do Bispado por 53 anos. Genealogista. historiador, poeta, dedicou-se ao amparo de irmãs e sobrinhos com extremada dedicação. Tutor de primas inválidas com postura elogiada pelos familiares. Camareiro Secreto de Sua Santidade o Papa João XXIII, a 05 de dezembro de 1959, dezesseis dias após a morte de seu irmão Antônio Augusto. Faleceu a 29 de janeiro de 1992 e foi sepultado na Sé Catedral do Crato no dia vinte e um seguinte. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 338. Cf. Fco. Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses, 1. Ed. Premius. Fortaleza. 2001. p. 222.

     

   Padre Raimundo Monteiro Dias. Termo de batismo.Aos vinte e seis de setembro de 1881, na Matriz, (do Icó), o Padre Manoel Francisco da Frota, batizou e pus os Santos Óleos a Raimundo, branco, nascido a dezesseis de agosto do dito ano, filho legítimo de Frutuoso Agostinho Dias e de Maria Amélia Monteiro. Padrinhos: prejudicado. Cf. Livro Batismos, Icó. Li15-87. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 353.

     

  Cônego Sebastião Augusto de Menezes. Termo de batismo.Sebastião, filho legítimo de Rufino Antônio de Menezes e de Úrsula Maria dos Prazeres, nasceu a dezoito de março de 1856, e foi solenemente batizado na Capela de Boa Viagem pelo Padre Manoel Rodrigues Campos ao primeiro de maio do mesmo ano; foram padrinhos, Félix de Souza Lima e Antônia Manoela de Souza do que para constar mandei fazer este assento que assino. O Vigário Interino José Jacinto Bezerra Borges de Menezes.” Cf. Livro de Batismos, Quixeramobim. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 395.

     

      Padre Doutor SJ Serafim Soares Leite nasceu no dia seis de abril de 1890, no Concelho de Oliveira de Azenéis, Aveiro, e faleceu na cidade de Roma,  a 27 de dezembro de 1969. Filho de José Francisco Leite, sombreireiro, e de Leonor Emília Soares, negociante. Neto paterno de Francisco José Leite e de Ana Emília de Jesus. Neto materno de Antônio Soares e de Vitória Emília da Conceição.

   Padre jesuítapoetaescritor e historiador português que viveu muitos anos no Brasil, primeiro na adolescência e, posteriormente na idade madura, como pesquisador da atuação dos padres da Companhia de Jesus, catequizadores e educadores em terras brasileiras a partir do século XVI. Esteve em Fortaleza, Ceará onde fez sólidas amizades e pesquisou no Instituto do Ceará quando da elaboração do seu História da Companhia de Jesus no Brasil, em dez volumes.

   Termo de batismo.“Aos dez dias do mês de abril do ano de 1890, nesta Igreja Paroquial de São João  Concelho de Oliveira de Azeméis, (Distrito de Aveiro), Bispado do Porto, batizei solenemente um indivíduo do sexo masculino a quem dei o nome de Serafim, que nasceu nesta Freguesia no lugar da Quintam, as dezesseis horas da tarde do dia seis do mês dito e ano de 1890, supra, filho legítimo de José Francisco Leite, sombreireiro, e de Leonor Emília Soares, negociante, naturais desta Freguesia e nela recebidos, paroquianos e moradores no dito lugar (da Quintam), neto paterno de Francisco José Leite e de Ana Emília de Jesus; neto materno de Antônio Soares e de Vitória Emília da Conceição. Foi padrinho Serafim Leite da Silva, estudante, solteiro, e madrinha Ana Emília Leite, casada, costureira, os quais sei serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado este assento que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, com eles assinei. Era ut supra. O Abade José Maria Henriques Tavares.” Cf. Livro de Batismos, S. João. Etombo. Wikipedia.

     

   Dom Frei Timóteo Francisco Nemésio Cordeiro, OFM Cap. Primeiro Bispo de Tianguá, Planalto da Ibiapaba, 1971 / 1990, onde ficou por dezenove anos a frente da Diocese.

  Dom Timóteo Francisco Nemésio Cordeiro nasceu em Canindé a 20 de março de 1928 e faleceu em São Paulo a 20 de março de 1990. Era filho de Paulo Lima Cordeiro e de Rocilda Pereira Cordeiro.

   Termo de batismo. Francisco nasceu a vinte de março de 1928, filho legítimo de Paulo Lima da Silva (Paulo de Lima Cordeiro) e de Rocilda Pereira Cordeiro, residentes, nos Poços, Canindé, batizado a vinte e sete de maio de 1928, na Igreja Matriz de Canindé, pelo Frei Nicácio de Kipschagen. Padrinhos, (?) Emiliano Silveira de Góis e Francisca H. Lima.” Cf. Livro de Batismos, Canindé. .

     

Padre, Senador, Geógrafo Tomás Pompeu de Souza Brasil. Termo de casamento dos pais do Padre Tomás.“No primeiro de novembro de 1808, na Capela de Santa Quitéria, filial desta Matriz de Nossa Senhora da Conceição da Vila de Sobral, feitas as denunciações na forma do Sagrado Concílio Tridentino de que não resultou impedimento algum como consta dos banhos que ficam em meu poder, em presença do Reverendo Coadjutor Manoel Simões Diniz e das testemunhas Vicente Alves da Fonseca e Protásio Alves da Silveira se receberam em matrimônio Tomás de Aquino Souza, filho legítimo do Capitão Antônio José de Souza e de Joana Teixeira, já defunta, com Jaracina (Geracina) Isabel Pinto de Mesquita, filha legítima (sic) de José Luís Pestana de Vasconcelos e Isabel Pinto de Mesquita, naturais e moradores desta Freguesia, o Nubente natural da Freguesia de Nossa Senhora da Apresentação da cidade de Rio Grande (Natal) e receberam as bênçãos nupciais justa .?. e para constar fiz este termo que assinei. José Gonçalves de Medeiros. Vigário de Sobral.” Cf. Livro de matrimônios, Sobral.   familysearch.org. 

   Dona Geracina Isabel de Souza nasceu a 09 de novembro de 1777, em Santa Quitéria, Ceará, e foi batizada a 24 de dezembro do mesmo ano, na Capela de Santa Quitéria, pelo Cura, Padre João Ribeiro Pessoa. Padrinhos, o Capitão Antônio Pinto de Mesquita PP apresentada por João Pinto de Mesquita, e Luíza Teresa de Jesus Colaço, mulher do dito Capitão Antônio Pinto de Mesquita. Neste termo consta Polinardo como natural da Freguesia de Nossa Senhora do Socorro, Lisboa.

  1. Geracina casou-se a 1º de novembro de 1808, na Capela de Santa Quitéria, com Tomás de Aquino de Souza nasceu a 07 de março de 1780, em Natal, Rio Grande do Norte, filho de Antônio José de Souza e Oliveira e de sua mulher e prima, Ana Teixeira de Melo, ambos naturais de Natal, Rio Grande do Norte. Pais de:

   Padre Tomás Pompeu de Souza Brasil nasceu a 06 de junho de 1818, e batizado a 26 de julho seguinte, em Santa Quitéria, pelo Padre Francisco Urbano Pessoa Montenegro.

   “Senador Padre Thomaz Pompeu de Souza Brazil, branco, faleceu da vida presente de lezão organica do coração, com idade de cincoenta e nove anos, sendo sepultado no cemitério público desta cidade (Fortaleza, Ceará) a dois de setembro de 1877. E para constar fiz este assento em que me assino o Cura José Gurgel do Amaral Barbosa.”

     

   Padre Tomé Álvares de Carvalho, filho de João Álvares de Carvalho e de Luciana Maria de Góes.

Eugênia, filha legítima de João Álvares de Carvalho e Luciana Maria de Góes, moradores no Boqueirão, nasceu a cinco de março de 1833, e foi batizada na Matriz (do Icó), por a oito de abril do mesmo ano; foram padrinhos, Antônio Moreira Barros, solteiro, e Maria Teresa de Jesus, viúva. Moradores, ele na Soledade, e ela na Varzinha e para constar mandei fazer este assento que assinei. O Vigário Vicente José Pereira.”  Cf. Livro de Batismos, Iguatu. 

     

   Padre Vicente Augusto Bezerra e seu irmão Raimundo Augusto Bezerra.

“Aos dezessete de maio de 1881, nesta Matriz (de Lavras da Mangabeira) batizei solenemente a Vicente, branco, filho legítimo de Francisco da Silva Marques Bezerra e Olindina Augusto Bezerra, nascido a três de agosto do ano p. findo; foram padrinhos Antônio Tomás Bezerra e Isabel Augusto Bezerra. E para constar mandei fazer este e assinei. O Vigário Miceno Clodoaldo Linhares.”  Sobrinho-neto de D. Fideralina. Padre Raimundo Augusto Bezerra n. 14.09.1874, Lavras, e faleceu em Maranguape, a 13.08.1935. Cf. Livro de Batismos, Lavras da Mangabeira. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 337,459.L Mat Lavras. 1870/1875. 60/227. 24.08.1832, bat. 19.09.  RIC, Datas e Fatos Históricos.

   Termo de óbito de Dona Fideralina.“Aos vinte dias do mês de janeiro, pelas dez hora da noite, faleceu de velhice nesta cidade de Lavras, Bispado do Crato, donde era natural e moradora Fideralina Augusto Lima, viúva, de idade de oitenta e sete anos, tendo recebido os Sacramentos da Santa Madre Igreja. Seu cadáver amortalhado em hábito preto e depois de solenemente encomendado, foi sepultado no Cemitério Público. E pata constar lavrei este termo e assino. O Vigário Monsenhor Miceno Clodoaldo Linhares. Obs.: O falecimento de Dona Fideralina é anotado por engano como havendo sido, 16 ora 19 de janeiro. Pode ter falecido no dia dezenove e sepultada no dia seguinte, e anotado errado pelo Monsenhor Miceno. Cf. Livro de Óbitos, Lavras da Mangabeira.  familysearch.org.

     

   Monsenhor Vicente Ferreira Galvão nasceu a vinte e um de maio de 1858, em Independência, filho de Belchior de Barros Galvão e de Dona Leonarda Bezerra do Vale. Ordenado Padre em São Luís do Maranhão, no dia 25 de janeiro de 1885, e faleceu na mesma cidade de São Luís, a 28 de janeiro de 1931. Termo de batismo.“Aos vinte e cinco de junho de 1858, em desobriga nos Inhamuns, o Padre Timóteo de Souza Mota, batizou com Santos Óleos a Vicente, filho legítimo de Belchior de Barros Galvão e Leonarda Bezerra do Vale, nasceu a 22 (vinte e dois) de maio do mesmo ano: foram padrinhos, Lúcio de Barros Galvão, e Maria de Araújo; e para constar fiz este termo. O Vigário Encomendado Antônio Ricardo de Albuquerque Cavalcante.” Cf. Livro de Batismos, Independência. amilysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 464.

     

   Padre Vicente José Pereira nasceu no Icó, filho do Alferes Joaquim José Nogueira nasceu aos nove dias do mês de abril de 1759, nas Cobertas da Fonte da Colher, (Rua do Monte de Trás da Fonte da Colher), Porto, Portugal, e de Ana Joaquina de Jesus nasceu a 06 de fevereiro de 1770, na Vila do Icó, casada a 24 de fevereiro de 1789, na Igreja Matriz do Icó. Neto paterno de Vicente José Pereira, natural da Freguesia de Canelas, Vila Nova de Gaia, e de Inocência Maria, natural de Sedielos, Comarca de Sobre o Tâmega, Concelho de Peso da Régua, Vila Real, moradores na Rua do Monte de Trás da Fonte da Colher. Neto materno de José Felipe Coelho nasceu aos vinte e sete dias do mês de setembro de 1733, no lugar do Candal, Concelho de Vila Nova de Gaia, Distrito do Porto, Portugal e de Joana da Silva dos Santos, batizada a 02 de junho de 1745, no Sítio do Poço da Pedra, Freguesia do Icó.

   O Padre Vicente José Pereira foi batizado a 04 de abril de 1790, pelo Padre Manoel Felipe Gonçalves, na Freguesia do Icó. Termo de batismo.“Aos quatro de abril de 1790, batizou o Padre Manoel Felipe Gonçalves, o párvulo Vicente filho legítimo de Joaquim José Nogueira e de Ana Joaquina de Jesus. Padrinhos, José Felipe Coelho e Ana Joaquina de Jesus e para constar mandei fazer este assento e assinei. O Cura Padre José de Almeida Machado.”

   Vicente ordenado Padre a 04 de junho de 1814, no Palácio Episcopal do Rio de Janeiro, pelo Bispo Dom José Caetano da Silva Coutinho. Coadjutor de Bom Jesus de Jardim, 05 de outubro de 1816. Coadjutor de Arneiroz, 1821. Vigário do Icó, 1823. Vigário de São Mateus, Jucás, 1827. Vigário Encomendado do Iguatu, 1833/1835. Visitador, 1841/1843. Deputado Provincial, 1842/1843. Cf. Livro de Batismos, Icó. L23-218. Cf. Francisco Augusto de Araújo Lima. Siará Grande – Uma Província Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil. Editora Expressão Gráfica, Fortaleza. 2016. Volume III. p. 1264,1400. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 469.

     

   Padre Vicente Magalhães Teixeira nasceu a três de setembro de 1913, filho de João Teixeira Pinto e de Jovina Maria Magalhães. Termo de batismo.“Aos dezessete de setembro de 1913, na Capela da Assunção, (distrito de Itapipoca, distante 25 km), batizei solenemente o párvulo Vicente, filho legítimo João Teixeira Pinto e Jovina Maria Magalhães; sendo padrinhos, Manoel Gonçalves Teixeira e Maria Antônia Magalhães. E para constar mandei fazer este termo que assino. O Vigário José Joaquim da Rocha.” Cf. Livro de Batismos, Fortaleza. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 472.

     

   Padre Vicente Martins da Costa nasceu a 19 de julho de 1880, Fortaleza, filho de João Martins da Costa e de Urçulina Maria de Jesus. Termo de batismo do Padre Vicente Martins da Costa. Termo de batismo.Vicente, branco, filho legítimo de João Martins da Costa e Urçulina Maria de Jesus, nasceu a dezenove de julho de 1880 e foi por mim batizado nesta Matriz (do Patrocínio, Fortaleza) a oito de agosto do mesmo ano e foram padrinhos, Joaquim Bezerra da Costa e Maria da Cunha Mendes. Vigário João Paulo Barbosa.” Cf. Livro de Batismos, Itapipoca. familysearch.org. Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 471.

      

   Padre Doutor Vicente Pires da Mota. Filho de Manoel Pires da Mota e exposto em casa de Vicente Pires da Mota. Provável mãe: Ana Gonçalves, solteira. Cf. L Bat N. Sra. da Assunção, SP. 1799/1804. 20 https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:939N-4SCZ-T?i=19&wc=M5VS-C66%3A371870001%2C372113201%2C373233901&cc=2177299     

      

   Padre Vicente Rodrigues de Vasconcelos nasceu a 20 de maio de 1782, na Vila do Aracati, Ceará, filho de Manoel José Rodrigues da Silva e de Josefa Rodrigues da Silva, a mesma Josefa Maria da Conceição casada a 06 de fevereiro de 1769, na Igreja de N. Senhora do Rosário da Vila do Aracati, dispensada no 2° grau de consanguinidade. Neto paterno de Manoel Rodrigues da Silva e incógnita (Joana Evangelista, solteira). Neto materno de Antônio Rodrigues da Silva n. na Freguesia do Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco, e de Rosa Maria de Vasconcelos, n. na Vila de Goiana, Pernambuco.  

   Padre Vicente co - proprietário do Sítio Limoeiro, embrião da atual cidade de Limoeiro do Norte, Ceará. Faleceu a 04 de janeiro de 1859, pobre, pois doara terras para patrimônio de santos. Termo de batismo:Vicente, filho do Capitão Manoel José Rodrigues da Silva e de sua mulher Josefa Maria Rodrigues, naturais e moradores nesta Freguesia do Aracati, nasceu aos vinte de maio de 1782 anos, e foi batizado de minha licença pelo Padre Francisco Xavier dos Santos, nesta Matriz do Aracati, que logo lhe pôs os Santos Óleos, aos dez de junho do dito ano: foram padrinhos, o Capitão Antônio Francisco Basto e Ana Josefa, mulher do Sargento Mor Bernardo Pinto Martins; do que para constar fiz este assento que assino. O Cura da Vila do Aracati, Padre José Carlos da Silva Carneiro.” Cf. Aureliano Diamantino Silveira. Ungidos do Senhor. Ed. Premius. Fortaleza. 2004. Vol. III. p. 476 Cf. Aracati CD2 27.

      

   Monsenhor Vicente Salazar da Cunha nasceu a 27 de março de 1855, em Fortaleza, Ceará, filho de Joaquim Manoel da Cunha e de Dona Leocádia Salazar, n. no mês de fevereiro de 1819, em Fortaleza, onde faleceu no ‘subúrbio da Aldeota’ no dia 18 de junho de 1912. Monsenhor Vicente ordenado Padre a 30 de novembro de 1879, Fortaleza, Capelão e professor da Cadeia Pública da Fortaleza, 1881/1888, Vigário de Maranguape, 1899/1913, faleceu a 25 de janeiro de 1937, sendo sepultado em Maranguape. Termo de batismo.Vicente, branco, filho legítimo de Joaquim Manoel da Cunha e Dona Leocádia Salazar da Cunha, nasceu aos vinte e sete de março de 1855, e foi por mim solenemente batizado nesta Matriz aos vinte e três de abril do mesmo ano; foram padrinhos, João Quintino da Cunha e Maria Antônia da Cunha, o que para constar fiz este assento qm que me assinei. O Vigário Carlos Augusto Peixoto d’Alencar.” Cf. Barão de Studart, Diccionario Bio - Bibliographico Cearense, Typ. Minerva, Fortaleza. 1915. Vol. III, p. 210. Cf. Livro de Batismos, Fortaleza.