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   Da Rua Álvaro Fernandes ao Beco do Km 8, atual Rua Teles de Souza, são 136 m, lado da sombra, incluía o palacete do Dr. Álvaro Fernandes, e a residência do General José Góes de Campos Barros.

                                      

A foto lembra a primitiva fachada frontal do sobrado do Dr. Álvaro Fernandes. Fonte foto. Google.

 

   Esquina sudeste da Av. João Pessoa / Rua Álvaro Fernandes. Observação necessária: usou-se neste trabalho as designações utilizadas pelos moradores no Bairro das Damas ao se referirem ao sobrado, solar, palacete no vernáculo, pouco mais ou menos aceitável, no meio técnico - arquitetura - questionável. Priorizou-se conservar o falar contemporâneo dos damenses. 

  Antiga residência do Médico, Doutor Álvaro Otacílio Nogueira Fernandes nasceu a 14 de setembro de 1873, Quixeramobim. Médico pela Faculdade de Medicina da cidade do Rio de Janeiro, 1899, e falecido a 08 de janeiro de 1953, em Fortaleza. Deputado Federal, por duas legislaturas, Presidente e um dos fundadores do Centro Médico Cearense, sócio Efetivo do Instituto do Ceará, Professor da Escola de Agronomia do Ceará. .Jornal Diário Oficial do Ceará. 14.10.1913. Parangaba, 23. Telegrama. Reiteramos inteira solidariedade ao Governo de Vossa Excelência. Saudações. Dr. Álvaro Fernandes, Prefeito Municipal  (de Parangaba). Manoel Moreira da Paixão e outros.

   O Dr. Álvaro Otacílio filho do Médico pela Faculdade de Medicina da Bahia, 30.11.1862, Doutor Cornélio José Fernandes nasceu a 16 de setembro de 1834, em Quixeramobim, e de Maria das Dores Nogueira. O Médico Cornélio José Fernandes recebeu Hábito da Ordem da Rosa, por serviço prestado quando da epidemia do cólera, 1877/1879, Intendente de Quixeramobim, 1897 e 2º Vice Presidente do Estado Ceará, quando faleceu a 29 de setembro de 1899. Neto paterno de José Amaro Fernandes, Tenente Coronel, n. 1813, e faleceu a 16 de outubro de 1884, em Quixeramobim e de Ana Clara Fernandes Pimentel, Nos Livros Eclesiais de Quixeramobim tem filhos nascidos no Crateús e Piauí.

   Termo de batismo de Cornélio José Fernandes. José filho legítimo de José Amaro Fernandes e de Ana Clara Fernandes Pimentel, nasceu a dezesseis de setembro de 1834, e foi batizado por mim com unção dos Santos Óleos nesta (Igreja) Matriz (de Quixeramobim) a dezenove de outubro do mesmo ano: foram padrinhos o Padre Gonçalo Luís Ramalho e Ana Margarida Ramalho Pimentel, casada: e para constar fiz este assento que assinei. O Vigário Frutuoso Dias Ribeiro.” Cf. Livro de Batismos , Quixeramobim.  familysearch.org.

 

Cf. Livro de Batismos , Quixeramobim.  familysearch.org.

 

   Termo de óbito do Tenente Coronel José Amaro Fernandes. “Aos dezesseis de outubro de 1884, faleceu da vida presente de uma congestão cerebral, o Tenente Coronel José Amaro Fernandes, casado com Dona Ana Clara Fernandes Pimentel, de idade de 75 anos (idade real setenta e um anos), e no mesmo dia foi sepultado no cemitério público desta cidade, encomendado pelo Reverendo Pedro de Abreu Pereira. E para constar fiz este assento que assino. O Vigário Salviano Pinto Brandão.” Cf. Livro de Óbitos, Santo Antônio, Quixeramobim. familysearch.org.

   O Dr. Cornélio José Fernandes casou-se com Maria das Dores Nogueira, n. 1846, e falecida a 22 de março de 1878, filha de José da Silva Nogueira, n. no ano de 1815, na Ribeira do Jaguaribe, e falecido a 07.07.1886, em Quixeramobim. Neta paterna de João Nogueira de Souza, o Boca de MOCHILA, n. no ano de 1790, em Jaguaribe, Capitão, Delegado, faleceu no ano de 1856, filho de João Nogueira de Souza e de Antônia Leite de Oliveira. João Nogueira de Souza, o Boca de MOCHILA casou-se com Eufrásia Maria, n. na Ribeira do Jaguaribe, filha de João Ribeiro da Costa e de Ana Gomes de Freitas, moradores na Fazenda do Borges, Freguesia das Russas. Termo de Óbito. “Aos vinte e dois de março de 1878, faleceu da vida presente de ‘inxação’ Dona Maria das Dores Fernandes Pimentel, com trinta e dois anos, branca, depois de ter recebido todos os Sacramentos da Igreja e no dia seguinte foi sepultada no Cemitério desta cidade. E para constar mandei fazer este termo que assinei. O Vigário Salviano Pinto Brandão.” Cf. Livro de Óbitos, Santo Antônio, Quixeramobim. Cf. Livro de Matrimônios. Santo Antônio, Quixeramobim.  familysearch.org. 

   O Médico Cornélio José Fernandes casou-se (2) a 26 de fevereiro de 1879, no lugar denominado São Gonçalo, Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Serra de Baturité, (Guaramiranga), com Maria do Rosário da Silva Nogueira, natural de Quixeramobim, e filha de José da Silva Nogueira e de Ana Francisca Nogueira. Presentes, o Padre José Leorme Menescal, as testemunhas, o Capitão Porfírio Nogueira de Souza e o Major Cândido Franklin do Nascimento. Cf. Livro Matrimônios, Ceará.  familysearch.org.

  Termo de óbito do Dr. Cornélio José Fernandes, “Aos vinte e nove de setembro de 1899, faleceu nesta cidade de Quixeramobim, Paróquia do Bispado do Ceará, o Doutor Cornélio José Fernandes, com sessenta e cinco anos de idade, casado com Maria do Rosário Nogueira Fernandes; natural e morador nesta Paróquia, Seu cadáver vestido de preto, depois de encomendado por mim abaixo assinado foi no mesmo dia sepultado no cemitério público desta mesma cidade. E para constar lavrei este termo que assino. O Vigário Salviano Pinto Brandão.” Cf. Livro de Óbitos, Santo Antônio, Quixeramobim.  familysearch.org.

   O Doutor Álvaro Otacílio casou-se de idade 32 anos, a 16 de outubro de 1901, “pelas sete horas da noite”, na cidade de Quixeramobim, dispensado no 3º grau simples de consanguinidade, com Almerinda Clotilde do Nascimento, n. Quixeramobim, 18 anos de idade, filha de Antônio Monteiro do Nascimento e de Idalina Nogueira do Amorim Garcia. Neta paterna de Manoel José do Nascimento Alarcon Jr. e de Ana Nogueira do Nascimento. Neta materna de José do Amorim Garcia e de Ana Senhorinha da Invenção. Almerinda Clotilde do Nascimento, irmã do Comendador Garcia, José Nogueira de Amorim Garcia, n. Quixeramobim, 23.01.1849 e faleceu assassinado a 10.03.1894. A família LESSA foi acusada e vítima de grande erro judiciário, que ficou por isso mesmo... José Nogueira de Amorim Garcia n. a 23 de janeiro de 1849, em Quixeramobim, Deputado Estadual.

   Termo de casamento do Dr. Álvaro Otacílio“Aos dezesseis de outubro de mil novecentos e um, pelas sete horas da noite, nesta cidade de Quixeramobim, paróquia do Bispado do Ceará, em casa de morada do nubente, (em virtude de Provisão de Dispensa de hora e lugar), compareceram em minha presença  o Doutor Álvaro Otacílio Nogueira Fernandes e Almerinda Clotilde do Nascimento, em tudo habilitados segundo o Direito e previamente dispensados no terceiro grau simples de sanguinidade; ele de idade de trinta e dois anos, solteiro, filho legítimo do Doutor Cornélio José Fernandes e de Maria das Dores Nogueira Fernandes, natural e morador desta paróquia e nela batizado; ela de dezoito anos, solteira, filha legítima de Antônio Monteiro do Nascimento e de Idalina Nogueira do Amorim Nascimento (Garcia), também natural e moradora desta paróquia e nela batizada; os quais contraentes se receberam por marido e mulher com palavras de presente; e logo dei as bênçãos nupciais segundo o Rito da Santa Igreja Católica presentes as testemunhas Cândido Franklin do Nascimento e Teodósio Freire, que reconheço pelos próprios. E para constar lancei este termo que depois de lido, assinei com as ditas testemunhas. O Vigário Salviano Pinto Brandão.” Cf. Livro de Matrimônios, Santo Antônio, Quixeramobim.  familysearch.org.

   O médico Álvaro Otacílio Nogueira Fernandes clinicava e residia em um elegante sobrado na cidade de Quixeramobim. O seu palacete na Av. João Pessoa construído nos idos de 1900/1913, já em meados dos anos quarenta encontrava-se em abandono.

       Filhos por Almerinda Clotilde do Nascimento e o Dr. Álvaro Otacílio Nogueira Fernandes. 1.-4.

1. Cornélio José Fernandes Neto nasceu a 06 de agosto de 1902, no Ceará. O Coronel Cornélio Neto, fazendeiro fluminense (Vassouras, RJ), Engenheiro, Historiador, Professor e Diretor do Colégio Felisberto de Menezes, RJ. Casou-se a 28 de março de 1934, na residência dos pais da noiva a Rua Dr. Sattamini, Tijuca, cidade do Rio de Janeiro, com Hilda Paim de Menezes Câmara, filha de João Paim de Menezes Câmara e de Margarida Mathias Paim da Câmara (falecida a 15.06.1958, RJ). Hilda e Cornélio Neto sem sucessão. Jornal Diário de Notícias. RJ. 23.12.1933. Cornélio José Fernandes Neto do Sindicato dos Professores do Distrito Federal, RJ, é eleito Secretário Geral da Federação do Trabalho. Jornal Correio da Manhã. 28.09.1938. Cornélio Neto em sociedade com Bias Moura de Farias, donos de uma Livraria, à Rua São Francisco Xavier, n° 204, 205 e 208, Tijuca, RJ. Jornal A Noite. RJ. 10.04.1940. O Professor Cornélio José Fernandes Neto participa do Nono Congresso Brasileiro de Geografia, na cidade do Rio de Janeiro. Jornal A Noite. RJ. 22.05.1945. O Prof. Fernandes Neto membro fundador do Diretório do Partido Social Democrático, PSD, da Paróquia do Engenho Velho, Rio de Janeiro. Jornal A Noite. RJ. 17.01.1947. Cornélio José Fernandes Neto é candidato a 1° Suplente de Senador pelo PSD / PTB, Distrito Federal, RJ. O candidato a Senador era Mário de Andrade Ramos. Jornal O Jornal. RJ. 10.09.1953. Cornélio José Fernandes Neto Prefeito Municipal de Vassouras, (1951/1955), faz pleito a Carlos Lacerda para solucionar o problema de abastecimento de água na cidade de Vassouras, RJ. Jornal do Brasil, RJ. 21.05.1977. Perdeu-se uma Carteira do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (C.R.E.A.) de número D 3.183 do profissional Cornélio José Fernandes Netto. Jornal do Brasil, RJ. 29.11.1977. Convite Missa 30° Dia. Cornélio José Fernandes Neto. A Viúva e demais familiares convidam para a Missa a realizar-se na Capela do Colégio Militar, à Rua São Francisco Xavier, Tijuca, RJ.

2. Almerinda Clotilde, Lolosa nasceu a 15 de outubro de 1905, e foi batizada a dez de novembro seguinte, pelo Monsenhor João Dantas Ferreira Lima. Padrinhos, Pedro Paulo de Moura, representado por Leopoldo Cabral e Idalina de Moura Amorim. D. Lolosa casou-se com Clodomir Gaspar de Oliveira. Com geração.

3. Antônio Álvaro Fernandes nasceu a 26 de janeiro de 1908, ver adiante.

4. Ana Clotilde nasceu a 26 de janeiro de 1919. Cf. Raimundo Girão. O Abraão do Jaguaribe. RIC. 1972. p. 131.

     

   Segunda Família residente no sobrado do Dr. Álvaro Otacílio Nogueira Fernandes.

 José Carlos Figueira de Saboia comprou o solar do Dr. Álvaro Fernandes e o reformou. No ano de 1954, passou a residir com a sua família até a ida para a cidade do Rio de Janeiro. A belíssima residência chamava a atenção de todos. O majestoso portão de entrada, a elegância da sua fachada lateral com altíssimo pé-direito, o pequeno lago, para ornar o pátio onde se fazia a manobra do veiculo que parava na soleira dos batentes de acesso ao salão aberto onde se entrava por rica porta de madeira na sala principal da casa.

   Família Real, assim alguns nativos das Damas chamavam a família Saboia que passou a residir no belo sobrado outrora do Dr. Álvaro Fernandes. A maioria dos moradores das Damas era da classe média e comentavam entre si, a beleza do palacete e o desperdício do dinheiro gasto no majestoso portão de três faces que dava entrada a veículos e pedestres por dois pórticos laterais, um a esquerda e o outro a direita. Calculavam que o custo do referido portão, de ferro trabalhado, dava para construir uma casa de morada comum na João Pessoa ou adjacência.

   José Carlos Figueira de Saboia, n. 1903 e + 1982. Corretor de Câmbio, filho do Coronel José Viriato Figueira de Saboia, n. 1854 e +28.11.1932, e de Antônia Adélia Figueira de Saboia, casados a 06 de março de 1886, Sobral. Termo de casamento dos pais de José Carlos Figueira de Saboia: “Aos seis de março de 1886, feitas as diligências de estilo, na Capela do Rosário, em minha presença e das testemunhas, Capitão José Carlos Figueira de Saboia e o Capitão Ernesto Deocleciano de Albuquerque, se receberam em matrimônio por palavras de presente, José Viriato Figueira de Saboia e Dona Antônia Adélia Figueira de Saboia, esta filha legítima do Doutor Antônio Firmo Figueira de Saboia e de Dona Maria do Livramento Figueira de Saboia (Bandeira de Melo), e aquele filho legítimo do Capitão José Carlos Figueira de Saboia e de Dona Emiliana Viriato de Saboia (Mendonça); e logo lhes dei as bênçãos nupciais, os nubentes são naturais e moradores nesta Freguesia e foram dispensados do parentesco de consanguinidade. E para constar fiz este assento que assino. O Vigário Vicente Jorge de Souza.” Cf. Livro de Matrimônios, Sobral.  familysearch.org.

   José Carlos Figueira de Saboia casou-se a 23 de junho de 1932, com Maria Lucy Ribeiro do Amaral, filha de Isaac correia do Amaral Filho e de Maria Stela Ribeiro. Neta paterna de Isaac Correia do Amaral, (Sítio do Bonfim, Guaramiranga) e de Joana Barreira Nanan. Pais de 1.-5.

1. Maria Luíza Amaral Saboia, n. 1933. Casou-se com Marcelo Saddi, a 19 de janeiro de 1957, no solar residência,  de seus pais,Av. João Pessoa, em cerimônia realizada em uma ensolarada tarde, que reuniu familiares, amigos e raros vizinhos do Bairro Damas. O sobrado, impecavelmente preparado, em dia iluminado com certeza um dos mais importantes de sua existência. Maria Luíza e Marcelo, pais de três filhos. 

2. José Carlos de Saboia Filho, n. 1934, casou-se 10 de dezembro de 1964, com Patrícia O’Grady Theophilo, (segundo casamento, o primeiro com Gilberto Fleck), filha do Almirante Paulo Teófilo Gaspar de Oliveira e de Joana D’Arc O’Grady de Paiva, pais de dois filhos.

3. Maria Lucy Amaral Saboia casou-se a 27 de janeiro de 1967, com Pedro Eugênio Soares Bentes, pais de uma filha.

4. Maria Carolina Amaral Saboia, n. 1944, casou-se a 1º de abril de 1967, com Roberto de Andrade Reis, com geração.

5. Antônio Carlos Amaral Saboia, n. 1949, casou-se com Vera Enout Beranger. Cf. Sadoc. Vol. IV p. 56,106. Vol. V p. 59,190. Cf. Raimundo Girão, Famílias de Fortaleza, Ed. IU. UFC. 1975. p. 49.

    Terceira e última Família a residir no sobrado edificado pelo Dr. Álvaro Otacílio Nogueira Fernandes. A família do Sr. Edmundo Rodrigues dos Santos, amigo do titular José Carlos Figueira de Saboia que havia ido residir na cidade do Rio de janeiro.  Residindo pouco tempo, meses, enquanto reformava a sua casa na Aldeota, e sendo a última família a morar no sobrado do Dr. Álvaro Fernandes, foi a do Deputado Estadual, (1959 / 1962, UDN) Edmundo Rodrigues dos Santos nasceu a 19 de abril de 1919, em Cariré e faleceu em 28 de junho de 1983, filho de Ana Rodrigues dos Santos e de Quirino Rodrigues dos Santos. Neto paterno de João Rodrigues dos Santos e de Belarmina Gomes de Matos, casados a 02.08.1890, Pacujá. Neto materno de Vicente Gomes de Matos e de Ana Lopes de Morais. Edmundo irmão do Deputado Federal Manoel Rodrigues dos Santos, n. a 15.10. 1925, Cariré, então Distrito de Sobral, e falecido a 17.11.1975. Cariré, emancipado no ano de 1929. O empresário Edmundo casou-se com a Senhora Edice Ximenes Rodrigues, pais de:

-Eliardo, filho legítimo de Edmundo Rodrigues dos Santos e de Edice Ximenes Rodrigues, nasceu a quatro de maio de 1943, e foi por mim solenemente batizado na Catedral (de Sobral) a três de junho de 1943. Foram padrinhos, Paulo Aragão e (sua mulher) Dinorá Gondim Lins Aragão. Para constar lavrou-se este termo que assino. O Pároco, Padre Domingos de Araújo.” Cf. Livro de Batismos, Sobral. familysearch.org. Cf. Monsenhor Francisco Sadoc de Araújo. Cronologia Sobralense. Vol. IV p. 239,283. Vol. V p. 84.

   Edmundo Diretor-Presidente da Casa Quirino Rodrigues S. A. - Indústria, Comércio e Agricultura.Sócio-Gerente da IACOL - Indústria e Agricultura Castanhas e Óleos Ltda.Diretor-Presidente da COCESA – Cocos do Ceará S. A.  Diretor-Gerente da QUIAUTOS – Quirino Automóveis Ltda.  Sócio-Gerente da COCESA Reflorestamento Ltda.Sócio-Gerente da CIOL – Comércio e Indústria de Óleos Ltda.  Diretor-Presidente da ACEASA – Aços Cearenses S. A.  Sócio-Gerente da CASCAJU – Cascavel Castanhas de Caju Ltda.  Diretor da Associação Comercial.  Diretor da FACIC.  Diretor do Centro dos Exportadores.

 Edmundo Rodrigues dos Santos sogro do Eng. Agr. 1961, UFC, João Vanderilo Mont’Alverne de Paula Pessoa.Nasceu em Sobral, Ceará a 12 de dezembro de 1934. Filho de Manoel Barbosa de Paula Pessoa e de Maria Cândida Mendes Alverne, casados, a 28.09.1933, na Igreja Catedral de Sobral. Neto paterno de João Barbosa de Paula Pessoa e de Francisca Aragão de Paula Pessoa casados a 22.11.1890, na Capela do Rosário, cidade de Sobral. Neto materno de Manoel Cornélio Ximenes Aragão e de Francisca Saboia de Aragão. Termo de batismo de João WanderiloAlverne de Paula Pessoa. João Wanderilo, filho legítimo de  Manoel Barbosa de Paula Pessoa e de Maria Cândida Alverne de Paula Pessoa (sic), nascido a doze de dezembro de 1934, foi pelo Padre José Gerardo Ferreira Gomes,solenemente batizado na Igreja do Menino Deus,(Sobral), a vinte e oito de abril de 1935. Foram Padrinhos, Alarico Mont’Alverne e Francisca Barbosa de Paula Pessoa.Para constar, lavrou-se este termo que assino. O Vigário Padre Domingos (Rodrigues) Araújo”. Cf. Sadoc. Cronologia Sobralense. Vol. IV. p. 106  Cf. Livro de Matrimônios, Sobral. familysearch.org.  Cf. Livro de Batismos. Sobral. familysearch.org. 

   Wanderilo casou-se com Ana Marta, filha de Edmundo Rodrigues. Nasceu em Sobral aos 08 de setembro de 1937. É Bacharela em Ciências Econômicas e Administração de Empresas. Publicou o livro Histórias e Crônicas de meu Pai, editado pela U.F.C em 1997. 

  O solar foi vendido por José Carlos Figueira Saboia, ao Automóvel Clube do Brasil & Automóvel Clube do Ceará para servir de sede ao Automóvel Clube cearense, na Av. João Pessoa esquina sudoeste com a Rua Álvaro Fernandes. José Carlos Figueira Saboia = https://br.linkedin.com/in/jos%C3%A9-carlos-de-saboia-a2703564O Automóvel Clube vendeu para a Igreja Católica, e mudou-se para a ex - residência do Sr. Paulo Cornélio de Holanda, na Rua Miguel Gonçalves, pouco mais de cem metros de distância, e  hoje (2019) é um edifício residencial.

      

  Esquina nordeste da Av. João Pessoa / Rua Teles de Souza, Beco do Km 8. Vizinho ao sobrado do Dr. Álvaro Fernandes.    Rua Teles de Souza. Francisco Martins Ferreira Teles de Souza n. Itapajé, 02 de novembro de 1868, filho de José Martins de Souza e de Cândida Maria de Jesus. Poeta, Jornalista. Cf. Barão de Studart. Dicionário Bio - Bibliográfico Cearense. Typo-Litografia, Fortaleza. 1910. Vol. I.

 Casa grande, antiga, do General José Góes de Campos Barros encravada em terreno amplo, com rico pomar, predominando as mangueiras Itamaracá. Área para jogar bola e o acesso a garagem pelo Beco do Km 8 - Rua Teles de Souza. Demolida, construíram um edifício residencial.

                                              

 General  Góes.  1942. Fonte Foto: Hugo Vitor, op. cit. Chefes de Polícia.

General Góes.  Fonte Foto: ISSEC. http://www.issec.ce.gov.br/index.php/historico/ipe 

 

   O General José Góes de Campos Barros homem sério, culto, educado, amigo, nasceu a 06 de maio de 1913, em casa de seus pais na área urbana da cidade de Flores, Pernambuco, e faleceu a 17 de dezembro de 2006, em Fortaleza, Ceará. Filho de João do Nascimento Lopes Barros, n. 25.12.1860, na família Carvalho, de Belmonte, e de sua segunda esposa Dona Maria Góes de Campos Barros, n. 08.06.1860, na família Campos Góes, de Triunfo e Belmonte. Neto paterno de Joaquim Lopes Diniz* n. 12.02.1812, de Gertrudes Maria das Virgens, moradores na Fazenda Tapuio, Floresta, Pernambuco. Neto materno do Coronel José Alves Góes e Melo e de Dona Francisca Laudelina de Campos Góes. *Filho de José Lopes Diniz e de Josefa Gonçalves Torres. Por engano anotado como neto materno de Francisco de Barros do Nascimento, e de Clara Grata de Oliveira Barros. 

Termo de Registro Civil. “Aos seis (sic) dias do mês de maio de 1913, nesta cidade de Flores, primeiro Distrito do Município do mesmo nome, Estado de Pernambuco; compareceu ao meu Cartório o Coronel João do Nascimento Lopes Barros, natural deste Estado, residente nesta cidade, declarou perante as testemunhas, o Capitão José Virgino Ferreira Nunes e Zebedeu Rufino Rosa ambos da mesma naturalidade e residência, que às nove horas da noite do dia seis do corrente (seis de maio de 1913), em casa de sua residência nasceu uma criança do sexo masculino a qual tomou o nome de José e por sobrenome Góes (de Canpos) Barros, filho legítimo do declarante e de sua consorte Dona Maria de Góes (Campos) Barros, neto paterno de Joaquim Lopes Diniz e Dona Gertrudes Maria das Virgens, falecida, e materno do Coronel José Alves Góes e Melo e Dona Francisca Laudelina de Campos Góes, sendo padrinho José Francisco de Medeiros. Do que para constar lavrei este termo que depois de lhe achar conforme, comigo assinaram, o declarante, as testemunhas e eu Antônio Xavier Leite Oficial de Registro Civil.” Cf. Reg. Civil, Pernambuco. Nascimento. familysearch.org. Obs. Para outra fonte nasceu a 09 de agosto de 1907 ou 1912. Cf.  Hugo Victor Guimarães e Silva. Chefes de polícia do Ceará. Fortaleza: Tipografia Minerva. 1943. 184 p. José Guedes de Campos Barros, filho do General Góes, informa a data correta do nascimento: nove de agosto do ano de 1907.

 

08.06.1911. Flores. O Coronel João do Nascimento Lopes Barros aso oito dias do mês de julho de 1911, compareceu ao Cartório do Registro Civil do Sr. Antônio Xavier Leite, da cidade de Flores, Pernambuco, onde declarou ser natural de Pernambuco, residente na cidade de Flores, e casado com Dona Maria de Góes Barros, e serem pais de Antônio Góes Barros nasceu em casa de residência de seus pais, a 17 de agosto de 1902. Neto paterno de Joaquim Lopes Diniz e Dona Gertrudes Maria das Virgens, falecida, e materno do Coronel José Alves Góes e Melo e Dona Francisca Laudelina de Campos Góes. Testemunhas presentes, Firmo Antônio de Carvalho e José Virgino Ferreira Nunes. Ana Teresa nasceu a 22 de abril de 1912, filha do Coronel João do Nascimento Lopes Barros e de sua mulher. Cf. Reg. Civil, Pernambuco. Nascimento. familysearch.org.

Jornal do Recife, Pernambuco. 04.10.1915. Faleceu na cidade de Flores no dia 15 de fevereiro de 1915, o Coronel José Alves Góes e Melo, que nasceu a 18 de maio de 1841, no município de Alagoa de Baixo, Sertânia, Pernambuco. Era casado com Dona Francisca Laudelina de Campos Góes, pais de: Luís Alves de Góes e Melo, Advogado em Afogados de Ingazeira; 1º Tenente do Exército e Doutor Antônio Praxedes Campos Góes; Capitão Manoel Alves de Campos Góes; Joana Pio de Campos Góes e Dona Maria de Góes Campos Barros, casada com o Coronel João do Nascimento Lopes Barros. Dona Maria Góes com os pais  corretos na anotação do Jornal do Recife. O Coronel José Alves suplente de Delegado do Termo de Flores, 1869. 2° Suplente Juiz de Órfãos, Termo de Flores, 1892.

Jornal Diário de Pernambuco, Recife. 28.03.1925. No dia 27 de março de 1925, faleceu em sua residência a Rua das Flores, cidade de Flores, Pernambuco,  o Coronel João do Nascimento Lopes Barros, com a idade de 64 anos, ex – Prefeito municipal de Flores, 1903,1904,1907,1908,1910,1911, 1913. Foi encomendado pelo Padre Antônio Alfarinho César e foi sepultado no Campo Santo desta cidade. Era casado com Dona Maria Góes de Campos Barros.

  O citado Coronel João do Nascimento Lopes Barros, sogro do Coronel Antônio Medeiros de Siqueira Campos, Prefeito Municipal de Flores, Deputado Estadual, Pernambuco, (casado com Maria Stela Góes de Campos Barros) e do Coronel Elpídio do Amaral Padilha, influente político em Afogados de Ingazeira, (casado com Dona Arethuza Góes de Campos Barros).

Jornal Correio de Manhã. 26.01.1934. Escola Militar do Rio de Janeiro. O Cadete José Góes de Campos Barros, foi declarado Aspirante pela Arma de Infantaria, no dia 25 de janeiro de 1934. Serviu no 22° Batalhão de Caçadores.

Jornal Correio de Manhã. 08.02.1936. O 2° Tenente José Góes de Campos Barros, comanda um grupo de 111 voluntários destinados ao Grupo Escola.

Jornal Correio de Manhã. 23.06.1936. O 2° Tenente José Góes de Campos Barros é posto pelo Ministro da Guerra, á disposição do Governador do Ceará.  

Jornal O Jornal. RJ. 23.09.1936. Caldeirão.

O Povo. Fortaleza. 15.04.1937. A Ordem dos Penitentes, Caldeirão, Crato. Pelo Tenente José Góes de Campos Barros.

Jornal Diário Carioca. 15.02.1938. Góes chega ao Rio de janeiro a bordo de um hidro avião da Panair do Brasil.  

Jornal Diário de Notícias. 24,3.1938. Retornou do Rio de Janeiro o oficial do Exército Nacional, José Góes de Campos Barros, Delegado de Ordem Política e Social do Estado do Ceará.

Correio da Manhã. RJ. 24.06.1938. Por solicitação do Governador do Ceará o 1° Tenente José Góes de Campos Barros, retorna a tropa.

Correio da Manhã. RJ. 23.05.1941. O 1° Tenente José Góes de Campos Barros é promovido a Capitão.

Correio da Manhã. RJ. 31.03.1948. Nomeado Adjunto de Catedrático da Aula de Francês da Escola Preparatória de Fortaleza.

Jornal A Noite. RJ. 25.09.1950. Promovido a Coronel José Góes.

Correio da Manhã. RJ. 03.12.1950. Concurso para Professor de Inglês da Escola Preparatória de Fortaleza. Jornal O Jornal, RJ. 12 02.1954. Suplente de Senador, PSD, Estado do Ceará.        

Jornal Diário de Pernambuco, Recife. 30.12.1958. Sábado, 27 de dezembro de 1958 foi realizada solenidade de encerramento do ano letivo e do término de curso dos terceiranistas da Escola Preparatória de Fortaleza (Exército). O Orador da Turma Hélio Guedes de Campos Barros, ‘verberou contra a atitude dos militares que procuram desmoralizar o regime’. O concluinte Hélio Guedes Campos Barros teve a sua palavra cassada pelo Comandante da Escola Preparatória, Coronel Vítor Hugo de Alencar Cabral. Ao final da sessão o Coronel Hugo pediu desculpas ao público presente pelo que tinha acontecido, acrescentando que apesar de ser de praxe, o Comandante censurar discurso de seus comandados,  só assim o fez,  pois ‘parecia que o discurso do aluno Hélio Guedes de Campos Barros não havia sido preparado por ele e sim por influência de terceiros e familiares’. Presente ao ato solene, o pai do Orador, Tenente Coronel José Góes de Campos Barros pediu a palavra e de pronto o Comandante Coronel Vítor Hugo negou-lhe, reagindo o Tenente Coronel José Góes chamou o Comandante de covarde, no que recebeu ordem de prisão. Consta que a interferência de terceiros resolveu o imbróglio, restando punição somente para o aluno Hélio Guedes cumprir dez dias de detenção. O fato foi determinante para o jovem aluno desistir de cursar a Academia Militar de Agulhas Negras (AMAN), e ingressar via vestibular na Faculdade de Direito da U.F.C., havendo ocupado elevadas funções na vida pública civil.

Jornal do Comércio. 22.05.1960. O General Góes inaugura na Secretaria de Polícia, a Sala da Imprensa Assis Chateaubriand.

Jornal Diário de Pernambuco, Recife. 26.10.1960. A residência da Senhora Célia Campos Barros Engelke, Rua  Natal, nº 44, Praia de Botafogo, Rio de Janeiro, foi assaltada. O Secretário de Polícia e Segurança Pública do Ceará, Coronel José Góes de Campos Barros, envia circunstanciado ofício, ao Delegado Romildo Leite, titular da Delegacia de Investigações e Capturas, Rio de Janeiro, Estado da Guanabara.

Correio da Manhã. 06.11.1960. Góes é promovido a General de Brigada.

Jornal - Eusébio.  Evandro Sá em Jornal de sua propriedade, município de Eusébio, <2003>, publicou uma notícia sobre um fim-de-semana, nas eras dos anos sessenta, do Coronel José Góes de Campos Barros no Sítio Parnamirim, - (antiga Aldeia dos índios Tremembés, missionada pelo Padre Antônio Farinha Preto), -  de propriedade do seu amigo e vizinho no Bairro Damas, Sr. José Liberato Barroso, (Xara Barroso).

  Evandro Sá relata o fato que o então Coronel Góes montado a cavalo, entrar na Vila de Eusébio, manhã cedo, à paisana, armado com revólver a cintura.  O Delegado de Polícia de Eusébio, desconhecendo o Coronel Góes e insuflado por pessoas gaiatas, ordenou que o cavaleiro descesse de sua montaria e entregasse a sua arma. Na frente dos nativos eusebienses, o Coronel Góes a tudo cumpriu, apeando-se e entregando a sua arma, e com calma penetrou no mercado para comprar carne bovina. A atitude do cavalariano, educado, cumpridor da ordem, gerou frustração geral no populacho e fofoqueiros.  Avisado o Delegado por uma alma séria, de quem se tratava o referido cavalariano, deixou o policial apreensivo, que foi à procura do Coronel José Góes para devolver-lhe a arma. Tranquilo, com simplicidade e coerência, o Coronel Góes diz ao Delegado que ele agiu de modo correto, ao retirar a arma de um desconhecido, sem prova de habilitação para conduzi-la, e que ele Delegado deveria continuar a sua ação e somente devolver o armamento quando lhe fosse apresentada a documentação devida. Explicando ainda, que no momento ele não conduzia a sua identidade militar, e o consequente porte de arma, pois havia deixado no Sítio do amigo Xara Barroso. Disse mais o Coronel Góes que só receberia sua arma, após buscar a sua identidade militar e apresentá-la a autoridade policial no Eusébio, pois essa era a conduta correta. Aconselhou ao Delegado, assim agir demonstrando a todos os presentes, que a Lei é igual para todos, e que cumpri-la de modo algum é humilhante.

Jornal Diário de Pernambuco, Recife. 31.08.1969.  O General José Góes de Campos Barros, Coordenador Norte / Nordeste, da Companhia Brasileira de Armazenamento (CIBRAZEM).

Jornal A Cruz. 10.12.1961. O General José Góes de Campos Barros foi o grande organizador da Polícia cearense. P. ex. Polinter (Polícia Interestadual), criação da Escola de Polícia do Ceará, cursos de aperfeiçoamento, instituição da Polícia Civil de carreira, etc.  

Jornal Diário de Pernambuco, Recife. 05.04.1972. Dr. Lauro Inácio Guedes Pereira, Escrivão do Registro Civil de Afogados, faleceu a 30 de março de 1972, em sua residência à Rua Manoel Bezerra, n° 53, Madalena, viúvo, pai de seis filhos. O Dr. Lauro filho de José Inácio Guedes Pereira e pai de José Inácio Guedes Pereira Neto, que faleceu a 10 de fevereiro de 1978. Recife. Sepultamento em Santo Amaro. O Dr. Lauro era tio paterno de Dona Neusa Guedes Pereira.

Jornal Diário de Pernambuco, Recife. 21.08.1973. O General José Góes de Campos Barros (ausente). Convite Missa 7º Dia. Capela do Colégio Salesiano do Recife, 22 de agosto de 1973, às 19 h. O Major Aviador Paulo Adauto de Campos Barros tragicamente desaparecido. O Major Paulinho, sobrinho paterno do General Góes.

Jornal Diário de Pernambuco, Recife. 03.07.1974. O General José Góes de Campos Barros, Presidente do Instituto de Previdência do Estado Ceará, (IPEC, de 07.03.1970/07. 04.1975), pede demissão, na tentativa do Governador César Cals de Oliveira Filho de fazê-lo candidato a Vice Governador. 

Jornal Diário de Pernambuco. Recife. 03.11.1979. O General Góes Assessor do Ministro de Minas e Energia, César Cals.  

Jornal do Brasil. Especial. 1°.02.1981. A Chacina do Caldeirão, Cariri cearense. 

 

Ver  a seguir Convite Missa 7° Dia, na Igreja da Candelária, RJ, do Sr. Adaucto Góes de Campos Barros, irmão do General Góes. O Sr. Adaucto nasceu a 03 de junho de 1899, em Pernambuco, e faleceu a 30 de junho de 1968. Casado, agricultor, industrial e sócio de imobiliárias. Diário de Notícias. RJ. 05.07.1968.  Ainda irmãos do General GóesRichomer Góes de Campos Barros nasceu a 14 de fevereiro de 1895 e Arethuza Góes de Campos Barros nasceu a 10 de março 1896, casada com Elpídio do Amaral Padilha, falecido a 16.02.1974, Recife.

     

 

 

    O General José Góes de Campos Barros casou-se a 09 de outubro de 1936, em João Pessoa, Paraíba, com Dona Neuza Guedes Pereira de Barros nasceu no dia 29 de agosto de 1916, em Recife, Pernambuco,  filha de José Inácio Guedes Pereira Filho, (natural do Poço da Panela, Recife) e de Dona Maria Silva Guedes Pereira, (Maria Antonieta de Araújo Silva, natural de Afogados de Ingazeira, Pernambuco). Dona Neuza neta paterna de José Inácio Guedes Pereira. Neta materna de Dona Júlia de Souza Silva e de Antônio Pereira de Araújo e Silva.  

 

Termo de casamento General José Góes de Campos Barros. “Aos nove de outubro de 1936, feitas as denunciações canônicas de minha licença o Monsenhor Pedro Anísio Bezerra Dantas assistiu no Oratório Privado, presentes as testemunhas, o Doutor Lauro Wanderley e o Doutor Antônio Santiago, ao recebimento matrimonial dos nubentes José Góes de Campos Barros e Neuza Guedes Pereira, ele com vinte e seis anos de idade, filho legítimo de João do Nascimento Lopes Barros e Maria de Góes Campos Barros, natural de Pernambuco, ela com vinte anos de idade, filha legítima do Doutor José Inácio Guedes Pereira Filho e Maria Silva Guedes Pereira, natural de Pernambuco, ambos moradores nesta Paróquia. E para constar mandei fazer este  termo que assino. O Vigário.” Cf. Livro de Matrimônios, João Pessoa. familysearch.org.

 

Cópia do manuscrito. Termo de casamento de D. Neuza Guedes Pereira com o Tenente José Góes de Campos Barros.