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Bacharel Antônio Augusto de Araújo Lima. * 1848 + 1883. Foto: Acervo FAAL.

                                                                  

   Antônio Augusto de Araújo Lima nasceu a 15 de agosto de 1848, e foi batizado a 20 de setembro de 1848, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Expectação do Icó, Ceará, filho de Raimundo de Araújo Lima e de Manuela Cavalcante de Miranda Henriques. Neto paterno de Manoel da Cunha Silva e de Clara Tavares Benevides. Neto materno de Pedro Manoel  Duarte Gondim e de Maria Joaquina de Miranda Henriques.   

Termo de batismo de Raimundo de Araújo Lima“Aos oito dias do mês de setembro de 1810, o Reverendo Francisco Roberto (de Almeida e Silva), batizou e pôs os Santos Óleos, ao inocente Raimundo, nascido no dia trinta e um de agosto do dito ano, filho legítimo de Manoel da Cunha Silva, natural da Freguesia de Santo Antônio do Recife, e Joana Batista dos Santos, desta Freguesia do Icó onde são moradores: foram padrinhos, o Capitão Manoel da Cunha Freire Pedrosa e Luíza de Almeida e Silva, e para constar mandei  lançar o assento e me assinei Domingos da Mota Teixeira.” Obs. Raimundo de Araújo Lima - genearca dos Araújo Lina no Pedregulho, Icó, e por seu filho Bacharel Antônio Augusto de Araújo Lima, dos Araújo Lina, da Quixabinha, Mauriti, Ceará.  Cf. Li22-105.

   Pedro Manoel Duarte Gondim nasceu na Freguesia de Santo Antônio do Recife, filho de João Bernardo de Lima Gondim e de Dona Manoela de Santa Ana de Araújo Gondim. Pedro Manoel Duarte Gondim Proprietário Cartório da Ouvidoria, Tabelião da Ouvidoria, Crato, Ceará, (e não Manoel Pedro Duarte Gondim como por engano foi divulgado) casou-se aos dezessete dias do mês de outubro de 1808, pelas seis horas da tarde, no Oratório particular dos pais da nubente, Freguesia do Sacramento do Bairro de Santo Antônio do Recife, com Maria Joaquina de Miranda Henriques, natural da Freguesia da Sé, filha de Félix Francisco Correia de Barros e de Maria Joaquina de Miranda Henriques. Presentes a cerimônia religiosa de casamento o Cônego Manoel Vieira de Lemos, as testemunhas, o Reverendíssimo Deão Manoel Xavier Carneiro da Cunha e José Pereira de Lima Gondim. Cf. Livro de Matrimônios, Recife.  DSCF7507.

                 

      Filhos por Félix Francisco Correia de Barros {falecido a 12.01.1810} e Maria Joaquina de Miranda Henriques. 1.-5.

  1. Gertrudes Maria de Miranda Henriques. Antônio Joaquim de Oliveira Guimarães nasceu aos 16 de maio de 1782, na Vila do Conde, Porto, filho de João Fernandes e de Maria de Oliveira. Neto paterno de José Fernandes e de Mariana Domingues. Neto materno de Teotônio Francisco e de Maria de Oliveira. Antônio Joaquim casou-se aos 14 de abril de 1806, em casa do Pai da nubente, Vila de Santo Antônio do Recife, com Gertrudes Maria de Miranda Henriques, n. Recife, filha de Félix Francisco Correia de Barros e de Dona Maria Joaquina de Miranda Henriques. Cf. Livro de Matrimônios, Recife.  DSCF7340. Cf. Livro de Batismos de Vila do Conde. familysearch.org.
  2. Félix Francisco Correia de Barros Júnior.
  3. Francisco de Paula de Miranda Henriques.
  4. Maria Joaquina de Miranda Henriques, supra.
  5. Bento Joaquim de Miranda Henriques c.c. Herculana Duarte de Miranda Henriques. 05.11.1842. Jornal Diário Novo do Recife.

 

       João Bernardo de Lima Gondim batizado a 1° de abril de 1754, na Capela do Convento do Carmo da Reforma, pelo Prior do Convento Padre Frei, José dos Remédios. Foram seus padrinhos, o Doutor Ouvidor Geral João Bernardes Gonzaga e Dona Maria Lima de Araújo Gondim, filha da viúva Dona Josefa da Fonseca. Cf. Inquirição de Génere.

João Bernardo de Lima Gondim e Manoela de Santa Ana Araújo (a ascendência de João Bernardo e de Dona Manoela é conhecida, pais, avós, bisavós, naturalidade. As informações serão publicadas). FAAL. O Padre Antônio José Duarte de Araújo Lima Gondim, Vigário emQuixeramobim era irmão germano do Tenente Coronel João Bernardo de Lima Gondim. Filhos anotados por João Bernardo e D. Manoela. 1-3.

  1. Antônio José Duarte de Araújo Gondim, a seguir.
  2. José Pereira de Lima Gondim, Escrivão, Notário Público, em Recife. Revolucionário 1817.
  3. Pedro Manoel Duarte Gondim.   

 

26.04.1830. Diário de Pernambuco. Avisos Particulares. Acha-se uma carta vinda de Lisboa, na Rua do Queimado, n° 07, terceiro andar, para o Senhor Pedro Manoel Duarte de Araújo Gondim; e como o dito Senhor não existe nesta Província, pode qualquer dos seus parentes, ou amigos, que com ele tenha relação, ir recebê-la para fazer remeter a fim de lhe ser entregue.

01.08.1836. Diário de Pernambuco. Avisos Particulares. O abaixo assinado Escrivão dos Protestos e Hipotecas desta Comarca anuncia ter seu Escritório na casa n° 15 primeiro andar na esquina confronte a Igreja do Rosário onde se achará diariamente do nascer ao pôr do sol para poder entrar no desempenho das obrigações a seu cargo pelo que as pessoas quando do seu ofício tiverem dependência aí o poderão procurar de segunda feira próxima 1° de agosto (1836) em diante. Pedro Manoel Duarte Gondim, da Casa nº 2. do Beco do Tapado.  06.03.1845. Jornal Diário Novo do Recife. Cf. Habilitação. Pesquisa - FAAL. 

16.03.1839. Diário de Pernambuco. – Pedro Manoel Duarte Gondim, Tabelião dos Protestos, mudou o seu Cartório para a Rua do Rosário estreita, 1° andar do sobrado D. 23.

10.06.1840. Diário de Pernambuco. Aviso. Dona Maria Joaquina de Miranda Henriques previne ao respeitável público que tendo desaparecido do seu poder uma letra da quantia de 1:478$000 rs sacada na Vila do Icó a 28 de fevereiro de 1839 a 1ª meses precisos (sic) por João Manoel Dias aceita pelo Dr. Francisco Izabulon de Almeida Pires, garantida por Joaquim Pinto Nogueira a qual foi pelo sacador cedida a em pagamento a seu finado marido Pedro Manoel Duarte Gondim estando ela apontada e protestada a vista do que espera a anunciante que pessoa alguma faça negócio com a referida letra, apreendendo na mão de quem ela for achada.

29.09.1854. Diário de Pernambuco. Dona Maria Joaquina de Miranda Henriques consta na relação de devedores da décima dos prédios urbanos do Bairro de Santo Antônio, 1833/1852.

03.06.1865. Diário de Pernambuco. Pedro Manoel Duarte Gondim (Neto), por si e por toda sua família agradece às pessoas que se dignaram assistir as exéquias e acompanhar até o cemitério público os restos mortais de sua mui prezada avó Maria Joaquina de Miranda Henriques.

RIC. Irineu Pinheiro. Joaquim Pinto Madeira, e a Revolução de 1832. Art. 7° - Que o Escrivão da Ouvidoria, (do Crato), Manoel Pedro Duarte Gondim, seja lançado fora do Ofício por inimigo da causa do Brasil, como pelos seus fatos públicos tendentes ao seu Cartório.

26.02.1868. Jornal do Recife. Antônio José Duarte de Araújo Gondim. Proclamas Casamento. Antônio Francisco de Assis com Paula do Espírito Santo Araújo Gondim. 03.02.1874. Jornal do Recife e 15.12.1876 Barão de Araújo Gondim.

 

 

   O termo de casamento de Pedro Manoel Duarte Gondim irmão de Antônio José Duarte de Araújo Gondim (primeiro do nome), pai de Antônio José Duarte de Araújo Gondim(segundo do nome), Barão de Araújo Gondim, põe por terra a tradição oral (uma vez mais) e explica a ligação da família Araújo Lima, Quixabinha, Mauriti, com Recife - não via Pedro de Araújo Lima, Marquês de Olinda, e sim via o Barão de Araújo Gondim. 

  "Carlota Joaquina de Melo, n. ??.03.1800, em Vila Rica, e 'exposta' em 23.03.1800, na porta da casa de João da Costa Pereira e de sua esposa, amigos de toda confiança dos Seixas e dos Ferrões; b. 21.04.1800, e f. 27.02.1826, no Rio de Janeiro, muito jovem, menos de um mês após o falecimento do esposo. O batismo foi feito pelo coadjutor Hippolyto Antônio de Freitas, tendo sido padrinhos o padre Antônio Ferreira de Araújo e a tia materna Maria Dorotheia Joaquina de Seixas. O Padre Antônio Ferreira de Araújo, ligado por antiga amizade ao Solar dos Ferrões, levou a batizada Carlota Joaquina para sua casa, onde ficou a criança a cargo de Rosa Ferreira de Araújo, irmã do sacerdote, e ali foi criada, sempre com a assistência dos pais, Emerenciana Joana Evangelista de Seixas e Carlos José de Mello.
Carlota Joaquina fixou a data de 30 de outubro de 1817 para o seu casamento com o ouvidor da capitania de Minas Gerais em Vila Rica. Com isso, seus pais resolveram casar-se em 25.05.1817 [v. 30339, Emerenciana]. Carlota casou-se em 30.10.1817, às 11 horas da noite, na igreja de São Francisco de Assis de Vila Rica, com Antônio José Duarte de Araújo Gondim [primeiro do nome]  n. 1782 no Recife, f. 31.01.1826 no Rio de Janeiro. Filho de João Bernardo de Lima Gondim e de Manoela de Santa Ana Araújo."Obs. A madrinha de batismo de Carlota Joaquina de Melo, Dona Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, a mesma Marília de Dirceu, n. 08.11.1767. Aos 16 anos (1783) começa o namoro com Tomás Antônio Gonzaga, 40 anos, o Dirceu. Quando Marília completou 18 anos, ficaria noiva de Tomás e no dia marcado ele foi preso por ser um dos membros da inconfidência mineira. Consagrada no poema, Marília, Maria Dorotéia Joaquina de Seixas é irmã de Emerenciana Joana Evangelista de Seixas

   "Antônio José Duarte de Araújo Gondim [primeiro do nome] - Era advogado formado em Coimbra em 1805. Desembargador da Relação da Bahia. Ouvidor em Vila Rica quando de seu casamento. Com a proclamação da independência do Brasil, foi eleito deputado por Pernambuco à Constituinte do Império [1823]. Cavaleiro da Ordem de Cristo e da Ordem do Cruzeiro. Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro. Após o casamento, foi residir na Ouvidoria, onde antes residira Thomaz Antônio Gonzaga [v. 30328a] [Leal, p. 17, 44]. Foi nomeado senador do Império por Pernambuco em 1826, dias antes de seu falecimento [v. 33098]."

  "Antônio José Duarte de Araújo Gondim [segundo do nome], n. 14.07.1823 no Recife, f. 14.02.1885, em Petrópolis, RJ. Diplomata. Conselheiro do Império. Entrou para o corpo diplomático em 16.01.1839, aos 16 anos de idade, tendo o seu primeiro posto em Lisboa. Serviu em vários países da Europa, nos Estados Unidos, no Paraguai, no Uruguai e no Chile. Chegou a ministro plenipotenciário. Barão de Araújo Gondim, em 10.03.1876. Casou-se em 1860, no Rio de Janeiro, com MARIA CAROLINA DA GAMA COCHRANE [30362a], n. 25.05.1838 no Rio de Janeiro, f. 27.11.1901 tb. no Rio de Janeiro. Com geração."

 Fonte: Edgardo Pires Ferreira. A mística do parentesco: uma genealogia inacabada: a teia do parentesco em Pernambuco / Edgardo Pires Ferreira. - I. ed. - Guarulhos, SP: ABC Editorial, 2011.

Ver:    http://www.parentesco.com.br/index.php?apg=arvore&idp=33965&ver=por&ori=pal&c_palavra= 

 

 

  O Dr. Antônio Augusto Bacharel em Direito, pela Faculdade de Recife, ano de 1868. Promotor e Juiz Municipal em Jardim, Ceará, Deputado Provincial no biênio 1870/1871, pelo partido Conservador. Primeiro presidente da Irmandade do Santíssimo Sacramento de Jardim. A sua esposa Argina Leite, Mãe Gina, faleceu a 21 de setembro de 1943, em Mauriti. O Dr. Augusto, Pai Doutor, faleceu prematuramente, aos 35 anos de idade a 21 de agosto de 1883, em Milagres, e foi sepultado na Capela do Nazaré, Milagres, Ceará, edificada pela família de sua esposa. 

   Termo de Óbito de Antônio Augusto d’Araújo Lima. “Aos 21 de agosto de 1883, faleceu o Doutor Antônio Augusto d’Araújo Lima casado com D. Argina d’Araújo Lima Morais, na idade de 35 anos de moléstia no interior de que lhe apareceu um tumor, sepultou-se na Capela do Sítio Nazaré a 22 do mesmo mês e ano. O Vigário Joaquim Manoel de Sampaio.”

            

                     Cf. Livro de Óbitos de Milagres. familysearch.org. 

 

    O Bacharel Antônio Augusto casou-se a 20 de maio de 1874, em Milagres, com Argina Juscelina Leite de Morais nasceu a 31 de outubro de 1856, no Sítio da Taboca, e batizada no Oratório deste Sítio, em Milagres, a 09 de novembro do mesmo ano, sendo seus padrinhos os avós maternos, Manoel Furtado Leite (Neto) e sua mulher Rita Martins de Morais, moradores no mesmo Sítio. 

                              Cf. Livro de Batismos. Milagres. familysearch.org.

 

    

Argina Juscelina Leite de Morais. Praça do Ferreira, 1927. Antônio Augusto Argina Leite, amigas e Argina Augusto (Neta), Fotos: Acervo FAAL.

 

    Argina Juscelina Leite de Morais, Mãe Gina, exerceu forte liderança no seio de sua família e distribuiu bondade entre parentes e afilhados. Filha única e órfã com um ano e meio de idade, criada com zelo e carinho, foi à guardiã da memória familiar. Soube reunir as informações relativas às datas de nascimento, batizado, casamento e falecimento, as histórias boas e más, e as transmitiu aos filhos e netos com tanto entusiasmo e amor, que um seu neto e um seu bisneto deram continuidade à conservação e transmissão, pesquisando, complementando essas suas valiosas e quase sempre corretas informações. O seu inestimável livro de anotações se acha desaparecido. A semente que plantou, germinou, cresceu e frutificou, pois plantada por mãos carinhosas e fertilizada pelo amor familiar. Argina, a Mãe Gina, faleceu em 21 de setembro de 1943, no Mauriti.

Pais e avós, etc.: de Argina Juscelina Leite de Morais.

João Leite de Morais, casado com sua prima-irmã Joaquina Juscelina Furtado Leite de Morais.

Avós Paternos:

Antônio Furtado Leite Júnior e Ana Rosa Martins de Morais.

Avós Maternos:

Manoel Furtado Leite (Neto) e Rita Martins de Morais.

Bisavôs Paternos:

Antônio Furtado Leite e Antônia Benedita de São João Batista.

 João Martins de Morais e Antônia Maria do Espírito Santo Furtado Leite.

Bisavôs Maternos: Os mesmos paternos, em função do avô paterno ser irmão do avô materno e da avó paterna ser irmã da avó materna. Dois irmãos casados com duas irmãs.

Trisavôs Paternos:

Manoel Furtado Leite e Joana Correia Platena de Sá.

 Antônio Gonçalves Dantas e Antônia Maria Barbosa.

 Bartolomeu Martins de Morais e Ana Maria Ferreira.

 Gregório do Espírito Santo e Isabel Furtado Leite.

Trisavôs Maternos: Iguais aos paternos.

Tetravôs Paternos:

Luís Furtado Leite e Almeida e Beatriz de Sousa da Silveira.

Domingos Dias da Costa e Josefa Maria da Silveira.

Manoel Gonçalves Rua e Maria Gonçalves Dantas.

 Francisco Pinto da Cruz e Rosa Maria Barbosa.

Dom Bartolomeu de Moraes e Isabel Martins, solteira.

 Pais da soteropolitana Ana Maria Ferreira Manoel Alves.

Luís Furtado Leite e Almeida e Beatriz de Sousa da Silveira.

 Tetravôs Maternos: iguais aos paternos.   

 Irmã de Argina Juscelina de Araújo Lima: Minervina Juscelina Leite de Morais nasceu a 13 de fevereiro de 1858, na Fazenda Descanso, Mauriti, Ceará, e foi batizada, a 18 de fevereiro 1858, no Oratório da Taboca, Milagres. Faleceu no ano de 1858.

         O Dr. Augusto e sua mulher Argina pais de três filhos: 

  • Augusto Leite de Araújo Lima.
  • Raimundo Leite de Araújo Lima.
  • João Leite de Araújo Lima. Raimundo sem sucessão, e o primeiro, Augusto, e o terceiro, João, com sucessão. Tronco dos Araújo Lima da Quixabinha, Mauriti, Ceará.

          

Augusto Leite de Araújo Lima e sua esposa Maria Carolina Dantas de Quental Cartaxo, 97 anos. Fotos: Acervo FAAL.

 

 

Augusto Leite e seu filho Antônio Augusto (Neto). Antônio Augusto (Neto) e Carlos Monteiro. Fotos: Acervo FAAL. 

 

       

Antônio Augusto (Neto) e Carlos Monteiro. Fortaleza, 1927. Foto: Acervo FAAL.

 

        Termo de Batismo: Augusto Leite de Araújo Lima. AUGUSTO filho legitimo do Dºr Antonio Augusto d’Araujo Lima e D. Argina Juscelina d’Araújo Lima, nasceu a 13 de janeiro de 1876, e batizou-se a 20 de fevereiro do mesmo ano, sendo seus Padrinhos João Leite de Morais e Rita Martins de Morais, dando-se o batismo na Capela do Sitio Tabocas pelo Vigário Joaquim Manoel de Sampaio. E por ser verdade assino. O Vigário Joaquim Manoel de Sampaio”. A Margem: Augusto Brcº.  Cf. Livro de Batismos, Milagres. 1874/1877. familysearch.org. 

   

      Termo de casamento de Augusto Leite de Araújo Lima e Maria Carolina. “Aos vinte e oito dias do mês de abril do ano de 1897, as três horas da tarde, na Capela do Mauriti, desta Freguesia de Milagres, Bispado do Ceará, de licença minha, compareceram na presença do Reverendíssimo Monsenhor Francisco Rodrigues Monteiro, os contraentes habilitados sem impedimento algum; Augusto Leite de Araújo Lima e Maria Carolina Dantas Cartaxo, solteiros, de idade ele vinte e um anos, e ela de idade vinte anos, naturais e moradores nesta Freguesia, os quais contraentes se receberam por marido e mulher, com palavras de presente, e logo lhes foram dadas as bênçãos nupciais segundo o rito da Santa Madre Igreja Católica, sendo testemunhas presentes o Doutor Antônio Joaquim do Couto Cartaxo e Antônio Machado de Moraes, os quais conheço pelos próprios. E para constar lavrei este termo que depois de lido assino juntamente com as testemunhas. Pró Pároco José Fernandes de Medeiros.” Obs. A idade  real da nubente: 22 anos. Antônio Joaquim do Couto Cartaxo, testemunha, é tio materno da nubente e também tio paterno por afinidade. Cf. Livro de Matrimônios, Milagres. familysearch.org. 

        Filhos por Maria Carolina e Augusto Leite de Araújo Lima.

  • Isolina Augusto de Araújo Lima
  • Antônio Augusto de Araújo Lima
  • Áurea Augusto de Araújo Lima
  • Ana Augusto de Araújo Lima
  • Miguel Augusto de Araújo Lima
  • Aurino Augusto de Araújo Lima
  • Aurino Augusto de Araújo Lima
  • Raimundo Augusto de Araújo Lima
  • Maria Augusto de Araújo Lima
  • Argina Augusto de Araújo Lima
  •  Maria Pia Augusto de Araújo Lima
  • Olívio Augusto de Araújo Lima
  • Auristela Augusto de Araújo Lima Francisco Augusto de Araújo Lima. Famílias Cearenses – UM. Editora Premius, Fortaleza, 2001. p. 211. 

 

     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Isolina e seu irmão Antônio Augusto (Neto).  Congregação Mariana, Crato. Monsenhor Raimundo Augusto, Antônio Augusto, e congregados. Fotos: Acervo FAAL.

 

    Termo de de Batismo: Isolina Augusto de Araújo Lima“No primeiro dia do mês de maio de 1898, nesta Igreja Parochial de Milagres, do Bispado do Ceará, o seu Vigário José Fernandes de Medeiros batizou solenemente a Azolina, (ISOLINA) nascida aos vinte e hum de abril deste mesmo ano, filha legitima de Augusto Leite de Araújo Lima e de Maria Carolina de Araújo Lima naturais e batizados nesta freguesia. Foram padrinhos o Capitão João Leite de Morais, viúvo, e sua filha, D. Argina Leite de Araújo, viúva, os quais conheço pelos próprios. E para constar lavrei este assento que assigno. O Vigário José Fernandes de Medeiros”. Cf. Livro Batismos, Milagres. familysearch.org. 

 

 

Antônio Augusto de Araújo Lima (Neto).                                          1º Consultório odontológico, Dr. Antônio Augusto. 1927. Fotos: Acervo FAAL.

 

   Termo de batismo de Antônio Augusto de Araújo Lima (Neto). “Aos oito dias do mês de abril do ano de 1900 nesta Igreja Parochial da cidade de Milagres, Bispado do Ceará, batizei solenemente ao parvulo ANTONIO nascido aos trinta e um de março de 1900, filho legitimo de Augusto Leite de Araújo Lima e de Maria Carolina de Araujo Leite naturais desta freguesia. Foram padrinhos o Doutor Antonio Joaquim do Couto Cartaxo e Ana Carolina do Couto Cartaxo, os quais conheço pelos próprios. E para constar escrevi este assento que asigno” Obs. Ao invés de Ana Carolina leia-se,  Ana Cordulina do Couto Cartaxo. Obs. O Padre não assina os termos anteriores e posteriores. Cf. Livro de Batismos de Milagres. 1900/1901. familysearch.org.

   Termo de Casamento Antônio Augusto de Araújo Lima Neto e Ana Esteany“Aos quinze dias de agosto de 1935, na Freguesia de N. Senhora do Carmo, (Igreja de N. Senhora do Carmo,) em presença do Monsenhor Doutor Aureliano Mota e das testemunhas, Dr. José Deusdedit Vasconcelos e do Dr. Venicio Barreira, receberam-se em matrimônio por palavras de presente Antônio Augusto de Araújo Lima, 28 anos, (idade real 35 anos), natural de Milagres, filho de Augusto Leite de Araújo Lima e de Maria Carolina de Araújo Lima, com Ana Esteany Soares de Araújo, natural de Sobral, (não informa a idade, 19 anos), filha de Miguel Orcel de Araújo Filho e de (Umbelina) Bila Soares de Araújo. O nubente residente na Freguesia de N. Senhora do Carmo, e a nubente na Fregresia de N. Senhora dos Remédios. Ass. O Vigário da Freguesia de N. Senhora dos Remédios, Padre Pedro Vermeulen”. Cf. Livro de Matrimônios, Nossa Senhora dos Remédios, Fortaleza. 1934/43. familysearch.org.